{"id":36737,"date":"2015-04-29T10:11:16","date_gmt":"2015-04-29T13:11:16","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=36737"},"modified":"2017-04-02T23:14:15","modified_gmt":"2017-04-03T02:14:15","slug":"boteco-de-pocos-de-caldas-cinco-monjas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/04\/29\/boteco-de-pocos-de-caldas-cinco-monjas\/","title":{"rendered":"Boteco: de Po\u00e7os de Caldas, cinco Monjas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/monja1.jpg\" alt=\"monja1.jpg\" \/><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em mar\u00e7o de 2014, um casal querido de amigos se casou em Po\u00e7os de Caldas. Quando cheguei \u00e0 cidade, descobri que havia um cervejeiro caseiro elogiado batalhando pelo bord\u00e3o \u201cbeba menos, beba melhor\u201d. Mandei um email, n\u00e3o conseguimos nos falar, mas uns 10 meses depois ele me mandou cinco garrafas da cerveja artesanal Monja (<a href=\"http:\/\/cervejamonja.com\/\" target=\"_blank\">http:\/\/cervejamonja.com<\/a>), que me impressionaram por manter uma caracter\u00edstica bem pr\u00f3xima sem fugir do estilo proposto. \u201cCostumo dizer que o cervejeiro caseiro deve sempre deixar sua assinatura nas cervejas que faz\u201d, explica Ronan Carvalho, por email. \u201cE, por mais que fa\u00e7a diferentes estilos (mais de 30 estilos feitos, gra\u00e7as \u00e0 flexibilidade permitida ao cervejeiro caseiro artesanal), sempre deixo determinada caracter\u00edstica em todas elas que, para os que tomam as Monjas, sabem de sua origem mesmo em testes cegos. A assinatura vem de forma natural, da m\u00e3o do cervejeiro, n\u00e3o h\u00e1 como fugir\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/monja3.jpg\" alt=\"monja3.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ronan adentrou o universo das cervejas diferentes em setembro de 2009, presenteado por uma amiga, Em\u00edlia. \u201cForam uma Dubbel e uma Quadrupel da La Trappe e, logo a seguir, algumas da canadense Unibroue, em especial a Maudite, a Trois Pistoles e a Unibroue 15. Fiquei alucinado com tais cervejas e pensei comigo: Se isso existe, preciso pensar em como fazer algo ao menos parecido\u201d. A paix\u00e3o pelas cervejas foi t\u00e3o forte que tr\u00eas meses depois ele j\u00e1 estava produzindo suas pr\u00f3prias cervejas. \u201cComo primeiro cervejeiro caseiro de Po\u00e7os de Caldas, fiz as duas primeira levas de 35 litros (de t\u00e3o horr\u00edveis, foram ao ralo da pia) e depois mais de duas centenas de levas vindas de muitos e muitos estudos individuais sobre tudo relacionado ao tema cervejeiro. Lotes agora de 80 litros e tudo de forma bem artesanal, de fundo de garagem\u201d, ele conta.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"\/web\/20150501211942\/https:\/\/cervejamonja.files.wordpress.com\/2012\/01\/monja-menu51.png\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/monja2.jpg\" alt=\"monja2.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seis anos depois, Ronan Carvalho segue produzindo grandes receitas da Monja e organizando a Confraria Cervejeira de Po\u00e7os de Caldas, que, no dia 22\/05\/2015, chega a sua 16\u00aa edi\u00e7\u00e3o, com uma m\u00e9dia de 80 participantes. \u201cEles se re\u00fanem em diferentes locais para degustar e avaliar de sete a oito cervejas artesanais por encontro. Tamb\u00e9m, desde janeiro passado, temos o Clube do Cervejeiro Caseiro, quando, a cada tr\u00eas semanas, reunimo-nos para troca de conhecimentos e experi\u00eancias t\u00e9cnicas de processos cervejeiros objetivando termos uma cerveja de padr\u00e3o COQ &#8211; Caseira de \u00d3tima Qualidade\u201d, ele explica. Para Ronan, as cervejas Monja \u201cs\u00e3o cervejas artesanais em que o gosto do cervejeiro \u00e9 levado \u00e0s suas produ\u00e7\u00f5es, n\u00e3o se atendo \u00e0s espec\u00edficas peculiaridades dos estilos, geralmente extremas, de alto teor alco\u00f3lico, encorpadas\u201d. Abaixo, as cinco Monjas que experimentei.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/monja4.jpg\" alt=\"monja4.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira das cervejas Monja que abri foi a Ana Dubbel 27, uma Belgian Dubbel de colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada e creme bege de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta perman\u00eancia. No nariz, bastante do\u00e7ura (baunilha e caramelo), leve frutado (banana caramelizada), moderada pic\u00e2ncia e elegante sugest\u00e3o de \u00e1lcool, pr\u00f3xima de conhaque, mas sem ser agressiva (s\u00e3o 7%). Na boca, a textura \u00e9 sedosa e picante aquecendo a l\u00edngua com o \u00e1lcool. O primeiro toque traz r\u00e1pida do\u00e7ura frutada (banana caramelizada), logo depois encoberta por \u00e1lcool e acidez (a segunda n\u00e3o t\u00e3o comum no estilo) remetendo novamente a conhaque, mas deixando pelo caminho tra\u00e7os de baunilha, caramelo, ameixa e banana, que comp\u00f5e um conjunto bastante agrad\u00e1vel. O final \u00e9 caramelado, frutado e alco\u00f3lico. No retrogosto, caramelo, \u00e1lcool e rubor na face. Uma \u00f3tima Dubbel caseira!