{"id":40735,"date":"2016-10-18T02:03:41","date_gmt":"2016-10-18T04:03:41","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=40735"},"modified":"2016-11-22T10:33:35","modified_gmt":"2016-11-22T12:33:35","slug":"entrevista-sammliz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/10\/18\/entrevista-sammliz\/","title":{"rendered":"Entrevista: Sammliz"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Natural de Bel\u00e9m, no Par\u00e1, Sammliz se destacou \u00e0 frente da poderosa Madame Saatan, combo de heavy metal que, entre 2003 e 2014, lan\u00e7ou dois \u00f3timos discos \u2013 \u201cMadame Sataan\u201d, de 2007; e \u201cPeixe homen\u201d, de 2011 \u2013 e rodou o pa\u00eds oferecendo sua mistura de thrash, metal e hardcore. Com o fim da banda, Sammliz seguiu em frente participando do premiado projeto Terru\u00e1 Par\u00e1 e, agora, lan\u00e7ando sua estreia solo, o \u00e1lbum \u201cMamba\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta nova fase, Sammliz se distancia da dramaticidade e do hermetismo que marcara seus tempos como vocalista da Madame Saatan na busca por se aproximar de uma est\u00e9tica mais simples, utilizando-se do rock num di\u00e1logo com elementos eletr\u00f4nicos. Lan\u00e7ado pela Natura Musical (<a href=\"http:\/\/www.naturamusical.com.br\/ouca-mamba-novo-disco-da-sammliz\" target=\"_blank\">ou\u00e7a o disco na integra aqui<\/a>), \u201cMamba\u201d conta com participa\u00e7\u00f5es de Leo Chermont (Strobo), Jo\u00e3o Lemos (Molho Negro) e dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Carlos Eduardo Miranda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na conversa abaixo, Sammliz fala da sonoridade de \u201cMamba\u201d (\u201cEssa concep\u00e7\u00e3o vem sendo trabalhada h\u00e1 uns tr\u00eas anos\u201d), a mudan\u00e7a est\u00e9tica das letras (\u201cTenho uma certa queda por letras n\u00e3o lineares, mas nesse trabalho quis soar mais direta\u201d), a boa cena musical de Bel\u00e9m (\u201cVivemos uma daquelas boas mar\u00e9s\u201d), e da parceria com Leo e Lemos al\u00e9m do Terru\u00e1 Par\u00e1 (\u201cParticipar desse projeto nos aproximou mais e era \u00f3bvia as afinidades musicais que t\u00ednhamos em comum\u201d), al\u00e9m de muito mais. Confira!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bo-f89-hyrs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Madame Sataan durou 11 anos e deixou como legado dois \u00e1lbuns, EPs e uma s\u00e9rie de f\u00e3s. Em 2014 voc\u00ea anunciou sua sa\u00edda do grupo para se dedicar a projetos pessoais. H\u00e1 quanto tempo voc\u00ea vem arquitetando &#8220;Mamba&#8221;? Ele estava na sua cabe\u00e7a antes de sua sa\u00edda da banda?<\/strong><br \/>\nSim, estava. Mas esse trabalho, com essa concep\u00e7\u00e3o sonora, vem sendo trabalhado h\u00e1 uns tr\u00eas anos, per\u00edodo que voltei \u00e0 Bel\u00e9m justamente para me dedicar \u00e0 pesquisas sonoras e me dedicar \u00e0 pr\u00e9 produ\u00e7\u00e3o. Mas de fato, eu j\u00e1 havia come\u00e7ado a trabalhar nele em meu \u00faltimo ano morando em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que mais lhe motivou a seguir carreira no formato solo?