{"id":38616,"date":"2016-06-25T06:14:16","date_gmt":"2016-06-25T09:14:16","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=38616"},"modified":"2016-09-08T18:33:37","modified_gmt":"2016-09-08T21:33:37","slug":"boteco-seis-novas-cervejas-da-wals","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/06\/25\/boteco-seis-novas-cervejas-da-wals\/","title":{"rendered":"Boteco: Seis novas cervejas da W\u00e4ls"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/wals_reticulada.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Abrindo uma nova s\u00e9rie de cervejas dos mineiros da W\u00e4ls com o trio que homenageia os 10 anos do sensacional <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2009\/01\/12\/sao-joao-de-rey-e-o-inesquecivel-inhotim\/\" target=\"_blank\">Inhotim<\/a>, o maior centro de arte contempor\u00e2nea a c\u00e9u aberto da Am\u00e9rica Latina. A primeira da fila \u00e9 a W\u00e4ls Inhotim Reticulata, uma Witbier que recebe adi\u00e7\u00e3o de suco de mexerica, suco de laranja, extrato de coentro e flocos de aveia. De colora\u00e7\u00e3o amarelo palha com creme branco de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o, a W\u00e4ls Inhotim Reticulata apresenta um aroma que remete, suavemente, ao territ\u00f3rio r\u00fastico das Saisons, com condimenta\u00e7\u00e3o (coentro) e frutas c\u00edtricas (tangerina, lim\u00e3o e laranja) em destaque. Na boca, textura frisante e um pouco picante. O primeiro toque traz r\u00e1pida do\u00e7ura seguida de frutado c\u00edtrico delicioso e praticamente nenhum amargor. Dai pra frente, uma cerveja bem gostosa, com c\u00edtrico e um leve condimentado marcando o percurso. O final \u00e9 seco, temperado (coentro) e amadeirado. No retrogosto, coentro, tangerina e algo que me lembrou anis. Bem interessante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/wals_walkeriana.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segunda da linha comemorativa Inhotim, a W\u00e4ls Walkeriana &#8220;tenta&#8221; ser uma Farhmouse Ale com adi\u00e7\u00e3o de extrato de baunilha homenageando \u00e0s 17 mil orqu\u00eddeas Walkerianas que habitam o Jardim Bot\u00e2nico do parque museu, consideradas as mais perfeitas da esp\u00e9cie. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada translucida exibe um creme bege de forma\u00e7\u00e3o t\u00edmida e r\u00e1pida dispers\u00e3o. No nariz, a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de que engarrafaram o l\u00edquido errado: melado com mais remiss\u00e3o a caramelo do que a baunilha, tra\u00e7o de levedura de Golden Ale (e n\u00e3o de Saison) e leve frutado. Na boca, sugest\u00e3o cremosa com leve pic\u00e2ncia continuam sugerindo que a coisa est\u00e1 toda invertida. O primeiro toque oferece do\u00e7ura caramelada (com leve remiss\u00e3o a baunilha) seguida de amargor baixo. Dai pra frente, uma Golden Ale ok, doce como o estilo pede \u2013 e totalmente distante do estilo Farmhouse Ale. O final \u00e9 seco e doce. No retrogosto, caramelo e baunilha. Decep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/wals_impetus.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fechando o trio em homenagem ao maravilhoso Inhotim com a W\u00e4ls Impetus, uma Red IPA com malte defumado. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar acastanhada bastante turva com creme bege claro de boa forma\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia, a W\u00e4ls Inhotim Impetus exibe um aroma com forte sugest\u00e3o de caramelo, defumado m\u00e9dio, frutado c\u00edtrico, herbal e suave percep\u00e7\u00e3o de resina. Na boca, a textura \u00e9 levemente frisante. O primeiro toque traz caramelo enamorado de frutado c\u00edtrico com suave percep\u00e7\u00e3o de resina distante. O amargor \u00e9 m\u00e9dio, mas mais baixo do que espera para o estilo, abrindo as portas para um conjunto caramelado e saboroso, com defumado distante, c\u00edtrico e herbal suaves al\u00e9m de resina delicada. O final \u00e9 delicadamente c\u00edtrico e herbal enquanto o retrogosto, interessante, oferece caramelo, resina leve, c\u00edtrico e herbal. O defumado est\u00e1 presente de forma bem discreta, mas o resultado \u00e9 ok.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/wals_petroleum.