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/monja5.jpg\" alt=\"monja5.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Monja Captain Blood \u00e9 uma Weizenbock de 8% de gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica (seguindo o padr\u00e3o da nacional Eisenbahn Weizenbock e da alem\u00e3 Erdinger Pikantus). De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar escura (pr\u00f3xima do amarronzado) e creme bege de boa forma\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia, a Captain Blood apresenta um aroma frutado (banana caramelizada, castanhas e ameixa) e adocicado (caramelo, mel e baunilha) al\u00e9m de leve sugest\u00e3o de pr\u00f3polis (puxando para o herbal). Na boca, a textura \u00e9 melada e deliciosamente sedosa. No primeiro toque, h\u00e1 uma robusta do\u00e7ura frutada (ameixa e banana caramelizada) se sobrepondo ao \u00e1lcool, que est\u00e1 muito bem inserido num conjunto encorpado que se baseia em frutado (ameixa e banana), do\u00e7ura (chocolate e caramelo) e algo de pr\u00f3polis. O final \u00e9 frutado e caramelado enquanto o retrogosto se apoia em caramelo, banana e chocolate, com leve toque de pr\u00f3polis. Gostei mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/monja6.jpg\" alt=\"monja6.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A terceira \u00e9 a Monja Gab Bad Boy, uma English Barley Wine de 9.2% de gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar bastante escura com creme bege de boa forma\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia, a Gab Bad Boy apresenta um aroma que exibe bastante do\u00e7ura caramelada (com sugest\u00e3o, ainda, de baunilha e chocolate), frutas escuras (ameixas e nozes) e leve percep\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool, que aumenta conforme a cerveja aquece na ta\u00e7a. H\u00e1 algo l\u00e1ctico (o que faz sugerir que talvez exista aveia na receita) e uma leve e benvinda sugest\u00e3o de Jerez, t\u00edpica do estilo. Na boca, a textura \u00e9 um mix das duas anteriores: h\u00e1 um toque sedoso (quase licoroso) e calor picante de \u00e1lcool, que, muito bem inserido, n\u00e3o aparece tanto nem no aroma, nem no paladar, que se inicia com do\u00e7ura bastante frutada (caramelo e ameixa) e finaliza suavemente alco\u00f3lico, caramelado e frutado. No retrogosto, ameixa (bastante), caramelo e leve \u00e1lcool. Muito boa!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/monja7.jpg\" alt=\"monja7.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pr\u00f3xima \u00e9 a Monja Hell\u2019s Old Rotten Gate, uma Baltic Porter, estilo que surgiu da recria\u00e7\u00e3o do estilo brit\u00e2nico Porter pelos pa\u00edses b\u00e1lticos (Let\u00f3nia, Finl\u00e2ndia, Est\u00f3nia, Litu\u00e2nia, Pol\u00f3nia e R\u00fassia) no s\u00e9culo 18. A rigor, assim como a Russian Imperial Stout, \u00e9 uma vers\u00e3o mais robusta e alco\u00f3lica das cervejas brit\u00e2nicas. De colora\u00e7\u00e3o preta intensa e creme bege de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta perman\u00eancia (a melhor at\u00e9 agora!), a Monja Hell\u2019s Old Rotten Gate apresenta um aroma cativante, com bastante do\u00e7ura achocolatada (mais caramelo), sugest\u00e3o de frutas escuras (ameixa) e aveia al\u00e9m de caf\u00e9 (e nada dos 9.5% de \u00e1lcool, muito bem inseridos). Na boca, textura sedosa e picante. O primeiro toque, excelente, junta caf\u00e9, ameixa, leve toque achocolatado e suave percep\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool, num conjunto bastante equilibrado e agrad\u00e1vel. O final traz chocolate, caf\u00e9, ameixa e aveia. No retrogosto, leve cappuccino mais frutado. A preferida!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/monja8.jpg\" alt=\"monja8.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fechando o quinteto com a Monja Causa Mortis, uma Strong Scoth Ale de 9.5% praticamente impercept\u00edveis. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar amarronzada com creme bege de baixa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o (t\u00edpico do estilo), a Monja Causa Mortis apresenta um aroma bastante caramelado, com do\u00e7ura aparente (a\u00e7\u00facar mascavo), toffee e tamb\u00e9m leve toque frutado (ameixa e uva passa). Na boca, textura sedosa, e basta segurar o l\u00edquido sobre a l\u00edngua para sentir a pancada de \u00e1lcool, muito bem inserida no conjunto (a tal ponto de passar impercept\u00edvel no aroma e no paladar). O primeiro toque traz do\u00e7ura caramelada para, na sequencia, se abrir em sugest\u00e3o frutada com suave percep\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool (sensa\u00e7\u00e3o que aumenta conforme a cerveja aquece) e uma leve sugest\u00e3o de torra, que tamb\u00e9m pode ser defumado (algo bem-vindo no estilo). O final \u00e9 caramelado e frutado. No retrogosto, caramelo, ameixa e leve defumado picante. Surpreende.