{"id":36706,"date":"2016-02-01T08:27:46","date_gmt":"2016-02-01T11:27:46","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=36706"},"modified":"2016-03-08T11:10:38","modified_gmt":"2016-03-08T14:10:38","slug":"boteco-10-cervejas-da-tupiniquim","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/02\/01\/boteco-10-cervejas-da-tupiniquim\/","title":{"rendered":"Boteco: 10 cervejas da Tupiniquim"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim1.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Minha d\u00e9cima segunda Tupiniquim (sem contar cinco da linha Evil Twin Brazil), a Tirana Sour \u00e9 mais uma brasileira enveredando no territ\u00f3rio das azedas (a casa j\u00e1 produz dois exemplares da Ich Bin Ein Berliner, da linha da dinamarquesa Evil Twin), e aqui os ga\u00fachos surpreendem. De colora\u00e7\u00e3o ambar clara acobreada com creme branco de baixa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o, a Tupiniquim Tirana Sour apresenta um aroma (delicioso e) t\u00edpico de Sour Ale, com sugest\u00e3o de frutas c\u00edtricas (ma\u00e7\u00e3 verde), leve anis e percep\u00e7\u00e3o de azedume e acidez. Na boca, a textura \u00e9 naturalmente frisante. O primeiro toque traz r\u00e1pida do\u00e7ura maltada seguida de frutado c\u00edtrico e, ent\u00e3o, uma porrada de acidez e azedume, que muita gente ir\u00e1 confundir com amargor (que praticamente inexiste nessa cerveja). Dai em diante, uma cerveja arisca, pero no mucho: h\u00e1 acidez e azedume, mas tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel perceber caramelo e c\u00edtrico, o que deixa o conjunto mais interessante. O final \u00e9 azedinho e ac\u00e9tico. No retrogosto, uma baita refrescancia. Bela!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim2.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Integrante de um projeto em que a Tupiniquim convidou tr\u00eas personalidades para elaborarem receitas especiais, a Tupiniquim Completely Wicked 3C Saison leva assinatura de Pete Slosberg, que come\u00e7ou a fazer cerveja nos Estados Unidos em 1986, e abriu uma f\u00e1brica de chocolate artesanal em 2002. O 3C diz respeito aos ingredientes adicionados: polpa de Cacau, polpa de Cupua\u00e7u e Cacau nibs. De colora\u00e7\u00e3o amarelo turvo com creme branco de baixa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o, a Completely Wicked 3C Saison apresenta um aroma t\u00edmido, com percep\u00e7\u00e3o suave de cacau (chocolate), cupua\u00e7u e acidez. Na boca, a textura \u00e9 frisante. O primeiro toque traz acidez forte e c\u00edtrico suave. No meio do caminho, o cupua\u00e7u aparece, mas nem sinal da polpa de cacau. O amargor \u00e9 baixo, mas a acidez \u00e9 intensa numa cerveja que mant\u00e9m certa aridez do estilo, mas n\u00e3o consegue criar uma caracter\u00edstica marcante. No final, c\u00edtrico e acidez. No retrogosto, adstring\u00eancia, c\u00edtrico, suave cupua\u00e7u e caramelo. Boa, mas poderia ser melhor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim3.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda integrante do projeto \u00e9 uma Citrus Bomb IPA, uma Double IPA desenvolvida em parceria com Nathan Smith, homebrewer da regi\u00e3o de S\u00e3o Francisco, nos EUA, desde 1998. \u00c9 uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar acobreada e creme branco de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o. No nariz, como \u00e9 de esperar, brilha a lupulagem distribuindo deliciosas notas c\u00edtricas (laranja, grapefruit, maracuj\u00e1) e herbais (grama) sobre uma leve base de malte. Na boca, a textura \u00e9 cremosa, quase licorosa, com leve pic\u00e2ncia (de \u00e1lcool e l\u00fapulo). O primeiro toque traz frutado c\u00edtrico que, aos poucos, vai se transformando em amargor, potente, mas bem distante dos 80 IBUs adiantados pela cervejaria (50 est\u00e1 de bom tamanho). Os 7.8%b de gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica est\u00e3o muito bem inseridos em um conjunto que remete levemente a excelente Backer Tommy Gun, com mais c\u00edtrico e herbal e menos do\u00e7ura. O final \u00e9 amarguinho com toque c\u00edtrico. J\u00e1 o retrogosto oferece amargor (amarrando a boca), herbal e c\u00edtrico. Simples, mas muito boa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim4.