{"id":37576,"date":"2016-03-21T23:44:45","date_gmt":"2016-03-22T02:44:45","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=37576"},"modified":"2016-09-10T09:55:02","modified_gmt":"2016-09-10T12:55:02","slug":"entrevista-phenomenal-handclap-orchestra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/03\/21\/entrevista-phenomenal-handclap-orchestra\/","title":{"rendered":"Entrevista: Phenomenal Handclap Band"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-37577\" title=\"phenomenal1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/phenomenal1.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"596\" \/><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Soul, funk, pop setentista, Tim Maia, paisagens portuguesas, new wave, Jon Spencer, Tropic\u00e1lia&#8230; Conseguir a combina\u00e7\u00e3o desses elementos como refer\u00eancias para o som de uma banda parece mais bravata que um resultado plaus\u00edvel. Mas \u00e9 o que obt\u00e9m a Phenomenal Handclap Band, uma agremia\u00e7\u00e3o de muitos m\u00fasicos orquestrada pela dupla Daniel Coll\u00e1s e Sean Maruand.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Coll\u00e1s e Marquand trabalhavam na cena underground nova-iorquina como DJs, produtores e m\u00fasicos (de est\u00fadio ou de turn\u00eas). Em 2008 decidiram, como disse Coll\u00e1s ao vlog Baeble Music, \u201cinvestir em nossa pr\u00f3pria m\u00fasica em vez de fazer as can\u00e7\u00f5es alheias soarem bem\u201d. Chamaram amigos e conhecidos para as faixas, concentrando uma longa ficha t\u00e9cnica que praticamente servia como um mapa da cena de onde vieram. O disco hom\u00f4nimo, lan\u00e7ado em 2009, aliou o conhecimento enciclop\u00e9dico da dupla com o talento e o trabalho de gente como Bing Ji Ling (Tommy Guerrero), Luke O\u2019Malley (Antibalas, Mary J. Blige), Jon Spencer, Lady Tigra e outros. \u201c15 to 20\u201d, \u201cBaby\u201d e \u201cYou\u2019ll Disappear\u201d viraram pequenos hits e deram a banda hype, certa fama e muitas datas no seu pa\u00eds natal e na Europa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m, nada disso vem sem um pre\u00e7o, como revela Daniel Coll\u00e1s nessa entrevista exclusiva ao Scream &amp; Yell. A banda montada para excursionar (j\u00e1 que seria imposs\u00edvel levar todos os convidados ao palco) sentiu a press\u00e3o da agenda cheia e dos cach\u00eas insuficientes, e as expectativas e cobran\u00e7as n\u00e3o passaram batido. Quando o segundo \u00e1lbum de in\u00e9ditas, \u201cForm and Control\u201d, saiu em 2012, egos, medos e exaust\u00e3o se combinavam e a dupla n\u00e3o ficou t\u00e3o feliz com o resultado \u2013 embora seja um disco not\u00e1vel, ainda que sensivelmente diferente do clima sensual e dan\u00e7ante do antecessor. Temas como a faixa-t\u00edtulo, \u201cThe Unknown Faces at Father James Park\u201d e \u201cWinter Falls\u201d s\u00e3o grandes can\u00e7\u00f5es, por\u00e9m mais sombrias, densas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Querendo retomar o clima uptempo, a leveza e a frui\u00e7\u00e3o da estreia, Daniel e Sean se deram tempo, e o terceiro disco, cujo t\u00edtulo ainda n\u00e3o foi revelado, sai enfim neste ano. Pouco antes de come\u00e7ar mais uma sess\u00e3o de mixagem das faixas, Daniel Coll\u00e1s, via Skype, contou ao S&amp;Y o que podemos esperar do novo lan\u00e7amento, repassou a trajet\u00f3ria da banda e as li\u00e7\u00f5es aprendidas com ela.