{"id":40810,"date":"2016-10-23T21:26:56","date_gmt":"2016-10-23T23:26:56","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=40810"},"modified":"2016-11-28T11:47:56","modified_gmt":"2016-11-28T13:47:56","slug":"entrevista-murilo-sa-e-grande-elenco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/10\/23\/entrevista-murilo-sa-e-grande-elenco\/","title":{"rendered":"Entrevista: Murilo S\u00e1 e Grande Elenco"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Murilo S\u00e1 \u00e9 um multi-instrumentista baiano radicado em S\u00e3o Paulo que tem a m\u00fasica como paix\u00e3o desde os 7 anos, \u00e9poca em que ganhou um teclado Tonebank da m\u00e3e. De l\u00e1 para c\u00e1, Murilo desenvolve desde 2009 uma extensa e prol\u00edfica discografia composta EPs, parcerias e dois \u00e1lbuns: \u201cSentido Centro\u201d (2014) e o nov\u00edssimo \u201cDurango!\u201d (2016), ambos lan\u00e7ados pelo selo ga\u00facho 180 e <a href=\"http:\/\/www.murilo-sa.com\/\" target=\"_blank\">liberados para download gratuito no site oficial de Murilo<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se no primeiro \u00e1lbum, Murilo S\u00e1 estava imerso numa sonoridade 60\u2019s, com ares psicod\u00e9licos e lotado de camadas, no disco mais recente ele continua a explorar este terreno, por\u00e9m estende o seu leque musical a algo mais cru e visceral e como tamb\u00e9m se rende ao pop oitentista. Ou, como definiu o capo do Selo 180, Rodrigo de Andrade, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/08\/26\/entrevista-rodrigo-de-andrade-selo-180\/\" target=\"_blank\">em entrevista ao Scream &amp; Yell<\/a>, \u201c\u2019Durango!&#8217; \u00e9 mais diversificado. Ele olha para fora, para a metr\u00f3pole e se aventura por novas paisagens sonoras: 80, synth, indie\u201d&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta entrevista ao Scream &amp; Yell, Murilo S\u00e1 fala sobre o seu modo operante de trabalho, a grava\u00e7\u00e3o de \u201cDurango!\u201d (\u201cComecei basicamente gravando sozinho, mas ao longo do processo rolaram v\u00e1rias participa\u00e7\u00f5es especiais que foram fundamentais\u201d), o lado cronista de suas letras (\u201cAcho que metade do tempo estou em movimento e em busca de algo\u201d), suas influ\u00eancias, a sua rela\u00e7\u00e3o precoce com a m\u00fasica, o mercado musical atual, planos futuros e muito mais. Confira o papo e baixe os dois discos! Valem a pena!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rzVvQ_UrQKQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em &#8220;Sentido Centro&#8221;, seu primeiro \u00e1lbum, sua musicalidade estava imersa numa sonoridade mais psicod\u00e9lica e cheia de camadas. J\u00e1 em &#8220;Durango!&#8221;, o novo disco, voc\u00ea ainda segue essa linha, mas tamb\u00e9m aposta num formato cru e direto ao ponto \u2013 como no single &#8220;Modo Autom\u00e1tico&#8221;. Como foi o processo de cria\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o do disco?<\/strong><br \/>\nEu acredito que a maioria das faixas do novo disco \u201cDurango!\u201d ainda se utilizam desses recursos de camadas e elementos psicod\u00e9licos, mas, realmente, nessa faixa que voc\u00ea citou (que, inclusive, acabou de ganhar videoclipe) a ideia foi fazer um rock mais visceral e cru, com uma letra \u00e1cida e direta. Gravar \u201cDurango!\u201d foi um processo diferente do &#8220;Sentido Centro&#8221;. No primeiro, os arranjos de base foram definidos em formato trio (que era eu na guitarra base \/ Pedro Falc\u00e3o na bateria \/ Felipe Faraco no baixo) e a gente chegou no est\u00fadio e gravou tudo junto, com exce\u00e7\u00e3o da faixa t\u00edtulo, que gravei depois sozinho. No novo \u00e1lbum, comecei basicamente gravando sozinho, mas ao longo do processo rolaram v\u00e1rias participa\u00e7\u00f5es especiais que foram fundamentais para o trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ali\u00e1s, sobre o videoclipe de &#8220;Modo Autom\u00e1tico&#8221;, a dire\u00e7\u00e3o de arte ficou muito legal! De quem foi a ideia de utilizar aquela est\u00e9tica retr\u00f4?