{"id":40463,"date":"2016-09-28T17:45:10","date_gmt":"2016-09-28T20:45:10","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=40463"},"modified":"2016-10-13T15:37:23","modified_gmt":"2016-10-13T18:37:23","slug":"boteco-cinco-paises-dez-cervejas-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/09\/28\/boteco-cinco-paises-dez-cervejas-2\/","title":{"rendered":"Boteco: Cinco pa\u00edses, Dez Cervejas"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">BRASIL<br \/>\nAbrindo com duas representantes nacionais vindas do Rio Grande do Sul, ambas da cervejaria Tupiniquim. A primeira \u00e9 a Enigma, uma Australian Pale Ale Single Hop que utiliza este l\u00fapulo australiano que batiza a cerveja. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada com creme branco de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia, a Tupiniquim Enigma exibe um aroma cativante sugerindo frutado c\u00edtrico (acerola, tangerina e manga) e leve herbal (pinho) sobre uma base suave de caramelo. Na boca, textura seca com leve pic\u00e2ncia. O primeiro toque age sob comando da lupulagem com frutado c\u00edtrico e herbal agrad\u00e1veis se revezando. O amargor \u00e9 m\u00e9dio (40 IBUs muito bem distribu\u00eddos) e abre caminho para um conjunto bastante refrescante que refor\u00e7a o predom\u00ednio do amargor do l\u00fapulo sobre a do\u00e7ura do malte. O final \u00e9 levemente amargo e seco. No retrogosto, herbal suave, c\u00edtrico e refrescancia. Boa!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/tupiniquim_enigma.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda da Tupiniquim (ambas criadas para o clube de assinaturas WBeer) \u00e9 a Dunkel Weiss, que tenta replicar o estilo cl\u00e1ssico alem\u00e3o, infelizmente sem sucesso. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar acastanhada escura com creme bege clarinho de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia perman\u00eancia, a Tupiniquim Dunkel Weiss apresenta um aroma decepcionantemente t\u00edmido que tenta unir as notas cl\u00e1ssicas do estilo Weiss com as notas derivadas do malte tostado sugerindo doce de banana caramelada, doce de leite e semente de cravo, nada com muita profundidade. Na boca, textura cremosa com leve pic\u00e2ncia de levedura. O primeiro toque dilui um pouco mais o que fraco aroma adianta ao sugerir doce de leite e bananada sem muita profundidade. O amargor \u00e9 bem baixo (12 IBUs) e, dai pra prente, surge um conjunto raso e ralo, que n\u00e3o honra a cervejaria muito menos o estilo. O final \u00e9 maltadinho. No retrogosto, doce de leite e cravo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/tupiniquim_dunkel.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DINAMARCA<br \/>\nDa cigana dinamarquesa Mikkeller, mas produzida na f\u00e1brica belga da De Proefbrouwerij, a Running Club \u00e9 uma leve Pilsener inspirada na corrida que a cervejaria organiza em v\u00e1rios cantos do mundo (o Brasil j\u00e1 promoveu tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es). De colora\u00e7\u00e3o amarelo palha com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia perman\u00eancia, a Mikkeller Running Club apresenta um aroma levemente floral, c\u00edtrico e herbal, sugerindo capim-lim\u00e3o, casca de lim\u00e3o, grama e cereais. Na boca, textura seca. O primeiro toque oferece r\u00e1pida do\u00e7ura seguida de um agrad\u00e1vel toque de frutas c\u00edtricas (lim\u00e3o), ervas (capim-lim\u00e3o) e grama. O amargor \u00e9 baixo, mas eficiente para um conjunto mais voltado \u00e0 refresc\u00e2ncia do que a profundidade, que pelo caminho acentua sua pega c\u00edtrica e herbal (lim\u00e3o e capim-lim\u00e3o), levemente. O final \u00e9 suavemente refrescante. No retrogosto, limonada e mais refrescancia. Boa!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/mikkeler_running.