{"id":38916,"date":"2016-07-20T09:46:41","date_gmt":"2016-07-20T12:46:41","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=38916"},"modified":"2016-09-06T12:05:44","modified_gmt":"2016-09-06T15:05:44","slug":"tres-perguntas-ted-simoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/07\/20\/tres-perguntas-ted-simoes\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas perguntas: Ted Sim\u00f5es"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/tedsimoes.jpg\" width=\"600\" height=\"346\" \/><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/PeliculaVirtual\" target=\"_blank\">Jo\u00e3o Paulo Barreto<\/a><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ted Sim\u00f5es lan\u00e7a em 2016 seu trabalho solo de estreia, \u201c<a href=\"https:\/\/itunes.apple.com\/br\/album\/old-memories-recents-damages\/id1098555238\" target=\"_blank\">Old Memories, Recents Damages, Future Nightmares<\/a>\u201d, um disco feito atrav\u00e9s da entrega tanto emocional quanto art\u00edstica de um m\u00fasico que n\u00e3o tem medo de arriscar ao exibir de modo t\u00e3o visceral seus anseios e fragilidades. Muito conhecido na cena musical rocker baiana por integrar, ao lado de Eric Assmar, Rafael Zumaeta, Estevam Dantas e Thiago Brand\u00e3o, a Cavern Beatles, uma das melhoras bandas cover do Brasil, e antes ter feito parte da cena indie local com a saudosa banda Starla, Ted tem nesse seu debut solo, um \u00e1lbum cujas letras extremamente pessoais refletem um per\u00edodo conturbado e sombrio de sua vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cTrata-se de um disco conceitualmente triste, melanc\u00f3lico, e que, sim, reflete uma fase muito complicada. Um per\u00edodo em que eu estava um pouco perdido, tanto musicalmente quanto em minha vida pessoal\u201d, relembra. Na esteira do fim de um longo relacionamento, em 2013, Ted passou um m\u00eas no severo inverno ingl\u00eas. Entre estadias em Manchester, Liverpool e Londres, e sendo consideravelmente afetado pelo <em>Winter Blues<\/em>, conheceu os pontos de origem de suas principais influ\u00eancias musicais. Ap\u00f3s uma viagem solit\u00e1ria que havia sido planejada inicialmente como uma aventura a dois, o jovem compositor decidiu colocar nas letras e melodias as frustra\u00e7\u00f5es de uma hist\u00f3ria que n\u00e3o resistiu ao previs\u00edvel fim dos relacionamentos \u00e0 dist\u00e2ncia. \u201cViver na ponte a\u00e9rea n\u00e3o \u00e9 algo recomend\u00e1vel. Aconselho sempre meus amigos a n\u00e3o ca\u00edrem nessa ideia de que vai dar certo. \u00c9 uma grande besteira continuar\u201d, sentencia Ted.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na volta ao Brasil, se debru\u00e7ou sobre seus pr\u00f3prios esqueletos no arm\u00e1rio e encarou o trauma atrav\u00e9s da m\u00fasica, fechando, assim, aquela porta e seguindo em frente. E o disco acabou representando n\u00e3o somente um expurgo, mas um desafio. Afinal, era a primeira vez que ele se arriscava a compor em ingl\u00eas. \u201dNo final, o processo acabou sendo menos dif\u00edcil que compor em portugu\u00eas. Tanto que, desde ent\u00e3o, eu s\u00f3 venho compondo em ingl\u00eas\u201d, lembra. Entre declara\u00e7\u00f5es de amor a Londres (\u201cI Will Not Go Back Home\u201d), doces reminisc\u00eancias (\u201cCWB Blues\u201d) e outras um tanto amargas (\u201cYou April Fooled My Heart\u201d), Ted Sim\u00f5es entrega um disco que prima pela sinceridade. \u201c\u00c9 um \u00e1lbum que eu quis lan\u00e7ar mais como uma mem\u00f3ria, sabe? Um registro de um per\u00edodo\u201d, carimba.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste papo, o Ted de hoje sorri e se percebe um pouco mais cicatrizado, pronto para encarar suas velhas mem\u00f3rias e seus fantasmas de frente, sem temer qualquer dano recente ou futuros pesadelos. Com a palavra, Ted Sim\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/wbBTr2GM7zo\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/wbBTr2GM7zo\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em \u201cOld Memories, Recents Damages, Future Nightmares\u201d, voc\u00ea entra em um terreno um tanto arriscado que \u00e9 o de compor em ingl\u00eas. Como se deu esse processo criativo? Voc\u00ea pensa em voltar a compor em ingl\u00eas?