{"id":36774,"date":"2015-03-10T09:52:48","date_gmt":"2015-03-10T12:52:48","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=36774"},"modified":"2016-02-11T09:56:16","modified_gmt":"2016-02-11T12:56:16","slug":"boteco-brouwerij-van-honsebrouck-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/03\/10\/boteco-brouwerij-van-honsebrouck-2\/","title":{"rendered":"Boteco: Brouwerij Van Honsebrouck (2)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/bacchus1.jpg\" alt=\"bacchus1.jpg\" \/><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Brouwerij Van Honsebrouck foi fundada em 1865 em Ingelmunster, uma cidadezinha de pouco mais de 10 mil habitantes nos Flanders Ocidentais da B\u00e9lgica (bem pr\u00f3xima da fronteira com a Fran\u00e7a). Ainda no comando da fam\u00edlia (a s\u00e9tima gera\u00e7\u00e3o de Van Honsebrouck responde pelos neg\u00f3cios), a cervejaria tem um card\u00e1pio bastante interessante, do qual se destacam os seis r\u00f3tulos extremamente alco\u00f3licos da linha Kasteel, as estilosas vers\u00f5es Old Flemish da Bacchus (uma natural e outras duas com adi\u00e7\u00e3o de frutas), sem r\u00f3tulo, mas embrulhadas manualmente uma a uma, e, recentemente, a <a href=\"\/web\/20150318100841\/https:\/\/www.google.com.br\/search?q=Passchendaele&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ei=6OH-VJijOsmdgwT2vICIAw&amp;ved=0CAgQ_AUoAg&amp;biw=1280&amp;bih=889\" target=\"_blank\">Passchendaele<\/a>, uma cerveja belga que tenta conquistar brit\u00e2nicos, que venceram uma batalha na regi\u00e3o em 1917, e hoje s\u00e3o um mercado bastante atrativo. J\u00e1 havia falado das cinco primeiras Kasteel. Abaixo voc\u00ea confere a impress\u00e3o que me causou a Kasteel Hoppy e outras quatro cervejas da Van Honsebrouck.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/bacchus3.jpg\" alt=\"bacchus3.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Bacchus Vlaams Oud Bruin (Flemish Old Brown na l\u00edngua inglesa) \u00e9 uma Red Ale t\u00edpica dos Flanders belgas, ou seja, uma uni\u00e3o de azedume (derivado da levedura), madeira (ela matura em velhos barris antes usados para vinho), vinho e do\u00e7ura melada (derivada tanto do malte tostado quanto do a\u00e7\u00facar adicionado). De colora\u00e7\u00e3o marrom com leve toque avermelhado e creme bege de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e baixa perman\u00eancia, a Bacchus Vlaams Oud Bruin apresenta as principais caracter\u00edsticas listadas do estilo com notas ac\u00e9ticas (azedume) em destaque mais leve sugest\u00e3o de vinho, baunilha e madeira completando a paleta arom\u00e1tica. Na boca, acidez e azedume d\u00e3o as m\u00e3os para provocar o bebedor, ainda que de maneira comportada, enquanto sugest\u00e3o de do\u00e7ura (baunilha) e de frutas vermelhas (pr\u00f3ximas a vinho) distrai elegantemente o paladar. O final \u00e9 suavemente azedo, ac\u00e9tico e amadeirado. No retrogosto, madeira e vinho. Uma del\u00edcia.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/bacchus2.jpg\" alt=\"bacchus2.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Bacchus Kriekenbier tem como base a Bacchus Oud Vlaams Bruin (Old Flemish Brown), com a diferen\u00e7a do acr\u00e9scimo de cereja (15% de seu total) e a\u00e7\u00facar durante a matura\u00e7\u00e3o em barris de carvalho. Sua colora\u00e7\u00e3o \u00e9 um hibrido entre o marrom da Old Flemish Brown e o vermelho tradicional da cereja, e seu creme, de boa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o, replica a colora\u00e7\u00e3o do liquido, com leve tend\u00eancia ao bege. No aroma, dom\u00ednio n\u00edtido e agrad\u00e1vel de frutas vermelhas (cereja) com leve percep\u00e7\u00e3o de acidez e azedume (derivados da levedura). Na boca, o perfil \u00e9 mais interessante do que no aroma, pois a do\u00e7ura frutada (cereja) enfrenta um leve e interessante azedume que tenta equilibrar o conjunto, bastante agrad\u00e1vel. Os 5.8% de \u00e1lcool (a mais alta gradua\u00e7\u00e3o das tr\u00eas irm\u00e3s) s\u00e3o impercept\u00edveis numa cerveja que finaliza com frutas vermelhas adocicadas, azedume comportado e leve remiss\u00e3o a Jerez. No retrogosto, delicioso, frutas vermelhas. \u00d3tima!