{"id":39467,"date":"2016-08-15T16:15:13","date_gmt":"2016-08-15T19:15:13","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=39467"},"modified":"2016-11-18T09:15:36","modified_gmt":"2016-11-18T11:15:36","slug":"entrevista-supercombo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/08\/15\/entrevista-supercombo\/","title":{"rendered":"Entrevista: Supercombo"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por <\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcos.paulino.313?\" target=\"_blank\"><strong>Marcos Paulino<\/strong><\/a><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Afinal, quem \u00e9 Rog\u00e9rio? Foi essa pergunta que os f\u00e3s se fizeram quando o Supercombo anunciou que esse seria o t\u00edtulo do quarto disco da banda, rec\u00e9m-lan\u00e7ado. Surgida por acaso, a ideia de dar nome de gente ao CD se mostrou uma boa sacada, como contam o vocalista e guitarrista Pedro Ramos, a baixista Carol Navarro e o tecladista Paulo Vaz nesta entrevista ao <a href=\"http:\/\/www.mundoplug.com\/\" target=\"_blank\">Plug<\/a>, parceiro do Scream &amp; Yell.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pedro, Carol e Paulo junto ao guitarrista e vocalista Leo Ramos e ao baterista Raul de Paula, formam o quinteto que ganhou proje\u00e7\u00e3o em 2015, ao ficar no top 12 do Superstar, concurso de bandas da TV Globo. Surgido em 2007 na capital capixaba, Vit\u00f3ria, o grupo apresenta um novo disco com uma arte gr\u00e1fica caprichada, com direito a uma brincadeira com uma lente vermelha, que acompanha o encarte, cria\u00e7\u00e3o de Juarez Tanure.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cRogerio\u201d (<a href=\"https:\/\/goo.gl\/wDpksC\" target=\"_blank\">ou\u00e7a no Spotify<\/a>) traz 12 faixas em que o Supercombo reafirma a sua mistura de rock com outros ritmos e, com letras bem urbanas, fala de assuntos dif\u00edceis, como a eutan\u00e1sia, de maneira at\u00e9 leve, a exemplo do que fez com o suic\u00eddio no \u00e1lbum anterior, \u201cAmianto\u201d (2014). Lucas Silveira, da Fresno, Sergio Britto, dos Tit\u00e3s, Negra Li e amigos das bandas Far From Alaska, Scalene, Oficina G3 e Medulla participam como convidados. Confira a entrevista.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"752\" height=\"440\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/FIxRcbDMO30\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/FIxRcbDMO30\" height=\"440\" width=\"752\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De um ano pra c\u00e1, muita \u00e1gua passou embaixo da ponte do Supercombo. Em 2015, a banda estava come\u00e7ando a colher os frutos da participa\u00e7\u00e3o no Superstar. Agora, j\u00e1 tem no curr\u00edculo shows no pa\u00eds todo, inclusive em festivais como Lollapalooza e Planeta Atl\u00e2ntida. Como voc\u00eas se sentem neste novo status?<\/strong><br \/>\nPaulo \u2013 A gente est\u00e1 muito feliz com tudo isso, era o que v\u00ednhamos buscando h\u00e1 nove anos. Houve uma evolu\u00e7\u00e3o em todos os aspectos, primeiro de p\u00fablico e segundo de conhecimento das pessoas que escutam nossa m\u00fasica. Viajamos o Brasil inteiro e conseguimos ter um contato com as pessoas, conversar com elas, entender por que elas gostam do nosso som, da maneira que a gente se porta, das coisas que a gente fala. Atingimos um patamar de conseguir tocar em lugares melhores, e assim conseguimos levar nossa mensagem de uma maneira mais ampla e bem clara. Subimos um degrau de cada vez, e subimos aquele que nos permite falar pra muito mais pessoas. Essa foi a maior evolu\u00e7\u00e3o que a gente teve.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Que mudan\u00e7as voc\u00eas enxergam na sonoridade e nas letras da banda se comparados o disco novo com \u201cAmianto\u201d e com os mais antigos?<\/strong><br \/>\nPaulo \u2013 Aconteceu um amadurecimento de todos da banda. Particularmente, gosto dos quatro discos, mas acho que \u201cRogerio\u201d \u00e9 o disco mais maduro, porque houve uma transi\u00e7\u00e3o muito grande entre o \u201cSal Grosso\u201d (2011) e o \u201cAmianto\u201d (2014), tanto de p\u00fablico quanto de sonoridade. \u201cRogerio\u201d (2016) \u00e9 o disco mais complexo musicalmente falando, mas entrega a mensagem verbal mais f\u00e1cil. A gente veio aprendendo, com os tr\u00eas \u00faltimos discos, a ter uma linguagem musical. Somos uma banda de rock que mistura v\u00e1rios elementos de v\u00e1rios estilos musicais. E fomos aprendendo como chegar diretamente com as letras na vida das pessoas. A coisa em que a gente mais trabalha \u00e9 retratar o cotidiano. O \u201cAmianto\u201d foi o disco que transformou nossa cabe\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a como falar com um p\u00fablico com idades mais diversificadas. Nele, falamos com pessoas de 15 a 20 anos, mas tamb\u00e9m com os pais delas. Nos shows, os pais vinham falar com a gente, e ficamos muito surpresos com isso. As mensagens que iam pros jovens estavam servindo pra todo mundo. O \u201cRogerio\u201d tamb\u00e9m consegue falar com pessoas de mais idade. Nosso p\u00fablico-foco vai de 15 a 30, 35 anos, mas a linguagem ficou mais madura. Continuando a tratar de assuntos que fazem diferen\u00e7a na vida das pessoas e das nossas tamb\u00e9m, ele \u00e9 o ponto de virada, at\u00e9 pela idade de todos da banda. Nesse disco, conseguimos enxergar realmente como devemos falar com as pessoas que querem ouvir nosso som.