<\/strong><br \/>\nEu nunca tinha composto em ingl\u00eas em minha vida. Sempre compus em portugu\u00eas. Tanto que as faixas \u201cAm I So Wrong\u201d e \u201cCWB Blues\u201d foram compostas inicialmente em portugu\u00eas, antes de eu entrar propriamente no disco. A m\u00fasica de abertura, \u201cDead Man\u201d, eu havia composto a melodia na \u00e9poca em que estava com a Starla. J\u00e1 letra eu fiz em 2013. Ent\u00e3o, quando voltei da Europa, tive \u201cI Will Not Go Back Home\u201d como um ponto de partida. Lembro de comentar com os amigos em uma festinha despedida em Londres sobre isso. Ficava repetindo: \u201cI Will Not Go Back Home\u201d , \u201cI Love London\u201d (risos). Ent\u00e3o, quando a compus, parei e pensei: \u201cBom , vou tentar agora. A hora \u00e9 essa\u201d. Acabou que passei a achar o processo de compor em ingl\u00eas mais f\u00e1cil que em portugu\u00eas. N\u00e3o sei se deve ao fato de que quase todas as coisas que gosto musicalmente s\u00e3o de origem inglesa. Gosto muito de rock nacional, mas cresci ouvido Beatles, Oasis, Radiohead, Stereophonics. Ent\u00e3o, para mim, \u00e9 bem mais natural voc\u00ea casar as palavrinhas em ingl\u00eas do que em portugu\u00eas. Talvez pelo fato de que o portugu\u00eas \u00e9 a nossa l\u00edngua m\u00e3e, voc\u00ea fica mais exigente por falar algo diferente que n\u00e3o tenha sido dito por outras pessoas. Procurando por jogos de palavras, sabe? Algumas dificuldades nos tempos verbais diferentes at\u00e9 surgiram em \u201cCWB Blues\u201d e \u201cAm I So Wrong?\u201d, porque eu n\u00e3o queria perder a ess\u00eancia das composi\u00e7\u00f5es originais em portugu\u00eas. As outras geralmente sa\u00edram tranquilo. \u00c0s vezes eu tirava d\u00favidas com uma prima que mora na Inglaterra h\u00e1 muito tempo. Afinal, h\u00e1 muitas express\u00f5es nossas que n\u00e3o s\u00e3o express\u00f5es dos ingleses. Por exemplo, na faixa \u201cYou April Fooled My Heart\u201d, eu queria falar isso, que voc\u00ea foi uma grande mentira. Ent\u00e3o, eu perguntei se isso realmente existia, se as pessoas usavam esse tipo de express\u00e3o e ela me falou que sim. E acabei usando no disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea citou essas quatro bandas, Beatles, Oasis, Radiohead e Sterophonics como algumas das que voc\u00ea mais ouviu na vida. Para o seu \u00e1lbum de estreia, seriam essas as suas principais influ\u00eancias?<\/strong><br \/>\nOlha, para esse disco, \u00e9 ineg\u00e1vel que em can\u00e7\u00f5es como \u201cAll I Could Be\u201d exista a influ\u00eancia de bandas como Smashing Pumpkins. Isso foi algo consciente. A compus seguindo essa pegada. Agora, que eu consiga me lembrar, essas quatro que voc\u00ea citou estiveram bem presentes. No entanto, como influ\u00eancia n\u00e3o tanto musical, mas, sim, conceitual, eu sempre costumo citar <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/05\/27\/entrevista-humberto-gessinger-2016\/\" target=\"_blank\">Humberto Gessinger<\/a>. (<em>Nota: no bra\u00e7o esquerdo de Ted, uma tatuagem com a um trecho de \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2007\/09\/05\/tres-cds-do-engenheiros-do-hawaii\/\" target=\"_blank\">Surfando Karmas &amp; DNA<\/a>\u201d comprova esse fato<\/em>). A influ\u00eancia vem nem tanto dos Engenheiros, mas do pr\u00f3prio Gessinger. Pelo sentido da carreira solo dele. Para onde ele escolheu lev\u00e1-la tanto no Gessinger Trio, quanto na solo, mesmo. E isso \u00e9 uma coisa mais conceitual do que musical. Musicalmente, claro, acho que estou mais na praia brit\u00e2nica que na praia do Gessinger. Mas, assim, a forma como ele conduz a carreira, o modo como ele fez seu disco, o \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/03\/29\/humberto-gessinger-ao-vivo-em-sp\/\" target=\"_blank\">Insular<\/a>\u201d. Uma coisa mais ga\u00facha, sabe? Ent\u00e3o, se voc\u00ea parar pra ver, isso aqui \u00e9 meio que a minha hist\u00f3ria na Inglaterra. O \u201cInsular\u201d \u00e9 a hist\u00f3ria dele no sul. Ent\u00e3o, eu diria que a influencia \u00e9 mais ou menos essa. Quando falo isso, \u00e0s vezes, algu\u00e9m diz: \u201cMas n\u00e3o tem nada a ver com o Gessinger\u201d. \u00c9, de fato, n\u00e3o. Musicalmente, n\u00e3o. Mas conceitualmente, sim. A forma como ele lida com o disco, o modo conceitual, sim. Ele, inclusive, \u00e9 minha principal influ\u00eancia de desde sempre. N\u00e3o s\u00f3 no Brasil, mas no mundo. Ele \u00e9 o n\u00famero 1 pra mim. Foi o cara que me fez querer tocar. Me lembro, aos nove ou dez anos, em uma ida na Mesbla com meu pai durante o per\u00edodo de natal, topar com o vinil de \u201cO Papa \u00e9 Pop\u201d. Lembro de pirar na capa e de pedir o disco de presente. E aquela capa \u00e9 meio um s\u00edmbolo. Humberto Gessinger com aquela camisa yin yang, os tr\u00eas com aquele fundo branco, o papa bebendo chimarr\u00e3o. Fiquei um temp\u00e3o ouvindo s\u00f3 \u201cEra Um Garoto&#8230;\u201d (risos). At\u00e9 que um primo meu, mais velho, foi a minha casa e ficou dizendo que o disco era massa e colocou outras faixas pra tocar. Ele ia l\u00e1 em casa s\u00f3 pra ouvir o disco (risos). E descobri que todo ele era bom. Meu primeiro show de rock foi dos Engenheiros, aqui na Concha Ac\u00fastica, no comecinho dos anos 1990. Eu tinha nove ou dez anos. E eu fiquei louco (mais risos). Foi quando descobri a banda e sai procurando outros discos, o que \u00e9 um neg\u00f3cio curioso. Hoje, se voc\u00ea quer conhecer mais a fundo um artista, basta dar um Google e j\u00e1 foi, voc\u00ea descobre toda a sua discografia. Na \u00e9poca, eu nem sabia que eles tinham discos anteriores. Acabei descobrindo, buscando. Lembro de n\u00e3o conseguir achar o \u201cA Revolta dos D\u00e2ndis\u201d em loja nenhuma aqui em Salvador. Uma tia teve que mandar pra mim de S\u00e3o Paulo. Algo ainda mais surreal hoje em dia. Mas, \u00e9 isso. Por causa do Gessinger eu comecei a tocar teclado e viol\u00e3o. Eu queria ser baixista que nem ele. S\u00f3 que era mais f\u00e1cil come\u00e7ar pelo viol\u00e3o. Acabei ficando com o viol\u00e3o e com a guitarra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea tem planos de voltar \u00e0 Inglaterra na tentativa de tocar em pubs ou, quem sabe, focar em um mercado de l\u00e1? E aqui na Bahia, junto com a mais relevante banda cover dos Beatles?<\/strong><br \/>\nOlha, tenho muita vontade. No entanto, sei que \u00e9 imposs\u00edvel acontecer porque eu sei que o mercado de hoje \u00e9 bem diferente. Para uma banda de Londres j\u00e1 \u00e9 quase imposs\u00edvel chegar ao mainstream, quem dir\u00e1 eu. A minha ideia para esse disco era mais a de lan\u00e7\u00e1-lo e tocar, mesmo. (<em>Nota: em 10 de julho, Ted realizou essa ambi\u00e7\u00e3o ao lan\u00e7ar o \u00e1lbum no Teatro Moli\u00e8re, em Salvador, numa incr\u00edvel apresenta\u00e7\u00e3o<\/em>). Se pudesse fazer uma turn\u00ea em pubs na Inglaterra, seria maravilhoso, mas n\u00e3o \u00e9 nada que eu esteja planejando. No final das contas, quando comecei a compor o disco, quis lan\u00e7\u00e1-lo mais como uma mem\u00f3ria, mesmo. N\u00e3o como algo para tentar rolar l\u00e1 fora. Esse projeto foi mais uma mem\u00f3ria, um registro de um per\u00edodo. Atualmente, ando pensando em resgatar algo da \u00e9poca da Starla, minha primeira banda. Foi um projeto maravilhoso que durou at\u00e9 2008, quando comecei a tocar com a Cavern Beatles. Lan\u00e7amos nosso \u00fanico disco em 2005, 2006, se n\u00e3o me engano. Mas outros compromissos foram surgindo e a banda ficou em segundo plano. Dan (Daniel Rebou\u00e7as, guitarra e teclado) come\u00e7ou a cursar um mestrado na \u00e9poca e ficou sem tempo para tocar. Zuma (Rafael Zumaeta, baixo) come\u00e7ou a tocar com um monte de gente, inclusive comigo e com Eric (Assmar) na Cavern, enfim, a Starla acabou ficando em segundo plano. Mas a gente sempre conversava sobre nos reunirmos para tocar, para compor mais. Acabamos nos reunindo para um tributo ao Smashing Pumpkins, l\u00e1 no Groove Bar (casa muito popular de Salvador). E foi muito legal! Afinal, era a principal influ\u00eancia da banda. Ent\u00e3o, a empolga\u00e7\u00e3o de voltar a gravar, a compor e at\u00e9 a ideia de lan\u00e7ar um EP novo veio. Mas foi quando o Rick (Ricardo Longo, vocalista e guitarrista) passou em um concurso e foi para S\u00e3o Paulo. Mas, assim, h\u00e1 v\u00e1rias m\u00fasicas ali que eu queria lan\u00e7ar ainda. S\u00f3 n\u00e3o planejei ainda como fazer isso. Se seria sozinho ou com eles, em uma reuni\u00e3o ou em algo novo. Mas se pudesse escolher, gravaria essas can\u00e7\u00f5es da Starla que ficaram no ar. Agora, sobre a Cavern Beatles, cara, \u00e9 engra\u00e7ado voc\u00ea me perguntar. Pra mim, a Cavern \u00e9 o maior fen\u00f4meno da musica na Bahia em todos os tempos (risos). Foi algo que a gente fez sem qualquer tipo de planejamento e as coisas foram acontecendo. N\u00f3s nos juntamos e come\u00e7amos a tocar. E os convites para se apresentar nos lugares foram aparecendo. E eram diversos. A\u00ed nos chamavam pra tocar em pizzaria (a Companhia da Pizza realiza mensalmente uma reuni\u00e3o de f\u00e3s dos Beatles em Salvador), foram surgindo convites pra tocar em casas de show e bares que iam abrindo aqui na cidade naquela \u00e9poca, 2008, 2009. Come\u00e7amos a tocar em casamentos, em cidades do interior da Bahia, at\u00e9 em Aracaju, Sergipe. Mas a gente fez tudo errado! (risos). Nunca tivemos um produtor, nunca tivemos uma assessoria de imprensa. Fizemos tudo errado e \u00e9 incr\u00edvel como essa banda ainda continua indo bem. E quando a gente pensa que n\u00e3o, aparece coisa nova. A gente abriu um novo mercado no sul da Bahia. E n\u00e3o procuramos ningu\u00e9m para divulgar. Os convites foram aparecendo e j\u00e1 fizemos cinco casamentos l\u00e1 no sul. Algu\u00e9m que nos viu aqui e acabaram nos chamando. E ai foi acontecendo. Incr\u00edvel demais. Mas, hoje, ap\u00f3s todos esses anos de estrada, as coisas s\u00e3o diferentes. Ficamos at\u00e9 um tanto chatos uns com os outros pelo profissionalismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/gxtmXmHrqf8\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/gxtmXmHrqf8\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/PeliculaVirtual\" target=\"_blank\">Jo\u00e3o Paulo Barreto<\/a> \u00e9 jornalista, cr\u00edtico de cinema e curador do <a href=\"http:\/\/coisadecinema.com.br\/\" target=\"_blank\">Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema<\/a>. Assina o blog <a href=\"http:\/\/pelicula-virtual.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\">Pel\u00edcula Virtual<\/a> e colabora para o jornal A Tarde.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Jo\u00e3o Paulo Barreto\n\u201cTrata-se de um disco conceitualmente triste, melanc\u00f3lico&#8221;, conta Ted Sim\u00f5es sobre seu \u00e1lbum de estreia\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/07\/20\/tres-perguntas-ted-simoes\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":21,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[1110],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38916"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/21"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38916"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38916\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38918,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38916\/revisions\/38918"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38916"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38916"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38916"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}