{"id":35698,"date":"2015-12-02T17:29:52","date_gmt":"2015-12-02T19:29:52","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=35698"},"modified":"2020-11-09T00:23:40","modified_gmt":"2020-11-09T03:23:40","slug":"entrevista-la-carne-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/12\/02\/entrevista-la-carne-2015\/","title":{"rendered":"Entrevista: La Carne (2015)"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-35699\" title=\"lacarne_by_oswaldocorneti\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lacarne_by_oswaldocorneti.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"374\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lacarne_by_oswaldocorneti.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lacarne_by_oswaldocorneti-150x93.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/lacarne_by_oswaldocorneti-300x187.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u201cEngra\u00e7ado perceber que todas as pessoas com quem o [vocalista] Linari e eu tocamos hoje n\u00e3o t\u00eam banda. Pararam de tocar. Continuamos a tocar porque gostamos de som, mesmo. (&#8230;) Antes, quando a gente conversava com algu\u00e9m, uma pergunta era fatal: \u2018e se a banda der certo, voc\u00eas v\u00e3o deixar de trabalhar?\u2019. Meu, quantas vezes eu ouvi isso! P\u00f4, se n\u00e3o tivesse dado certo, o La Carne n\u00e3o tinha m\u00fasica e nem CD gravado. N\u00e3o teria durado tanto tempo. Mas para essas pessoas, o \u2018dar certo\u2019 \u00e9 ser empregado de gravadora e receber todo m\u00eas. E isso est\u00e1 acabando. Felizmente\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Palavras de Jorge Jord\u00e3o, guitarrista do La Carne, impressas no livro \u201cDesconhece o Rumo, Mas Se Vai\u201d (2006), trabalho de conclus\u00e3o do curso de Jornalismo de Fernando Lalli (hoje o homem por tr\u00e1s do nome The September Guests). Estamos em 2015 e elas seguem v\u00e1lidas: a banda de Osasco completa 20 anos de atividade. Nos mais recentes deles, n\u00e3o houve um m\u00eas sem que fizessem ao menos um show, e agora acabam de lan\u00e7ar \u201cVolume 5\u201d, disco assim intitulado \u201cporque n\u00e3o \u00e9 qualquer banda que aguenta tanto tempo na estrada e lan\u00e7a cinco discos\u201d, segundo o baixista Carlos Remontti.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa vontade de seguir em frente, t\u00e3o empedernida quanto apaixonada, transparece na sonoridade do lan\u00e7amento mais recente. Ou melhor, sempre transpareceu, mas agora est\u00e1 mais n\u00edtida. \u201cVolume 5\u201d \u00e9 um disco alto, veloz, \u201cnervoso\u201d e, certamente, \u00e9 o registro de est\u00fadio que \u00e9 mais fiel ao que acontece nos palcos \u2013 decididamente o ambiente em que o La Carne derruba queixos, arregala olhos e vence resist\u00eancias. Pode se alegar que o \u00e1lbum de estreia, o impec\u00e1vel (e indispens\u00e1vel) \u201cLa Carne\u201d (1997), soava melhor, j\u00e1 que tinha uma sonoridade mais assimil\u00e1vel. Mas neste \u201cVolume 5\u201d escuta-se, com peso e volume antes inauditos, o baixo \u00e0 frente conduzindo a can\u00e7\u00e3o para o ataque da guitarra sem pedais, das batidas quebradas e cheias de contratempos de Jos\u00e9 Ronconi, da voz rasgada e aguda de Linari.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os f\u00e3s de longa data (e a banda tem um s\u00e9quito fiel) t\u00eam apre\u00e7o especial pelas letras. O universo po\u00e9tico do La Carne se alterna entre se engalfinhar na vida como um boxeador em clinch e aceitar a pr\u00f3pria contrariedade com prazer e como for\u00e7a motriz. J\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais um imagin\u00e1rio t\u00e3o sinistro quanto nos discos anteriores \u2013 parece, de fato, que alguns dem\u00f4nios est\u00e3o sob controle. E h\u00e1 mais humor, como em alguns versos de \u201cLuz Vermelha\u201d e \u201cEterna Repeti\u00e7\u00e3o\u201d \u2013 ali\u00e1s, a primeira reza que \u201co que a gente n\u00e3o pode mudar \/a gente avacalha e \u00e9 total\u201d. Quando recebeu o pedido de entrevista para falar desse disco, a banda aceitou, pedindo apenas que as respostas fossem creditadas coletivamente. Assim, entenda a conversa abaixo como um di\u00e1logo com quatro cabe\u00e7as pensantes, e que n\u00e3o s\u00e3o muito afeitas a respostas curtas nem a racioc\u00ednios pregui\u00e7osos.