{"id":36940,"date":"2015-01-26T09:38:07","date_gmt":"2015-01-26T12:38:07","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=36940"},"modified":"2016-02-19T09:41:56","modified_gmt":"2016-02-19T12:41:56","slug":"boteco-da-alemanha-8-cervejas-da-schneider","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/01\/26\/boteco-da-alemanha-8-cervejas-da-schneider\/","title":{"rendered":"Boteco: da Alemanha, 8 cervejas da Schneider"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/schneider1.jpg\" alt=\"schneider1.jpg\" \/><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cerca de 200 anos atr\u00e1s, cerveja Weiss (de trigo) s\u00f3 podia ser produzida pela fam\u00edlia real da Baviera em suas cervejarias. Por\u00e9m, em 1872, observando o decl\u00ednio do estilo cervejeiro, o Rei Ludwig II deixou de fabricar cerveja Weiss, concedendo o direito a Georg I Schneider. Nascia em Munique, numa f\u00e1brica que produzia cerveja Weiss desde 1607, a Weissbierbrauerei G. Schneider &amp; Sohn (Georg Schneider e Filhos), e, 143 anos depois, a fam\u00edlia continua comandando a cervejaria, agora com Georg IV Schneider \u00e0 frente. Ap\u00f3s a destrui\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica durante os bombardeios aliados em 1944, toda produ\u00e7\u00e3o foi transferida para Kelheim, \u00e1s margens do Rio Dan\u00fabio, a cerca de uma hora de Munique, e permanece l\u00e1 at\u00e9 hoje. O tempo passou, mas a cervejaria n\u00e3o fechou os olhos para as evolu\u00e7\u00f5es cervejarias, e alguns r\u00f3tulos da casa se posicionam com destaque entre os melhores produzidos na Alemanha hoje. Abaixo, oito cervejas da casa que podem ser encontradas com facilidade no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/schneider2.jpg\" alt=\"schneider2.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Schneider Weisse TAP 1 Mein Blondes (Minha Loira) \u00e9 uma German Hefeweizen mais suave com receita que une os l\u00fapulos Hallertauer Tradition e Saphir com 60% de trigo e 40% de cevada da regi\u00e3o de Kelheim. De colora\u00e7\u00e3o amarela quase \u00e2mbar devido a turbidez e creme branco de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta perman\u00eancia, a Schneider Weisse TAP 1 apresenta um aroma tradicional\u00edssimo, com frutado remetendo a banana e condimenta\u00e7\u00e3o sugerindo cravo. H\u00e1, ainda, leve presen\u00e7a de bubblegum, caramelo suave e trigo. Na boca, leve acidez frutada no primeiro toque (banana, claro) acompanhada de amargor comportado e condimenta\u00e7\u00e3o suave (cravo). H\u00e1 um leve e interessante azedume no conjunto al\u00e9m de acr\u00e9scimo de notas herbais (provavelmente derivadas da lupulagem) numa cerveja refrescante que finaliza de maneira seca e traz, no retrogosto, banana e trigo. Del\u00edcia.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/schneider3.jpg\" alt=\"schneider3.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Schneider Weisse TAP 2 Mein Kristall (Minha Cristalina) \u00e9 uma German Kristallweizen (ou seja, filtrada) cuja receita une tr\u00eas l\u00fapulos (Cascade, Hallertauer Magnum e Hallertauer Saphir) com 50% de trigo e 50% de cevada da regi\u00e3o de Kelheim. De colora\u00e7\u00e3o dourada cristalina (que remete a uma pilsen) com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia perman\u00eancia, a Schneider Weisse TAP 2 apresenta um aroma bastante pr\u00f3ximo da TAP 1, com ligeiro destaque para a sugest\u00e3o de bubblegum, que soa mais intensa aqui. Fora isso, as notas tradicionais (banana, cravo, cereais) muito bem distribu\u00eddas. Na boca, muito mais leveza no corpo que a TAP 1, com frutado no primeiro toque (banana) acompanhado de tutti-frutti, leve azedinho, suave do\u00e7ura e um toque de cravo. O amargor \u00e9 pontual e o conjunto agradabil\u00edssimo, de alto drinkability. Termina com do\u00e7ura, trigo e banana. No retrogosto, banana e um toque agridoce. Delicia (2).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/schneider4.jpg\" alt=\"schneider4.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Schneider Weisse TAP 3 Mein Alkoholfreies (Minha Sem \u00c1lcool) \u00e9, como o nome avisa, a vers\u00e3o sem \u00e1lcool da casa, com apenas 0.3% de gradua\u00e7\u00e3o. A receita une o l\u00fapulo Hallertauer Tradition com 60% de trigo e 40% de cevada da regi\u00e3o de Kelheim. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar mais turva que as duas vers\u00f5es anteriores e creme branco de excelente forma\u00e7\u00e3o e longa dura\u00e7\u00e3o, a Schneider Weisse TAP 3 apresenta um aroma com bastante sugest\u00e3o de cereais e derivados (trigo, p\u00e3o, biscoito, feno) e leve toque c\u00edtrico. A sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de que se est\u00e1 no meio de uma planta\u00e7\u00e3o de trigo. No paladar, a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de um p\u00e3o liquido: h\u00e1 bastante presen\u00e7a de cereais (trigo, p\u00e3o, biscoito, feno), leve do\u00e7ura caramelada e amargor pontual al\u00e9m de suave sugest\u00e3o de banana. Bem gostosa. O final \u00e9 maltad\u00edssimo (caramelo e trigo) enquanto o retrogosto traz algo de ervas, ch\u00e1s e campo. Muito boa no que se prop\u00f5e.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/schneider11.jpg\" alt=\"schneider11.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Schneider Weisse TAP 4 Mein Gr\u00fcnes (Minha Verde) \u00e9 a receita org\u00e2nica da turma b\u00e1vara, produzida com l\u00fapulos Hallertauer Tradition e Cascade Naturland mais 50% de trigo e 50% de cevada cultivados na regi\u00e3o montanhosa de Rh\u00f6n (divisa da Baviera com Hesse). De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar alaranjada e apresentando leve turbidez com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia perman\u00eancia, a Schneider Weisse TAP 4 \u00e9, disparada, a de perfil arom\u00e1tico mais cativante at\u00e9 aqui: h\u00e1 bastante condimenta\u00e7\u00e3o (cravo e ervas), herbal (cereais) e leve c\u00edtrico (lim\u00e3o) ao lado das tradicionais notas frutadas que remetem a banana num trabalho magnifico das leveduras. Na boca, uma deliciosa confus\u00e3o de sabores: h\u00e1 frutado remetendo tanto a banana quanto \u00e0 lim\u00e3o; h\u00e1 condimenta\u00e7\u00e3o (cravo e leve pimenta do reino); h\u00e1 herbal (cereais, feno e trigo) e h\u00e1 do\u00e7ura de caramelo. O final \u00e9 herbal, c\u00edtrico e condimentado. No retrogosto, banana e um toque azedinho viciante, que remete levemente a zimbro. Campe\u00e3.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/schneider6.jpg\" alt=\"schneider6.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Schneider Weisse TAP 5 Mein Hopfenweisse (Minha Cerveja de Trigo Lupulada) \u00e9 produzida com os l\u00fapulos Hallertauer Tradition e Saphir (alcan\u00e7ando 40 de IBU) com 50% de trigo e 50% de cevada da regi\u00e3o de Kelheim. De colora\u00e7\u00e3o amarela com turbidez intensa e creme branco de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e longa perman\u00eancia, a Schneider Weisse TAP 5 entra na briga com sua antecessora pelo posto de cerveja mais arom\u00e1tica da casa. O perfil magnifico traz notas c\u00edtricas (lim\u00e3o, tangerina e abacaxi), florais, especiarias (cravo e coentro), ervas, trigo, feno, frutas cristalizadas, cereais e banana al\u00e9m de leve sugest\u00e3o de acidez. Na boca, uma r\u00e1pida do\u00e7ura c\u00edtrica (caramelo e tangerina) \u00e9 submersa em acidez e amargor envolventes desabrochando como uma flor em notas que remetem a condimenta\u00e7\u00e3o (cravo e coentro), frutas c\u00edtricas (lim\u00e3o, banana e abacaxi), herbal e floral. O final, esplendoroso, traz amargor c\u00edtrico, herbal, floral e do\u00e7ura de caramelo. No retrogosto, acidez, picancia de especiarias e leve amargor. &lt;3<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/schneider7.jpg\" alt=\"schneider7.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mantendo o alto padr\u00e3o de felicidade das vers\u00f5es TAP 4 e 5, a Schneider Weisse TAP 6 Unser Aventinus (Nossa Aventinus) \u00e9 uma caprichada Weizen Bock cuja receita traz os l\u00fapulos      Magnum e Hallertauer Tradition ao lado de 50% de trigo e 50% de cevada tostada. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar escura (mas nem tanto) com turbidez presente e creme de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e longa perman\u00eancia, a Schneider Weisse TAP 6 apresenta um perfil arom\u00e1tico riqu\u00edssimo, que valoriza tanto as notas tradicionais de uma boa cerveja de trigo alem\u00e3 (com banana e cravo sempre em destaque) com uma deriva\u00e7\u00e3o frutada que acrescenta sugest\u00e3o de ameixa, uva passa e figo al\u00e9m de pimenta do reino e canela. No paladar, o conjunto envolve o bebedor logo no primeiro toque, com do\u00e7ura caramelada, presen\u00e7a de banana e de frutas escuras (figo e uva passa). O amargor \u00e9 pontual e levemente alco\u00f3lico e o final traz do\u00e7ura, picancia e leve frutado. No retrogosto, caramelo, cravo, banana, figo e o desejo de beber outra  na sequencia (e olha que s\u00e3o 8.2% de \u00e1lcool). &lt;3<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/schneider8.jpg\" alt=\"schneider8.