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pr\u00f3xima \u00e9 da Indslev Bryggeri, cervejaria de N\u00f8rre Aaby, cidade a duas horas de Copenhage, respons\u00e1vel pela famosa linha Ugly Duck, aqui marcando presen\u00e7a com a Imperial Vanilla Coffee Porter, uma Imperial Porter de 10% de \u00e1lcool cuja receita utiliza os l\u00fapulos Magnum e Nelson Sauvin mais maltes Pilsner, Chocolat, Black e Caramel al\u00e9m de centeio e aveia e adi\u00e7\u00e3o de baunilha e caf\u00e9. De colora\u00e7\u00e3o marrom praticamente preta com creme marrom escuro de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o, a Ugly Duck Imperial Vanilla Coffee Porter exibe um aroma que equilibra chocolate amargo, caf\u00e9 e baunilha de uma maneira sedutora e instigante. H\u00e1 ainda percep\u00e7\u00e3o de aveia e l\u00e1ctico. Na boca, textura sedosa com leve pic\u00e2ncia alc\u00f3olica. No primeiro toque, chocolate amargo e caf\u00e9 praticamente juntos seguido de baunilha. O amargor \u00e9 baixo e alc\u00f3olico (ainda que levemente torrado). Dai pra frente, uma baita cerveja que finaliza de maneira impressionantemente doce. No retrogosto, caf\u00e9, baunilha e alegria. Baita!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/uglyduck.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">EUA<br \/>\nDe Chico, uma cidade californiana de 90 mil habitantes pr\u00f3xima de Sacramento, surge a quarta Sierra Nevada a passar por este espa\u00e7o (confira as outras tr\u00eas aqui), e tamb\u00e9m a mais famosa da casa, Pale Ale, cuja receita une maltes Two-Row Pale e Caramel com l\u00fapulos Magnum e Perle para amargor e Cascade para aroma. O resultado \u00e9 uma cerveja \u00e2mbar translucida com creme alaranjado clarinho de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o. No aroma, c\u00edtrico e herbal elegantes sugerindo toranja, pinho e casca de laranja com caramelo e mel na base. Na boca, a textura levemente frisante. O primeiro toque coloca os l\u00fapulos em primeiro plano oferecendo c\u00edtrico e herbal agrad\u00e1veis seguido de r\u00e1pido caramelo e amargor equilibrado (38 IBUs), que abre as portas para um conjunto exemplar, lupulado e maltado, que finaliza com amargor bem suave. No retrogosto, mais eleg\u00e2ncia com c\u00edtrico, herbal e caramelo. \u00d3tima!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/sierranevada.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De Fort Collins , no Colorado, da badalada New Belgium, fundada em 1991, o xod\u00f3 da casa, Fat Tire, uma Amber Ale cuja receita une maltes Pale, C-80, Munich e Victory com l\u00fapulos Nugget, Willamette e Goldings. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar acastanhada clara com creme bege clarinho de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia perman\u00eancia, a New Belgium Fat Tire exibe um aroma bastante discreto sugerindo caramelo e biscoito com distante presen\u00e7a herbal. Na boca, textura seca querendo soar cremosa. O primeiro toque traz suave caramelo seguido de herbal e algo que soa sab\u00e3o (mas n\u00e3o faz espuma! \u2013 risos). O amargor \u00e9 baixo (apenas 22 IBUs) e abre caminho para um conjunto simplesinho, que n\u00e3o conquista, mas tamb\u00e9m n\u00e3o decepciona. O final \u00e9 meladinho. No retrogosto, caramelo fraco. Bem simples.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/fattire.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B\u00c9LGICA<br \/>\nAs duas belgas s\u00e3o da mesma cervejaria, a brilhante De Struise, de Oostvleteren, uma vila de pouco mais de mil habitantes na comunidade flamenga dos Flanders Ocidentais (pertinho de Bruges), e s\u00e3o varia\u00e7\u00f5es da mesma receita. A primeira \u00e9 a Tsjeeses X-Mas Ale Reserva 2013, que recebe adi\u00e7\u00e3o de cana de a\u00e7\u00facar, especiarias e descansa seis meses em velhos barris de Bourboun. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada com creme bege claro de baixa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o, a Tsjeeses X-Mas Ale Reserva 2013 exibe um aroma com bastante do\u00e7ura de mel e caramelo, percep\u00e7\u00e3o de especiarias e amadeirado discreto. Na boca, textura sedosa, quase licorosa, e tamb\u00e9m picante. O primeiro toque oferece do\u00e7ura caramelada, leve amadeirado e Bourbon assertivo sem, no entanto, mostrar as garras dos 10% de \u00e1lcool. Dai pra frente, a\u00e7\u00facar mascavo, mel, Bourbon e leve pinho. O final \u00e9 melado e alco\u00f3lico. No retrogosto, calor e mel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/struise_reserva_2013.