<\/strong><br \/>\nSempre esteve muito claro na minha cabe\u00e7a que essa hora ia chegar. Ao menos pra mim era o caminho natural. Depois do acidente grave com o \u00cdcaro Suzuki, baixista do Madame Saatan (que foi atropelado em 2012 numa cal\u00e7ada de Bel\u00e9m por um motorista embriagado), e sua sa\u00edda definitiva da banda para se recuperar, vi que um ciclo havia acabado e que em breve seria tamb\u00e9m minha hora de partir. Ap\u00f3s um tempo cumprindo agenda com a banda, com outros membros, comecei a concentrar em esbo\u00e7os sonoros, procurar m\u00fasicos e novas parcerias, cheguei a fazer algumas gravinas e experimentos e foi quando decidi retornar \u00e0 Bel\u00e9m para levantar o disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em &#8220;Mamba&#8221; voc\u00ea \u00e9 escudada pelos guitarristas Leo Chermont (Strobo) e Jo\u00e3o Lemos (Molho Negro), respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o do disco. Como foi o processo de cria\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o do disco?<\/strong><br \/>\nBem, comecei a trabalhar valendo na pr\u00e9 produ\u00e7\u00e3o em meu \u00faltimo ano em S\u00e3o Paulo, compondo adoidado coisas bem diferentes do que estava fazendo at\u00e9 ent\u00e3o com o Madame Saatan, testando alguma coisa com m\u00fasicos, conversando com alguns produtores, mas na real o processo l\u00e1 pouco andou. Foi uma fase bem estranha. Quando resolvi voltar pra Bel\u00e9m, j\u00e1 tinha enfiado na cabe\u00e7a que eu mesma iria produzir sozinha, pois j\u00e1 n\u00e3o botava muita f\u00e9 que fosse encontrar parceiros que topassem encarar a miss\u00e3o comigo e que sentisse firmeza. Ent\u00e3o reencontrei Leo Chermont, que j\u00e1 conhecia h\u00e1 s\u00e9culos de outros projetos e que vinha fazendo um trabalho \u00f3timo com o Strobo. Falei com ele que gostaria de mostrar um material, mas nem deu tempo por que logo em seguida fomos cooptados para participar de um projeto musical chamado Terru\u00e1 Par\u00e1, que reunia uma parte expressiva de artistas paraenses. Entre esses artistas tamb\u00e9m estava Jo\u00e3o Lemos, do Molho Negro, outra banda feroz da cidade. Participar desse projeto nos aproximou mais e era \u00f3bvia as afinidades musicais que t\u00ednhamos em comum. Em um primeiro momento comecei a mostrar m\u00fasicas pro Leo, e compor violentamente toda uma nova leva de m\u00fasicas a partir de batidas que fui criando no Fruity Loops, junto ao viol\u00e3o e guitarra, e em cima disso ia acrescentando mais camadas de guitarras, teclados, efeitos e testando melodias. Come\u00e7amos a gravar tudo no est\u00fadio em casa, var\u00e1vamos madrugadas testando m\u00fasicas, e um pouco mais na frente chamei o Jo\u00e3o para trazer as influ\u00eancias garageiras e imprimir os timbres que s\u00e3o muito a cara dele. Ali vi que n\u00f3s tr\u00eas \u00e9ramos o time. A gravina foi bem r\u00e1pida, pois j\u00e1 chegamos com o disco bem amarrado da pr\u00e9, e contamos com Arthur Kunz na bateria, Jo\u00e3o Paulo Deogracias, no baixo e teclados, Dan Bordallo tamb\u00e9m teclados, al\u00e9m de Leo e Jo\u00e3o nas guitarras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco tem dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Carlos Eduardo Miranda. Como foi trabalhar com ele? Quais as contribui\u00e7\u00f5es que ele trouxe ao \u00e1lbum?<\/strong><br \/>\nMiranda \u00e9 um apaixonado pelo Par\u00e1 e o conheci em uma de suas primeiras vindas \u00e0 Bel\u00e9m. Sempre conversamos sobre m\u00fasica, ideias, bandas e ele foi um dos maiores incentivadores para que eu seguisse sozinha. Foi tamb\u00e9m uma das primeiras pessoas a escutar m\u00fasicas minhas, bem l\u00e1 atr\u00e1s, e acabou sendo natural a participa\u00e7\u00e3o dele no disco. Ele sempre esteve por perto. O processo foi bem tranquilo, \u00e9 muito bom trabalhar com quem acredita e se dedica com carinho a um trabalho, e ele trouxe ao \u00e1lbum muitas refer\u00eancias, bastante ideias e toques muito certeiros que foram fundamentais no resultado final. Um guru brux\u00e3o musical muito querido e afiado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Elementos eletr\u00f4nicos convivem em plena harmonia com o peso das guitarras em v\u00e1rias faixas. Nesta nova guinada sonora, quais foram as refer\u00eancias que nortearam o disco?