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fechando o trio do projeto de convidados com a Tupiniquim Saaz, que levou assinatura do mestre cervejeiro Leonardo Botto, que decidiu fazer uma Bohemian Pilsener atolada de l\u00fapulo Saaz e, infelizmente, apresentando gushing. De colora\u00e7\u00e3o ambar caramelada bonita e creme levamente bege de boa forma\u00e7\u00e3o e longa reten\u00e7\u00e3o, a Tupiniquim Saaz apresenta uma aroma com deliciosas notas c\u00edtricas (laranja lima, tangerina, grapefruit) combinando a perfei\u00e7\u00e3o com a base maltada, que oferece caramelo e biscoito. A textura \u00e9 cremosa e levemente picante. O primeiro toque oferece c\u00edtrico intenso (grapefruit) seguindo de do\u00e7ura caramelada e amargor convincente. Dai pra frente, um conjunto que remete mais a uma American Pale Ale (c\u00edtrica) do que a uma Bohemian Pilsener maltada. O final \u00e9 amargo, c\u00edtrico e levemente azedo. No retrogosto, caramelo, toffee, grapefruit e biscoito. Gostosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim5.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lan\u00e7ada em setembro de 2015, a Tupiniquim Tchin Tchin \u00e9 uma colaborativa dos ga\u00fachos com a turma da Dama Bier, de Piracicaba, interior de S\u00e3o Paulo, que prepararam uma receita de Belgian Strong Ale com dry-hopping do l\u00fapulo norte-americano Azzaca. De colora\u00e7\u00e3o dourada translucida com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta perman\u00eancia, a Tupiniquim Tchin Tchin apresenta um aroma levemente c\u00edtrico (abacaxi e uva verde) com leve percep\u00e7\u00e3o picante mais trigo e biscoito. Na boca, a textura \u00e9 suavemente frisante. No primeiro toque, do\u00e7ura c\u00edtrica (remetendo levemente a vinho branco) seguida de um amargor bastante suave, num conjunto que consegue distrair o bebedor a respeito dos 9% de \u00e1lcool enquanto lhe oferece frutas c\u00edtricas (os mesmos abacaxi e uva verde do aroma), trigo e base bem discreta de caramelo. O final \u00e9 seco e c\u00edtrico. No retrogosto, vinho branco. Muito boa!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim6.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Tupiniquim Funky &amp; Sour \u00e9 uma Sour Ale que leva tr\u00eas tipos de levedura selvagens, incluindo a belga Brett mais levedura de champagne. De colora\u00e7\u00e3o amarela turva meio alaranjada com creme branco de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o, a Tupiniquim Funky &amp; Sour apresenta um aroma deliciosamente completo: a primeira coisa que surge para mim s\u00e3o notas azedas seguidas na mesma toada por frutado c\u00edtrico e doce (cupua\u00e7u, p\u00eassego, laranja passada e lichia), leve mofo, feno molhado e condimenta\u00e7\u00e3o. Na boca, textura levemente frisante. O primeiro toque traz acidez frutada que remete a cupua\u00e7u enquanto o azedume aumente e se transforma no que alguns v\u00e3o achar ser amargor (mas \u00e9 s\u00f3 acidez acentuada mesmo). Dai pra frente, uma pitada de sal, a tradicional sugest\u00e3o de ro\u00e7a derivada da Brett, frutado e do\u00e7ura caramelada bem discreta na base. O final \u00e9 azedinho. No retrogosto, acidez suave, c\u00edtrico e mais cupua\u00e7u. \u00d3tima!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim7.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Primeira receita a chegar ao mercado do casal Eduardo e Gabriela, respons\u00e1veis pela cervejaria artesanal IndHed, aqui produzida pela Tupiniquim, a IndHed American Pale Ale utiliza maltes belgas e l\u00fapulos norte-americanos alcan\u00e7ando uma colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada com creme levemente bege de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o. No nariz, a IndHed American Pale Ale apresenta um aroma bastante maltade, com sugest\u00e3o de caramelo, cereais e leve herbal. H\u00e1, ainda, um interessante toque terroso. Na boca, textura cremosa com leve picancia met\u00e1lica. O primeiro toque, caramelo seguido de amargor m\u00e9dio, mas marcante, abrindo o caminho para um conjunto que tenta equilibrar do\u00e7ura e amargor, mas o que chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 a pegada terrosa, atrapalhada por uma leve intromiss\u00e3o met\u00e1lica. O final \u00e9 suavemente amargo. No retrogosto, herbal, amargor e terroso. Interessante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim8.