{"id":37628,"date":"2014-01-24T10:32:02","date_gmt":"2014-01-24T13:32:02","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=37628"},"modified":"2016-03-23T10:35:17","modified_gmt":"2016-03-23T13:35:17","slug":"boteco-kasteel-ma-intencao-viciante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/01\/24\/boteco-kasteel-ma-intencao-viciante\/","title":{"rendered":"Boteco: Kasteel, m\u00e1-inten\u00e7\u00e3o viciante"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/castle1.jpg\" alt=\"castle1.jpg\" \/><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Brouwerij Van Honsebrouck foi fundada em 1865 em Ingelmunster, uma cidadezinha de pouco mais de 10 mil habitantes nos Flanders Ocidentais da B\u00e9lgica (bem pr\u00f3xima da fronteira com a Fran\u00e7a). Ainda no comando da fam\u00edlia (a s\u00e9tima gera\u00e7\u00e3o de Van Honsebrouck responde pelos neg\u00f3cios), a cervejaria produz, provavelmente, algumas das cervejas mais assertivamente alc\u00f3olicas de toda B\u00e9lgica. A linha Kasteel, por exemplo, de seis cervejas, traz apenas uma de 6.5%, a Kasteel Hoppy, lan\u00e7ada em 2013. As demais flutuam entre 7% (Kasteel Blond), 8% (Kasteel Rouge) e 11% (Kasteel Donker, Kasteel Tripel e Cuv\u00e9e du Chateau), isso sem contar a Brigand, uma Belgian Golden Strong Ale de 9% de teor alco\u00f3lico. Ok, que as cervejas belgas s\u00e3o bastante alc\u00f3olicas, a gente j\u00e1 sabia, ent\u00e3o qual a diferen\u00e7a das Kasteel? Simples: eles n\u00e3o disfar\u00e7am o \u00e1lcool, o que, muitas vezes, desiquilibra o conjunto, mas parece jogo limpo: \u00e9 bastante \u00f3bvio o que voc\u00ea est\u00e1 bebendo. Por isso, apelidei a linha da Kasteel como carinhosamente mal-intencionadas. Use com sabedoria. Vamos a elas:<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/kasteel1.jpg\" alt=\"kasteel1.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Kasteel Blond 7\u00ba exibe uma colora\u00e7\u00e3o dourada e espuma branca de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e longa perman\u00eancia, com rendas belgas abra\u00e7ando a ta\u00e7a. No aroma, deliciosas notas frutadas e c\u00edtricas bailam de m\u00e3os dadas com uma percep\u00e7\u00e3o de malte envolvente que sugere trigo e aveia mais uma pitadinha condimentada da levedura belga sugerindo cravo, banana, feno, lim\u00e3o siciliano, maracuj\u00e1 e ma\u00e7\u00e3 verde, conjunto que aproxima esta blond ale de uma witbier. No paladar, de corpo m\u00e9dio e textura suavemente frisante, muito equil\u00edbrio: o dul\u00e7or do malte sugerindo caramelo consegue conviver em harmonia com a presen\u00e7a ativa do l\u00fapulo, que distribui notas c\u00edtricas e pouco amargor. H\u00e1 algo de lim\u00e3o siciliano, que percorre do aroma ao paladar, e segue firme at\u00e9 o final, interessante, acompanhado de sugest\u00e3o de p\u00e3o e aveia. No retrogosto, uma leve presen\u00e7a c\u00edtrica. Uma boa blond ale.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/kasteel2.jpg\" alt=\"kasteel2.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Kastel Tripel 11\u00ba poderia ser apresentada com uma vers\u00e3o mais alco\u00f3lica e saborosa da Blond 7\u00ba, embora v\u00e1 al\u00e9m. De colora\u00e7\u00e3o dourada com leve turbidez a frio e creme branco de excelente forma\u00e7\u00e3o e longa perman\u00eancia, a Kastel Tripel 11\u00ba \u00e9 uma tripel flamenga com aroma intenso de l\u00fapulos c\u00edtricos belgas, que remete a ma\u00e7\u00e3 e uva verdes, e, por conseguinte, a vinho branco, devido \u00e0 percep\u00e7\u00e3o intensa de \u00e1lcool. Em meio ao nevoeiro proporcionado pelas notas c\u00edtricas e pela intensidade dos 11% de \u00e1lcool \u00e9 poss\u00edvel perceber notas frutadas derivadas do malte (banana e pera), um pouco de trigo e aveia e certa condimenta\u00e7\u00e3o da levedura. O paladar mant\u00e9m o encantamento do aroma com um come\u00e7o bastante frutado (banana, banana e banana) e depois um formigamento alco\u00f3lico intenso num conjunto que soa intencionalmente desiquilibrado, com a do\u00e7ura do malte dando as boas vindas para, logo na sequencia, ser amortecida pelo \u00e1lcool, que re\u00fane amargor, pic\u00e2ncia e leve acidez, e ir\u00e1 assim at\u00e9 o final. O retrogosto \u00e9 calor, um toque c\u00edtrico e notas frutadas (banana). Bem boa!