<\/strong><br \/>\nO diretor do clipe \u00e9 um amigo meu, Felipe Milward, um cara muito interessante, meio hacker e que \u00e9 total adepto dessa est\u00e9tica de v\u00eddeo anal\u00f3gica, o ru\u00eddo \u00e9 uma caracter\u00edstica do trabalho que ele faz. Eu me identifico muito com todo esse universo e acho que funciona bem com a m\u00fasica que fa\u00e7o. Foi uma parceria que come\u00e7ou no disco anterior (fizemos um clipe da faixa \u201cDois Mundos\u201d) e a gente repetiu a parceria nesse agora com um plano de filmagem mais urbano e dessa vez colorido, mas gravando em VHS. J\u00e1 estamos planejando um pr\u00f3ximo!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando em formato, geralmente quem adota uma sonoridade mais retr\u00f4 tem por predile\u00e7\u00e3o gravar num formato anal\u00f3gico, mas h\u00e1 quem prefira o digital. Voc\u00ea \u00e9 partid\u00e1rio de segmento?<\/strong><br \/>\nH\u00e1 anos atr\u00e1s comecei gravando em casa no computador, e ainda gravo em formato digital, s\u00f3 que hoje em est\u00fadio. Sempre usei o que estava ao meu alcance, sem muita obsess\u00e3o por equipamentos anal\u00f3gicos, mas de fato \u00e9 um desejo meu futuramente gravar um disco em fita, pra sentir como soa, pois pelo que sei existem algumas diferen\u00e7as t\u00e9cnicas que acabam conferindo uma sonoridade particular ao som, o que me agrada. No \u00e1lbum \u201cDurango!\u201d a gente at\u00e9 utilizou alguns recursos como overdrive na voz passando pelo cabe\u00e7ote de um gravador de rolo e tamb\u00e9m fizemos uma esp\u00e9cie de loop com ele que gera um delay de fita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para al\u00e9m do universo 60&#8217;s em sua musicalidade tamb\u00e9m \u00e9 percept\u00edvel um ar meio 80&#8217;s como em &#8220;Sufoco (Parte II)&#8221;, faixa conduzida por teclados. Quais as influ\u00eancias norteiam o seu trabalho?<\/strong><br \/>\nCom certeza, a faixa que voc\u00ea citou tem mesmo um DNA oitentista, refer\u00eancias que tamb\u00e9m s\u00e3o parte do meu repert\u00f3rio, embora eu n\u00e3o tenha explorado muito essas facetas no disco anterior, que tem um sotaque mais sessenta. Gosto muito de m\u00fasica pop desde os anos 50 at\u00e9 os dias de hoje. N\u00e3o pretendo me prender a algum r\u00f3tulo ou d\u00e9cada, a ideia \u00e9 sintetizar isso tudo que me influencia e que gosto, e fazer algo que soe atual e com uma identidade pr\u00f3pria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea em est\u00fadio basicamente grava tudo sozinho e produz. Mas ao vivo quem lhe acompanha?<\/strong><br \/>\nNa verdade produzo e gravo muita coisa sozinho, mas n\u00e3o tudo. A banda que me acompanha ao vivo atualmente \u00e9 formada por Gabriel Guedes (guitarra), Pedro Falc\u00e3o (bateria), Rob Ashtoffen (baixo) e Tomas Oliveira que foi recentemente incorporado nos teclados. Todos eles participaram do disco novo, e essa forma\u00e7\u00e3o ao vivo pode variar de acordo com a disponibilidade de cada um, uma vez que todos s\u00e3o bem ocupados. Entre os m\u00fasicos que tamb\u00e9m participam comigo ao vivo, poderia citar Jo\u00e3o Rochetti (Vitreaux), Ot\u00e1vio Cintra (Hammerhead Blues) e o baterista Felipe Maia (Marrero\/Tar\u00e2ntulas).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea \u00e9 um baiano radicado em S\u00e3o Paulo. A cidade interfere no seu fazer musical?<\/strong><br \/>\nCom certeza! Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a cidade em si, mas especialmente as experi\u00eancias que vivo e as coisas que me rodeiam s\u00e3o o que de certa maneira me guiam no processo. Acho que se morasse no campo eu ia escrever sobre coisas como a vida dos p\u00e1ssaros e sobre cavalos (risos), mas como moro na cidade ela acaba sendo uma fonte de inspira\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias que acabam resultando em can\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Suas letras de certa forma funcionam como cr\u00f4nicas urbanas, pois falam de algu\u00e9m sempre em movimento, em busca de algo. Procede?