{"id":34930,"date":"2001-10-28T09:02:22","date_gmt":"2001-10-28T12:02:22","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=34930"},"modified":"2016-09-10T10:02:27","modified_gmt":"2016-09-10T13:02:27","slug":"entrevista-wado-2001","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2001\/10\/28\/entrevista-wado-2001\/","title":{"rendered":"Entrevista: Wado (2001)"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-34931\" title=\"wado_2001\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/wado_2001.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/wado_2001.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/wado_2001-300x198.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por Vladimir Cunha<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem primeiro me chamou a aten\u00e7\u00e3o foi o Matias Maxx &#8211; que a essa altura j\u00e1 deve estar em Miami detonando o seu estoque de camisas floridas, algumas das quais, acreditem voc\u00eas, s\u00e3o feitas do mesmo tecido que as cal\u00e7as do cara. Desde o come\u00e7o desse ano, todo email que eu recebia dele vinha com um verso \u00e0 guisa de assinatura. Os mais frequentes eram &#8220;N\u00e3o diga que as estrelas est\u00e3o mortas \/ S\u00f3 porque o c\u00e9u est\u00e1 nublado&#8221; e &#8220;Na linha que cerca o mar \/ \u00c9 l\u00e1 onde eu quero estar&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>&#8220;De quem \u00e9 isso, Maxx, \u00e9 teu?&#8221;<br \/>\n&#8220;N\u00e3o, \u00e9 do Wado, cara&#8221;<br \/>\n&#8220;Que Wado?&#8221;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9, que Wado? Porque um artista que ningu\u00e9m conhecia de repente est\u00e1 dando tanto o que falar? Em menos de seis meses ele balan\u00e7ou o cora\u00e7\u00e3o das indie-girls na festa da London Burning, foi apontado como a salva\u00e7\u00e3o do pop brasileiro, virou o assunto do momento nos cinco dias de Abril Pro Rock (sim, para mim, que estava no ap\u00ea do roque, foram cinco dias de perip\u00e9cias no Recife) e ganhou reportagens elogiosas em praticamente todos os jornais &#8220;que importam&#8221; (leia-se O Globo, Estad\u00e3o e Folha). N\u00e3o \u00e9 nem preciso dizer que, agora, um bando de gente bacana anda espalhando por a\u00ed que gosta do Wado desde a \u00e9poca em que as cal\u00e7as Gledson estavam na moda. Apesar disso, ele fala na maior tranquilidade que n\u00e3o espera vender mais do que 500 c\u00f3pias de seu CD de estreia. Children, don&#8217;t believe the hype&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas afinal, quem \u00e9 esse cara? O que acabei descobrindo nesta entrevista \u00e9 que o Wado \u00e9 um homem com uma miss\u00e3o: mostrar ao Brasil que existe vida inteligente al\u00e9m das fronteiras de S\u00e3o Paulo. Com apenas 23 anos, este alagoano lan\u00e7ou aquele que talvez seja um dos melhores discos de 2001: O Manifesto da Arte Perif\u00e9rica. \u00c9 um som de fus\u00e3o, que consegue apontar uma sa\u00edda para a m\u00fasica brasileira sem cair no regionalismo de ocasi\u00e3o ou na desgastada f\u00f3rmula do mangue bit. Em alguns momentos soa como se fosse um Jorge Benjor experimental e maconheiro (n\u00e3o que o Babulina jamais tenha fumado, mas quem sou eu para ficar falando dele?).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em outros, consegue a proeza de ser pop e inteligente ao mesmo tempo. Como na m\u00fasica &#8220;A Linha que Cerca o Mar&#8221;. Fosse o Brasil um lugar decente, ela j\u00e1 teria estourado em todo o pa\u00eds. D\u00e1 at\u00e9 para imaginar o Wado cantando para a Feiticeira no Super Positivo e participando do Jogo do Banquinho no Raul Gil. Ou ent\u00e3o, fazendo playback no Planeta Xuxa rodeado de paquitas e meninas se esgoelando no tradicional corinho de &#8220;lindo, tes\u00e3o, bonito e gostos\u00e3o!