{"id":36980,"date":"2016-02-22T19:41:45","date_gmt":"2016-02-22T22:41:45","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=36980"},"modified":"2023-07-31T12:44:36","modified_gmt":"2023-07-31T15:44:36","slug":"grace-jones-um-icone-fundamental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/02\/22\/grace-jones-um-icone-fundamental\/","title":{"rendered":"Grace Jones, um \u00edcone fundamental"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-36981\" title=\"grace_jones1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/grace_jones1.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/grace_jones1.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/grace_jones1-99x150.jpg 99w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/grace_jones1-199x300.jpg 199w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/renan.machadoguerra\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Renan Guerra<\/a><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com 67 anos, Grace Jones resolveu lan\u00e7ar o seu livro de mem\u00f3rias com o ir\u00f4nico t\u00edtulo \u201cI\u2019ll Never Write My Memoirs\u201d (2015). Ainda sem previs\u00e3o de lan\u00e7amento em portugu\u00eas, a biografia j\u00e1 rendeu muitas not\u00edcias para os sites que gostam de frases fora de contexto, gerando uma enxurrada de mat\u00e9rias com t\u00edtulos como \u201cGrace Jones fala mal de cantoras pop\u201d, \u201cGrace Jones critica Beyonc\u00e9 e Rihanna\u201d e outras coisas assim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ponto \u00e9 que a jamaicana tem hist\u00f3rias para contar e muito a ensinar: uma modelo negra andr\u00f3gina que conquistou artistas do calibre de Andy Wahrol e Keith Haring, que fez discos fundamentais para o pop e participou de filmes como \u201cConan &#8211; O Destruidor\u201d e \u201c007 &#8211; Na Mira dos Assassinos\u201d. A biografia \u201cI\u2019ll Never Write My Memoirs\u201d perpassa todas as perip\u00e9cias de Jones por festan\u00e7as alucinadas no lend\u00e1rio Studio 54, por sua amizade com os artistas da pop art, as grava\u00e7\u00f5es ao lado de Schwarzenegger, seu namoro com o astro fisiculturista Dolph Ludgren, suas pol\u00eamicas na televis\u00e3o e at\u00e9 sua recusa em gravar ao lado de Lady GaGa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de sua import\u00e2ncia est\u00e9tica para a cultura pop, com sua figura negra, forte e andr\u00f3gina, que quebrava padr\u00f5es e mostrava sua sensualidade exalante de forma opulenta (Jones at\u00e9 chegou a fazer um pol\u00eamico ensaio ao lado de Ludgren para a Playboy, em 1987), esse texto visa compreender a import\u00e2ncia musical de Grace Jones para o pop, para a m\u00fasica eletr\u00f4nica e para qualquer constru\u00e7\u00e3o de \u201cdiva\u201d que as novas gera\u00e7\u00f5es tanto propagam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O visual de Grace \u00e9 fundamental para o power dressing dos anos 80 de gente como Cher e Annie Lennox, tendo reflexos posteriores em uma leva de artistas como Bj\u00f6rk, R\u00f3is\u00edn Murphy, The Knife, M.I.A. e Lady GaGa. Al\u00e9m disso, suas sonoridades s\u00e3o fundamentais para o repert\u00f3rio de artistas como Moby, Massive Attack, LCD Soundsystem, Grimes e mais um bando de gente. Para passear pelas m\u00faltiplas facetas de Jones selecionamos 10 faixas que servem como um portf\u00f3lio de sua import\u00e2ncia musical:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/media.giphy.com\/media\/kHnuOEaaN3x5e\/giphy.gif \" alt=\"\" width=\"500\" height=\"641\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>01- \u201cSlave To The Rhythm\u201d<\/strong><br \/>\nO disco hom\u00f4nimo \u201cSlave To The Rhythm\u201d (1985) traz uma das capas mais ic\u00f4nicas da carreira de Jones, com sua cara se expandindo atrav\u00e9s de recortes. Esse \u00e1lbum tamb\u00e9m pode ser considerado ic\u00f4nico pelo fato de mesclar a disco music aos ritmos new wave, numa composi\u00e7\u00e3o de \u201ccantos falados\u201d e conversas de bastidores. A