<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/kasteel3.jpg\" alt=\"kasteel3.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o arredando o p\u00e9 de sua deliciosa voca\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica, a pr\u00f3xima da turma da Brouwerij Van Honsebrouck \u00e9 a Kasteel Donker 11\u00ba, outra cerveja maldosa (no bom sentido \u2013 risos) de 11% de \u00e1lcool. De colora\u00e7\u00e3o marrom escura quase chegando ao preto, a Kasteel Donker 11\u00ba exibe uma espuma de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia perman\u00eancia. No aroma, notas frutadas que remetem a frutas escuras (ameixa e uva passa) e adocicadas (caramelo, chocolate, a\u00e7\u00facar mascavo e baunilha) saltam \u00e0 frente, mas \u00e9 poss\u00edvel notar um toque amadeirado e, muito facilmente, o \u00e1lcool, bastante percept\u00edvel no conjunto. No paladar, a textura \u00e9 levemente licorosa e melada antecipando uma porrada de dul\u00e7or (caramelo, chocolate, a\u00e7\u00facar mascavo e baunilha) que \u00e9 amaciada por\u2026 \u00e1lcool (levemente frisante, picante e c\u00edtrico). Novamente intencionalmente desiquilibrada, a Kasteel aqui aposta em conjunto fortemente doce e alc\u00f3olico, que pode surpreender bebedores. O final \u00e9 longo, licoroso e melado, com forte sensa\u00e7\u00e3o de frutas escuras (ameixa principalmente), e se confunde com o retrogosto, que aquece longamente. Indicada para dias frios, bem frios.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/rouge.jpg\" alt=\"rouge.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 a Kasteel Rouge \u00e9 a delicada fruit beer da Brouwerij Van Honsebrouck, se pode se adjetivar de delicada uma cerveja de 8% de \u00e1lcool. A base da receita \u00e9 a Kasteel Brune, que aqui \u00e9 maturada por seis meses em barris com suco de cereja e cerejas inteiras, o que concede ao conjunto uma colora\u00e7\u00e3o avermelhada puxada para rubi, com creme de baixa forma\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia. No aroma, notas intensas de frutas vermelhas (cereja e amora) com um leve azedinho que remete a kriek, mesmo estando diante de uma fruit beer. O \u00e1lcool, como em todas as Kasteel, est\u00e1 presente, mas acaba se dispersando em meio a acidez da fruta. No paladar, muito adocicado da fruta amaciando os 8% de \u00e1lcool num conjunto que remete a uma geleia de cereja alco\u00f3lica, meio doce, meio azedinha, uma del\u00edcia viciante. \u00c9 quase o meio termo entre uma kriek e uma fruit beer. O final \u00e9 adocicado, frutado e azedinho, e tudo isso retorna no retrogosto. Excelente.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/cuvee.jpg\" alt=\"cuvee.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se foi aconselhado retirar as crian\u00e7as da sala durante a descri\u00e7\u00e3o de todas as cervejas anteriores extremamente alco\u00f3licas da Kasteel, a Cuv\u00e9e Du Chateau eleva o conselho a outro patamar: chame aquele amigo seu f\u00e3 de vinho, e que n\u00e3o v\u00ea qualidades em uma boa cerveja. Sabe a sede do castelo em Ingelmunster? Ent\u00e3o, a turma da cervejaria abriu o novo s\u00e9culo envelhecendo a Kasteel Donker 11% por\u2026 10 anos em barris de carvalho nos por\u00f5es do castelo. A primeira leva chegou ao mercado em 2010 e essa da foto \u00e9 a \u201cterceira turma\u201d da Cuv\u00e9e Du Chateau, ano 2012. De colora\u00e7\u00e3o marrom escura quase chegando ao