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"100%\" height=\"500\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?url=https%3A\/\/api.soundcloud.com\/playlists\/138589167&amp;color=ff5500&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false\"><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ao ouvir \u201cVolume 5\u201d fica evidente a diferen\u00e7a na qualidade sonora: nunca um disco de voc\u00eas teve um som t\u00e3o &#8220;real&#8221;, com a velocidade e o peso da banda. O que rolou: mais experi\u00eancia, mais grana, mudan\u00e7a de ares, amea\u00e7aram o [produtor] Ronaldo Rossato (rs)?<\/strong><br \/>\nO Ronaldo \u00e9 um velho chapa nosso, desde os tempos de col\u00e9gio em Osasco.  Ele gravou dois CDs do La Carne \u2013 o \u201cBom Dia, Barb\u00e1rie\u201d (2002) e o \u201cDesconhece o Rumo Mas se Vai\u201d (2003). Na \u00e9poca, ele estava aprendendo a produzir e a pilotar a mesa, usar ProTools, e toda parafern\u00e1lia do seu est\u00fadio. E n\u00f3s tamb\u00e9m est\u00e1vamos aprendendo: no caso, aprendendo a ser uma banda. Viv\u00edamos outros tempos \u2013 n\u00f3s e ele. Claro que todos n\u00f3s ganhamos experi\u00eancia, ao longo do tempo. E, olha, respeitamos sua opini\u00e3o, mas tem o seguinte: n\u00e3o achamos que o \u201cLC5\u201d tem \u201cmais qualidade\u201d que os outros, como voc\u00ea diz. Todos os nossos trampos anteriores \u201cfotografaram\/registraram\u201d o momento que a gente estava vivendo, o que a gente estava pensando ou escutando na \u00e9poca, o que a gente estava querendo na \u00e9poca, ou sei l\u00e1&#8230; Gostamos de todos eles justamente por causa disso. Fizemos o que estava ao nosso alcance fazer, dentro das nossas limita\u00e7\u00f5es, em cada um dos discos. Por relaxo ou pregui\u00e7a, ou pelos dois, nunca procuramos um produtor pra nos dizer \u201co que fazer\u201d. O que sempre prevaleceu \u00e9 a vontade de tocarmos juntos.  \u00c9 isso. Ningu\u00e9m aqui \u00e9 virtuose. Nem almeja o \u201cmegaestrelato\u201d. S\u00f3 queremos estar juntos. Esse neg\u00f3cio de \u201cqualidade sonora\u201d vai da cabe\u00e7a de cada um, velho. Veja o \u201cBom Dia, Barb\u00e1rie\u201d, por exemplo: \u00e9 um disco tosco, cru, cheio de atropelos \u2013 gravamos em tr\u00eas dias! Mas tem gente que gosta dele, vai entender&#8230; O Jair Naves (que \u00e9 um artista que admiramos h\u00e1 tempos) disse numa entrevista que adora esse disco. O [dramaturgo Mario] Bortolotto usou a m\u00fasica-tema na trilha do filme \u201cNossa Vida N\u00e3o Cabe num Opala\u201d. O Mateus Novaes, do Krias de Kafka, tamb\u00e9m diz que prefere o \u201cBom Dia, Barb\u00e1rie\u201d por ele ser mais \u201cgarranch\u00e3o\u201d.  Quer dizer, como se mede essa tal \u201cqualidade\u201d? \u00c9 pelo \u201cmercado\u201d? Moda? Pensa r\u00e1pido: Beatles ou Pistols? C\u00f3lera ou Paralamas? Dimmu Borgui ou Marduk?  C\u00ea v\u00ea, fi? \u00c9 muita treta&#8230; Certa vez, um pi\u00e1 ouviu \u201cGranada\u201d, e comentou com um brother nosso, em tom sarc\u00e1stico: \u201cNossa, que legal a m\u00fasica! Quanto ser\u00e1 que eles pagaram por esses timbres?\u201d Rapaz, n\u00e3o d\u00e1 para saber se \u00e9 para dar risada ou chorar diante dum coment\u00e1rio desses!  \u00d3 o racioc\u00ednio do cara&#8230; P\u00f4, se n\u00e3o gosta de n\u00f3s tudo bem, direito dele. Agora, insinuar que \u00e9 uma quest\u00e3o de grana, \u201cficou bom porque foi caro\u201d, \u00e9 de uma pobreza de espirito que s\u00f3 d\u00e1 pra lamentar. \u00c9 aquele ditado de v\u00f3: \u201cOnde falta p\u00e3o, todos brigam, e ningu\u00e9m tem raz\u00e3o\u201d. O rock brasileiro anda meio assim, ultimamente&#8230; Por outro lado, tem o seguinte: a entrada do Z\u00e9 Ronconi na bateria foi muito importante pro \u201c5\u201d ter sa\u00eddo do jeito que saiu. Al\u00e9m de grande m\u00fasico, o Z\u00e9 \u00e9 um cara muito legal, tranquilo, descomplicado. Acho que a chegada dele deu uma oxigenada nas ideias, criou uma harmonia nova, bem bacana, entre todos n\u00f3s. Certamente, isso est\u00e1 refletido no disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tamb\u00e9m \u00e9 o disco em que a influ\u00eancia do p\u00f3s-punk est\u00e1 mais evidente. N\u00e3o c\u00f3pia, nem pl\u00e1gio, nada disso. Mas d\u00e1 para sacar, principalmente em &#8220;Di\u00f3genes de Oz&#8221;, estruturas e sonoridades que est\u00e3o bem pr\u00f3ximas da forma\u00e7\u00e3o musical de voc\u00eas.  Como pintou essa &#8220;revisitada \u00e0s ra\u00edzes&#8221;?<\/strong><br \/>\n\u00c9 que quando fomos pra Curitiba, tocamos com a banda Munay Xamanismo, tomamos uns ayahuascas, da\u00ed voltamos \u00e0s nossas ra\u00edzes, ao \u00fatero do rock osasquense, uma imensa vagina c\u00f3smica&#8230; (risos) P\u00f4, sacanagem essa pergunta! Mas vamo l\u00e1: h\u00e1 20 anos a gente faz m\u00fasica do mesmo jeito: em jam sessions, nos ensaios, em \u201cla horita\u201d&#8230; Ningu\u00e9m traz nada pronto de casa. A gente sempre trabalhou assim. O Linari vai cantando \/ improvisando, a gente vai tocando \/ improvisando, e assim a gente vai tentando achar algo que desemboque numa can\u00e7\u00e3o. M\u00e9todo intuitivo. Tem dia que n\u00e3o sai porra nenhuma, nada que preste. Mas tem dia que a coisa vira \u2013 e a\u00ed, tu ganha o dia!  O Jorge guarda na casa dele quase todas as nossas grava\u00e7\u00f5es de ensaio. S\u00e3o horas e horas, n\u00eago! Ent\u00e3o, n\u00e3o d\u00e1 pra  racionalizar muito o lance. N\u00e3o d\u00e1 pra planejar previamente uma sonoridade x ou y, entende? \u00c9 tentativa e erro, assim vai. As boas e m\u00e1s influ\u00eancias. P\u00f3s-punk, soul, MPB, grunge&#8230; t\u00e1 tudo ali.  Mas tem uma coisa: \u201cDi\u00f3genes de Oz\u201d foi a primeira m\u00fasica que compusemos junto com o Z\u00e9. Talvez isso queira dizer alguma coisa, n\u00e3o?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>H\u00e1 muitos anos voc\u00eas colocam as can\u00e7\u00f5es de voc\u00eas para download gratuito (os quatro discos anteriores est\u00e3o liberados no <a href=\"http:\/\/www.lacarne.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.lacarne.com.br<\/a>). Agora tem esse lance que nem baixar o pessoal baixa mais: ouve nos servi\u00e7os de streaming, os Spotify da vida. Ent\u00e3o a primeira pergunta \u00e9: voc\u00eas v\u00e3o continuar oferecendo as m\u00fasicas para quem quiser baixar de gra\u00e7a? E a segunda: esse jeito que as pessoas t\u00eam hoje de ouvir m\u00fasica, t\u00e3o diferente de como era quando voc\u00eas come\u00e7aram a fazer m\u00fasica, influencia de alguma maneira na forma como os discos e as can\u00e7\u00f5es s\u00e3o feitas?<\/strong><br \/>\nQuando t\u00ednhamos repertorio pra gravar o \u201c5\u201d, conversamos muito sobre isso. Tinha uns mano que dizia: \u201cP\u00f4, gravar CD? Que coisa mais antiga, meu! Ultrapassada etc e tal\u201d. Conversamos com muitos amigos sobre isso. Mas conclu\u00edmos o seguinte: pra n\u00f3s, \u00e9 uma quest\u00e3o geracional, cara. Como voc\u00ea diz, quando come\u00e7amos a fazer nossas m\u00fasicas, nossa inspira\u00e7\u00e3o eram os LPs e CDs das bandas que fizeram nossa cabe\u00e7a, de maneira que n\u00e3o teria muito sentido a gente seguir outro padr\u00e3o s\u00f3 pra pagar de moderninho. Mas estamos aprendendo muitos truques novos (streaming, Spotify, essas novas \u201cprataforma\u201d), e tal e coisa. O disco vai estar ali, sim. Hoje em dia, os nossos filhos, e tamb\u00e9m os f\u00e3s mais jovens, nos ensinam muitas coisas, nos d\u00e3o conselhos muito \u00fateis&#8230; E sobre o download gratuito: vai rolar, mas ainda vai levar um tempinho. Por ora vamos vender em shows para levantar uma grana e pagar as contas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A quem a raiva de &#8220;Am\u00e9rica&#8221; \u00e9 direcionada? Tem muitos alvos ali&#8230;<\/strong><br \/>\nLinari mandou essa: \u201cquerido L\u00e9o, \u2018Anger is an energy!