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/monja9.jpg\" alt=\"monja9.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7o<\/strong><br \/>\nNa conversa por email, o mestre cervejeiro Ronan contou que prefere \u201cos estilos extremos, de alto teor, encorpados, licorosos, maltados, mais voltados \u00e0 escola belga e brit\u00e2nica e alguns da alem\u00e3, que s\u00e3o os que mais produzo\u201d. Comecei pela Ana Dubbel 27, uma bela Dubbel que parece ter mais \u00e1lcool do que os 7% que o r\u00f3tulo avisa. O perfil arom\u00e1tico \u00e9 bem interessante (do\u00e7ura, frutado e um elegante toque de \u00e1lcool) enquanto o paladar soa um pouco mais agressivo, mas ainda bem saboroso. A Monja Captain Blood, por sua vez, traz impress\u00f5es pr\u00f3ximas da Ana Dubbel 27, mas sem o condimentado arisco proposto pela levedura belga. Em compara\u00e7\u00e3o com a benchmarking do estilo, Erdinger Pikantus, falta um pouco de picante, mas o conjunto, saboroso, se garante por si s\u00f3, com bastante do\u00e7ura e frutado (e 8% de \u00e1lcool impercept\u00edveis) numa excelente recria\u00e7\u00e3o. Terceira da fila, a Monja Gab Bad Boy \u00e9 uma English Barley Wine que cresce bastante na ta\u00e7a. No come\u00e7o, a minha sensa\u00e7\u00e3o foi de que faltava profundidade ao conjunto, mas no decorrer do esvaziar da garrafa, o perfil evoluiu bastante, afinal \u00e9 uma cerveja que se aprofunda conforme a cerveja aquece. A Monja Hell\u2019s Old Rotten Gate impressionou desde o come\u00e7o: da excelente forma\u00e7\u00e3o de creme passando pela \u00f3tima distribui\u00e7\u00e3o arom\u00e1tica ao paladar equilibrado, esta Monja \u00e9 um grande acerto, em todos os quesitos. Fechando o quinteto da casa, a Causa Mortis \u00e9 uma Strong Scoth Ale marota, que chega de forma suave e vai liberando aromas e sabores excelentes conforme a garrafa alcan\u00e7a o tempo correto de servi\u00e7o. A sensa\u00e7\u00e3o pessoal \u00e9 de que essas cinco cervejas s\u00e3o bastante pr\u00f3ximas, e um bebedor incauto poderia at\u00e9 confundi-las, mas o destaque mora nos detalhes, e \u00e9 l\u00e1 que Ronan surpreende, executando muito bem suas receitas, sem o exagero que muitas vezes demarca cada estilo. Outro detalhe importante \u00e9 que suas cervejas se abrem como uma flor quando servidas acima da temperatura tradicional de servi\u00e7o: no come\u00e7o, ainda resfriadas, elas soam muito pr\u00f3ximas, parecidas, mas conforme se aquecem e se aproximam da temperatura ideal, tomam o rumo adequado do estilo e se transformam em \u00f3timas cervejas. Que venham mais!<\/p>\n<p>Monja Ana Dubbel 27<br \/>\n&#8211; Estilo: Belgian Dubbel<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 7%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,13\/5<\/p>\n<p>Monja Captain Blood<br \/>\n&#8211; Estilo: Weizenbock<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,21\/5<\/p>\n<p>Monja Gab Bad Boy<br \/>\n&#8211; Estilo: English Barley Wine<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 9,2%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,17\/5<\/p>\n<p>Monja Hell\u2019s Old Rotten Gate<br \/>\n&#8211; Estilo: Baltic Porter<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4,8%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,30\/5<\/p>\n<p>Monja Causa Mortis<br \/>\n&#8211; Estilo: Strong Scoth Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4,8%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,26\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/monja10.jpg\" alt=\"monja10.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n&#8211; Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\u201cCostumo dizer que o cervejeiro caseiro deve sempre deixar sua assinatura nas cervejas que faz\u201d, explica Ronan Carvalho, por email\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/04\/29\/boteco-de-pocos-de-caldas-cinco-monjas\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[1544],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36737"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36737"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36737\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42425,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36737\/revisions\/42425"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36737"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36737"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36737"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}