{"id":35915,"date":"2015-12-17T10:39:24","date_gmt":"2015-12-17T13:39:24","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=35915"},"modified":"2016-02-29T17:29:44","modified_gmt":"2016-02-29T20:29:44","slug":"leonardo-panco-fala-de-superficies","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/12\/17\/leonardo-panco-fala-de-superficies\/","title":{"rendered":"Leonardo Pan\u00e7o fala de &#8220;Superf\u00edcies&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-37136\" title=\"leonardo_panco\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/leonardo_panco.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"630\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/leonardo_panco.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/leonardo_panco-119x150.jpg 119w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/leonardo_panco-238x300.jpg 238w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #333333;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">por Marcelo Costa<\/span><\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leonardo Pan\u00e7o n\u00e3o para. Ap\u00f3s deixar a Jason em 2010, ele ficou meses sem pegar na guitarra (\u201cSempre que tentava n\u00e3o tinha prazer\u201d), mas quando voltou a tocar, riffs foram surgindo e, com eles, can\u00e7\u00f5es. E livros. Depois de estrear solo em 2014 com o \u00f3timo \u201cTempos\u201d (dispon\u00edvel para audi\u00e7\u00e3o online e <a href=\"http:\/\/leonardopanco.bandcamp.com\/\" target=\"_blank\">download gratuito aqui<\/a>), Pan\u00e7o retorna com \u201cSuperf\u00edcies\u201d, um projeto multim\u00eddia que une literatura, fotografia e m\u00fasica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As fotos nasceram de uma viajar para o exterior em 2012, quando Pan\u00e7o come\u00e7ou a fotografar \u201cfotos de parede, ch\u00e3o, toalha, mesa, teto, superf\u00edcies em geral\u201d. Os pequenos contos surgiram tamb\u00e9m nessa viagem. E as can\u00e7\u00f5es instrumentais (15 m\u00fasicos participaram das grava\u00e7\u00f5es) que acompanham o livro, funcionando como uma trilha sonora, s\u00e3o de v\u00e1rias fases: \u201cTem m\u00fasicas que existem h\u00e1 15 anos, acho\u201d, ele conta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSuperf\u00edcies\u201d foca em um personagem que, em grande parte do tempo, exprime sua inadequa\u00e7\u00e3o no mundo. Ele gosta de usar camisas de bandas, mas n\u00e3o gosta de chamar a aten\u00e7\u00e3o por isso. Ele tira o casaco quando todos colocam. Pensa num futuro que n\u00e3o aconteceu e, em certo momento, conta: \u201cSempre ou\u00e7a as hist\u00f3rias, mas elas acontecem com outros\u201d. Aqui, por\u00e9m, \u00e9 a sua vers\u00e3o. \u201cLembrei, ou inventei, n\u00e3o tenho certeza\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta conversa, Leonardo Pan\u00e7o conta como surgiu a ideia para o livro\/disco \u201cSuperf\u00edcies\u201d (que pode ser adquirido diretamente <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leonardo.panco.9\" target=\"_blank\">com ele via Facebook<\/a> ou no e-mail leonardopanco@gmail.com), fala sobre os recentes lan\u00e7amentos em fita K7 (\u201cFicam lindas\u201d) de seu selo, o Tamborete, e tamb\u00e9m os planos futuros, que incluem uma poss\u00edvel tour de escritores m\u00fasicos, com Jair Naves. Papo bom. Fala, Pan\u00e7o!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/29ayqfT_GPM\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/29ayqfT_GPM\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea est\u00e1 lan\u00e7ando agora o livro &#8220;Superf\u00edcies&#8221;, que \u00e9 um projeto multim\u00eddia. Como voc\u00ea o define? Qual era a ideia quando voc\u00ea come\u00e7ou a escrev\u00ea-lo?