faixa-t\u00edtulo vai e volta dentro do disco, em m\u00faltiplas facetas, inclusive sob o t\u00edtulo de \u201cLadies and Gentleman: Miss Grace Jones\u201d, uma vers\u00e3o mais sensual. Dan\u00e7ante, envolvente e quase hipn\u00f3tica, essa \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o que n\u00e3o fala do ritmo da dan\u00e7a, mas sim do ritmo do trabalho e nos leva para uma repeti\u00e7\u00e3o \u201cescravizante\u201d que remete ao cl\u00e1ssico \u201cTempos Modernos\u201d, de Chaplin. Toda a composi\u00e7\u00e3o desse disco, cheio de recortes e falas, soa como um prel\u00fadio de dois mundos completamente distintos: o som usual nas m\u00fasicas de drags e \u201cbate-cabelo\u201d e dos samples e vinhetas dos discos de hip-hop.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grace Jones - Slave to the Rhythm (official video)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Z0XLzIswI2s?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>02- \u201cI Need A Man\u201d<\/strong><br \/>\nLan\u00e7ada em 1975, esse foi o primeiro single de Grace, que tentava passar da carreira de modelo a cantora. Uma can\u00e7\u00e3o simples, que fez um sucesso modesto na \u00e9poca, mas que sacramentou desde o in\u00edcio a rela\u00e7\u00e3o da artista com a comunidade gay (fato que se tornou mais forte ainda quando a banda Man 2 Man gravou um cover da can\u00e7\u00e3o nos anos 80, tornando ela novamente um hit gay nas pistas de dan\u00e7a). \u201cI Need A Man\u201d \u00e9 a face mais singelamente pop da artista, feita para as pistas, para rebolarmos como se estiv\u00e9ssemos no Studio 54.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grace Jones   I Need A Man\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ZrQRChGwRN8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>03- \u201cLa Vie en Rose\u201d<\/strong><br \/>\nA faixa \u00e9 um dos maiores cl\u00e1ssicos de \u00c9dith Piaf e geralmente recebe covers que obedecem o seu ritmo e sua constru\u00e7\u00e3o, por\u00e9m Grace n\u00e3o teve medo de fazer uma vers\u00e3o de mais de 7 minutos da faixa, com ares de disco music, por\u00e9m flertando com a bossa nova e outros ritmos latinos. Editada numa vers\u00e3o de pouco de mais de tr\u00eas minutos, a vers\u00e3o se tornou um dos maiores hits da carreira de Jones. Com um franc\u00eas n\u00e3o l\u00e1 muito ortodoxo, o que encanta na faixa \u00e9 a ousadia e a for\u00e7a de Grace em desconstruir uma can\u00e7\u00e3o que j\u00e1 frequenta o nosso imagin\u00e1rio de outras formas.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grace Jones - La Vie En Rose\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/kYkVtz6ozJE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>04- \u201cLove Is The Drug\u201d<\/strong><br \/>\n\u201cLove Is The Drug\u201d era uma faixa maravilhosa do Roxy Music que ganhou toda a for\u00e7a new wave da fase anos 80 de Grace Jones. H\u00e1 que se relembrar que o Roxy Music \u00e9 uma das principais refer\u00eancias do new wave e Jones simplesmente inseriu a faixa mais profundamente dentro dessa formata\u00e7\u00e3o do g\u00eanero. Lan\u00e7ada originalmente no disco \u201cWarm Leatherette\u201d, de 1980, a can\u00e7\u00e3o se tornou um sucesso na Inglaterra em 1986, quando recebeu um remix que acentua seu car\u00e1ter new wave e que assimila toda uma sonoridade t\u00edpica dos anos 80.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grace Jones - Love Is The Drug\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/CdJiIP3KQfo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>05- \u201cDo or Die\u201d<\/strong><br \/>\nLan\u00e7ada no disco \u201cFame\u201d, de 1978, \u201cDo or Die\u201d \u00e9 uma faixa tipicamente disco dos anos 70, por\u00e9m traz uma percuss\u00e3o que caracteriza essa \u201clatino-disco\u201d t\u00e3o t\u00edpica de Grace. O clipe original da can\u00e7\u00e3o foi retirado do programa italiano \u201cStryx\u201d, produzido em 1978, no canal Rai 2. O controverso programa tinha como tem\u00e1tica principal o inferno e trazia cen\u00e1rios extravagantes, que remetiam a Idade M\u00e9dia, mas tudo misturado com certa dose de sensualidade, expl\u00edcita no v\u00eddeo de Grace, que define a androginia da cantora. Na \u00e9poca o programa rendeu in\u00fameros protestos na It\u00e1lia e foi cancelado pela emissora, mesmo assim \u00e9 de l\u00e1 que ainda hoje restam v\u00e1rios videoclipes de Jones.