{"id":40509,"date":"2016-09-29T15:53:54","date_gmt":"2016-09-29T18:53:54","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=40509"},"modified":"2024-05-02T19:17:01","modified_gmt":"2024-05-02T22:17:01","slug":"assista-nas-paredes-da-pedra-encantada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/09\/29\/assista-nas-paredes-da-pedra-encantada\/","title":{"rendered":"Assista: &#8220;Nas Paredes da Pedra Encantada&#8221;, document\u00e1rio sobre \u201cPa\u00eabiru\u201d, de Lula C\u00f4rtes e Z\u00e9 Ramalho"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Exatamente uma semana atr\u00e1s, uma pessoa me procurou nas redes sociais perguntando-me se eu conhecia algu\u00e9m que tivesse interesse em um \u201cPa\u00eabiru\u201d original Rozemblit. \u201cEm estado novo e autografado pelos dois m\u00fasicos\u201d, avisou. Imaginei a cacetada do pre\u00e7o de uma raridade dessas e, antes mesmo de perguntar, ele falou: \u201cR$ 6 mil\u201d (no Mercado Livre h\u00e1 outro sendo vendido por R$ 11 mil!!!!). Um disco duplo de vinil. Se algu\u00e9m se interessar, manda e-mail que coloco em contato, pois ficarei humildemente com a minha edi\u00e7\u00e3o pirata lan\u00e7ada pelo selo ingl\u00eas Mr. Bongo (20 libras).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNas Paredes da Pedra Encantada\u201d, document\u00e1rio dirigido pelo jornalista <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/cristiano.bastos.58\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cristiano Bastos<\/a> ao lado do <a href=\"https:\/\/twitter.com\/freakium\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leonardo Bomfim Pedrosa<\/a> conta a hist\u00f3ria deste \u00e1lbum de Lula C\u00f4rtes e Z\u00e9 Ramalho que est\u00e1 sendo vendido entre R$ 6 mil e R$ 11 mil tanto quanto pirateado por selos ingleses interessados em toda a m\u00edstica que gira em torno de um disco \u00fanico na hist\u00f3ria da m\u00fasica brasileira e mundial. Lan\u00e7ado em 2011 no festival de document\u00e1rios musicais InEdit com <a href=\"http:\/\/www.lojamonstro.com.br\/app\/sc\/gui\/Produto.aspx?cnt=68_1_85_1&amp;html=produto&amp;prod=118460&amp;cat=381\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">lan\u00e7amento em DVD pela Monstro Discos<\/a> em 2014, \u201cNas Paredes da Pedra Encantada\u201d agora pode ser assistido na web.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um road movie que viaja pelas lendas do m\u00edtico \u201cPa\u00eabir\u00fa \u201d, \u00e1lbum lan\u00e7ando em 1975 por Lula C\u00f4rtes e Z\u00e9 Ramalho, \u201cNas Paredes da Pedra Encantada\u201d flagra Lula C\u00f4rtes voltando a Ing\u00e1, recanto do agreste paraibano envolto no misticismo de uma pedra talhada com signos pr\u00e9-milenares. Entre as lembran\u00e7as de Lula e as hist\u00f3rias de figuras diversas da cena udigrudi nordestina (Lailson, Alceu Valen\u00e7a, K\u00e1tia Mezel) o filme investiga n\u00e3o s\u00f3 a riqueza musical de \u201cPa\u00eabir\u00fa\u201d, mas tamb\u00e9m o imagin\u00e1rio do interior da Para\u00edba e o momento psicod\u00e9lico dos anos 70 na ponte entre Recife e Jo\u00e3o Pessoa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00ea pode assistir \u201cNas Paredes da Pedra Encantada\u201d logo abaixo, na integra. Para marcar esse lan\u00e7amento na web, o Scream &amp; Yell conversou com Cristiano Bastos, que produziu e bancou o filme do pr\u00f3prio bolso, para saber como surgiu a ideia de fazer um filme sobre &#8220;Pa\u00eabir\u00fa\u201d, quais as dificuldades enfrentadas no processo de feitura do document\u00e1rio e, ao inverso, os momentos especiais que ficaram desta aventura psicod\u00e9lica de produ\u00e7\u00e3o punk. Leia o papo, ou\u00e7a o disco e assista ao filme (na ordem que voc\u00ea quiser, caro leitor). Inquieto em algum canto de um mundo paralelo, Lula C\u00f4rtes sorri.