&#8221;. S\u00f3 que as coisas aqui n\u00e3o s\u00e3o como a gente queria que fossem. No momento em que termino este texto, Sandy &amp; J\u00fanior pontificam entre os v\u00eddeos mais pedidos da MTV e O Surto \u00e9 apresentado pelo F\u00e1bio J\u00fanior como &#8220;a nova cara do rock brasileiro&#8221;. Pelo menos nos resta o underground. Ainda bem, pois \u00e9 nele que se desenrolam as mais estranhas e inventivas maquina\u00e7\u00f5es sonoras.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/jAy1Hs5PReM\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/jAy1Hs5PReM\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O nome do seu disco \u00e9 &#8220;Manifesto da Arte Perif\u00e9rica&#8221;. Porque um t\u00edtulo t\u00e3o provocador<\/strong><br \/>\nPorque ele trata das coisas que est\u00e3o longe dos grandes centros e da dificuldade em se fazer arte fora do eixo Rio\/S\u00e3o Paulo. O ideal seria que o Brasil tivesse mercados regionais que se sustentassem sem precisar do aval do sudeste do pa\u00eds. Tem gente aqui no nordeste que est\u00e1 batalhando h\u00e1 anos e ainda n\u00e3o conseguiu obter reconhecimento. Eu mostrei meu disco para o Hermano Vianna e ele falou uma coisa interessante: o que n\u00e3o \u00e9 centro \u00e9 periferia. Ent\u00e3o, a gente acaba tendo dois &#8220;pa\u00edses&#8221;, Rio e S\u00e3o Paulo, que dominam um pa\u00eds inteiro. Isso gera um empobrecimento muito grande na cultura nacional, pois cria uma situa\u00e7\u00e3o em que esses estados passam ser os \u00fanicos propagadores de informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De certa fora, n\u00e3o \u00e9 um tanto triste ter que ir em dire\u00e7\u00e3o a esses estados para se fazer notar? N\u00e3o seria mais interessante que o &#8220;centro&#8221; tivesse mais curiosidade com rela\u00e7\u00e3o ao que acontece na &#8220;periferia&#8221;?<\/strong><br \/>\n\u00c9 foda, cara. \u00c9 foda ter que sair daqui atr\u00e1s de S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro. Por outro lado, se eu ficar aqui em Macei\u00f3 n\u00e3o vai rolar nada. \u00c9 triste mas \u00e9 necess\u00e1rio bater na porta do sudeste. Eu tenho muita vontade de lutar pelo reconhecimento das outras regi\u00f5es brasileiras, de criar mercados locais que sejam integrados a outros mercados locais e que permitam um interc\u00e2mbio maior entre os independentes. Hoje em dia est\u00e1 mais f\u00e1cil fazer isso. At\u00e9 mesmo por causa da tecnologia. Muitas bandas j\u00e1 conseguem gravar em casa com uma qualidade legal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tanto que, de uns tempos para c\u00e1, o underground brasileiro cresceu de forma consider\u00e1vel. Neste cen\u00e1rio promissor, que bandas voc\u00ea destacaria?<\/strong><br \/>\nEu posso falar do nordeste. O Cidad\u00e3o Instigado, que est\u00e1 gravando em Fortaleza, \u00e9 uma \u00f3tima banda. O Eddie \u00e9 muito legal. Aqui em Macei\u00f3 tem o Dread, que faz um metal moderno bem interessante, e o Santo Samba, minha ex-banda. O Sonic J\u00fanior e o Mopho tamb\u00e9m s\u00e3o grupos que se sobressaem na cena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fiquei bastante impressionado com as suas letras, que s\u00e3o simples mas eficientes. Principalmente no caso de &#8220;A Trag\u00e9dia da Cor&#8221;, que fala de desigualdades sociais, mas n\u00e3o \u00e9 panflet\u00e1ria. Foi dif\u00edcil obter esse resultado?<\/strong><br \/>\nEu considero as letras um dos pontos fortes do meu trabalho. Logo que comecei a compor eu quase n\u00e3o tratava de temas sociais. E sempre que tentava fazer algo nessa linha, o resultado sa\u00eda for\u00e7ado. S\u00f3 que nesse disco eu consegui um equil\u00edbrio entre o lado po\u00e9tico e o lado contestador. Demorou mas acabei chegando onde queria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E o que te levou a querer abordar temas sociais?