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Varia\u00e7\u00e3o da Tsjeeses X-Mas Ale Reserva 2013, essa n\u00e3o passou por barris de Bourbon como a anterior, mas sim descansou seis meses em velhos barris de vinho do Porto. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada um tiquinho mais escura que a vers\u00e3o Bourbon, a vers\u00e3o Port exibe um creme bege claro de boa forma\u00e7\u00e3o (melhor que a anterior) e r\u00e1pida dispers\u00e3o. No nariz, muito mais caramelo e a\u00e7\u00facar mascavo al\u00e9m de especiarias (pimenta do reino), sugest\u00e3o de vinho do Porto e toffee. Na boca, a textura praticamente licorosa e tamb\u00e9m picante (de \u00e1lcool). No primeiro toque, do\u00e7ura de caramelo e a\u00e7\u00facar mascavo embebidas em \u00e1lcool e vinho do Porto altamente percept\u00edvel. O amargor \u00e9 quente e totalmente alco\u00f3lico. Dai pra frente, um perfil para ser degustado com calma e aten\u00e7\u00e3o oferecendo madeira, caramelo, especiarias, vinho do Porto e \u00e1lcool assertivos. O final \u00e9 alco\u00f3lico e picante. No retrogosto, calor, caramelo e a\u00e7\u00facar mascavo mais vinho do Porto. Excelente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/struise_barrel_2013.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FRAN\u00c7A<br \/>\nDe Aix-Noulette, no norte da Fran\u00e7a (pr\u00f3xima de Lille e da fronteira com a B\u00e9lgica) surge a Brasserie Saint-Germain, fundada em 2003 e com algumas medalhas no curr\u00edculo. O carro chefe da casa \u00e9 a linha Page 24, que chega ao Brasil em duas vers\u00f5es: a primeira \u00e9 a Blanche, uma tradicional Witbier que recebe adi\u00e7\u00e3o de casca de laranja e semente de coentro. Na ta\u00e7a, uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o amarela suavemente turva exibe um creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia reten\u00e7\u00e3o. No nariz, as notas cl\u00e1ssicas do estilo sugerindo leveza e refrescancia atrav\u00e9s de notas c\u00edtricas (lim\u00e3o e laranja) e condimenta\u00e7\u00e3o (semente de cravo). Na boca, textura seca e levemente picante. O primeiro toque oferece r\u00e1pida do\u00e7ura c\u00edtrica seguida de um azedinho tradicional e baixo amargor, que abre caminho para um conjunto simples e refrescante. O final oferece secura e refrescancia. No retrogosto, leve lim\u00e3o e cravo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/page_blanche.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda da Brasserie Saint-Germain \u00e9 a Page 24 R\u00e9serve Hildegarde Blonde, uma tradicional Bi\u00e8re de Garde francesa que valoriza a ideia da utiliza\u00e7\u00e3o de ingredientes locais (incluindo malte e l\u00fapulo). De colora\u00e7\u00e3o dourada com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e alta perman\u00eancia, a Page 24 R\u00e9serve Hildegarde Blonde exibe uma aroma com destacada do\u00e7ura de trigo sugerindo chiclete, caramelo e feno acompanhados de leve presen\u00e7a c\u00edtrica (lim\u00e3o) e herbal (capim-lim\u00e3o) e leve \u00e1lcool. Na boca, textura levemente picante (dos 6.9% de \u00e1lcool). O O primeiro toque traz do\u00e7ura de calda de compota de frutas seguida de c\u00edtrico e floral. O amargor \u00e9 alco\u00f3lico e abre caminho para um conjunto simples para o estilo, com \u00e1lcool muito presente e final melado. No retrogosto, do\u00e7ura de compota, \u00e1lcool e azedinho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/page_reserve.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7o<\/strong><br \/>\nDe Porto Alegre, Brasil, a Tupiniquim marca presen\u00e7a com uma Pale Ale deliciosamente lupulada, a Enigma, que coloca sorrisos amarguinhos na boca enquanto sugere c\u00edtrico e herbal, e uma decepcionante Dunkel Weiss, que n\u00e3o honra a cervejaria muito menos o estilo. Abrindo o duo dinamarqu\u00eas com a Mikkeller Running Club, uma Pilsener que sugere uma limonada alco\u00f3lica, refrescante e saborosa. A outra dinamarquesa d\u00e1 um salto na degusta\u00e7\u00e3o: Ugly Duck Imperial Vanilla Coffee Porter, macia, alc\u00f3olica e com chocolate, baunilha e caf\u00e9 na medida. Uau! Abrindo o duo norte-americano com a Sierra Nevada Pale Ale, um cl\u00e1ssico do estilo APA que consegue equilibrar de modo magistral a pegada lupulada sem relegar o malte a segundo plano. Bela. J\u00e1 a New Belgium Fat