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grace Jones - Do or Die\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/EiQh7_TLy9E?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>06- \u201cLove On The Top of Love\u201d<\/strong><br \/>\nLan\u00e7ada no final da d\u00e9cada de 80, no disco \u201cBullettprof Heart\u201d, a m\u00fasica re\u00fane in\u00fameros maneirismos da d\u00e9cada passada, mas adianta tantos outros da d\u00e9cada posterior: com coros de mulheres negras e batidas de hip-hop, \u201cLove On The Top of Love\u201d poderia facilmente servir para performances das Club Kids dos anos 90. O curioso \u00e9 que o videoclipe advindo da faixa tamb\u00e9m traz in\u00fameras refer\u00eancias que se tornariam usuais nas m\u00e3os de outras artistas pop, como Madonna.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grace Jones - Love On Top Of Love (Killer Kiss) [HQ]\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_PkC0zNpgVc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>07- \u201cCorporate Cannibal\u201d<\/strong><br \/>\nLan\u00e7ada em 2008 como single do disco \u201cHurricane\u201d, essa can\u00e7\u00e3o traz uma Grace extremamente conectada com tudo que aconteceu na m\u00fasica eletr\u00f4nica nas \u00faltimas d\u00e9cadas, emulando especialmente o trip hop dos anos 90 (curiosamente a cantora foi uma das escolhidas pelo Massive Attack em 2008 para participar do line-up constru\u00eddo por eles para o Meltdown Festival). Escrita ao lado de Adam Green (ex-Moldy Peaches), Ivor Guest e Marc van Eyck, \u201cCorporate Cannibal\u201d retorna a temas centrais na obra da artista: o homem perante a sociedade de consumo e nossa rela\u00e7\u00e3o complexa com o universo do trabalho e as tecnologias modernas. A faixa, obviamente, n\u00e3o se tornou um sucesso popular, mas torna-se um marco na carreira de Grace, pois recoloca ela no posto de cantora de vanguarda dentro da m\u00fasica pop.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grace Jones - Corporate Cannibal\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/FgMn2OJmx3w?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>08- \u201cPrivate Life\u201d<\/strong><br \/>\nLan\u00e7ada em 1980 no disco \u201cWarm Leatherette\u201d, a faixa \u00e9 como um Kraftwerk meets reggae, interpretada quase de forma declamada por Grace. \u201cPrivate Life\u201d \u00e9 um cover da banda The Pretenders, que havia lan\u00e7ado a faixa no mesmo ano. A vers\u00e3o de Grace foi gravada com a banda jamaicana Sly and Robbie e foi celebrada por Chrissie Hynde, a autora da can\u00e7\u00e3o, que afirmou: \u201cComo todos os outros punks de Londres, eu queria fazer reggae, e por isso escrevi \u2018Private Life\u2019. A primeira vez que ouvi a vers\u00e3o de Grace eu pensei \u2018\u00e9 assim que isso deveria ser\u2019. \u00c9 fato: este foi um dos pontos altos da minha carreira.\u201d Como primeiro single lan\u00e7ado pela cantora na d\u00e9cada de 80, \u201cPrivate Life\u201d marca o fim de sua persona disco e o surgimento de um visual mutante e cada vez mais andr\u00f3gino. Curiosamente, o disco single dessa faixa foi lan\u00e7ado com um cover de \u201cShe\u2019s Lost Control\u201d, do Joy Division, como b-side, numa vers\u00e3o dub completamente distinta da original.