preto com espuma majestosa bege, de pouca perman\u00eancia, a Kasteel Cuv\u00e9e Du Chateau mant\u00e9m intactos os 11% de \u00e1lcool da Kasteel Donker 11\u00ba, e amplia os aromas e sabores da vers\u00e3o original. O toque amadeirado da vers\u00e3o de base cresce com a matura\u00e7\u00e3o e sugere vinho do Porto tanto quanto exibe notas de frutas escuras em profus\u00e3o (ameixas e amores) e muito adocicado (baunilha, a\u00e7\u00facar mascavo e mela\u00e7o queimado). O \u00e1lcool tamb\u00e9m est\u00e1 ali, mas, ao mesmo tempo que amplifica aromas e sabores, o envelhecimento consegue inserir a portentosa gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica no conjunto, de forma que n\u00e3o fica t\u00e3o agressivo como nas vers\u00f5es tradicionais da casa (embora seja percept\u00edvel). No paladar, o adocicado intenso se une a certa vivacidade caracter\u00edstica dos melhores vinhos formando um conjunto arrebatador, que finaliza com algo adocicado, alco\u00f3lico e frutado (puxado pra uva!), O retrogosto \u00e9\u2026 sorrisos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/brigand1.jpg\" alt=\"brigand1.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Brigand (nome dado em homenagem aos camponeses que expulsaram os franceses de Ingelmunster em 1798) \u00e9 uma Belgian Golden Strong Ale de 9% de teor alco\u00f3lico e colora\u00e7\u00e3o entre o dourado e o \u00e2mbar claro, com excelente forma\u00e7\u00e3o de creme, de m\u00e9dia perman\u00eancia. As principais caracter\u00edsticas da Brouwerij Van Honsebrouck est\u00e3o presentes aqui: desequil\u00edbrio que valoriza o \u00e1lcool, notas intensas de aroma e paladar e o calor que sobe ap\u00f3s a degusta\u00e7\u00e3o de apenas uma garrafinha. No aroma, um belo duelo entre l\u00fapulo (floral e c\u00edtrica) e a for\u00e7a do malte distribui notas adocicadas (leve caramelo) com uma pitadinha de sensa\u00e7\u00e3o c\u00edtrica (maracuj\u00e1 e laranja bem discretos) e condimenta\u00e7\u00e3o derivada da levedura. O paladar \u00e9 forte e tem uma textura frisante, cortesia dos 9% de \u00e1lcool que criam saliva\u00e7\u00e3o imediata, e primeiro ataque r\u00e1pido de dul\u00e7or. Na sequencia, n\u00e3o \u00e9 a lupulagem que pula \u00e0 frente, mas sim a carga personal da levedura, que confere ao conjunto um tiquinho de acidez al\u00e9m de \u2013 em contato com o malte \u2013 sensa\u00e7\u00e3o de resina. No final, a levedura ainda d\u00e1 as cartas inserindo acidez e, com auxilio do l\u00fapulo, leve amargor evitando o final adocicado. No retrogosto, p\u00eassego, resina e calor.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/kasteel8.jpg\" alt=\"kasteel8.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/p>\n<p><\/strong><strong> <\/strong><strong>Balan\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>Come\u00e7ando pela Kasteel Blond 7\u00ba, talvez a Blond Ale mais ex\u00f3tica que j\u00e1 bebi. Primeiro por carregar 7% de \u00e1lcool completamente escondidos. Segundo por flutuar com delicadeza entre uma Weiss alem\u00e3 e uma Witbier belga. Bem frutada, com percep\u00e7\u00e3o c\u00edtrica deliciosa, a Kasteel Blond 7\u00ba surpreende, mas \u00e9 brincadeira de crian\u00e7a (belga) se colocada ao lado da Kastel Tripel 11\u00ba, r\u00f3tulo que n\u00e3o faz nenhuma quest\u00e3o de esconder seus 11% de \u00e1lcool, ainda que distribua intensas notas frutadas (banana e pera) e c\u00edtricas (ma\u00e7\u00e3 e uva verdes). O conjunto soa bastante desproporcional, mas impressiona n\u00e3o s\u00f3 pelo calor que promove, mas tamb\u00e9m pelo sabor. Uma cerveja que causa quentura, e que n\u00e3o esconde isso. Perfeita para mal-intencionados de plant\u00e3o. Da mesma forma, a vers\u00e3o Belgian Dark Strong Ale da Kasteel chamada Donker 11\u00ba n\u00e3o est\u00e1 para brincadeira. Bastante adocicada tanto quanto alc\u00f3olica, a Kasteel Donker 