Tire, o xod\u00f3 da cervejaria, \u00e9 uma Amber Ale bem discreta e simples, que n\u00e3o conquista, mas tamb\u00e9m n\u00e3o ofende. Se s\u00f3 tiver ela, vai ela mesma. A Tsjeeses X-Mas Ale Bourbon Reserva 2013 \u00e9 uma boa cerveja natalina, mas eu esperava mais (madeira, Bourbon e complexidade). Ainda assim impressiona como eles encobrem bem o \u00e1lcool. O mesmo se aplica a Tsjeeses X-Mas Ale Port Reserva 2013, mas o vinho do Porto pareceu se casar ainda melhor com o perfil dessa cerveja alco\u00f3lica e doce. Muito boa! Partindo para a Fran\u00e7a com a boa Witbier da Brasserie Saint-Germain, que n\u00e3o acrescenta nada ao estilo, mas tamb\u00e9m n\u00e3o faz feio. \u00c9 mais uma boa c\u00f3pia no mercado. A outra francesa, Page 24 R\u00e9serve Hildegarde Blonde, n\u00e3o acrescentou nada ao estilo, e fica atr\u00e1s de muitas outras Bi\u00e8re de Garde. Esperava mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tupiniquim Enigma<br \/>\n\u2013 Estilo: Australian Pale Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5.3%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.19\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Dunkel Weiss<br \/>\n\u2013 Estilo: Dunkel Weiss<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5.4%<br \/>\n\u2013 Nota: 2.52\/5<\/p>\n<p>Mikkeller Running Club<br \/>\n\u2013 Estilo: Pilsener<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Dinamarca<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4.5%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.17\/5<\/p>\n<p>Ugly Duck Imperial Vanilla Coffee Porter<br \/>\n\u2013 Estilo: Imperial Porter<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Dinamarca<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 10%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.71\/5<\/p>\n<p>Sierra Nevada Pale Ale<br \/>\n\u2013 Estilo: American Pale Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: EUA<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5.6%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.52\/5<\/p>\n<p>New Belgium Fat Tire<br \/>\n\u2013 Estilo: Amber Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: EUA<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5.2%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.08\/5<\/p>\n<p>Struise Tsjeeses X-Mas Ale Reserva 2013<br \/>\n\u2013 Estilo: Belgian Strong Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 10%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.71\/5<\/p>\n<p>Struise Tsjeeses X-Mas Ale Port Reserva 2013<br \/>\n\u2013 Estilo: Belgian Strong Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 10%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.81\/5<\/p>\n<p>Page 24 Blond<br \/>\n\u2013 Estilo: Witbier<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Fran\u00e7a<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4.9%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.05\/5<\/p>\n<p>Page 24 R\u00e9serve Hildegarde Blonde<br \/>\n\u2013 Estilo: Biere de Garde<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Fran\u00e7a<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 6.9%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.07\/5<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n\u2013 Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Duas cervejas do Brasil, duas dos Estados Unidos, duas da Dinamarca, duas da B\u00e9lgica e duas da Fran\u00e7a\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/09\/28\/boteco-cinco-paises-dez-cervejas-2\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":40464,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[598,1288,1286,1289,1287,356,1290],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40463"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40463"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40463\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40465,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40463\/revisions\/40465"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40464"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40463"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40463"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40463"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}