<\/strong><br \/>\nEu acabo chamando de livro, mas \u00e9 um disco e livro ao mesmo tempo, n\u00e9. Tudo partiu do come\u00e7o de 2012 quando estava de f\u00e9rias no estrangeiro, pela primeira vez na Europa de bobeira e com algum dinheiro. As outras quatro vezes foram tocando ou escrevendo com 5 reais por dia pra viver. Mesmo. A\u00ed uma amiga pediu fotos da viagem e eu n\u00e3o queria tirar. P\u00f5e no Google, o Big Ben t\u00e1 lind\u00e3o, mais do que o que eu tiraria. A\u00ed veio a ideia de tirar fotos de parede, ch\u00e3o, toalha, mesa, teto, superf\u00edcies em geral. Fui fotografando por prazer, meu olho j\u00e1 se guiava autom\u00e1tico. J\u00e1 estava viajando h\u00e1 umas tr\u00eas semanas e n\u00e3o tinha escrito nada, os bloquinhos tudo vazios. E um dia, andando de trem, surgiram frases, umas viagens. Tinha algumas horas sem nada pra fazer, sem beber, sem sair, s\u00f3 ali parado vendo a paisagem, a chuva. A\u00ed os textos come\u00e7aram nesse dia. Veio o nome por causa das fotos tamb\u00e9m, quando eu vi que tinha uma unidade. \u201cSuperf\u00edcies\u201d. Continuei fotografando e escrevendo no Brasil, gravei o primeiro disco, e antes mesmo de ele sair, comecei o novo. Tem m\u00fasicas que existem h\u00e1 15 anos, acho. Mas estavam em grava\u00e7\u00f5es horr\u00edveis, fora de rota\u00e7\u00e3o, eu n\u00e3o sabia mais tocar muitas coisas. Por mais de 10 anos procurei a pessoa que pudesse me ajudar a decifrar e s\u00f3 no ano passado consegui achar. Renato Ribeiro, ex-Gigante Animal, que toca com o Jair Naves. Com ele veio (Thiago) Babalu, tamb\u00e9m do Gigante (e da banda do Jair Naves). E a\u00ed fui (fazendo) por 1 ano e meio, depois de SP com eles, aqui no RJ com o Renato Rocha, do Detonautas, amigo desde os anos 80. V\u00e1rias e v\u00e1rias segundas-feiras (\u00fanico dia vazio na agenda dele) no quartinho da casa dele pirando nos pianos, mandolins, cordas, teclado New Order, glockenspiel&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A literatura est\u00e1 cada vez mais presente em sua obra: quantos livros j\u00e1 s\u00e3o?<\/strong><br \/>\nEsse \u00e9 o quarto. Em 2005 lancei o \u201cJason, 2001 uma Odisseia na Europa\u201d, sobre a nossa tour louca por 13 pa\u00edses, 80 dias numa van e 62 shows. Muitas hist\u00f3rias, uma quase morte por afogamento, cervejas, reten\u00e7\u00f5es em fronteiras, squats, v\u00e1rias moedas, mil coisas. Em 2008 saiu o \u201cCaras Dessa Idade J\u00e1 N\u00e3o Leem Manuais\u201d. Queria muito n\u00e3o falar de rock, assim como agora no \u201cSuperf\u00edcies\u201d, e durante 90 dias que passei na Alemanha, muitos desses dias sozinho e sem dinheiro (uma longa hist\u00f3ria), escrevi quase que 100% do livro l\u00e1. Ali\u00e1s esses dois foram escritos assim, durante as viagens. Em 2011 saiu o \u201cEsporro\u201d, que estava em andamento desde 97, um longo parto. Nele est\u00e3o hist\u00f3rias do underground do RJ, das loucuras das bandas aqui em 93\/94.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-37137\" title=\"leonardo_panco1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/leonardo_panco1.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que te inspira na literatura? O que te faz ter vontade de escrever um livro?<\/strong><br \/>\nGosto muito de contar hist\u00f3rias, acho que parte da\u00ed. Nos \u00faltimos tempos tenho escrito muito com met\u00e1foras, mais viajante. Ainda preciso escrever de um modo que n\u00e3o achem que \u00e9 tudo sobre minha vida. Ainda vai acontecer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Isso \u00e9 sempre uma quest\u00e3o complicada para escritores e letristas, mas vale a pergunta: n\u00e3o \u00e9 tudo sobre a sua vida?