<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/bacchus4.jpg\" alt=\"bacchus4.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fechando o trio da Bacchus, a Frambozenbier segue o mesmo m\u00e9todo de produ\u00e7\u00e3o da Kriek, ou seja, tamb\u00e9m tem como base a Bacchus Oud Vlaams Bruin (Old Flemish Brown) e adi\u00e7\u00e3o de 15% de fruta e a\u00e7\u00facar durante a matura\u00e7\u00e3o em barris de carvalho, no caso, framboesa. De colora\u00e7\u00e3o muito mais pr\u00f3xima do marrom do que do vermelho (ainda que existam feixes dos segundo) e creme bege de boa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o, Bacchus Frambozenbier exibe um aroma carregado de notas frutadas derivadas da framboesa, mas sem tanta do\u00e7ura e azedume quanto o exibido na vers\u00e3o com cereja. H\u00e1 ainda leve acidez num conjunto que sugere menos agressividade. Na boca, o que o aroma anuncia \u00e9 cumprido: do\u00e7ura frutada n\u00e3o excessiva e menos ataque ac\u00e9tico num conjunto agrad\u00e1vel que ainda traz suave amadeirado. O final junta framboesa, ac\u00e9tico e azedume de forma comportada enquanto o retrogosto destaca apenas a fruta. Muito boa.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/kasteel.jpg\" alt=\"kasteel.jpg\" \/><\/p>\n<p>Das seis cervejas da linha Kasteel (falei das outras cinco aqui), a Hoppy \u00e9 a mais nova (2013) e a menos alco\u00f3lica (6,5%). A ideia do pessoal de Ingelmunster foi criar uma Belgian IPA que atendesse aos clientes l\u00fapulo man\u00edacos, mas, mesmo com alegados 45 de IBU, a Kasteel Hoppy n\u00e3o atende as expectativas. De colora\u00e7\u00e3o dourada cristalina com creme branco de excelente forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta perman\u00eancia, a Kasteel Hoppy apresenta um aroma com leve sugest\u00e3o herbal (ervas) e floral al\u00e9m de percep\u00e7\u00e3o de acidez. Na boca, a do\u00e7ura de malte parece mais presente do que o amargor do l\u00fapulo belga, o que para uma IPA (mesmo belga) \u00e9 descredito. H\u00e1 suave percep\u00e7\u00e3o herbal no paladar (tanto grama quanto ervas), floral e do\u00e7ura de mel. O amargor \u00e9 percept\u00edvel, mas, bastante adaptado ao conjunto, n\u00e3o oferece combate, apenas equil\u00edbrio numa receita que termina ac\u00e9tica e herbal e oferece, no retrogosto, ervas e frescor.  Pouco.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pass.jpg\" alt=\"pass.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Produzida em 2014 visando marcar (para ningu\u00e9m se esque\u00e7a) os 100 anos do in\u00edcio da Primeira Guerra Mundial, e levando o nome de uma vila rural nos Flanders belgas (pr\u00f3xima de Gent e Poperinge) que viu 500 mil soldados morrer (entre brit\u00e2nicos, aliados e alem\u00e3es) entre julho e novembro de 1917, a Passchendaele \u00e9 uma receita de Belgian Ale que busca soar o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel do que os soldados bebiam durante a guerra. O r\u00f3tulo pede, ao abrir a garrafa, um minuto de sil\u00eancio pelos mortos. De colora\u00e7\u00e3o dourada cristalina e creme branco de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia, a Passchendaele apresenta um aroma picante e com notas florais, c\u00edtricas (ma\u00e7\u00e3 verde e lim\u00e3o suaves) e herbais (grama). H\u00e1, ainda, sugest\u00e3o de biscoito e leve azedinho. Na boca, um perfeito resumo do aroma: pic\u00e2ncia, condimenta\u00e7\u00e3o, herbal, floral e c\u00edtrico apresentados de forma suave numa cerveja que parece destinada ao mercado brit\u00e2nico (apenas 5.2%). O final \u00e9 refrescantemente suave (com c\u00edtrico, floral e herbal) enquanto o retrogosto traz biscoito, mel e suave herbal. Gostei.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/pass2.jpg\" alt=\"pass2.