{"id":35114,"date":"2015-11-09T23:12:27","date_gmt":"2015-11-10T01:12:27","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=35114"},"modified":"2020-11-09T00:23:22","modified_gmt":"2020-11-09T03:23:22","slug":"entrevista-cristiante-ferronato","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/11\/09\/entrevista-cristiante-ferronato\/","title":{"rendered":"Entrevista: Cristiane Ferronato"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-35115\" title=\"meninascantoras\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/meninascantoras.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/meninascantoras.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/meninascantoras-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para quem n\u00e3o est\u00e1 habituado ao universo da m\u00fasica erudita, a simples men\u00e7\u00e3o da palavra \u201ccoral\u201d tende a provocar bocejos. A primeira imagem que vem a mente s\u00e3o apresenta\u00e7\u00f5es natalinas condescendentes, bem afinadas, mas sem nenhuma inspira\u00e7\u00e3o musical ou intensidade pessoal. Claro, o p\u00fablico que \u00e9 consumidor frequente desse tipo de m\u00fasica tem recursos para diferenciar o insosso do inspirado, mas o \u201cleigo\u201d tem raz\u00f5es para entediar-se, visto que costuma ser exposto ao que h\u00e1 de mais comum e ma\u00e7ante na \u00e1rea, j\u00e1 que, como em muitos estilos musicais, nem sempre a produ\u00e7\u00e3o mais relevante \u00e9 a mais acess\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso \u00e9 perfeitamente compreens\u00edvel que o nome <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/MeninasCantorasDeNovaPetropolis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Meninas Cantoras de Nova Petr\u00f3poli<\/a><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/MeninasCantorasDeNovaPetropolis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">s<\/a> provoque resist\u00eancia ao convite de escutar sua m\u00fasica. Por\u00e9m, o salto de confian\u00e7a vale a pena. Acompanhadas de um trio instrumental, as jovens cantoras desfilam um repert\u00f3rio que vai de can\u00e7\u00f5es s\u00e9rvias a Tulipa Ruiz com uma unidade not\u00e1vel. Uma apresenta\u00e7\u00e3o ao vivo do numeroso combo (s\u00e3o 27 meninas atualmente) pode deixar muita gente de queixo ca\u00eddo \u2013 como aconteceu com muitos na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/04\/27\/festival-brasileiro-de-musica-de-rua-2015\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Festival Brasileiro de M\u00fasica de Rua<\/a>, em Caxias do Sul. As causas para isso podem ser uma can\u00e7\u00e3o folcl\u00f3rica espanhola como \u201cLas Panaderas\u201d, a insuspeita releitura quase kraut rock de \u201cCada Voz\u201d, de Tulipa Ruiz, uma arrepiante recria\u00e7\u00e3o de \u201cJorge da Capad\u00f3cia\u201d, de Jorge Ben, ou outra das muitas surpresas do repert\u00f3rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fundado em 1999 no pequeno munic\u00edpio da Serra Ga\u00facha famoso por seu turismo de inverno e sua heran\u00e7a alem\u00e3, o grupo \u00e9 mantido pela Associa\u00e7\u00e3o Cultural de Nova Petr\u00f3polis. Como tem fun\u00e7\u00e3o educacional, a forma\u00e7\u00e3o do grupo muda com frequ\u00eancia, para que novas garotas tenham possibilidade de desenvolver suas habilidades no projeto. No processo de recria\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es alheias, \u00e9 not\u00e1vel a maneira como a banda \u2013 Alexandre Fritzen (piano e teclado), Ezequiel Duarte (baixo, viol\u00e3o e guitarra) e Jo\u00e3o Viegas (bateria e percuss\u00e3o) \u2013 cuida para que os arranjos n\u00e3o soem como pop travestido de empulha\u00e7\u00e3o erudita. H\u00e1 um conceito musical evidente, que evidentemente valoriza as vozes, mas coloca-as a servi\u00e7o de uma identidade musical pr\u00f3pria,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cristiane Ferronato, regente das MCNP desde 2010, \u00e9 uma das principais respons\u00e1veis por essa conquista. Ela, que tamb\u00e9m \u00e9 professora na Licenciatura de M\u00fasica na UCS (Universidade de Caxias do Sul) e diretora de outros projetos musicais, vem trabalhando com o objetivo de estabelecer uma personalidade musical para as Meninas Cantoras. Por isso, o Scream &amp; Yell conversou com ela para conhecer mais detalhes do processo de cria\u00e7\u00e3o e desenvolvimento das pe\u00e7as interpretadas pelo grupo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/swjiVC9TGDo\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/swjiVC9TGDo\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando se v\u00ea o nome &#8220;Meninas Cantoras&#8221;, a leitura inicial \u00e9 pensar em um coral mais erudito, e de certa forma mais conservador e um tanto aborrecido. Mas o trabalho \u00e9 bem mais amplo do que apenas afinar um grupo de jovens para fazer um &#8220;repert\u00f3rio ecl\u00e9tico&#8221;. Ent\u00e3o queria que voc\u00ea me explicasse um pouco sobre como se d\u00e1 a escolha dos temas e, principalmente, a elabora\u00e7\u00e3o dos arranjos para eles.