{"id":38556,"date":"2016-06-16T14:00:01","date_gmt":"2016-06-16T17:00:01","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=38556"},"modified":"2016-07-08T09:13:07","modified_gmt":"2016-07-08T12:13:07","slug":"boteco-seis-cervejas-da-tupiniquim","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/06\/16\/boteco-seis-cervejas-da-tupiniquim\/","title":{"rendered":"Boteco: Seis cervejas da Tupiniquim"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/tupi_mini.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Abrindo uma nova sequencia da ga\u00facha Tupiniquim, de Porto Alegre, com a nov\u00edssima Mini Kilt, uma Scottish que busca rememorar uma \u00e9poca em que a Esc\u00f3cia produzia cervejas econ\u00f4micas com pouco l\u00fapulo (pois n\u00e3o havia plantio de l\u00fapulo no pa\u00eds e importar encarecia o produto) e pouco \u00e1lcool (quanto mais \u00e1lcool, mais taxa\u00e7\u00e3o). De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar acastanhada com creme bege claro de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia, a Tupiniquim Mini Kilt apresenta um aroma suave sugerindo do\u00e7ura (caramelo), frutas escuras delicadas (uva passa, ameixa) e defumado distante. Na boca, textura levemente frisante (com remiss\u00e3o a met\u00e1lico). O primeiro toque oferece do\u00e7ura suave seguida de frutado (ameixa), met\u00e1lico, toffee e um amargor baixinho. Dai pra frente, toffee e caramelo se destacam, mas de maneira t\u00edmida, em um conjunto que ainda sugere leve acidez. O final \u00e9 suave e maltado. No retrogosto, acidez leve e do\u00e7ura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/tupi_oatmeal.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra da safra 2016 da casa ga\u00facha \u00e9 a Oatmeal Stout, que, como o nome sugere, \u00e9 feita com aveia na receita. De colora\u00e7\u00e3o marrom escura, quase preta, e creme bege meio escuro de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia reten\u00e7\u00e3o, a Tupiniquim Oatmeal Stout exibe um aroma com predom\u00ednio de notas derivadas do malte torrado sugerindo basicamente caf\u00e9. Em segundo plano \u00e9 poss\u00edvel perceber a aveia, de forma delicada e at\u00e9 um pouco t\u00edmida, mas presente. Na boca, a textura \u00e9 levemente cremosa. O primeiro toque traz leve chocolate amargo atropelado por caf\u00e9, que se insinua no amargor, ainda assim baixo, e continua dominando o perfil deste exemplar com a aveia se contentando a atuar como mera coadjuvante (ainda que seu nome ganhe destaque no r\u00f3tulo). O final \u00e9 amarguinho com presen\u00e7a assertiva de caf\u00e9. No retrogosto, caf\u00e9 e suave aveia (os dois ingredientes a que se pode resumir essa cerveja numa equa\u00e7\u00e3o 80 pra 20).<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/tupi_rye.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A terceira da s\u00e9rie foi Medalha de Prata no Festival Brasileiro de Cerveja 2016 (numa categoria que s\u00f3 teve dois contemplados, a vencedora foi a \u00f3tima cervejaria Arauc\u00e1ria, de Maringa, com a Ryequeoparta): Tupiniquim Rye Pale Ale, que recebe 40% de malte de centeio, resultando em uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o amarela com turbidez m\u00e9dia e creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o (quase a beira do gushing) e perman\u00eancia. No nariz, o centeio perde a disputa para os l\u00fapulos, que oferecem notas frutadas c\u00edtricas (lim\u00e3o, pera) e herbais (pinho) bastante agrad\u00e1veis com leve mel, geleia e p\u00e3o na retaguarda e, ainda, um defumadinho distante. Na boca, a textura \u00e9 cremosa e levemente picante. O primeiro toque traz a maciez do centeio acompanhada de leve toque c\u00edtrico e mel. Na sequencia, herbal suave e amargor caprichado (n\u00e3o os 60 de IBU que a casa antecipa, mas uns 45, 50 no m\u00e1ximo) abre a porta para um conjunto bem saboroso, que finaliza levemente amargo. No retrogosto, herbal, c\u00edtrico, centeio e mel suaves.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/tupi_dubbel.