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/C2v5RHDEAXQ\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/C2v5RHDEAXQ\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Acho que podemos come\u00e7ar do presente. O que a banda est\u00e1 fazendo agora, exatamente? <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/phenomenalhandclapband\/\" target=\"_blank\">A p\u00e1gina do Facebook de voc\u00ea<\/a>s dizia apenas que \u201cnot\u00edcias muito boas para n\u00f3s chegar\u00e3o em breve\u201d.<\/strong><br \/>\nSim, estamos terminando o novo disco. Basicamente ainda estamos mixando. Acho que tem mais a ver com o primeiro \u00e1lbum, tem a ver com a sonoridade dele, e&#8230; o que mais posso dizer? O \u00faltimo (\u201cForm and Control\u201d) foi meio que uma sa\u00edda do som original da banda, eu n\u00e3o gostei muito dele. Est\u00e1vamos em turn\u00ea, era uma correria, parecia uma coisa competitiva&#8230; Est\u00e1vamos preocupados com quem est\u00e1vamos tocando, para quem est\u00e1vamos abrindo, esse tipo de coisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Foi aquele cl\u00e1ssico caso de o primeiro disco ter feito mais sucesso que voc\u00eas esperavam e o hype t\u00ea-los afetado mais do que imaginavam?<\/strong><br \/>\nBem, a gente tinha altas expectativas para o primeiro \u00e1lbum. Nos esfor\u00e7amos muitos e sab\u00edamos que ele era um bom disco, acredit\u00e1vamos que as pessoas fossem gostar. Mas quando voc\u00ea est\u00e1 em uma banda, e \u00e9 uma equipe, cada um tem sua expectativa quando se atinge certo n\u00edvel de sucesso, e isso n\u00e3o tem liga\u00e7\u00e3o na realidade, \u00e9 apenas o que cada um espera. E esperam coisas diferentes. A\u00ed voc\u00ea come\u00e7a a tamb\u00e9m escutar cobran\u00e7as do selo, do empres\u00e1rio, at\u00e9 de integrantes, ent\u00e3o acho que foi isso que sofremos no segundo disco. Nesse terceiro voltamos aos discos que nos gostamos de ouvir, escutamos muita m\u00fasica que nos encanta e deixamos que essas sonoridades e essas influ\u00eancias chegassem at\u00e9 n\u00f3s tranquilamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o quase quarto anos desde \u201cForm and Control\u201d. Ainda est\u00e1 todo mundo na banda, ou a forma\u00e7\u00e3o mudou?<\/strong><br \/>\nMudou bastante, na verdade. Foi um longo processo para fazer \u201cForm and Control\u201d. Come\u00e7amos com oito integrantes, depois \u00e9ramos sete porque era muito caro viajar com tanta gente, j\u00e1 estava ficando dif\u00edcil ganhar a vida tocando s\u00f3 nessa banda para muitos deles, e alguns queriam fazer outras coisas. Depois, \u00e9ramos apenas seis tocando. Agora \u00e9 novamente um projeto de est\u00fadio. Voltamos a ser um sexteto, e h\u00e1 pessoas que estavam em turn\u00ea conosco, mas somos um projeto de est\u00fadio, em que ficam como base tr\u00eas instrumentistas e tr\u00eas cantores. Se vai ser assim ao vivo, ainda n\u00e3o sabemos. Mas n\u00e3o sei se quero voltar a fazer parte de uma banda, n\u00e3o sei se essa din\u00e2mica me interessa agora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A sonoridade da Phenomenal Handclap Band tem uma percept\u00edvel influ\u00eancia do passado, mas mesmo o uso de equipamentos vintage n\u00e3o parece ser para emular uma \u00e9poca na qual voc\u00eas n\u00e3o viveram. Como voc\u00eas equilibram esses ouvidos no passado com o fato de n\u00e3o soarem retr\u00f4?<\/strong><br \/>\nAntes de mais nada, obrigado por falar isso, porque \u00e9 legal ouvir. \u00c9 assim que eu ou\u00e7o m\u00fasica: n\u00e3o quero emular nada, mas a maioria do que ou\u00e7o \u00e9 coisa antiga. Pessoas que gostam de dance music moderna tendem a ver nosso disco como algo retr\u00f4, mas o que queremos \u00e9 que o som soe cl\u00e1ssico, que seja algo que possa me orgulhar anos depois.