\u2019. E mais: as carapu\u00e7as s\u00e3o de todos os tamanhos: P, M, G, e at\u00e9 GG, como n\u00e3o? Afinal, com exce\u00e7\u00e3o do Eduardo Cunha, ningu\u00e9m \u00e9 um po\u00e7o de virtudes. Nem voc\u00ea. Muito menos n\u00f3s. \u00c9 ou n\u00e3o \u00e9? Ningu\u00e9m t\u00e1 imune ao filhadaputismo institucional&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Aproveitando que estamos falando dessa can\u00e7\u00e3o: como andam os &#8220;roqueiros adolescentes de Latinam\u00e9rica&#8221;? Quem \u00e9, na opini\u00e3o de voc\u00eas, a molecada que vai dar aquela sacudida necess\u00e1ria para a bunda-molice perder a predomin\u00e2ncia?<\/strong><br \/>\nRock\u2019n\u2019roll \u00e9 uma linguagem universal. J\u00e1 faz parte da cultura. Ningu\u00e9m precisa \u2018salvar o rock\u2019, porque ele sempre existir\u00e1. Temos encontrado bandas incr\u00edveis tocando por a\u00ed \u2013 mesmo sem apoio ou cobertura de imprensa. Se atualmente predomina a \u201cbunda-molice\u201d, como voc\u00ea diz, \u00e9 porque vivemos tempos dif\u00edceis, baby&#8230; O Brasil t\u00e1 uma bosta, o mundo t\u00e1 uma bosta, todos se segurando como podem&#8230; Mas acho que \u00e9 nessas horas que o rock se faz necess\u00e1rio, em tempos assim \u00e9 que ele se reinventa, renasce das cinzas. Como diz aquela m\u00fasica do Relesp\u00fablica, \u201cos garotos s\u00e3o espertos\u201d.  Quem viver, ver\u00e1<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>20 anos, o quinto disco saindo, todos \u00e0s pr\u00f3prias custas. \u00c9 justo pegar um dos bord\u00f5es do disco e perguntar: aonde isso vai dar? E n\u00e3o venham com esse papo de &#8220;desconhece o rumo mas se vai&#8221;. (risos)<\/strong><br \/>\nSei l\u00e1. \u201cDeixa acontecer\u201d&#8230; (risos)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/yXWlTIqvd6M\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/yXWlTIqvd6M\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>&#8211; Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a>) no Scream &amp; Yell.<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Entrevisata: La Carne (2005): &#8220;O nosso p\u00fablico cativo \u00e9 de 4 ou 5 pessoas! (risos)&#8221; (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/lacarne.htm\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\">leia<\/a>)<br \/>\n&#8211; O \u00e1lbum &#8220;Granada&#8221;, do La Carne, supera at\u00e9 o mesmo o disco de estr\u00e9ia da banda (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/01\/14\/granada-do-la-carne\/\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\">leia<\/a>)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/musica\/\">MAIS SOBRE M\u00daSICA, ENTREVISTAS E REVIEWS NO SCREAM &amp; YELL<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Leonardo Vinhas\n\u201cVolume 5\u201d \u00e9 um disco alto, veloz, \u201cnervoso\u201d e, certamente, \u00e9 o registro de est\u00fadio que \u00e9 mais fiel ao que acontece nos palcos \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/12\/02\/entrevista-la-carne-2015\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35698"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35698"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35698\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58274,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35698\/revisions\/58274"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35698"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35698"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35698"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}