<\/strong><br \/>\n\u00c9 que certas coisas ficam me remoendo por dentro, sabe? &#8220;A Trag\u00e9dia da Cor&#8221; foi assim. Eu fiz depois de ter visto na televis\u00e3o a cobertura do sequestro do \u00f4nibus 174, no Rio de Janeiro. Cara, eu estava no Rio na \u00e9poca e fiquei tr\u00eas horas na frente da TV acompanhando tudo, com a cabe\u00e7a a mil. No dia seguinte sentei para compor e praticamente vomitei a m\u00fasica. N\u00e3o foi nada planejado, de querer fazer cr\u00edticas sociais, e sim a necessidade de me expressar sobre algo que estava me incomodando naquele momento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea \u00e9 um dos poucos artistas a promover a fus\u00e3o do rock com a m\u00fasica brasileira que n\u00e3o soa oportunista e nem derivativo da turma de Recife. Como voc\u00ea chegou \u00e0s misturas presentes em &#8220;Manifesto da Arte Perif\u00e9rica&#8221;?<\/strong><br \/>\nJ\u00e1 toco h\u00e1 cinco anos. Comecei no rock. No entanto, sempre me liguei em m\u00fasica brasileira. A fus\u00e3o foi gradual, mas longe do regionalismo. Tudo aconteceu sem for\u00e7ar a barra. E nisso posso dizer que sou bastante criterioso. Tanto que descartei algumas ideias que surgiram no decorrer dos ensaios apenas por achar que elas soavam artificiais demais. Foi essa preocupa\u00e7\u00e3o com a espontaneidade e com a qualidade do trabalho que acabou fazendo com que o disco sa\u00edsse variado e,o, com uma unidade conceitual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando nisso, o disco tem uma sonoridade bastante peculiar. Certos instrumentos est\u00e3o bem crus e \u00e9 poss\u00edvel notar at\u00e9 mesmo que houve vazamento de som na hora da grava\u00e7\u00e3o. Essa est\u00e9tica despojada foi uma op\u00e7\u00e3o sua?<\/strong><br \/>\nO est\u00fadio do Juninho (do grupo alagoano Sonic J\u00fanior) \u00e9 modesto. A bateria, por exemplo, foi gravada s\u00f3 com dois microfones, que captaram o som ambiente. No come\u00e7o as pessoas estranharam a grava\u00e7\u00e3o. Ela n\u00e3o \u00e9 nem anos 70, nem anos 80 e nem anos 90. Na verdade, ela soma tudo isso e resulta nessa est\u00e9tica que criei. Para me orientar, me apoiei nas mais variadas influ\u00eancias: discos antigos de MPB &#8211; Novos Baianos, Nan\u00e1 Vasconcelos e Banda Black Rio -, Medeski Martin Wood, o primeiro CD do Cidad\u00e3o Instigado e o pr\u00f3prio Sonic J\u00fanior. Tem tamb\u00e9m muita coisa de eletr\u00f4nica atrav\u00e9s de sons criados em samplers. Gosto dos anos 70 mas n\u00e3o quero soar anos 70.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O pessoal da gravadora n\u00e3o estranhou a sonoridade do disco?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um pouco. Eles ficaram meio desconfiados porque ela n\u00e3o tem o padr\u00e3o das grava\u00e7\u00f5es feitas no sudeste. Mas era isso mesmo que eu queria. Como falo do que est\u00e1 fora do eixo, n\u00e3o fazia sentido seguir o mesmo padr\u00e3o de S\u00e3o Paulo e do Rio de Janeiro. Era mais interessante criar meu pr\u00f3prio padr\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E os shows fora de Alagoas? Soube que a apresenta\u00e7\u00e3o na festa da London Burning foi bem legal.<\/strong><br \/>\nFoi sim. Muita gente curtiu, prestou aten\u00e7\u00e3o no meu trabalho e veio me cumprimentar depois do show. Eu conheci o Luciano Vianna no Abril Pro Rock e entreguei uns CDRs para ele, j\u00e1 que o disco oficial ainda n\u00e3o havia sido lan\u00e7ado. Ele gostou do som e me chamou para tocar na festa dele. O interessante \u00e9 que eu n\u00e3o tive dinheiro para trazer minha banda para S\u00e3o Paulo e j\u00e1 estava quase pensando em me apresentar s\u00f3 com voz e viol\u00e3o. Quem me deu uma for\u00e7a foi o pessoal do Oito, que ia tocar no mesmo dia e acabou virando minha banda de apoio. Pegamos dez m\u00fasicas em tr\u00eas ensaios e metemos a cara. Felizmente deu tudo certo e as pessoas gostaram. \u00c9 muito dif\u00edcil tocar fora do nordeste mas acho que estou conseguindo me firmar aos poucos. Principalmente por causa da repercuss\u00e3o na m\u00eddia. Tanto que, no m\u00eas que vem, estou querendo descer para tocar novamente em S\u00e3o Paulo e no Rio de Janeiro. Ando pensando tamb\u00e9m em fazer shows ac\u00fasticos em pra\u00e7as e esta\u00e7\u00f5es de metr\u00f4. Mas isso ainda \u00e9 projeto&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mas j\u00e1 d\u00e1 para viver de m\u00fasica? Atualmente voc\u00ea faz o que?