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nova aposta dos ga\u00fachos, a Tupiniquim Weiss Maracuj\u00e1 surge em garrafa de 600 ml trazendo uma receita que busca recriar a tradi\u00e7\u00e3o b\u00e1vara com um toque tropical atrav\u00e9s da adi\u00e7\u00e3o de polpa de maracuj\u00e1. De colora\u00e7\u00e3o dourada com leve turbidez e creme branco de alta forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta perman\u00eancia, a Tupiniquim Weiss Maracuj\u00e1 apresenta um aroma intenso de&#8230; maracuj\u00e1, que se sobrep\u00f5e ao tradicional frutado de banana, inexistente na receita (deixando at\u00e9 d\u00favidas se a casa utiliza levedura de Weiss na receita) e domina sozinha as aten\u00e7\u00f5es. Na boca, a textura cremosa e levemente frisante. O primeiro toque traz, claro, maracuj\u00e1 seguido de leve azedume e amargor comportado. Dai pra frente, uma cerveja de maracuj\u00e1 com acenos de trigo, leve azedume (de maracuj\u00e1) e muita refrescancia. O final \u00e9 refrescante e c\u00edtrico. No retrogosto, refrescancia e maracuj\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim9.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lan\u00e7ada em novembro de 2014, a Loucura de Baco \u00e9 uma colaborativa da Tupiniquim com os paulistanos da Noturna e da Serra de Tr\u00eas Pontas, que em 2015 formariam a Dogma. A receita pensada foi a de uma Barley Wine defumada. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar alaranjada turva e creme bege de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e longa reten\u00e7\u00e3o, a Loucura de Baco exibe um aroma em que do\u00e7ura caramelada de malte, a\u00e7\u00facar mascavo e defumado suave (mas facilmente percept\u00edvel) s\u00e3o os grandes destaques. Na boca, textura sedosa e picante (de \u00e1lcool). O primeiro toque traz r\u00e1pido caramelado atropelado por defumado e amargor alco\u00f3lico e potente (s\u00e3o 9.5% e 80 IBU), que arrasta tudo que v\u00ea pela frente deixando pelo caminho defumado, tostado, do\u00e7ura alco\u00f3lica, toffee, frutado e mais amargor. O final \u00e9 come\u00e7a doce e vai ficando meio amargo. O retrogosto oferece calor alco\u00f3lico, defumado, caramelo e felicidade. Uma bela cerveja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim10.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lan\u00e7ada em abril de 2015, a Monjolo Floresta Negra \u00e9 uma vers\u00e3o da Monjolo Imperial Porter com adi\u00e7\u00e3o de dose extra de cacau e favas de baunilha mais polpa de framboesa. De colora\u00e7\u00e3o preta com leve marrom nas bordas (e um sutil vermelho) e creme bege espesso de excelente forma\u00e7\u00e3o e alta reten\u00e7\u00e3o, a Monjolo Floresta Negra destaca no aroma a baunilha, que surge a frente de um conjunto que ainda traz chocolate amargo, frutas vermelhas sutis e percep\u00e7\u00e3o de pimenta e \u00e1lcool. Na boca, textura quase licorosa com \u00e1lcool evidente e picante. O primeiro toque traz chocolate amargo seguido de frutas vermelhas suave carameladas em \u00e1lcool, que cumpre a fun\u00e7\u00e3o de amargor acrescentando, ainda, acidez (provavelmente da framboesa) num conjunto mais interessante do que o da Monjolo Imperial Porter (agressivamente alco\u00f3lica), mas, ainda, um tiquinho desequilibrado. O que importa: lembra sim bolo Floresta Negra, mas atolado em \u00e1lcool. O final \u00e9 doce, \u00e1cido e alco\u00f3lico. No retrogosto, bolo Floresta Negra e estrelas \ud83d\ude00<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7o<\/strong><br \/>\nCome\u00e7ando com o p\u00e9 direito com a Tirana Sour, uma Sour Ale dign\u00edssima, que tem a manha de melhorar o que j\u00e1 era bom na Ich Bin Ein Berliner, tamb\u00e9m produzida pela casa. A saber: acidez, azedume, c\u00edtrico e salgado dominam o conjunto, provocante e refrescante. V\u00e1 com f\u00e9. J\u00e1 a Tupiniquim Completely Wicked 3C Saison soa interessante, mas n\u00e3o cumpre a expectativa. \u00c9 boa, mas poderia ser melhor. Sem contar que ela leva um baile da Dogma Panopticon Times, uma Saison matadora com Caja-Manga, que consegue valorizar a fruta sem comprometer o estilo. A Citrus Bomb IPA me lembrou bastante a Backer Tommy Gun, uma das preferidas do ano aqui em casa, ou seja, \u00e9 uma baita Double IPA (com custo benef\u00edcio n\u00e3o t\u00e3o quanto a mineira). A Tupiniquim Saaz n\u00e3o come\u00e7ou com o p\u00e9 direito, oferecendo gushing, mas o bom conjunto merece ser conhecido. Subindo alguns degraus, a Tchin Tchin \u00e9 uma boa surpresa, que parece ter como inspira\u00e7\u00e3o a Tripel Karmeliet, e consegue criar algo novo e interessante, com