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vai longe o s\u00e1bado de 2012 que apareci do nada na W\u00e4ls e eles estavam brassando <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2012\/03\/29\/uma-manha-na-cervejaria-wals\/\" target=\"_blank\">o primeiro lote da Petroleum<\/a> acompanhados dos pais da receita, a Dum, que viria a ser uma das melhores cervejas do pa\u00eds. Essa garrafa que abro agora (antecipando a vers\u00e3o Barred Aged) j\u00e1 \u00e9 o lote 37 e ainda \u00e9 da leva pol\u00eamica de rolhas sint\u00e9ticas, abandonada pela casa em 2014 (felizmente). De colora\u00e7\u00e3o preta intensa com creme bege ralo, de baixa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o, a W\u00e4ls Petroleum exibe um aroma com forte chocolate amargo, madeira acentuada, ameixa e caf\u00e9 distantes. O \u00e1lcool \u00e9 bem discreto, mas percept\u00edvel. Na boca, a textura \u00e9 sedosa, quase licorosa, e picante. O primeiro toque traz chocolate amargo seguido de caf\u00e9 (mais presente) e madeira. O amargor \u00e9 alco\u00f3lico (12%) e com apoio do malte torrado. Dai pra frente, um conjunto magnifico, que esconde de maneira impec\u00e1vel o \u00e1lcool, finalizando com amadeirado e docemente amargo. No retrogosto, mais chocolate amargo, mais madeira e calor. Perfeita para o inverno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/wals_hotpetroleum.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A W\u00e4ls Hot Petroleum \u00e9 uma vers\u00e3o apimentada da Petroleum original, que passa por um tempo menor de fermenta\u00e7\u00e3o e recebe um blend de seis pimentas: Habanero, Bhut Jolokia, Malagueta, Pimenta de Bode, Chilli Morita e Javanesa. De colora\u00e7\u00e3o preta intensa com apenas um fiozinho bege de creme, a W\u00e4ls Hot Petroleum apresenta um aroma que, na temperatura correta (entre 8 e 12 graus), traz o blend de pimentas brigando por aten\u00e7\u00e3o com o chocolate amargo, o caf\u00e9, o amadeirado e as ameixas da receita original. Na boca, textura sedosa e picante, tanto de \u00e1lcool quanto de pimenta. O primeiro toque traz caf\u00e9 e chocolate amargo, segue com ameixa e \u00e1lcool (11% maravilhosamente bem inseridos) at\u00e9 a pancada de amargor. Dai pra frente, um conjunto para ser saboreado com calma: a aveia marca presen\u00e7a de forma suave, chocolate amargo e caf\u00e9 est\u00e3o bem apresentados e o blend de pimentas mostra sua for\u00e7a no final, quente e picante, e no retrogosto, onde se sobressaem. Excelente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/wals_petroleum_barred.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fechando essa s\u00e9rie com a W\u00e4ls Petroleum Barred Aged, vers\u00e3o (limitada: lote 1 garrafa 1823) que passa seis meses envelhecendo em barris de carvalho franc\u00eas (bastante prov\u00e1vel que de segundo uso de vinho). De colora\u00e7\u00e3o preta intensa com creme bege de baixa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o (como a original), a W\u00e4ls Petroleum Barred Aged destaca em primeiro plano um aroma frutado que remete a&#8230; jabuticaba. Muita jabuticada (sorrisos). H\u00e1 percep\u00e7\u00e3o de madeira, chocolate amargo (inferior a original) e algo distante que remete a Vinho do Porto. Impressionante: o \u00e1lcool surge sugerindo rum, mas, ainda assim, 12% bastante discretos. Na boca, textura seca e muito levemente picante. O primeiro toque refor\u00e7a a sugest\u00e3o frutada (jabuticaba novamente) enquanto a sugest\u00e3o de rum aparece mais intensa do que a de Vinho do Porto, que fica em segundo plano. Dai pra frente, uma grande cerveja, que perde um pouco em rela\u00e7\u00e3o a original, mas, ainda assim, \u00e9 excepcional. O final \u00e9 deliciosamente alco\u00f3lico (rum, Vinho do Porto) enquanto o retrogosto enfileira rum, vinho do Porto, jabuticaba, madeira&#8230; Baita!