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Medalha de Ouro no Festival Brasileiro da Cerveja 2015 em sua categoria, a Tupiniquim Dubbel foi a primeira investida dos ga\u00fachos no territ\u00f3rio interessante (e alco\u00f3lico) das cervejas belgas. De colora\u00e7\u00e3o marrom escura com creme bege escuro de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o, a Tupiniquim Dubbel oferece um aroma cativante de notas derivantes do malte torrado com chocolate amargo em primeiro plano acompanhado de caf\u00e9, do\u00e7ura (caramelo e baunilha) e frutas escuras suaves (puxado pra caldo de ameixa). Na boca, textura inicial seca que vai ficando sedosa e picante. O primeiro toque traz do\u00e7ura de chocolate amargo seguida de caf\u00e9 e frutas escuras, trio que passa batido pelo amargor baixinho (18 de IBU segundo a casa), como manda o estilo, e brilha em um conjunto bastante eficiente e saboroso, que finaliza com suave picancia alco\u00f3lica e do\u00e7ura. No retrogosto, baunilha, frutas escuras, caramelo e leve \u00e1lcool.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/tupi_saison.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seguindo com o primeiro experimento da Tupiniquim em linha Barred Aged com dois r\u00f3tulos: o primeiro \u00e9 a Saison Au Vin, envelhecida em barricas de vinho do Porto. De colora\u00e7\u00e3o dourada com turbidez m\u00e9dia e creme branco de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o. O aroma salta pra fora da garrafa assim que ela \u00e9 aberta ofertando ao nariz complexidade e charme em notas diversas que remetem a vinho branco (a primeira coisa que me veio a cabe\u00e7a), frutado c\u00edtrico (lichia e uva verde), amadeirado, condimenta\u00e7\u00e3o e azedume (derivados da levedura Saison). H\u00e1, ainda, a aproxima\u00e7\u00e3o tradicional e r\u00fastica com o campo, que marca o estilo belga. Na boca, textura frisante e picante. O primeiro toque traz vinho branco, madeira e notas c\u00edtricas (uva verde e lichia novamente), tudo misturado seguido de amargor moderado e acidez suave, que abrem as portas para um conjunto refrescante e provocante. No final, c\u00edtrico e suave adstring\u00eancia, que chegam ao retrogosto com vinho branco, acidez suave, uva verde e&#8230; ro\u00e7a. &lt;3<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/tupi_monjolo.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fechando a s\u00e9rie com a segunda Barred Aged da casa, a Monjolo Imperial Porter, que passa por barris que antes haviam envelhecido whisky. De colora\u00e7\u00e3o preta intensa com creme bege escuro de baix\u00edssima forma\u00e7\u00e3o (praticamente um fiozinho de espuma, aceit\u00e1vel para o estilo) e um anel que permanece nas bordas da ta\u00e7a, a Monjolo Imperial Porter Barred Aged apresenta um aroma que consegue domar a rispidez da vers\u00e3o original oferecendo notas deliciosas que remetem a chocolate, u\u00edsque e madeira em primeiro plano mais caf\u00e9, baunilha e frutas escuras na retaguarda, tudo isso dan\u00e7ando e surgindo delicadamente no nariz em algum momento. Na boca, a textura \u00e9 sedosa e alco\u00f3lica. No primeiro toque, do\u00e7ura achocolatada e frutas escuras envoltas em \u00e1lcool. O amargor \u00e9 alco\u00f3lico e, dai pra frente, aparecem a madeira e o u\u00edsque se juntando ao chocolate e ao frutado. O final \u00e9 suavemente alco\u00f3lico e frutado. No retrogosto, chocolate, u\u00edsque e sorrisos. &lt;3<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7o<\/strong><br \/>\nAbrindo este passeio pelas cervejas da Tupiniquim com a Mini Kilt, uma interessante aposta que, aqui, provavelmente por um off-flavour, me remeteu muito distantemente a uma Flanders Red Ale (mas muito distantemente mesmo). Isso porque, com a pouca presen\u00e7a de l\u00fapulo e de \u00e1lcool (3.9%), era esperado uma Scottish mais adocicada, mas uma leve acidez met\u00e1lica deu um jeito de mudar o perfil. \u00c9 bem poss\u00edvel que eu gostasse menos dela como ela foi planejada do que nessa vers\u00e3o&#8230; picante. J\u00e1 a Tupiniquim Oatmeal Stout me pareceu exagerar no malte torrado, o que esconde a aveia (que deveria ser um dos principais destaques da receita) sob um pancada de caf\u00e9. \u00c9 okzinha, como a anterior, e s\u00f3. N\u00e3o \u00e9 muito comum experimentar uma Tupiniquim que seja s\u00f3 deles e lamentar o \u00faltimo gole, querendo que a garrafa n\u00e3o tivesse acabado, e essa Tupiniquim Rye Pale Ale conseguiu isso. Boa lupulagem, centeio muito bem inserido e um conjunto certeiro. Esque\u00e7a as duas anteriores, mas v\u00e1 atr\u00e1s dessa. E v\u00e1 atr\u00e1s tamb\u00e9m da Tupiniquim Dubbel, que replica caprichadamente a tradi\u00e7\u00e3o do estilo belga. Passando para a linha especial Barred Aged da casa com a Saison Au Vin, uma incr\u00edvel recria\u00e7\u00e3o do estilo belga que passa por barris de Vinho do Porto. O resultado \u00e9 apaixonante! O mesmo pode ser dito da excelente Monjolo Imperial Porter Barred Aged, que coloca no chinelo sua vers\u00e3o original.