11\u00ba \u00e9 perfeita para o inverno por promover aquecimento rapidamente. Se quiser prova-la, espere por bastante do\u00e7ura presente em todas as fases (mas mais intensas no paladar, principalmente no primeiro toque e no final \u2013 o meio \u00e9 puro \u00e1lcool). Intencionalmente desiquilibrada para desiquilibrar o bebedor. Cuidado com essa menina, cuidado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cuidado redobrado tamb\u00e9m com a Kasteel Rouge. O \u00e1lcool, como em todas as Kasteel, est\u00e1 presente, mas acaba se dispersando em meio \u00e0 acidez da cereja (talvez seja a Kasteel que melhor \u201cdisfar\u00e7a\u201d a gradua\u00e7\u00e3o). No paladar, muito frutado adocicado amaciando os 8% de \u00e1lcool num conjunto que remete a uma geleia de cereja alco\u00f3lica, meio doce, meio azedinha, del\u00edcia viciante. Quase o meio termo entre uma kriek e uma fruit beer. A Kasteel Cuv\u00e9e Du Chateau \u00e9 uma Belgian Dark Strong Ale que tem tudo para fazer um bebedor de vinho feliz. Envelhecida por 10 anos em uma cave milenar, a cerveja que se despeja na ta\u00e7a \u00e9 brilhantemente alco\u00f3lica \u2013 com quase tudo que tem a marca Kasteel \u2013 e intensamente saborosa, remetendo a frutas escuras, vinho do Porto, calor, boteco no fim da madrugada com todo mundo falando ao mesmo tempo, alegria de um abra\u00e7o, coisas assim. \u00c9 uma daquelas cervejas que mostram que \u00e9 poss\u00edvel transformar a bebida alco\u00f3lica mais consumida no planeta em algo\u2026 surpreendente. Palmas, palmas e palmas. Fechando a turma, a Brigand, uma Belgian Golden Strong Ale acintosa, que enfrenta o bebedor com olho no olho, e, se voc\u00ea bobear, o arqueiro te derruba. Muito boa, mas n\u00e3o minha preferida. Abaixo, voc\u00ea descobre\u2026<\/p>\n<p>Kasteel Blond 7\u00ba<br \/>\n&#8211; Produto: Belgian Strong Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 7%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,15\/5<\/p>\n<p>Kastel Tripel 11\u00ba<br \/>\n&#8211; Produto: Belgian Tripel<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 11%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,43\/5<\/p>\n<p>Kasteel Donker 11\u00ba<br \/>\n&#8211; Produto: Belgian Dark Strong Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 11%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,41\/5<\/p>\n<p>Kasteel Rouge<br \/>\n&#8211; Produto: Fruit Beer<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,51\/5<\/p>\n<p>Kasteel Cuv\u00e9e Du Chateau<br \/>\n&#8211; Produto: Belgian Dark Strong Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 11%<br \/>\n&#8211; Nota: 4,17\/5<\/p>\n<p>Brigand<br \/>\n&#8211; Produto: Belgian Golden Strong Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 9%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,40\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/kasteel7.jpg\" alt=\"kasteel7.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n&#8211; Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa\nA Brouwerij Van Honsebrouck foi fundada em 1865 em Ingelmunster, uma cidadezinha de pouco mais de 10 mil habitantes nos Flanders Ocidentais da B\u00e9lgica\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/01\/24\/boteco-kasteel-ma-intencao-viciante\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[662,539],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37628"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37628"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37628\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37629,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37628\/revisions\/37629"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37628"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37628"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37628"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}