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Document\u00e1rio: Nas Paredes da Pedra Encantada (2011)\" width=\"750\" height=\"422\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/5eQM6mIEjlA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como surgiu a ideia de um filme sobre o disco &#8220;Pa\u00eabir\u00fa&#8221;, de Lula C\u00f4rtes &amp; Z\u00e9 Ramalho&#8221;?<\/strong><br \/>\nEm certo dia de junho de 2008, telefonei para o jornalista Fernando Rosa, criador do pioneiro site <a href=\"http:\/\/portal.senhorf.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Senhor F<\/a> (e um dos maiores especialistas da cena musical independente brasileira) para pedir a ele uma dica de \u201cordem musical\u201d. Residindo em Bras\u00edlia, \u00e0 \u00e9poca eu ocupava o cargo de assessor de imprensa do Bolsa Fam\u00edlia, emprego por conta do qual, periodicamente, fazia viagens aos mais distantes rec\u00f4nditos do pa\u00eds na ca\u00e7a de hist\u00f3rias a respeito de como o programa de transfer\u00eancia de renda do governo federal mudara a vida de muitos brasileiros. Naquele m\u00eas, a viagem para a qual eu me programara tinha como destino a multicultural Recife, onde eu apuraria uma reportagem a respeito daquela que fora chamada um dia \u201cBras\u00edlia Teimosa\u201d (a miseravelmente vergonhosa vila erguida em palafitas \u00e0s margens litor\u00e2neas da cidade). Desde sempre inquieto, a verdade \u00e9 que, nos diversos empregos por mim ocupados em minist\u00e9rios (Educa\u00e7\u00e3o, Desenvolvimento Social e Agr\u00e1rio), nunca consegui contentar-me cumprindo somente uma atividade profissional. Paralelamente a esses trabalhos, eu tamb\u00e9m fazia reportagens \u2013 sobre arte, cultura e m\u00fasica \u2013 para revistas como a Aplauso, de Porto Alegre, e iniciava, naqueles tempos, uma trajet\u00f3ria de anos escrevendo para a edi\u00e7\u00e3o brasileira da revista Rolling Stone (o meu primeiro trabalho para a revista, meses antes, havia sido um perfil sobre o m\u00fasico Jo\u00e3o Donato, um dos g\u00eanios criadores da bossa nova). Ao telefonar para o Fernando, eu buscava uma \u201cluz\u201d, na forma de alguma dica, que, na capital pernambucana, pudesse me render uma segunda reportagem. Foi quando ele me disse a palavra m\u00e1gica (de origem tupi-guarani): \u201cPa\u00eabir\u00fa\u201d. Eu, que at\u00e9 ent\u00e3o mal ouvira falar sobre o lend\u00e1rio disco gravado pelo recifense Lula C\u00f4rtes e pelo paraibano Z\u00e9 Ramalho, nos est\u00fadios da F\u00e1brica de Discos Rozenblit, em 1974, sentia ali, na outra extremidade da linha telef\u00f4nica, acender em meu ser a verdadeira \u201cchama da curiosidade\u201d \u2013 n\u00e3o s\u00f3 jornal\u00edstica, mas m\u00edstica \u2013 que permeia a t\u00e3o subterr\u00e2nea quanto fant\u00e1stica hist\u00f3ria deste \u00e1lbum. Uma hist\u00f3ria que envolve desde a inspira\u00e7\u00e3o para sua feitura at\u00e9 sua grava\u00e7\u00e3o e a posterior perda de toda a tiragem de LPs que fora levada \u00e1gua abaixo pela cheia que, em 1975, submergira Recife. Chama que, a partir de tal instante, me arderia (continua ardendo!) ao longo dos anos. Primeiramente, escrevendo a reportagem \u201cAgreste Psicod\u00e9lico\u201d, publicada na edi\u00e7\u00e3o de setembro de 2008 da Rolling Stone (<a