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tupiniquim Mini Kilt<br \/>\n&#8211; Estilo: Scottish<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 3,9%<br \/>\n&#8211; Nota: 2,97\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Oatmeal Stout<br \/>\n&#8211; Estilo: Oatmeal Stout<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5,2%<br \/>\n&#8211; Nota: 2,97\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Rye Pale Ale<br \/>\n&#8211; Estilo: American Pale Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 6%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,41\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Dubbel<br \/>\n&#8211; Estilo: Belgian Dubbel<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 7%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,50\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Saison Au Vin Barred Aged<br \/>\n&#8211; Estilo: Belgian Saison<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 6.8%<br \/>\n&#8211; Nota: 4,04\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Monjolo Imperial Porter Barred Aged<br \/>\n&#8211; Estilo: Strong Porter<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 10,5%<br \/>\n&#8211; Nota: 4,03\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/tupiniquimw.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RANKING PESSOAL &#8211; TUPINIQUIM<\/strong><br \/>\n&#8211; 4.04 &#8211; Tupiniquim Saison Au Vin Barred Aged<br \/>\n&#8211; 4.03 &#8211; Tupiniquim Monjolo Imperial Porter Barred Aged<br \/>\n&#8211; 3.93 &#8211; Tupiniquim Lost in Translation IPA Brett<br \/>\n&#8211; 3.91 &#8211; Tupiniquim Polimango Double IPA<br \/>\n&#8211; 3.89 &#8211; Tupiniquim Loucura de Baco<br \/>\n&#8211; 3.77 &#8211; Tupiniquim Monjolo Floresta Negra<br \/>\n&#8211; 3.75 &#8211; Tupiniquim Extra Fancy IPA<br \/>\n&#8211; 3.64 &#8211; Tupiniquim Saison de Caju<br \/>\n&#8211; 3.61 &#8211; Tupiniquim Tchin Tchin<br \/>\n&#8211; 3.54 &#8211; Tupiniquim O Grande Encontro<br \/>\n&#8211; 3.51 &#8211; Tupiniquim Funky &amp; Sour<br \/>\n&#8211; 3.50 &#8211; Tupiniquim Dubbel<br \/>\n&#8211; 3.41 &#8211; Tupiniquim Rye Pale Ale<br \/>\n&#8211; 3.39 &#8211; Tupiniquim Tirana Sour<br \/>\n&#8211; 3.39 &#8211; Tupiniquim Tornado<br \/>\n&#8211; 3.38 &#8211; Tupiniquim Citrus Bomb IPA<br \/>\n&#8211; 3.35 &#8211; Tupiniquim Saaz<br \/>\n&#8211; 3.27 &#8211; Tupiniquim Monjolo Imperial Porter<br \/>\n&#8211; 3.15 &#8211; Tupiniquim Completely Wicked 3C Saison<br \/>\n&#8211; 3.14 &#8211; Tupiniquim Frutas Anuncia\u00e7\u00e3o IPA<br \/>\n&#8211; 2.97 &#8211; Tupiniquim Mini Kilt<br \/>\n&#8211; 2.97 &#8211; Tupiniquim Oatmeal Stout<br \/>\n&#8211; 2.96 &#8211; Tupiniquim Helles<br \/>\n&#8211; 2.85 &#8211; Tupiniquim IndHed<br \/>\n&#8211; 2.85 &#8211; Tupiniquim Weiss Maracuj\u00e1<br \/>\n&#8211; 2.56 &#8211; Tupiniquim Chocolate<br \/>\n&#8211; 2.45 &#8211; Tupiniquim Frutas de Jardim Framboesa<br \/>\n&#8211; 2.40 &#8211; Tupiniquim Frutas de Jardim Amora<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/tupiniquim1.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"343\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n&#8211; Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa\nLost in Translation IPA Brett e Polimango lideravam o ranking pessoal de cervejas da casa ga\u00facha at\u00e9 esta sequencia&#8230; \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/06\/16\/boteco-seis-cervejas-da-tupiniquim\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[356],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38556"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38556"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38556\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38559,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38556\/revisions\/38559"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38556"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38556"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38556"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}