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7o<\/strong><br \/>\n\u00c9 sempre um prazer (e uma curiosidade) abrir uma nova sequencia da W\u00e4ls. Essa primeira, W\u00e4ls Inhotim Reticulata, \u00e9 uma Witbier que se aproxima de uma Saison sem levedura pr\u00f3pria, ou seja, que mant\u00e9m uma certa rusticidade, mas n\u00e3o carrega na acidez e adstring\u00eancia que marca o estilo Farmhouse Ale. Gostei e me soa uma releitura interessante do estilo Witbier. J\u00e1 a W\u00e4ls Inhotim Walkeriana \u00e9 uma enorme decep\u00e7\u00e3o porque, mais uma vez, a casa erra feio no estilo Saison. Pior: nesse caso eles produzem uma Golden Ale, melada, como se fosse uma Saison. Nada de aridez, nada de campo, nada de fazenda, nada de levedura rebelde. Decep\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a W\u00e4ls Inhotim Impetus me agradou, ainda que o defumado, adiantado pelo r\u00f3tulo, seja bem sutil e \u00e9 colocado no bolso pela maravilhosa <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/05\/29\/boteco-tres-cervejas-da-urbana-parte-3\/\" target=\"_blank\">Urbana Bad Ass<\/a>. Aqui \u00e9 tudo equilibrado e satisfat\u00f3rio. \u00c9 saboroso, mas poderia ir al\u00e9m. Abrindo o trio barra pesada desta se\u00e7\u00e3o com a W\u00e4ls Petroleum, bela recria\u00e7\u00e3o da receita original redondinha da Dum Cervejaria, que aparece aqui em sua vers\u00e3o com a aposentada rolha sint\u00e9tica, o que faz cogitar pequenos defeitos, que n\u00e3o chegam a atrapalhar o todo, mas n\u00e3o trazem o l\u00edquido em sua magnitude (o fato de fechar a sequencia com a Barred Aged ser\u00e1 definidor). Ainda assim, uma cerveja maravilhosa. A W\u00e4ls Hot Petroleum \u00e9 uma interessante vers\u00e3o da receita original que aqui recebe adi\u00e7\u00e3o de um blend de seis pimentas que d\u00e3o um al\u00f4zinho no aroma, mas mostram mesmo sua for\u00e7a no final e, principalmente, no retrogosto \u2013 como toda boa pimenta, que d\u00e1 o bote, mas n\u00e3o vai embora: fica ali aquecendo, aquecendo, aquecendo. Muito boa! Fechando a s\u00e9rie, a W\u00e4ls Petroleum Barred Aged mostra como uma receita pode mudar radicalmente ap\u00f3s uma temporada repousando em madeira: h\u00e1 pouca similaridade entre as duas, e as nuances que cada uma apresenta s\u00e3o bastante diferentes. Nesse ponto, a Petroleum original parece muito mais bem acabada (e com custo benef\u00edcio muito mais interessante), mas essa Petroleum Barred Aged merece a prova porque mostra o quanto uma receita pode se expandir. E a guarda pode melhora-la ainda mais. Uma boa aposta da W\u00e4ls.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">W\u00e4ls Inhotim Reticulata<br \/>\n&#8211; Estilo: Witbier<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4,6%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,25\/5<\/p>\n<p>W\u00e4ls Inhotim Walkeriana<br \/>\n&#8211; Estilo: Farmhouse Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5,7%<br \/>\n&#8211; Nota: 2,93\/5<\/p>\n<p>W\u00e4ls Inhotim Impetus<br \/>\n&#8211; Estilo: American IPA<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5,7%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,01\/5<\/p>\n<p>W\u00e4ls Petroleum<br \/>\n&#8211; Estilo: Russian Imperial Stout<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 12%<br \/>\n&#8211; Nota: 4,39\/5<\/p>\n<p>W\u00e4ls Hot Petroleum<br \/>\n&#8211; Estilo: Russian Imperial Stout<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 11%<br \/>\n&#8211; Nota: 4,23\/5<\/p>\n<p>W\u00e4ls Petroleum Barred Aged<br \/>\n&#8211; Estilo: Russian Imperial Stout<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 12%<br \/>\n&#8211; Nota: 4,38\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/wals_seis.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"363\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n&#8211; Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa\nOs tr\u00eas lan\u00e7amentos da s\u00e9rie Inhotim (Reticulata, Walkeriana e Impetus) mais tr\u00eas vers\u00f5es diferentes da W\u00e4ls Petroleum\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/06\/25\/boteco-seis-novas-cervejas-da-wals\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[361],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38616"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38616"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38616\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38737,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38616\/revisions\/38737"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38616"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38616"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38616"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}