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os arranjos vocais s\u00e3o um diferencial da banda. Muitos de voc\u00eas cantam, e h\u00e1 os convidados. \u00c9 quase como se tratassem as vozes como instrumentos. Se \u00e9 esse o caso, como \u00e9 o processo? Voc\u00eas comp\u00f5em pensando numa voz espec\u00edfica, ou deixam a can\u00e7\u00e3o acontecer e depois determinam quem vai cantar?<\/strong><br \/>\n\u00c9 uma mistura de ambas as coisas, de compor pensando em quem vai cantar e depois procurar algu\u00e9m que cante de forma adequada ao que foi escrito. Ter vozes femininas e masculinas \u00e9 parte da est\u00e9tica da banda, e os arranjos t\u00eam muitos coros. Isso vem de bandas como Sly &amp; The Family Stone e 5th Dimension, que t\u00eam diferentes cantores para cada tema, e que \u00e9 algo que queremos ter em nossa m\u00fasica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tem algum(a) vocalista com quem gostaria de ter trabalhado e ainda n\u00e3o o fez?<\/strong><br \/>\nAcho que sim. Mas estou animado com quem est\u00e1 nesse novo disco, ent\u00e3o n\u00e3o (risos). Todo mundo que eu queria est\u00e1 ali.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A banda ganhou seu burburinho na internet quando surgiu. O hype pode ajudar ou atrapalhar, e pelo que falamos, parece que no caso de voc\u00eas foi um misto dos dois. A pergunta ent\u00e3o \u00e9: como fica agora? Como voc\u00eas lidar\u00e3o com isso nesse terceiro lan\u00e7amento?<\/strong><br \/>\nJ\u00e1 temos experi\u00eancia com o segundo disco, e j\u00e1 chega um certo ponto que voc\u00ea sabe quando as coisas v\u00e3o dar errado antes de elas acontecerem. Voc\u00ea sabe o que funciona e o que n\u00e3o, e se prepara para o que vier. \u00c9 f\u00e1cil se deixar levar pelo hype, eu j\u00e1 passei por isso e acho que agora n\u00e3o ser\u00e1 mais problema. Acho que a resposta adequada para sua pergunta \u00e9 que esse disco come\u00e7ou do ponto certo. No segundo dever\u00edamos ter dado uma pausa para pensar as coisas Agora j\u00e1 sabemos o que queremos e o que n\u00e3o queremos fazer. N\u00e3o estamos mais preocupados em seguir indica\u00e7\u00f5es de empres\u00e1rio no sentido de que \u00e9 bom fazer o disco no momento x, ou a turn\u00ea y que n\u00e3o vai nos render dinheiro, mas \u00e9 \u201cboa para exposi\u00e7\u00e3o\u201d. Estamos mais seguros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea parece estar bem \u00e0 frente das decis\u00f5es da banda. Chega a assumir responsabilidades financeiras ou administrativas no dia a dia, ou n\u00e3o o faz para que isso n\u00e3o se misture com a m\u00fasica?<\/strong><br \/>\nEu tento me manter distante dessa rotina administrativa, mas \u00e9 importante saber o que est\u00e1 acontecendo, e olho um pouco de tudo, sim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas parecem ter uma rela\u00e7\u00e3o muito pr\u00f3xima com a m\u00fasica brasileira. A pista mais \u00f3bvia disso est\u00e1 na vers\u00e3o de &#8220;Tudo que Voc\u00ea Podia Ser&#8221;, do Clube da Esquina, para o disco \u201cRed, Hot + Rio 2\u201d. Eu me pergunto de onde vem isso. O vocal, ali\u00e1s, \u00e9 em portugu\u00eas perfeito.<\/strong><br \/>\nFoi uma paraguaia que gravou as vozes, e j\u00e1 me disseram que o portugu\u00eas dela \u00e9 impec\u00e1vel. Eu tamb\u00e9m falo portugu\u00eas, mas n\u00e3o t\u00e3o bem. Minha m\u00e3e \u00e9 portuguesa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mas enfim, voc\u00eas ouvem muita m\u00fasica brasileira, n\u00e3o?