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Schneider Weisse TAP 7 Unser Original (Nossa Original) \u00e9 uma German Weizen que come\u00e7ou a ser produzida pelos b\u00e1varos em 1972 seguindo a receita original do fundador da cervejaria, datada de 1872. Produzida com os l\u00fapulos Hallertauer Tradition e Saphir e com 60% de trigo e 40% de cevada da regi\u00e3o de Kelheim, a Schneider Weisse TAP 7 apresenta um l\u00edquido de colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada com leve turbidez e creme branco de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e longa perman\u00eancia. No nariz, sugest\u00e3o tradicional de banana, mas de forma bastante suave. H\u00e1, ainda, percep\u00e7\u00e3o de condimenta\u00e7\u00e3o (semente de cravo e suave toque de canela), leve toque c\u00edtrico e de bubblegum. Na boca, h\u00e1 do\u00e7ura caramelada no primeiro toque ao lado do frutado tradicional que remete a banana. O conjunto, no entanto, sugere bastante leveza (n\u00e3o tanta quanto a TAP 1, mas, ainda assim, bastante refrescante) terminando caramelado, picante e refrescante. No retrogosto, banana, trigo e leve condimenta\u00e7\u00e3o. Del\u00edcia.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/schneider9.jpg\" alt=\"schneider9.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fechando o pacote de Schneiders com a Aventinus Eisbock, uma vers\u00e3o turbinad\u00edssima da TAP 6. Conta a hist\u00f3ria que, durante o transporte da TAP 6 no inverno, alguns barris congelaram, mas n\u00e3o totalmente. Os mestres cervejeiros da casa foram experimentar o conte\u00fado n\u00e3o congelado, e se depararam com uma cerveja extra potente, afinal a \u00e1gua havia congelado deixando um conte\u00fado extremamente alco\u00f3lico. Nascia a Aventinus Eisbock, uma cerveja de\u2026 12% de \u00e1lcool. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada quase escura e creme levemente bege de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia, a Aventinus Eisbock destaca no aroma tanto a do\u00e7ura frutada (banana caramelada, ameixa, figo, uva passa e a\u00e7\u00facar mascavo) quanto a presen\u00e7a marcante do \u00e1lcool. Na boca, a textura \u00e9 sedosa, quase licorosa, e junta no primeiro toque do\u00e7ura frutada e pic\u00e2ncia derivada do \u00e1lcool, e \u00e9 mais isso que se seguir\u00e1: banana caramelada, ameixa, figo, uva passa e a\u00e7\u00facar mascavo temperados com\u2026 \u00e1lcool. O final \u00e9 doce, quente e picante. No retrogosto, frutas escuras, pimenta do reino e \u00e1lcool. Devagar e sempre.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/aventinus1.jpg\" alt=\"aventinus1.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7o<\/strong><br \/>\nProduzida pela primeira vez em 1994, a Schneider Weisse TAP 1 \u00e9 uma German Hefeweizen que soa como uma vers\u00e3o suave da TAP 7 (de 1972),  com o l\u00fapulo Saphir acrescentando um leve toque herbal que combina perfeitamente com o conjunto de uma cerveja refrescante e muito agrad\u00e1vel. A Schneider Weisse TAP 2, lan\u00e7ada em 1990, \u00e9 mais leve que a n\u00famero 1, e, por isso, seu drinkability ganha pontos, j\u00e1 que ela desce mais suave (ainda que sem a mesma profundidade da vers\u00e3o anterior) lembrando uma Pilsen com um toque de banana. Bela Kristallweizen. Produzida pela primeira vez em 2002, a Schneider Weisse TAP 3 \u00e9 a vers\u00e3o sem \u00e1lcool da casa, \u00e9 uma bela cerveja sem \u00e1lcool, com aroma e sabor de malte transbordando da ta\u00e7a. Um estilo de cerveja que ainda precisa ser descoberto (e valorizado) no Brasil. Um dos agrad\u00e1veis destaques desta sess\u00e3o de cervejas da Schneider, a Weisse TAP 4 foi produzida entre 1916 e 1944 exclusivamente para a Oktoberfest, e retornou ao card\u00e1pio da casa em 1999. Nada mais \u00e9 do que a vers\u00e3o org\u00e2nica dos b\u00e1varos, e \u00e9 simplesmente apaixonante, apresentando um perfil arom\u00e1tico e de paladar raro em cervejas alem\u00e3s. O mesmo pode ser dito, com maior \u00eanfase