href=\"http:\/\/rollingstone.uol.com.br\/edicao\/24\/agreste-psicodelico\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">leia aqui<\/a>), momento em que, pela primeira vez, em mais de 35 anos, o assunto finalmente ganharia detalhes pormenorizados sobre a confec\u00e7\u00e3o do LP duplo batizado por aquela turma de jovens aventureiros como \u201cPa\u00eabir\u00fa \u2013 Caminho da Montanha do Sol&#8221;. Fora essa a centelha que me incendiaria a ideia de seguir al\u00e9m da reportagem escrita e a tamb\u00e9m fazer \u2013 por minha conta e risco \u2013 um document\u00e1rio longa-metragem a respeito. Ao apurar a reportagem, vi logo de cara que o assunto ainda rendia muito pano pra manga. De corpo &amp; alma, arrebatei-me como nunca tinha sido arrebatado na vida, por tal hist\u00f3ria. E continuo arrebatado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O processo foi complicado? Como foi realizar &#8220;Nas Paredes da Pedra Encantada&#8221;?<\/strong><br \/>\nSim, o processo foi muito complicado. Primeiro porque o filme foi feito inteiramente com recursos de meu pr\u00f3prio bolso; \u00e9 um filme, pode-se afirmar, inteiramente &#8220;independente&#8221;. Para tanto, tive de investir toda minha poupan\u00e7a na \u00e9poca, meu carro, os limites de todos os cart\u00f5es de cr\u00e9dito, sem falar no meu sal\u00e1rio no governo federal (\u00e9 bom frisar que eu n\u00e3o ocupava, naqueles dias, um cargo &#8220;CC&#8221;, os famigerados cargos de confian\u00e7a) e, ainda, o meu emprego. Para conseguir realizar o filme, consegui, por sorte, juntar minhas f\u00e9rias com uma licen\u00e7a de trabalho, o que resultou em cerca de tr\u00eas meses afastado do emprego (tempo que levou as filmagens). Quando voltei \u00e0 Bras\u00edlia, \u00e9 claro, fui despedido. Com toda a raz\u00e3o, mas nunca me arrependi. Caso eu n\u00e3o tivesse optado pela aventura, Lula C\u00f4rtes (que j\u00e1 sofria de um c\u00e2ncer na garganta, que o levaria ao falecimento um m\u00eas antes de o filme ficar pronto, nunca teria essa sua hist\u00f3ria contada da forma que foi). No meio do caminho, para participar do projeto, alistei o cineasta carioca, radicado em Porto Alegre, Leonardo Bomfim, com o qual divido a dire\u00e7\u00e3o do filme. Ele acreditou na ideia e topou, no ato, embarcar nessa aventura. Ao longo de tr\u00eas meses, estabeleci-me entre Pernambuco (em Jaboat\u00e3o de Guararapes vivi certa temporada no apartamento do pr\u00f3prio Lula C\u00f4rtes) e Para\u00edba, os dois estados nordestinos em torno dos quais a orbitam as hist\u00f3rias que conceitualmente inspiram o disco. \u00c9 l\u00e1, no profundo sert\u00e3o paraibano, no munic\u00edpio de Ing\u00e1 do Bacamarte, que est\u00e1 encravada o m\u00edtico monumento arqueol\u00f3gico conhecido pelo nome de \u201cPedra do Ing\u00e1\u201d. \u201cNas Paredes da Pedra Encantada\u201d \u00e9, sim, um document\u00e1rio sobre um per\u00edodo \u201chippie\u201d da hist\u00f3ria. Mas o ritmo envolvido em sua realiza\u00e7\u00e3o, sem sombra de d\u00favidas, foi literalmente \u201cpunk\u201d. Sua refer\u00eancia cinematogr\u00e1fica fundamental \u00e9 \u201cDon\u2019t Look Back\u201d, de D.A Pennebaker, sobre Bob Dylan \u2013 a ideia da c\u00e2mera observadora \u2013, contudo, o esp\u00edrito que o regeu do come\u00e7o ao fim foi \u201cThe Great Rock-And-Roll Swindle\u201d, o filme-epit\u00e1fio sobre os Sex Pistols. O document\u00e1rio foi inteiramente rodado naquele ano de 2008, embora ficado parado tr\u00eas longos anos, ap\u00f3s suas filmagens, por n\u00e3o havermos mais os recursos necess\u00e1rios para que fosse finalizado. Al\u00e9m de todo o