{"id":32172,"date":"2015-08-22T11:47:51","date_gmt":"2015-08-22T14:47:51","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=32172"},"modified":"2016-09-05T10:15:06","modified_gmt":"2016-09-05T13:15:06","slug":"hqs-coffin-hill-justiceiro-e-cap-britania","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/08\/22\/hqs-coffin-hill-justiceiro-e-cap-britania\/","title":{"rendered":"HQs: Coffin Hill, Justiceiro, Cap Brit\u00e2nia"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"http:\/\/twitter.com\/coisapop\" target=\"_blank\">Adriano Mello Costa<\/a><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-32173 aligncenter\" title=\"coffin1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/coffin1.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cCoffin Hill: Crimes e Bruxaria Vol. 1\u201d, de Caitlin Kittredge, Inaki Miranda e Eva de La Cruz<\/strong><br \/>\nDesde os prim\u00f3rdios, o terror teve lugar garantido dentro dos quadrinhos estando presente seja em hist\u00f3rias chinfrins e baratas, seja em outras mais elaboradas e significativas. \u201cCoffin Hill: Crimes e Bruxaria Vol. 1\u201d, que a Panini Comics coloca no mercado nacional, \u00e9 mais um t\u00edtulo que faz essa tradi\u00e7\u00e3o perdurar na nona arte. Esse volume compila as sete primeiras edi\u00e7\u00f5es do t\u00edtulo publicadas nos Estados Unidos pelo selo Vertigo entre dezembro de 2013 e junho de 2014. Com roteiro da escritora Caitlin Kittredge (da trilogia \u201cO C\u00f3digo de Ferro\u201d), arte de Inaki Miranda (\u201cF\u00e1bulas\u201d) e cores de Eva de La Cruz, \u201cCoffin Hill: Crimes e Bruxaria Vol. 1\u201d ambiciona honrar o g\u00eanero olhando para o passado de cl\u00e1ssicas tramas, com um mal que espreita em uma floresta, mas que ningu\u00e9m sabe exatamente do que se trata e de onde veio. A protagonista \u00e9 Eve Coffin, descendente de uma antiga e rica fam\u00edlia que tem no sangue a bruxaria. Tentando renegar isso em conjunto com um perverso acontecimento na adolesc\u00eancia, ela acaba se tornando policial e fica famosa ao prender um assassino serial. Logo ap\u00f3s, por\u00e9m, a personagem acaba saindo da pol\u00edcia e retorna para a cidade natal no meio de uma bagun\u00e7a que remete ao fato que a fez fugir quando jovem. Com roteiro bem construindo e mesclando passado e presente sem perder a aten\u00e7\u00e3o do leitor, \u201cCoffin Hill\u201d \u00e9 uma boa hist\u00f3ria, ainda que a arte seja voltada muito mais para o p\u00fablico adolescente. Al\u00e9m disso, convenhamos que, atualmente, ter algo de terror que n\u00e3o envolva zumbis, vampiros ou lobisomens j\u00e1 se configura em relevante m\u00e9rito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 6<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-32174 aligncenter\" title=\"justiceiro\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/justiceiro.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;Justiceiro \u2013 Dispensado da Miss\u00e3o\u201d, de Ben Acker, Ben Blacker, Carlos Barberi e Kim Jacinto<\/strong><br \/>\nVolume que re\u00fane em 132 p\u00e1ginas as edi\u00e7\u00f5es da revista \u201cThunderbolts\u201d de n\u00famero 27 a 32, publicadas nos Estados Unidos entre agosto e dezembro de 2014, &#8220;Justiceiro \u2013 Dispensado da Miss\u00e3o\u201d (lan\u00e7ado no Brasil pela Panini Comics) apresenta um Frank Castle (por incr\u00edvel que pare\u00e7a) n\u00e3o mais atuando como vingador solit\u00e1rio, e sim como parte do grupo governamental composto por criminosos em busca de redu\u00e7\u00e3o de pena ou algum outro benef\u00edcio (uma esp\u00e9cie de \u201cEsquadr\u00e3o Suicida\u201d da Marvel). Na verdade, ele est\u00e1 de sa\u00edda do grupo, pois logo no in\u00edcio se desentende com o Hulk Vermelho que \u00e9 o chefe da opera\u00e7\u00e3o. Essa retirada n\u00e3o \u00e9 muito bem recebida e desencadeia