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grace Jones - Private Life (1980)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/yvLn_qC7QAs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>09- \u201cMy Jamaican Guy\u201d<\/strong><br \/>\nOutro reggae que flerta com a m\u00fasica eletr\u00f4nica, \u201cMy Jamaican Guy\u201d foi escrita por Grace pensando em Tyrone Downie, pianista do Bob Marley and the Wailers. A faixa \u00e9 quase toda escrita em patois, uma l\u00edngua crioula usual na Jamaica que tem como base o ingl\u00eas. Um grande sucesso de sua carreira, essa faixa delimita bem a complexidade r\u00edtmica adotada pela artista, que mescla o reggae a todas as suas outras influ\u00eancias. Visualmente, seu single tinha como capa <a href=\"http:\/\/static1.1.sqspcdn.com\/static\/f\/76171\/25131283\/1404156158917\/grace_jones_my_jamaican_guy_sleeve.jpg?token=0t%2FKVchwXVBLjAOFTAm7K0tRhwk%3D\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">uma impactante imagem<\/a> idealizada pelo designer e fot\u00f3grafo franc\u00eas Jean-Paul Goude, amigo e parceiro de trabalho usual da artista (ele \u00e9 respons\u00e1vel pela maioria das escolhas est\u00e9ticas da artista na d\u00e9cada de 80). Curiosamente, o in\u00edcio da m\u00fasica foi sampleado por v\u00e1rios artistas desde o seu lan\u00e7amento, indo de gente como LL Cool J at\u00e9 La Roux.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grace Jones - My Jamaican Guy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/nhMA6attV0Y?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>10- \u201cI\u2019ve Seen That Face Before (Libertango)\u201d<\/strong><br \/>\nA m\u00fasica \u00e9 uma sobreposi\u00e7\u00e3o de \u201cLibertango\u201d, cl\u00e1ssico de Astor Piazzolla, com uma faixa reggae composta por Jones e Barry Reynolds. Falando sobre a noite parisiense, a can\u00e7\u00e3o \u00e9 marcada por seu triste acordeom, que acompanha as batidas dub de forma paradoxalmente complementar. A faixa \u00e9 considerada por muitos um dos momentos mais altos da carreira de Jones. Curiosamente, a grava\u00e7\u00e3o original conta com uma fala em franc\u00eas, por\u00e9m a cantora fez outras duas vers\u00f5es: uma em espanhol, intitulada \u201c&#8221;Esta Cara Me Es Conocida&#8221; e outra vers\u00e3o na qual a parte em franc\u00eas \u00e9 recitada em portugu\u00eas! \u201cI\u2019ve Seen That Face Before\u201d foi trilha do longa \u201cBusca Fren\u00e9tica\u201d (1988), de Roman Polanski e, al\u00e9m disso, conta com um clipe de delicadeza poderosa:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grace Jones - I&#039;ve Seen That Face Before (Libertango) [Official Video]\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/nIN3IE3DHqc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grace Jones \/ I&#039;ve Seen That Face Before (Libertango) [Em Portugu\u00eas]\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dVQprOR13IE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/renan.machadoguerra\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Renan Guerra<\/a> \u00e9 jornalista e colabora com o sites <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/YouMeDancin\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">You! Me! Dancing!<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.bateafita.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bate a Fita<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/musica\/\">MAIS SOBRE M\u00daSICA, ENTREVISTAS E REVIEWS NO SCREAM &amp; YELL<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Para passear por suas m\u00faltiplas facetas selecionamos 10 faixas que servem como um portf\u00f3lio de sua import\u00e2ncia musical\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/02\/22\/grace-jones-um-icone-fundamental\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2653],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36980"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36980"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36980\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":76127,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36980\/revisions\/76127"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36980"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36980"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36980"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}