<\/strong><br \/>\nAcho que tem um pouco disso, cr\u00f4nicas urbanas. Mas falando por mim, acho que metade do tempo estou em movimento e em busca de algo, a outra metade do tempo eu estou tentando fugir de tudo e desacelerar a mente (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea tentou viabilizar o lan\u00e7amento em cd de &#8220;Durango!&#8221; via Catarse. Como foi a experi\u00eancia de utilizar uma plataforma de crowdfunding?<\/strong><br \/>\nNa verdade consegui sim viabilizar os CDs e K7s via Catarse (apesar de n\u00e3o ter batido a meta completa, passamos da metade e os CDs e K7s v\u00e3o rolar), Os itens est\u00e3o em fase de produ\u00e7\u00e3o e em breve irei entregar as recompensas. O financiamento coletivo \u00e9 um processo que aproxima muito o artista do seu p\u00fablico, olhando por esse ponto de vista acaba sendo algo bem interessante e que acaba sendo uma divulga\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio \u00e1lbum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco foi remasterizado por Arthur Joly, um mestre. Como foi o trabalho nesse sentido?<\/strong><br \/>\nFoi demais, o Arthur \u00e9 um cara incr\u00edvel e a gente acabou fazendo uma parceria de trabalho bem legal. Se eu puder futuramente, quero gravar algo nos est\u00fadios Recohead.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Al\u00e9m do formato digital, &#8220;Durango!&#8221; sair\u00e1 nos formatos CD e K7 (via 180). Voc\u00ea acredita que viabilizar o seu trabalho de v\u00e1rias formas \u00e9 a melhor maneira de divulg\u00e1-lo?<\/strong><br \/>\nAcho que sim! Existe uma discuss\u00e3o muito grande sobre isso, minha opini\u00e3o \u00e9 de que ainda existem pessoas que se interessam em ter um disco em formato f\u00edsico, seja vinil, CD ou k7, e acredito que essas pessoas s\u00e3o aquelas que tem uma rela\u00e7\u00e3o mais profunda com a obra, e fazem quest\u00e3o de possuir esse material. Por isso penso que ainda vale a pena investir em formatos f\u00edsicos, e se eu puder em breve quero disponibilizar o disco tamb\u00e9m em vinil. Mas de todo modo, estamos em todas as redes de streaming!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ainda falando sobre o selo: qual a rela\u00e7\u00e3o estabelecida entre voc\u00ea e a 180? De que forma o fato de ter seu trabalho veiculado ao mesmo contribui para o desenvolvimento de sua carreira?<\/strong><br \/>\n\u00c9 uma rela\u00e7\u00e3o muito de parceria muito produtiva, que come\u00e7ou em 2014, quando lan\u00e7amos o primeiro \u00e1lbum em CD e formato digital. O Rodrigo de Andrade (tamb\u00e9m conhecido como Garras) \u00e9 um dos maiores divulgadores do meu trabalho e o Selo 180 tem ampliado muito o seu cat\u00e1logo, sempre trabalhando com bandas muito boas. O selo tem uma din\u00e2mica de lan\u00e7amentos e divulga\u00e7\u00e3o al\u00e9m de parcerias com plataformas digitais, o que acaba contribuindo bastante para o desenvolvimento do meu trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voltando a falar de parcerias, \u201cDurango!\u201d tem v\u00e1rias participa\u00e7\u00f5es especiais. Como rolaram os convites?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o foi bem uma sele\u00e7\u00e3o, a coisa se deu de uma maneira bem natural. Todos os m\u00fasicos que participaram s\u00e3o meus amigos, e a maioria deles j\u00e1 tinha participado do meu \u00e1lbum anterior. Meu m\u00e9todo de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 tentar entender o que a m\u00fasica est\u00e1 pedindo, o que funcionaria melhor ali, e assim surge a ideia de convidar algu\u00e9m que eu admiro e que possa emprestar seu talento pra engrandecer a m\u00fasica. Foi assim no caso do Pedro Pelotas, pianista da Cachorro Grande, que gravou em cico faixas do \u00e1lbum, e Gabriel Guedes, guitarrista fundador da Pata de Elefante, que gravou no disco e me acompanha na maioria das apresenta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A cena independente brasileira vive um grande momento com v\u00e1rios artistas em destaque. Voc\u00ea acompanha o que tem rolado? O que voc\u00ea tem ouvido e recomenda?