<\/strong><br \/>\nAcaba que grande parte \u00e9 inspirada na pr\u00f3pria vida do cara que escreve, mas tamb\u00e9m em coisas que ele v\u00ea, ouve, interpreta. E pode ouvir tr\u00eas, quatro coisas e juntar em uma s\u00f3. Coisas que aconteceram em dois diferentes podem virar uma \u00fanica grande hist\u00f3ria&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea tem uma trajet\u00f3ria bastante ligada a um rock\u2019n roll mais sujo, barulhento, e embora isso j\u00e1 tenha come\u00e7ado a mudar na sua estreia solo, \u201cTempos\u201d, o &#8220;Superf\u00edcies&#8221; surpreende porque traz umas texturas ainda mais diferentes. A m\u00fasica \u201cZukauskas\u2019, por exemplo, tem viola caipira! Qual foi a ideia para essa \u201ctrilha sonora\u201d? Quem te ajudou nesse processo?<\/strong><br \/>\nAcho que surpreende pra quem n\u00e3o me conhece porque ou\u00e7o muita coisa e gosto de muita coisa. O que aconteceu foi que j\u00e1 era pra ter feito um disco diferente h\u00e1 muito tempo, mas n\u00e3o tinha tempo nem as pessoas certas. Estava muito preso a uma parte do Jason de produ\u00e7\u00e3o executiva, marcar tour, show, entrevista, fazer os CDs pela Tamborete, pouco art\u00edstico, n\u00e9. Quando sa\u00ed da banda, minha cabe\u00e7a ficou sem todas essas coisas e passei a pensar mais em tocar, escrever, sem a neurose de antes de querer que o mundo ou\u00e7a e leia. Perguntaram: \u201cu\u00e9, mas j\u00e1 outro disco?\u201d Sim, e por que n\u00e3o, n\u00e9? Pra que esperar. Mas eu amo teclados New Order, Information Society, Depeche Mode, muita coisa diferente. \u201cZukauskas\u201d \u00e9 o \u00faltimo nome do Renato Ribeiro, o guitarrista. Dei esse nome exatamente porque acho que de todas as m\u00fasicas do disco, foi essa a que mais ficou diferente por causa de um m\u00fasico que n\u00e3o eu. Ele pegou a viola caipira e gravou em SP, eu estava no RJ, e me mandou. E ficou lindo demais, n\u00e9. Foi ideia dele. Novamente tem muita gente no disco, corro o risco de esquecer algu\u00e9m, mas vejamos: Bateria tem Babalu, guitarras eu e os Renatos. Fernando do Rats no banjo e trompete, Kayo Iglesias fez glockenspiel e synth, eu toquei escaleta em algumas faixas, mandolim, glockenspiel tamb\u00e9m. No baixo \u00e9 que tem uma galera: Flock, Velhote, Melvin, Findans, David. Quem ficou de fora?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-37138\" title=\"leonardo_panco2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/leonardo_panco2.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"600\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/leonardo_panco2.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/leonardo_panco2-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/leonardo_panco2-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tem uma galera nas guitarras: Martin numa faixa, o Gabriel Muzak em outra, Jesse de Oliveira e Leonardo Cuccatti&#8230;  o que me leva a outra pergunta: quando conversamos sobre o \u201cTempos\u201d, voc\u00ea havia dito que seguia \u201csem vontade de tocar ao vivo sim\u201d, que montar uma banda era complicado. O palco j\u00e1 n\u00e3o tem seduz mais?<\/strong><br \/>\nSegue tudo igual. N\u00e3o tenho tempo e paci\u00eancia pra parte de sair de casa no fim de semana, pegar quatro bus para um ensaio, n\u00e3o tenho como pagar os m\u00fasicos, os ensaios, etc. Acho que se for pra gastar, melhor fazer um disco novo. N\u00e3o digo que n\u00e3o farei nunca, mas acho que precisa de uma estrutura que n\u00e3o tenho.  Quero muito fazer esses programas de Youtube, umas sessions que voc\u00ea faz duas, tr\u00eas faixas, isso eu faria. Tipo o Converse Rubber Tracks. E outra coisa que eu faria seria tocar sozinho ou com outra pessoa para ler partes do livro, tipo uma tour que fiz em 2008, do segundo livro. Ali\u00e1s, propus isso pro Jair Naves, quando ele lan\u00e7ar o livro dele, da gente sair junto. Vamos ver. Mas com banda, cinco, seis m\u00fasicos, precisa de um dinheiro que n\u00e3o existe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Al\u00e9m do livro, voc\u00ea est\u00e1 lan\u00e7ando dois discos em fita k7: \u201cOdeia Eu\u201d, do Jason; e o \u201cTempos\u201d, seu disco solo. Como surgiu a ideia de apostar no formato?