na anima\u00e7\u00e3o, sobre a Schneider Weisse TAP 5, que exibe a influ\u00eancia da nova escola norte-americana sobre a secular escola alem\u00e3 com o uso intensivo de l\u00fapulo numa receita que nasceu em 2008, resultando em uma cerveja de trigo lupulada sensacional. Sensacional. Pode mandar um caminh\u00e3o aqui pra porta de casa. Ok, calma. Ainda tem a Schneider Weisse TAP 6, uma Weizen Doppelbock produzida desde 1907 que poderia ser uma releitura b\u00e1vara da escola trapista, de t\u00e3o caprichado que \u00e9 o resultado. Apaixonado! Fechando a lista numerada (ainda falta a 11, que n\u00e3o vem sendo trazida ao Brasil) com a TAP 7, a vers\u00e3o \u201cda casa\u201d da TAP 1, com receita datada de 1872. Uma German Hefeweizen muito boa, mas dif\u00edcil n\u00e3o olhar para as vers\u00f5es 4, 5 e 6 com mais carinho. Para fechar esse passeio, a mais porrada da fam\u00edlia: Aventinus Eisbock, uma vers\u00e3o alco\u00f3lica (12%) da TAP 6. O conjunto \u00e9 para ser degustado com calma (n\u00e3o a toa, essa \u00e9 a \u00fanica 330 ml da fam\u00edlia: todas as demais s\u00e3o 500 ml e h\u00e1 outras 750 ml), vagorosamente, curtindo o trajeto. Fecho de ouro pruma cervejaria alem\u00e3 sensacional.<\/p>\n<p>Schneider Weisse TAP 1 Mein Blondes<br \/>\n&#8211; Produto: German Hefeweizen<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Alemanha<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5,2%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,41\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago no Brasil:\u00a0 R$ 16,90 \u2013 500 ml<\/p>\n<p>Schneider Weisse TAP 2 Mein Kristall<br \/>\n&#8211; Produto: German Kristallweizen<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Alemanha<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5,2%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,29\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago no Brasil: R$ 16,90 \u2013 500 ml<\/p>\n<p>Schneider Weisse TAP 3 Mein Alkoholfreies<br \/>\n&#8211; Produto: Cerveja Sem \u00c1lcool<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Alemanha<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 0,3%<br \/>\n&#8211; Nota: 2,30\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago no Brasil: R$ 13,90 \u2013 500 ml<\/p>\n<p>Schneider Weisse TAP 4 Mein Gr\u00fcnes<br \/>\n&#8211; Produto:\u00a0 German Hefeweizen<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Alemanha<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 6,2%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,80\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago no Brasil: R$ 16,90 \u2013 500 ml<\/p>\n<p>Schneider Weisse TAP 5 Mein Hopfenweisse<br \/>\n&#8211; Produto: Weizen Bock<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Alemanha<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8,2%<br \/>\n&#8211; Nota: 4,05\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago no Brasil: R$ 21,90 \u2013 500 ml<\/p>\n<p>Schneider Weisse TAP 6 Unser Aventinus<br \/>\n&#8211; Produto: Weizen Bock<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Alemanha<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8,2%<br \/>\n&#8211; Nota: 4,00\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago no Brasil: R$ 21,90 \u2013 500 ml<\/p>\n<p>Schneider Weisse TAP 7 Unser Original<br \/>\n&#8211; Produto: German Hefeweizen<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Alemanha<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5,4%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,41\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago no Brasil: R$ 16,90 \u2013 500 ml<\/p>\n<p>Schneiders Aventinus Eisbock<br \/>\n&#8211; Produto: Eisbock<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Alemanha<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 12%<br \/>\n&#8211; Nota: 4,00\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago no Brasil: R$ 23,90 \u2013 330 ml<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/schneider10.jpg\" alt=\"schneider10.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n&#8211; Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n<p class=\"to_comments\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa\nCerca de 200 anos atr\u00e1s, cerveja Weiss (de trigo) s\u00f3 podia ser produzida pela fam\u00edlia real da Baviera em suas cervejarias. 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