<\/strong><br \/>\nCom certeza estamos num momento de efervesc\u00eancia musical e tenho ido a muitos shows aqui em S\u00e3o Paulo e ouvindo boa parte dos lan\u00e7amentos desse ano como: Pedro Pastoriz, O Terno, Tat\u00e1 Aeroplano, Vitreaux, Baby Budas, Wallacy Willians, The Baggios, Laia Gaiata, Molodoys, Mescalines, Angela Carneosso&#8230;. foi muita coisa legal esse ano e sinto que ainda vem mais por a\u00ed!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Curiosidade: voc\u00ea \u00e9 um multi-instrumentista autodidata. Qual instrumento voc\u00ea se interessou primeiro? E como se deu a rela\u00e7\u00e3o para com os outros?<\/strong><br \/>\nQuando eu tinha uns 7 anos de idade ganhei da minha m\u00e3e um teclado Casio daqueles pequenos, Tonebank. Talvez n\u00e3o por acaso estou com um Casiotone numa das fotos de divulga\u00e7\u00e3o do novo \u00e1lbum, esse disco faz muito uso de teclas e sintetizadores. Esse teclado que ganhei quando crian\u00e7a foi minha porta de entrada pra a m\u00fasica, e ent\u00e3o minha m\u00e3e percebeu que eu tinha uma certa facilidade em tirar as coisas de ouvido, e eu ganhei um teclado um pouquinho maior, que em pouco tempo acabei trocando por uma guitarra velha e um pedal de drive e montei minha primeira banda, na adolesc\u00eancia. Os outros instrumentos que aprendi a tocar foi por insist\u00eancia ou necessidade, ou um pouco das duas coisas, mas em resumo foi tudo na ra\u00e7a, tipo enchendo o saco na batera enquanto o baterista foi fazer um lanche (risos)&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais s\u00e3o seus planos futuros?<\/strong><br \/>\nPretendo em novembro fazer o lan\u00e7amento oficial do disco em S\u00e3o Paulo e em seguida armar uma turn\u00ea pra tocar esse novo show em outras cidades e festivais. Tamb\u00e9m comecei a pr\u00e9 produzir em casa algumas faixas que no pr\u00f3ximo ano poder\u00e3o surgir em um novo disco.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/5gLr2DEag-4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/40STxe2JAxQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GBmYCiJJ1UQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cqydiU0Ctw0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2013 Bruno Lisboa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\">@brunorplisboa<\/a>) \u00e9 redator\/colunista do <a href=\"http:\/\/pignes.com\" target=\"_blank\">Pigner<\/a> e do <a href=\"http:\/\/www.opoderosoresumao.com\/\" target=\"_blank\">O Poder do Resum\u00e3o<\/a>. A foto que abre o texto \u00e9 de Jack Rubens \/ Divulga\u00e7\u00e3o.<a href=\"http:\/\/www.opoderosoresumao.com\/\" target=\"_blank\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Murilo S\u00e1 \u00e9 um multi-instrumentista baiano radicado em S\u00e3o Paulo que est\u00e1 seu segundo disco, &#8220;Durango!&#8221;\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/10\/23\/entrevista-murilo-sa-e-grande-elenco\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":40811,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[1380],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40810"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40810"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40810\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40838,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40810\/revisions\/40838"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40811"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40810"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40810"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40810"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}