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7o<\/strong><br \/>\nA Bacchus Vlaams Oud Bruin \u00e9 a cerveja base das tr\u00eas irm\u00e3s, mas, diferente das vers\u00f5es com adi\u00e7\u00e3o de cereja e framboesa, \u00e9 mais ac\u00e9tica e azeda, ainda que traga consigo uma cativante sugest\u00e3o de madeira e vinho dos barris de segundo uso em que ela \u00e9 maturada. Ainda assim, este longe da aridez de uma Gueuze Lambic tradicional da Cantillon, e at\u00e9 por isso pode ser recomendada para curiosos que querem adentrar esse territ\u00f3rio apaixonante repleto de azedume e acidez: uma boa cerveja para iniciar desbravadores. A Bacchus Kriekenbier segue por outro caminho, frutado, adocicado e tamb\u00e9m cativante. H\u00e1 bastante presen\u00e7a de cereja encobrindo os 5.8% de \u00e1lcool, sem enjoar (a aridez da levedura trabalha com perfei\u00e7\u00e3o no equil\u00edbrio do conjunto). Acho \u00f3tima para dias quentes tanto como para acompanhar entradas leves ou sobremesas. Fechando o trio da Bacchus, a Frambozenbier sugere mais suavidade que a vers\u00e3o com cereja: a framboesa se destaca no conjunto, mas sem tanta do\u00e7ura e sem tanto combate de acidez. O resultado \u00e9 agrad\u00e1vel, ainda que a vers\u00e3o Kriek pare\u00e7a mais complexa. Das seis Kasteel que bebi, a Hoppy foi a \u00fanica que me decepcionou: falta presen\u00e7a de l\u00fapulo no conjunto, e isso \u00e9 inaceit\u00e1vel para uma cerveja que se promove como lupulada. Do jeito que ela est\u00e1 \u00e9 uma cerveja agrad\u00e1vel, equilibrada e saborosa, mas n\u00e3o entrega o que promete. E isso atrapalha. Fechando o quinteto da Van Honsebrouck com uma cerveja lev\u00edssima, gostosa e caprichada, que visa homenagear os soldados mortos na Batalha de Passchendaele. A receita soa como uma Pilsen Lager feita pelo modo belga: Belgian Ale. Refrescante, saborosa e de alto drinkability. \u00c9 uma proposta diferente da escola belga tradicional, mas \u00e9 bem interessante.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/kasteel2.jpg\" alt=\"kasteel2.jpg\" \/><\/p>\n<p>Bacchus Oud Vlaams Bruin<br \/>\n&#8211; Produto: Flanders Red Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4,5%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,41\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago em S\u00e3o Paulo:\u00a0 R$ 13 \u2013 375 ml<\/p>\n<p>Bacchus Kriekenbier<br \/>\n&#8211; Produto: Fruit Beer<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5,8%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,41\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago em S\u00e3o Paulo:\u00a0 R$ 14 \u2013 375 ml<\/p>\n<p>Bacchus Frambozenbier<br \/>\n&#8211; Produto: Fruit Beer<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,39\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago em S\u00e3o Paulo:\u00a0 R$ 15 \u2013 375 ml<\/p>\n<p>Kasteel Hoppy<br \/>\n&#8211; Produto: Belgian IPA<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 6,5%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,02\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago em S\u00e3o Paulo: R$ 12 \u2013 330 ml<\/p>\n<p>Passchendaele<br \/>\n&#8211; Produto: Belgian Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5,2%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,02\/5<br \/>\n&#8211; Pre\u00e7o pago em S\u00e3o Paulo: R$ 10 \u2013 500 ml<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/bacchus5.jpg\" alt=\"bacchus5.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n&#8211; Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa\nA Brouwerij Van Honsebrouck foi fundada em 1865 em Ingelmunster, uma cidadezinha de pouco mais de 10 mil habitantes nos Flanders Ocidentais da B\u00e9lgica (bem pr\u00f3xima da fronteira com a Fran\u00e7a).\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/03\/10\/boteco-brouwerij-van-honsebrouck-2\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[539],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36774"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36774"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36774\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":36775,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36774\/revisions\/36775"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36774"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36774"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36774"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}