<\/strong><br \/>\nEu gosto muito de m\u00fasica eletr\u00f4nica e pop e quis que isso soasse livre no disco junto a outras refer\u00eancias que passam por sons mais densos e ritmos como cumbia e o velho brega. Geralmente quando falo de refer\u00eancias cito estilos, e n\u00e3o bandas e m\u00fasicos, mas vamos l\u00e1: Siouxsie, PJ Harvey, Black Sabbath, Babe Ruth, New Order, Yeah Yeah Yeahs, Kula Shaker, Tom Waits, Nick Cave, Ministry, Dengue Dengue Dengue, Deltraton, Los Wemblers de Iquitos Jards Macal\u00e9, Waldo Squash e toda uma leva de bregas marcantes da d\u00e9cada de 80, m\u00fasica eletr\u00f4nica dos anos 90, rodavam pela minha playlist, seja por que s\u00e3o refer\u00eancias de sempre, ou coisas que ando escutando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Suas composi\u00e7\u00f5es na \u00e9poca do Madame Sataan eram marcadas pela dramaticidade e pelo hermetismo. Hoje \u00e9 percept\u00edvel que voc\u00ea opta por uma linguagem mais simples, com um olhar, digamos, mais &#8220;ensolarado&#8221;. Procede? De alguma forma suas letras refletem sua atual fase pessoal?<\/strong><br \/>\nTenho uma certa queda por letras n\u00e3o lineares, mas nesse trabalho quis soar mais direta, j\u00e1 que as m\u00fasicas s\u00e3o mais simples, e sim, joguei um tanto de luz sobre o trabalho, apesar de ser um uma esp\u00e9cie de rock\/pop um tanto sombrio e isso certamente tem a ver com meu momento pessoal atual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco foi lan\u00e7ado sob a b\u00ean\u00e7\u00e3o do selo Natura Musical. Como se deu a parceria entre voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nQuase n\u00e3o me inscrevi para participar (do edital). Foi o ano que perdi meu pai e havia dado uma pequena pausa na pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o do disco, que ia seguir por tempo indeterminado. Leo insistiu e me for\u00e7ou a mandar material para me trazer de novo \u00e0 tona. Me inscrevi sem pretens\u00e3o alguma e foi uma surpresa ter sido chamada. A partir da\u00ed tudo foi indo r\u00e1pido, e \u00e9 realmente um privil\u00e9gio hoje em dia no Brasil contar com um suporte desses para lan\u00e7ar um disco. Fiquei feliz de poder lan\u00e7ar meu primeiro disco atrav\u00e9s de uma plataforma desse porte, mas de qualquer forma eu faria o disco, com ou sem edital. \u00c9 importante para o m\u00fasico, artista, participar dos editais que est\u00e3o por a\u00ed, tem mais que se inscrever mesmo, mas eles n\u00e3o conseguem abarcar a imensa produ\u00e7\u00e3o musical independente brasileira. Focar somente neles gera frustra\u00e7\u00e3o, vejo v\u00e1rios conhecidos e amigos, olhando somente pra esse caminho. Acho que ningu\u00e9m deve esperar por nada e ir logo se adiantando, fazendo do melhor jeito que puder suas produ\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O mercado independente prolifera com in\u00fameros artistas em destaque Brasil afora. Mesmo estando em S\u00e3o Paulo acredito que voc\u00ea acompanhou (ou acompanha) o que acontece em Bel\u00e9m. Como anda a cena por l\u00e1?