bastante c\u00edtrico e pouca percep\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool. J\u00e1 a IndHed \u00e9 uma American Pale Ale com maltes belgas que parece pedir mais ajustes na receita. Do jeito que est\u00e1 desce de forma agrad\u00e1vel, mas ela pode ser melhor explorada na receita. A Tupiniquim Weiss Maracuj\u00e1 parece um suco de maracuj\u00e1 com cerveja e lembra bastante as alem\u00e3s da linha Radler (e isso \u00e9 um elogio). Melhor receita da casa, com direito a podium ao lado das maravilhosas Polimango e Lost in Translation IPA Brett, a Loucura de Baco \u00e9 mais um exemplo do que a Tupiniquim consegue render quando algu\u00e9m de fora assina a receita. Sensacional. Fechando a pendenga, a Monjolo Floresta Negra consegue amaciar a agressividade da Monjolo Imperial Porter alcan\u00e7ando um resultado que cumpre o que o nome promete, ou seja, \u00e9 um bolo Floresta Negra alco\u00f3lico. Vale experimentar!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tupiniquim Tirana Sour<br \/>\n&#8211; Estilo: American Wild Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,39\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Completely Wicked 3C Saison<br \/>\n&#8211; Estilo: Saison<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4,5%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,15\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Citrus Bomb IPA<br \/>\n&#8211; Estilo: Double IPA<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 7,8%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,38\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Saaz<br \/>\n&#8211; Estilo: Bohemian Pilsener<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,35\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Tchin Tchin<br \/>\n&#8211; Estilo: Belgian Strong Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 9%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,61\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Funky &amp; Sour<br \/>\n&#8211; Estilo: Sour Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4,5%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,51\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim IndHed<br \/>\n&#8211; Estilo: American Pale Ale<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5%<br \/>\n&#8211; Nota: 2,85\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Weiss Maracuj\u00e1<br \/>\n&#8211; Estilo: Weiss<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5%<br \/>\n&#8211; Nota: 2,85\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Loucura de Baco<br \/>\n&#8211; Estilo: Smoked Barley Wine<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 9,5%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,89\/5<\/p>\n<p>Tupiniquim Monjolo Floresta Negra<br \/>\n&#8211; Estilo: Imperial Porter<br \/>\n&#8211; Nacionalidade: Brasil<br \/>\n&#8211; Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 10%<br \/>\n&#8211; Nota: 3,77\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-36707\" title=\"tupiniquim11\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim11.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"338\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim11.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim11-150x84.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tupiniquim11-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n&#8211; Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Leia sobre outras cervejas da Tupiniquim (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/tupiniquim\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa\nUma sequencia com 10 cervejas da premiada cervejaria ga\u00facha, de boas Sour Ale at\u00e9 uma bel\u00edssima Smoked Barley Wine\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/02\/01\/boteco-10-cervejas-da-tupiniquim\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[356],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36706"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36706"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36706\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37377,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36706\/revisions\/37377"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36706"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36706"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36706"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}