<\/strong><br \/>\nPois \u00e9! Originalmente esse coro foi criado tendo como modelo o trabalho de grupos tradicionais, como o quase xar\u00e1 Meninas Cantoras de Petr\u00f3polis, do Rio de Janeiro, bem como outros grupos de estilo mais \u201ccomportado\u201d e de conceito est\u00e9tico mais militaresco ou midi\u00e1tico. N\u00e3o era mesmo um grupo original, por isso entendo teu questionamento com o nome, que \u00e9 fruto desse \u201cpadr\u00e3o\u201d. O nome n\u00e3o mudou nesses 16 anos de hist\u00f3ria, mas o conceito do trabalho sim. O que sempre se manteve praticamente igual foi a qualidade na interpreta\u00e7\u00e3o do repert\u00f3rio e a proje\u00e7\u00e3o que essa qualidade deu ao grupo e \u00e0 cidade de Nova Petr\u00f3polis. Desde meu in\u00edcio deixei claro \u00e0s cantoras que n\u00e3o far\u00edamos nada brega em nosso repert\u00f3rio ou nas cenas para as eventuais coreografias que criamos. Virou um jarg\u00e3o, at\u00e9. Ao trabalharmos com crian\u00e7as e adolescentes, estamos instigando a forma\u00e7\u00e3o de opini\u00e3o e de gosto. E creio que gosto se discute sempre, pois ele \u00e9 fruto das experi\u00eancias que vivenciamos ou deixamos de vivenciar pelo caminho. Com isso em mente fui selecionando temas que achava pertinentes para as idades das meninas e para as suas caracter\u00edsticas vocais. Por\u00e9m, tamb\u00e9m pensando em recolorir as possibilidades est\u00e9ticas delas, dando mais pitadas de m\u00fasica popular brasileira com suingue ali para o povo que tem ascend\u00eancia alem\u00e3, mas que \u00e9 profundamente brasileiro, e trabalhando mais junto \u00e0 banda que acompanha as meninas no sentido de potencializar os timbres e originalidade dos arranjos instrumentais. Assim, a escolha dos temas musicais vai desde a necessidade t\u00e9cnica vocal de cada elenco de cantoras (que muda ano a ano), at\u00e9 a concep\u00e7\u00e3o de uma colora\u00e7\u00e3o musical que resulte interessante no todo. Evito pasteurizar o repert\u00f3rio sempre com mesmos timbres e nuances parecidos. Acho bacana mesclar din\u00e2micas, andamentos, colora\u00e7\u00f5es, est\u00e9ticas, l\u00ednguas, estilos&#8230; e acho fundamental deixar o corpo presente, potencializar as individualidades de cada cantora ao inv\u00e9s de uniformiz\u00e1-las como se todas fossem iguais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que pesou na sua decis\u00e3o de assumir o projeto das Meninas Cantoras?<\/strong><br \/>\nPrimeiramente o carinho enorme que eu j\u00e1 tinha pelo grupo desde quando era plateia, e por ser amiga da regente que me antecedeu junto a elas, a Agnes Schmeling. Sempre era um deleite assistir as meninas e estar com elas. Ter a oportunidade de reg\u00ea-las, desenvolver projetos, repert\u00f3rio, espet\u00e1culos, concertos e eventos foi extremamente prazeroso e at\u00e9 hoje. S\u00e3o pessoas muito dispon\u00edveis, musicais, engajadas e talentosas. E como n\u00e3o consigo trabalhar sem amor, tamb\u00e9m devo dizer que tenho muito amor por essas meninas e por esse trabalho. Me sinto emocionalmente muito conectada com as cantoras, e isso \u00e0s vezes \u00e9 um perigo. Porque \u00e9 t\u00e3o do\u00eddo dizer adeus quando elas v\u00e3o embora&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Imagino que muitas das m\u00fasicas e est\u00e9ticas que voc\u00eas apresentam para as meninas sejam novas para elas. Como elas respondem a essas novidades?<\/strong><br \/>\nNo in\u00edcio, acho que fui um pouco revolucion\u00e1ria. N\u00e3o propondo a queima dos suti\u00e3s na pra\u00e7a, hehe&#8230; Mas propondo de cara um espet\u00e1culo que \u201cdescomportasse\u201d um pouco o grupo j\u00e1 bastante certinho e comportado pela vida&#8230; Que desmontasse um pouco a excessiva autocr\u00edtica. Ent\u00e3o propus o Entre Elas, um espet\u00e1culo sobre as mulheres na m\u00fasica e os potenciais femininos que vinham dali. Simone de Beauvoir estava conosco o tempo inteiro nessa jornada, muito antes do ENEM de 2015 (risos). O espet\u00e1culo foi um divisor de \u00e1guas pelo repert\u00f3rio e conceito propostos, principalmente por seu cunho ideol\u00f3gico. Cant\u00e1vamos Mercedes Sosa e Janis Joplin, Edith Piaf e C\u00e1ssia Eller, Chiquinha Gonzaga e Madonna. O coro das meninas usava cal\u00e7as pela primeira vez! Iniciava-se ali a consolida\u00e7\u00e3o de uma nova identidade: a de um coro contempor\u00e2neo, muito al\u00e9m da proposta tradicional onde nasceu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E a troca \u00e9 m\u00fatua? Ou seja, acontece de elas tamb\u00e9m abastecerem voc\u00ea e a banda com informa\u00e7\u00f5es novas, com coisas que mudam as perspectivas de voc\u00eas sobre a m\u00fasica?