<\/strong><br \/>\nCom certeza \u00e9 parte da nossa influ\u00eancia. Adoramos trabalhar com Marcos Valle (que tocou na vers\u00e3o do Clube da Esquina), adoro Tim Maia, Gilberto Gil&#8230; Tivemos os mesmos empres\u00e1rios que Os Mutantes e tocamos com eles em Glastonbury. Quando era novo, eu ouvia muito as coisas do Brasil, e ainda ou\u00e7o. Mas \u00e9 tudo do per\u00edodo mais antigo, dos anos 70 para tr\u00e1s. J\u00e1 me mostraram coisas feitas atualmente, mas n\u00e3o me interessaram muito. N\u00e3o sei porque, mas \u00e9 assim que \u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>J\u00e1 que estamos falando de rela\u00e7\u00f5es internacionais:? Voc\u00eas parecem ser mais populares na Europa que em seu pa\u00eds natal.<\/strong><br \/>\nProvavelmente \u00e9 verdade. Acredito que fazemos mais shows na Europa que nos Estados Unidos. Acho que isso \u00e9 porque os europeus s\u00e3o mais interessados e abertos para m\u00fasica que nos EUA. E os EUA s\u00e3o um pa\u00eds imenso, \u00e9 dif\u00edcil saber o que as pessoas gostam no pa\u00eds todo, e, pelas dist\u00e2ncias, as informa\u00e7\u00f5es se perdem. E n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o atrativo viajar pelos EUA porque n\u00e3o h\u00e1 a intera\u00e7\u00e3o com culturas diferentes como temos na Europa, com muitos pa\u00edses e cada qual com o seu modo de vida, e com regi\u00f5es dentro deles que tamb\u00e9m s\u00e3o peculiares. E tem outra quest\u00e3o: nos festivais europeus, \u00e9 legal que o pessoal l\u00e1 viaja com toda a fam\u00edlia, pais e filhos v\u00e3o ao festival juntos. J\u00e1 aqui isso nunca aconteceria [nos EUA], o p\u00fablico basicamente \u00e9 de universit\u00e1rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bem, temos alguns festivais na Am\u00e9rica do Sul de ambos os perfis que voc\u00ea fala.<\/strong><br \/>\nEu imagino. Inclusive j\u00e1 nos sondaram para tocar na Am\u00e9rica do Sul algumas vezes. Eu adoraria ir, mas sempre que estava para fechar, alguma coisa acontecia e o acordo n\u00e3o ia para a frente. Espero que isso n\u00e3o aconte\u00e7a de novo e que o pr\u00f3ximo convite realmente nos permita ir at\u00e9 a\u00ed.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/8kztk0SCE0E\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/8kztk0SCE0E\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/af6LBlQ4Nvw\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/af6LBlQ4Nvw\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/6bD0BAMxBBY\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/6bD0BAMxBBY\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a>) no Scream &amp; Yell.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/musica\/\">MAIS SOBRE M\u00daSICA, ENTREVISTAS E REVIEWS NO SCREAM &amp; YELL<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Leonardo Vinhas\nQuerendo retomar a leveza e a frui\u00e7\u00e3o da estreia, Daniel e Sean se deram tempo, e o terceiro disco sai enfim neste ano\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/03\/21\/entrevista-phenomenal-handclap-orchestra\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37576"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37576"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37576\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37584,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37576\/revisions\/37584"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37576"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37576"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37576"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}