<\/strong><br \/>\nVoltei a morar em Bel\u00e9m h\u00e1 tr\u00eas anos. Vim para produzir o disco e ficar um pouco com minha fam\u00edlia. Mesmo enquanto morava fora (seis anos em SP), sempre acompanhei o que acontecia aqui. Bel\u00e9m \u00e9 uma cidade que brota m\u00fasica de tudo que \u00e9 lugar, a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 fren\u00e9tica, h\u00e1 muita banda nova surgindo e recentemente existe cada vez mais espa\u00e7os que est\u00e3o abrindo para musical autoral. Vivemos uma daquelas boas mar\u00e9s. Temos os que est\u00e3o na pista, varando o mundo, como Dona Onete, a nossa rainha m\u00e3e, a guitarrada pop com Manoel Cordeiro, Felipe Cordeiro, Lucas Estrela, bandas ferozes como Molho Negro, Strobo, Sokera e os veteranos Delinquentes, Aeroplano e somos um Estado de cantoras de muita personalidade como Lu\u00ea e A\u00edla e toda uma nova leva chegando. Os festivais grandes, como o Se Rasgum, e os m\u00e9dios e pequenos que tem aparecido, est\u00e3o firmes e fortes a cada ano que passa, apesar das dificuldades de capta\u00e7\u00e3o de recursos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 excursionando para divulgar &#8220;Mamba&#8221;. Como ser\u00e1 a turn\u00ea. Quais os m\u00fasicos lhe acompanham nesta nova fase?<\/strong><br \/>\nA banda que me acompanha: Leo Chermont e Jo\u00e3o Lemos nas guitarras, J\u00fanior Feitosa na bateria, In\u00eas Fernandes no baixo, Dan Bordallo teclados. Lancei o disco em Bel\u00e9m, S\u00e3o Paulo e Belo Horizonte e agora sigo na miss\u00e3o circula\u00e7\u00e3o. H\u00e1 shows marcados no Par\u00e1 e algumas sondagens pelo Brasil. Como moro em Bel\u00e9m agora, \u00e9 um tanto mais dif\u00edcil viajar com a banda nesse formato, mas estou me programando para passar uma temporada em SP ano que vem. Fora isso, j\u00e1 entro em est\u00fadio em novembro para uma gravar uma nova m\u00fasica para lan\u00e7ar come\u00e7o do ano que vem e t\u00e1 vindo clipe novo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2pAPV_SR24Y?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2013 Bruno Lisboa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\">@brunorplisboa<\/a>) \u00e9 redator\/colunista do <a href=\"http:\/\/pignes.com\" target=\"_blank\">Pigner<\/a> e do <a href=\"http:\/\/www.opoderosoresumao.com\/\" target=\"_blank\">O Poder do Resum\u00e3o<\/a>. A foto que abre o texto \u00e9 de Liliane Pelegrini \/ Divulga\u00e7\u00e3o.<a href=\"http:\/\/www.opoderosoresumao.com\/\" target=\"_blank\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/musica\/\">MAIS SOBRE M\u00daSICA, ENTREVISTAS E REVIEWS NO SCREAM &amp; YELL<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Estreando carreira solo, a ex-vocalista do Madame Saatan fala sobre &#8220;Mamba&#8221;, seu rec\u00e9m-lan\u00e7ado primeiro disco\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/10\/18\/entrevista-sammliz\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":40736,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[774],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40735"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40735"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40735\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40743,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40735\/revisions\/40743"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40736"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40735"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40735"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40735"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}