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas acreditam que o p\u00fablico do Supercombo est\u00e1 mais maduro porque amadureceu junto com a banda ou justamente porque voc\u00eas conseguem falar melhor com pessoas mais velhas?<\/strong><br \/>\nPaulo \u2013 Faz todo sentido essa pergunta. Na verdade, a gente tomou muito cuidado com o p\u00fablico que vem amadurecendo com a banda, pra que ele n\u00e3o tomasse um choque, j\u00e1 que o \u201cRogerio\u201d \u00e9 um disco mais aprofundado em v\u00e1rios assuntos. Ent\u00e3o a gente se preocupou com os f\u00e3s da banda que v\u00eam nos acompanhando h\u00e1 muitos anos e tamb\u00e9m em falar de assuntos como a eutan\u00e1sia para um p\u00fablico que n\u00e3o tinha acesso a esses temas musicados. Assim como em \u201cAmianto\u201d contamos a hist\u00f3ria de algu\u00e9m que queria tirar sua pr\u00f3pria vida. A gente acabou pegando um momento de transi\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, que queria ouvir sobre esses assuntos, e tamb\u00e9m de transi\u00e7\u00e3o da nossa gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Carol \u2013 Estou com 30 anos, e as quest\u00f5es n\u00e3o param de acontecer na nossa cabe\u00e7a. O que acontece \u00e9 que o adolescente \u00e9 mais questionador, \u00e9 curioso, quer entender mais do mundo. Conforme voc\u00ea vai vivendo, v\u00ea que certas coisas continuam sendo problema, que enxergar\u00e1 o mundo de um jeito ou de outro. Isso \u00e9 uma quest\u00e3o de vida, e n\u00e3o de idade. Acho que a gente agrega mais o p\u00fablico jovem por essa est\u00e3o da vida e do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No encarte, o Teco Fuchs, produtor do disco, escreve uma mensagem afirmando que \u201ca Supercombo hoje est\u00e1 em algum lugar entre o \u2018Rubber Soul\u2019 e o \u2018Revolver\u2019, e com certeza rumando para o seu \u2018Sgt.t Pepper\u2019s\u2019\u201d. O que voc\u00eas acham disso?<\/strong><br \/>\nCarol \u2013 O Teco \u00e9 um viciado em Beatles, as cita\u00e7\u00f5es dele s\u00e3o s\u00f3 baseadas nisso a\u00ed. Mas eu n\u00e3o sou profunda conhecedora dos Beatles. [Risos]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paulo \u2013 Todos da banda conhecemos o Teco h\u00e1 v\u00e1rios anos. Entendo que ele quis dizer que \u201cRogerio\u201d foi um disco muito complexo pra ser criado, porque pegamos elementos que normalmente n\u00e3o seriam usados da maneira que usamos. Por exemplo, fizemos um reggae, que normalmente tem uma divis\u00e3o quatro por quatro, em uma divis\u00e3o tr\u00eas por quatro, que \u00e9 uma levada de valsa. Conseguimos montar can\u00e7\u00f5es que chamaram a aten\u00e7\u00e3o pra outra vertente. Ele quis dizer que conseguimos ousar nos arranjos e nas letras pra falar sobre assuntos que a gente achava que tinha que falar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas capricharam no projeto gr\u00e1fico do disco, o que \u00e9 cada vez mais raro, porque muitas pessoas acabam conseguindo as m\u00fasicas na internet. A ideia foi realmente motivar os f\u00e3s a terem o CD?<\/strong><br \/>\nCarol \u2013 Essa preocupa\u00e7\u00e3o veio porque estamos numa era digital, em que as pessoas n\u00e3o compram mais o disco, e tudo est\u00e1 sendo voltado pra que ele seja lan\u00e7ado digitalmente. A preocupa\u00e7\u00e3o que tivemos em fazer o disco f\u00edsico foi justamente que a parte gr\u00e1fica estivesse inserida no contexto musical.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pedro \u2013 O lance do disco hoje em dia \u00e9 mais como um souvenir. A galera que acompanha a gente compra porque quer que a gente assine, quer colocar o p\u00f4ster na parede. Apesar de vivermos nessa era digital e sermos muito modernos, a gente \u00e9 meio velho tamb\u00e9m. [Risos] Estamos ligados no gosto de ter o disco na m\u00e3o. A brincadeirinha da lente foi uma sacada muito legal do Juarez, vamos usar at\u00e9 nos shows. Ele tem muito apre\u00e7o por esse lado gr\u00e1fico e desde o \u201cAmianto\u201d ele tem feito isso pra gente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Inevit\u00e1vel falar do Rog\u00e9rio, que foi uma sacada e virou buchicho entre os f\u00e3s, com v\u00e1rias teorias sobre quem \u00e9 esse personagem. Voc\u00eas est\u00e3o se divertindo com isso?