<\/strong><br \/>\nEu me nutro o tempo inteiro da energia dos grupos com quem trabalho. N\u00e3o consigo criar se n\u00e3o houver esse engajamento energ\u00e9tico, essa troca. Procuro sempre ouvir as cantoras, escutar seus anseios e desejos de forma a realizar um ideal musical\/art\u00edstico mas essencialmente deix\u00e1-las contentes com o que est\u00e3o produzindo, mesmo sabendo ser dif\u00edcil contentar a tudo e a todos num trabalho sempre composto por tanta gente e tantas opini\u00f5es, idades e maturidades divergentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Qual \u00e9 o prop\u00f3sito final de um trabalho desse porte? \u00c9 formar artistas? Chamar aten\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o cultural da regi\u00e3o? Consolidar MCNP como um grupo, uma marca?<\/strong><br \/>\nAi, que dif\u00edcil&#8230; Mas acho que sim, formar artistas, ou no m\u00ednimo, pessoas mais conscientes de si e com possibilidades mais ampliadas de vis\u00e3o sobre si e sua atua\u00e7\u00e3o no mundo \u00e9 um bom objetivo, para pensar de forma bem did\u00e1tica. J\u00e1 ouvi meninas relatando que a pr\u00e1tica coral era pra elas como uma \u201cilha\u201d em meio \u00e0 aliena\u00e7\u00e3o da pequena cidade&#8230; Uma ilha de descobertas e possibilidades de intera\u00e7\u00e3o com o outro, consigo, com a arte de forma mais profunda e intensa. Muitas meninas passam um bom tempo na fase da cris\u00e1lida, sabe? E v\u00e3o se abrindo ano ap\u00f3s ano, m\u00fasica ap\u00f3s m\u00fasica, espet\u00e1culo ap\u00f3s espet\u00e1culo. \u00c9 muito legal acompanhar esse processo de cada uma. Quase sempre trabalhei em cidades de interior. Ali parece que essas pr\u00e1ticas musicais mais sofisticadas tornam-se ainda mais pungentes no processo de transforma\u00e7\u00e3o do\/a cantor\/a pela car\u00eancia de refer\u00eancias de trabalhos de grupos bacanas. E sim, chamar a aten\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o local vem muito bem. \u00c9 bacana ver grupos fazendo trabalhos consistentes e que n\u00e3o s\u00e3o pertencentes \u00e0s grandes capitais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como o pr\u00f3prio nome diz, o projeto forma cantoras, n\u00e3o instrumentistas (ainda que a voz seja um grande instrumento, claro).  Mas a banda \u00e9 essencial na proposta musical. Voc\u00eas pensaram em ampliar e incluir forma\u00e7\u00e3o instrumental no projeto? Existe chance disso acontecer?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o temos essa inten\u00e7\u00e3o de ampliar. Primeiro porque estamos muito bem servidos com o trio instrumental que atua junto ao grupo: s\u00e3o m\u00fasicos profissionais, vers\u00e1teis, eficientes e dispon\u00edveis ao trabalho, que colaboram com ideias tamb\u00e9m. Conseguimos variar timbres com relativa facilidade e assim dinamizar a execu\u00e7\u00e3o do repert\u00f3rio. N\u00e3o vejo como poderia ser melhor do que j\u00e1 \u00e9 com frente ao grupo. Mas momentos de interl\u00fadios instrumentais junto \u00e0 pr\u00e1tica vocal, estes sim, sempre poder\u00e3o surgir. O que pode acontecer tamb\u00e9m \u00e9 termos convites para cantar junto a orquestras ou outros grupos instrumentais. Da\u00ed vamos e fazemos pontualmente. Nesse ano mesmo faremos a abertura do natal em Nova Petr\u00f3polis junto \u00e0 Orquestra de Sopros de l\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/KPx3iprqvn4\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/KPx3iprqvn4\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/yMyFsSXVUZk\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/yMyFsSXVUZk\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/SFXkKuNOKI8\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/SFXkKuNOKI8\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>&#8211; Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a>) no Scream &amp; Yell.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/musica\/\">MAIS SOBRE M\u00daSICA, ENTREVISTAS E REVIEWS NO SCREAM &amp; YELL<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Leonardo Vinhas\nA regente do grupo Meninas Cantoras de Nova Petr\u00f3polis conta detalhes do processo de cria\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as do grupo\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/11\/09\/entrevista-cristiante-ferronato\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35114"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35114"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35114\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58272,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35114\/revisions\/58272"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35114"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35114"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35114"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}