investimento particular que fizera, bancando integralmente os custos de produ\u00e7\u00e3o, eu ainda tinha, por fim, de arrumar o dinheiro necess\u00e1rio para liberar a trilha sonora do filme junto a Lula C\u00f4rtes. Ou seja, as m\u00fasicas do disco \u201cPa\u00eabir\u00fa\u201d. Isso fez com que, apesar de pronto, o doc, literalmente, permanecesse \u201cparado\u201d durante anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais os momentos da feitura do document\u00e1rio que voc\u00ea sorri quando se lembra e que v\u00e3o ficar guardados na mem\u00f3ria?<\/strong><br \/>\nSorrio ao lembrar do largo sorriso de Lula C\u00f4rtes, que \u2013 apesar da grande instabilidade e do &#8220;estorvo&#8221; que sua doen\u00e7a lhe causava, \u00e0s vezes impedindo-o de criar \u2013, em momento algum, vi qualquer sinal de arrefecimento de sua puls\u00e3o de viver. Lula (lembrando que, al\u00e9m de m\u00fasico, tamb\u00e9m era escritor, pintor, desenhista) fez arte at\u00e9 o \u00faltimo minuto de sua vida. Tive a oportunidade de conviver com ele dias a fio e, em raz\u00e3o disso, o privil\u00e9gio \u00fanico de lhe ver criar diariamente, de ouvir suas hist\u00f3rias e, especialmente, de aurir sua profunda e vasta cultura. Outra coisa que certamente me estampa um generoso sorriso no rosto, quando me ponho a rememorar a aventura que tive ao lado dele, nesses dias, foi lev\u00e1-lo, muitos anos depois, \u00e0 Pedra do Ing\u00e1 \u2013 o monumento pr\u00e9-hist\u00f3rico encravado no sert\u00e3o da Para\u00edba que inspirou a concep\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum \u201cPa\u00eabir\u00fa\u201d \u2013 e ouvi-lo destilar toda sua profici\u00eancia (m\u00edstica, bot\u00e2nica, geogr\u00e1fica, cultural, musical etc) a respeito. Tamb\u00e9m me d\u00e1 vontade de sorrir quando penso que todas as dificuldades que passei n\u00e3o foram em v\u00e3o. Principalmente ao saber que pessoas ao redor do mundo encantam-se com o filme, dos Estados Unidos \u00e0 R\u00fassia. Que \u201cPa\u00eabir\u00fa\u201d \u00e9 uma obra de arte t\u00e3o fascinante (t\u00e3o brasileira em sua ess\u00eancia) que n\u00e3o h\u00e1 fronteiras culturais que possam det\u00ea-lo. E isso \u00e9 impressionante. Vejam o filme.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/nasparedes.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"514\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2013 Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Calmantes com Champagne<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Disco cl\u00e1ssico da m\u00fasica mundial, &#8220;Pa\u00eabir\u00fa&#8221;, de Lula C\u00f4rtes e Z\u00e9 Ramalho, \u00e9 o tema deste document\u00e1rio de Cristiano Bastos e Leonardo Bomfim. Assista online! \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/09\/29\/assista-nas-paredes-da-pedra-encantada\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":40511,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[4,3],"tags":[1301,1300,1302],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40509"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40509"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40509\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":81449,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40509\/revisions\/81449"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40511"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40509"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40509"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40509"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}