<\/strong><br \/>\nPedro \u2013 O engra\u00e7ado \u00e9 que o nome surgiu antes da hist\u00f3ria. No meio da turn\u00ea do \u201cAmianto\u201d, todo mundo perguntava o nome do disco novo. Em alguma entrevista, de brincadeira, o Leo disse que seria Rogerio. E todos acharam muito ruim esse nome. [Risos] Quando come\u00e7aram a surgir as letras, veio a concep\u00e7\u00e3o de criar esse personagem, que \u00e9 tipo o alter ego ruim das coisas, aquele lado ruim que todo mundo tem dentro de si. E a\u00ed fez sentido colocar um nome ruim, mas que tinha uma explica\u00e7\u00e3o muito boa por tr\u00e1s, e o disco inteiro foi tem\u00e1tico em cima disso. O resultado foi muito massa, gosto muito das letras e do modo como elas encaixam o Rog\u00e9rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Algum Rog\u00e9rio j\u00e1 reclamou disso?<\/strong><br \/>\nPedro \u2013 N\u00e3o, n\u00e3o. [Risos] Uma galera veio agradecer por divulgar o nome deles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Carol \u2013 Se sentiram homenageados. [Risos]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas conseguiram reunir no disco v\u00e1rios convidados, representantes de diversos g\u00eaneros musicais. Como foi essa sele\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nPedro \u2013 Foi natural. Temos muitos amigos m\u00fasicos e talentosos e temos que aproveitar disso. [Risos] Ent\u00e3o tem o pessoal da cena, que est\u00e1 sempre com a gente. Tem o Gustavo, da Scalene, a Emily, do Far From Alaska, o Keops e o Raony, da Medulla, o Mauro Henrique, da Oficina G3, o <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/08\/09\/entrevista-beeshop-2016\/\" target=\"_blank\">Lucas<\/a>, da Fresno. E tem o Sergio Britto, que n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o pr\u00f3ximo, mas foi uma parada super legal que aconteceu por causa do Superstar. A gente fez um cover de uma m\u00fasica que ele comp\u00f4s pros Tit\u00e3s e a galera gostou muito. Surgiu a oportunidade de trocar uma ideia com ele, que topou participar. P\u00f4, a gente cresceu ouvindo Tit\u00e3s, \u00e9 muito legal ter um cara desse patamar fazendo parte de um disco nosso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Carol \u2013 Agregar a galera faz parte do pensamento que estamos construindo de levantar a cena e movimentar essa galera nova que est\u00e1 tocando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pedro \u2013 Uma galera que se preocupa com a qualidade, desde a arte do disco at\u00e9 como vai ser o show e o atendimento dos f\u00e3s. Tem muita banda legal no Brasil com essa preocupa\u00e7\u00e3o em comum. E algumas que n\u00e3o t\u00eam, estamos tentando trazer isso \u00e0 tona e fazer com que a cena cres\u00e7a e mais bandas de rock possam aparecer no mainstream.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais os planos em rela\u00e7\u00e3o a shows?<\/strong><br \/>\nPedro \u2013 J\u00e1 fechamos v\u00e1rias datas para lan\u00e7amento do disco novo, que \u00e9 o nosso principal foco. S\u00e3o m\u00fasicas dif\u00edceis de tocar e estamos ansiosos pra fazer isso ao vivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Carol \u2013 Estamos preocupados n\u00e3o s\u00f3 em soar bem musicalmente, mas tamb\u00e9m em como fazer o show ser um espet\u00e1culo visual.<br \/>\nPedro \u2013 Isso \u00e9 uma novidade pra gente, porque somos uma banda meio crua, o que a gente faz \u00e9 muito visceral. Nunca tivemos muita preocupa\u00e7\u00e3o com o espet\u00e1culo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"752\" height=\"440\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/pDmQezQj7Is\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/pDmQezQj7Is\" height=\"440\" width=\"752\" \/><\/object><\/p>\n<p>\u2013 <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcos.paulino.313?\" target=\"_blank\">Marcos Paulino<\/a> \u00e9 editor do caderno Plug (<a href=\"http:\/\/www.mundoplug.com\/\" target=\"_blank\">www.mundoplug.com)<\/a>, da Gazeta de Limeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/musica\/\">MAIS SOBRE M\u00daSICA NO SCREAM &amp; YELL<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Eles chegam ao quarto disco, &#8220;Rog\u00e9rio&#8221;, e se dizem mais maduros na uni\u00e3o de sua mistura de rock com outros ritmos\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/08\/15\/entrevista-supercombo\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":5,"featured_media":39465,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[77,842,819],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39467"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39467"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39467\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39532,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39467\/revisions\/39532"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/39465"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39467"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39467"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39467"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}