<\/strong><br \/>\nQuando vi que estavam lan\u00e7ando (K7) de novo, fui ver como e onde fazer e achei a Nathalia, da Fita Preta, l\u00e1 em Buenos Aires, e descobri que no Brasil n\u00e3o faz mais, n\u00e9. (Mas) Ficam lindas. Foi uma maneira que achei de ter novos lan\u00e7amentos pela Tamborete investindo pouco, j\u00e1 que a tiragem \u00e9 pequena. Adoraria fazer LPs, mas ainda n\u00e3o achei uma banda pra apostar junto. Ia fazer um do Jason h\u00e1 uns anos, mas por n quest\u00f5es n\u00e3o saiu. E acabei usando o dinheiro pros meus pr\u00f3prios discos e livros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>H\u00e1 quantas anda a Tamborete? Quais os pr\u00f3ximos passos?<\/strong><br \/>\nA Tamborete j\u00e1 vai devagar h\u00e1 alguns anos, n\u00e3o tenho mais o pique de antes. Mas ano passado saiu meu disco, agora o \u201cSuperf\u00edcies\u201d, os dois k7s, as camisas da Ive Seixas, refiz algumas camisas para o cat\u00e1logo tamb\u00e9m. Em breve sai o DVD dos Abreus de forma digital e, pelo menos, mais dois novos lan\u00e7amentos em K7, um deles j\u00e1 acertado, que \u00e9 o disco do Derrota, de Americana-SP. Tem tantos lan\u00e7amentos que d\u00e1 pra fazer em K7, n\u00e9. Por ora \u00e9 seguir promovendo n\u00e3o s\u00f3 o \u201cSuperf\u00edcies\u201d, mas os outros livros e o primeiro disco, ainda \u00e9 tudo muito recente. As pessoas ainda n\u00e3o ouviram.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/uBqMxcKkUfU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/uBqMxcKkUfU\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/5EGeAie4KVs\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/5EGeAie4KVs\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&#8211; Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\">Calmantes com Champagne<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; \u201cTempos&#8221; reflete um pouco o monte de coisas diferentes que eu ou\u00e7o\u201d, Pan\u00e7o (2015) (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/01\/09\/tres-perguntas-leonardo-panco\/\" target=\"_self\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cGostaria n\u00e3o de ser uma mega corpora\u00e7\u00e3o, mas de crescer um pouco\u201d, Pan\u00e7o (2005) (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/leonardopanco_papo.htm\" target=\"_self\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Marco Antonio Bart: \u201cExiste o rrrrrrrrrroque carioca e existe o ROCK carioca\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/02\/15\/livro-esporro-leonardo-panco\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/musica\/\">MAIS SOBRE M\u00daSICA, ENTREVISTAS E REVIEWS NO SCREAM &amp; YELL<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa\nPan\u00e7o est\u00e1 de volta, agora com um projeto multim\u00eddia que junta fotografia, m\u00fasica e livro, isso sem contar as fitas K7&#8230;\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/12\/17\/leonardo-panco-fala-de-superficies\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35915"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35915"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35915\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":35918,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35915\/revisions\/35918"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35915"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35915"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35915"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}