v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es e rea\u00e7\u00f5es dos dois lados envolvidos. Dentro do elenco est\u00e3o Elektra, Deadpool, Motoqueiro Fantasma, L\u00edder e os Vingadores. Escrito pela dupla Ben Acker e Ben Blacker (de \u201cThe Thrilling Adventure Hour\u201d) e com arte do mexicano Carlos Barberi (X-Men, Hulk) e do filipino Kim Jacinto (Hulk), essa hist\u00f3ria do Justiceiro mostra aquilo que os f\u00e3s tanto gostam: muita a\u00e7\u00e3o e um comportamento pessoal sempre problem\u00e1tico e sem muitas concess\u00f5es. Honrando as tradi\u00e7\u00f5es do personagem e at\u00e9 mesmo se dando ao luxo de inventar um contraponto amoroso com a Elektra que n\u00e3o prejudica a narrativa, pelo contr\u00e1rio, a amplifica ainda mais, esse lan\u00e7amento \u00e9 um bom investimento dentro da rela\u00e7\u00e3o de custo e benef\u00edcio, mesmo que seja mais indicado para leitores j\u00e1 conhecedores dos personagens envolvidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 6,5<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-32175 aligncenter\" title=\"capitaobritania\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/capitaobritania.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cCapit\u00e3o Brit\u00e2nia\u201d, de Alan Davis e Alan Moore<\/strong><br \/>\nO Capit\u00e3o Brit\u00e2nia foi o primeiro personagem criado pela Marvel especialmente para o mercado ingl\u00eas, estreando em outubro de 1976. Neste in\u00edcio, v\u00e1rios clich\u00eas adornavam suas hist\u00f3rias e n\u00e3o lhe levavam muito al\u00e9m de mero pastiche do Capit\u00e3o Am\u00e9rica, com elenco de apoio baseado em outros her\u00f3is como o Homem-Aranha, apesar de origem diferente, escorada pela magia. Isso come\u00e7ou a mudar quando um ainda iniciante e desconhecido Alan Moore assumiu o t\u00edtulo junto com outro talentoso artista ingl\u00eas chamado Alan Davis. Em pouco mais de dois anos, a dupla revirou quase tudo e prop\u00f4s ideias que tiveram muita influ\u00eancia dentro do universo da editora, como a cria\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias terras e de mundos paralelos e alternativos. A Panini Books re\u00fane essa celebrada fase agora em um encadernado de nome \u201cCapit\u00e3o Brit\u00e2nia\u201d com 244 p\u00e1ginas. Inicia na revista \u201cMarvel Super Heroes\u201d, de setembro de 1981, ainda com Dave Thorpe nos roteiros, e vai at\u00e9 a \u201cThe Mighty World Marvel\u201d de junho de 1984, com o final de uma grande trama que envolve Merlin, diversos personagens, vil\u00f5es poderosos (e malucos) e alus\u00f5es a v\u00e1rios pontos dos quadrinhos. Quem est\u00e1 acostumado ao Alan Moore de \u201cWatchmen\u201d, \u201cV de Vingan\u00e7a\u201d ou \u201cMonstro do P\u00e2ntano\u201d, aqui tem a oportunidade de ler um de seus primeiros grandes trabalhos, e apreciar n\u00e3o s\u00f3 a capacidade narrativa para contar hist\u00f3rias quase improv\u00e1veis, como tamb\u00e9m suas cr\u00edticas pol\u00edticas e sociais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 8,5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-32176\" title=\"capitaobritania1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/capitaobritania1.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>&#8211; Adriano Mello Costa (siga <a href=\"http:\/\/twitter.com\/coisapop\">@coisapop<\/a> no Twitter) e assina o blog de cultura <a href=\"http:\/\/coisapop.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\">Coisa Pop<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/literatura\/\"><strong>MAIS SOBRE LIVROS E HQs<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Arte de &#8220;Coffin Hill&#8221; \u00e9 voltada ao p\u00fablico adolescente; &#8220;Justiceiro&#8221; exibe muita a\u00e7\u00e3o; a fase Alan Moore de  Cap. 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