<\/strong><br \/>\nSou formado em jornalismo, mas estou sem emprego. Tento viver de m\u00fasica. Ainda moro com minha m\u00e3e. Na verdade, estou sem renda fixa. Fa\u00e7o m\u00fasica porque tenho que fazer. N\u00e3o consigo parar de compor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Infelizmente, voc\u00ea \u00e9 mais comentado do que propriamente ouvido&#8230;<\/strong><br \/>\n\u00c9 foda. Mas eu quero mais \u00e9 que as pessoas me escutem, embora saiba de todas as dificuldades de mercado que envolvem os independentes. Se voc\u00ea for ver, esse meu disco \u00e9 bem humilde. A tiragem \u00e9 pequena e nem sempre conseguimos chegar a todos os lugares. Mas vou passar a ser distribu\u00eddo pela Universal, o que \u00e9 bom e ruim ao mesmo tempo. Bom porque o disco vai ter mais visibilidade. E ruim porque ele chega nas cidades mas chega com pre\u00e7o de disco da Universal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E se o Wado virar hype? Voc\u00ea sabe como isso \u00e9 f\u00e1cil de acontecer. Ainda mais no underground. A\u00ed periga de voc\u00ea virar um artista cultuado mas que n\u00e3o vende nada&#8230;<\/strong><br \/>\nOlha, eu prefiro que n\u00e3o role essa hist\u00f3ria. Mas se eu virar hype e n\u00e3o vender nada, pelo menos alguma coisa aconteceu. \u00c9 melhor que nada, n\u00e3o \u00e9? (risos). O que eu quero \u00e9 continuar com o meu trabalho, n\u00e3o importa como. Se fizer sucesso, \u00f3timo. N\u00e3o tenho medo do pop. Ele que me aceite do jeito que eu sou.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/iTeqQmlGvY4\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/iTeqQmlGvY4\" \/><\/object><\/p>\n<p><strong>Leia mais:<br \/>\n<\/strong>&#8211; Wado (2015): \u201cQuero voltar a ter a coragem do Wado dos primeiros discos\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/10\/28\/entrevista-wado-2015\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; V\u00eddeos: Wado lan\u00e7a \u201cVazio Tropical\u201d em SP com Camelo, C\u00edcero, Momo e Faf\u00e1 (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/07\/22\/wado-lanca-vazio-tropical-em-sp\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cVazio Tropical\u201d: um disco bonito que, quanto mais se cala, mais fala, por Mac (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/07\/16\/tres-cds-wado-apanhador-so-tom-ze\/\" target=\"_self\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Confira a galeria completa de fotos do show \u201cVazio Tropical\u201d, por Liliane Callegari (<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/media\/set\/?set=a.609651759055984.1073741825.188141471207017&amp;type=3\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;Eu quero mais \u00e9 que as pessoas me escutem, embora saiba de todas as dificuldades de mercado que envolvem os independentes&#8221;\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2001\/10\/28\/entrevista-wado-2001\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":24,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34930"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34930"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34930\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40229,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34930\/revisions\/40229"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34930"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34930"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34930"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}