{"id":31961,"date":"2015-08-09T16:19:42","date_gmt":"2015-08-09T19:19:42","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=31961"},"modified":"2023-03-28T23:02:42","modified_gmt":"2023-03-29T02:02:42","slug":"entrevista-sandra-coutinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/08\/09\/entrevista-sandra-coutinho\/","title":{"rendered":"Entrevista: Sandra Coutinho"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-31962\" title=\"as_mercenarias\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/as_mercenarias.jpg\" alt=\"\" \/><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/sahaick\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sabrina Haick<\/a><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pages\/As-Mercenarias\/44618244058\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">As Mercen\u00e1rias<\/a> est\u00e1 com nova forma\u00e7\u00e3o e um disco &#8220;novo&#8221; nas ruas. &#8220;Na verdade, \u00e9 um novo disco velho&#8221;, explica Sandra Coutinho. Tudo indica que a banda, \u00edcone do rock dos anos 80, continue na ativa, a n\u00e3o ser que Sandra, \u00fanica integrante original remanescente, decida colocar um ponto final nessa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cMercen\u00e1rias \u2013 Demo 1983\u201d \u00e9 uma demo com oito m\u00fasicas gravadas ainda com Edgard Scandurra na bateria, e ganhou lan\u00e7amento em julho pelos selos Nada Nada Discos e Dama da Noite. A maioria das m\u00fasicas n\u00e3o entraram em nenhum dos dois \u00e1lbuns do grupo, \u201cCad\u00ea As Armas?\u201d (1986) e \u201cTrashland\u201d (1988), portanto s\u00e3o in\u00e9ditas, apesar de antigas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O lan\u00e7amento integra <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/nadanadadiscos\/photos\/a.428585937186123.100014.411391428905574\/961580703886641\/?type=1&amp;theater\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">um box especial<\/a> e limitado a 100 c\u00f3pias: \u201cA caixa vem com o compacto em vinil transparente, dois p\u00f4steres, um bottom, uma r\u00e9plica da fita em K7 e acho que mais uma coisa ou outra, estamos bolando ainda\u201d, explica Mateus Mondini, dono do Nada Nada Discos (nota: uma camiseta foi inclusa no pacote final).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m do pacote caprichado (cuja arte voc\u00ea confere mais abaixo), as oito faixas de \u201cMercen\u00e1rias \u2013 Demo 1983\u201d foram disponibilizadas no Bandcamp para download no modelo \u201cpague quanto quiser\u201d (<a href=\"http:\/\/nadanadadiscos.bandcamp.com\/album\/mercen-rias-demo-1983-7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">incluso download gratuito<\/a>). Entre as can\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas faixas como \u201cVietin\u00e3\u201d (grafada desta forma), \u201cMeus Pais\u201d, \u201cD\u00e1 D\u00f3\u201d e \u201c\u00d3\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse lan\u00e7amento especial n\u00e3o foi o \u00fanico em 2015 a relembrar As Mercen\u00e1rias. O trio Met\u00e1 Met\u00e1 regravou \u201cMe Perco Nesse Tempo\u201d, faixa que abre o \u00e1lbum \u201cCad\u00ea As Armas?\u201d, em um EP <a href=\"http:\/\/metametaoficial.blogspot.com.br\/2015\/05\/meta-meta-ep-2015.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">disponibilizado gratuitamente em maio<\/a>. Meses antes, no anivers\u00e1rio de S\u00e3o Paulo, o Met\u00e1 Met\u00e1 havia tocado a can\u00e7\u00e3o ao vivo com Sandra Coutinho no palco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sandra n\u00e3o sabe se \u00e9 \u201cperseverante ou idiota\u201d em continuar com As Mercen\u00e1rias. Os motivos para isso s\u00e3o alguns sobre os quais ela fala na entrevista abaixo. Apesar do lan\u00e7amento, a certeza de que vai continuar com a banda \u00e9 zero.<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 600px; height: 720px;\" src=\"http:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=2704029240\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/tracklist=false\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/nadanadadiscos.bandcamp.com\/album\/mercen-rias-demo-1983-7\"><\/a><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como aconteceu a forma\u00e7\u00e3o atual d\u2019As Mercen\u00e1rias?<\/strong><br \/>\nNos \u00faltimos dez anos, depois que eu voltei da Alemanha, foi que se montou uma nova forma\u00e7\u00e3o d\u2019As Mercen\u00e1rias. Chamaram a gente para fazer um show de comemora\u00e7\u00e3o dos 30 anos da banda e a Ros\u00e1lia topou, ent\u00e3o ficou ela no vocal, como sempre foi, eu no baixo, o Edgard tocou bateria e a gente chamou a Ge\u00f3rgia Branco para a guitarra, porque a Ana Machado (da forma\u00e7\u00e3o original) desencanou. Em 10 anos teve bastante rod\u00edzio. Depois, a Pitchu Ferraz e a Ge\u00f3rgia Branco entraram para banda. Mas n\u00e3o acontecia nada de novo, a gente simplesmente tocava as m\u00fasicas dos \u00e1lbuns e a linguagem estava ficando meio fora de alguns pontos que eu acho que s\u00e3o conceituais d\u2019As Mercen\u00e1rias. Por exemplo, a escola de bateria da Pitchu \u00e9 heavy metal, ent\u00e3o chegou um momento em que ela foi ficando muito longe do que \u00e9 As Mercen\u00e1rias, em termos de linguagem de instrumento. A Ge\u00f3rgia tamb\u00e9m tem uma linguagem de guitarra que se distancia um pouco do que era a Ana. A gente ficou um tempo com a Ros\u00e1lia no vocal, da\u00ed ela saiu e eu parei com a banda, porque eu achei que ia ser dif\u00edcil continuar sem ela. Mas em um dado momento a gente fez uma apresenta\u00e7\u00e3o numa galeria e eu resolvi cantar. Como teve uma boa resposta do p\u00fablico, eu resolvi assumir o vocal. Mas como a minha voz n\u00e3o tem a amplitude da voz da Ros\u00e1lia, eu precisava muito mais do apoio de backing vocal, coisa que As Mercen\u00e1rias sempre teve. Mas elas n\u00e3o estavam me dando esse apoio, porque, afinal de contas, elas n\u00e3o s\u00e3o backing vocals. Ent\u00e3o eu estava me sentindo muito isolada no palco. E isso foi conversado durante o tempo, mas eu sempre falava que elas deviam voltar a escutar as coisas antigas, porque eu precisava ser mais exigente em algumas m\u00fasicas. Mas depois da Virada Cultural de 2014, eu realmente tinha acabado com a banda, porque n\u00e3o tinha ficado satisfeita com o resultado. A Michelle Abu eu conhe\u00e7o faz tempo de tocar no projeto Benzina, do Edgard Scandurra. Quando eu voltei da Alemanha, o Edgard estava com esse projeto e j\u00e1 tinha lan\u00e7ado uns dois discos, eu acho. Foi a\u00ed que eu conheci a Michelle e, nos 30 anos de Mercen\u00e1rias, a gente convidou ela para fazer uma participa\u00e7\u00e3o. A Silvia Tape \u00e9 uma pessoa que eu conhe\u00e7o j\u00e1 faz um ou dois anos, tamb\u00e9m atrav\u00e9s do Edgard. A gente conversava sobre fazer alguma coisa juntas e ela sempre gostou muito de Mercen\u00e1rias. Eu tinha uma data marcada para Minas Gerais no final do ano passado e foi uma oportunidade de testar para ver se dava certo e a Silvia se prop\u00f4s a estudar, porque na verdade ela n\u00e3o \u00e9 guitarrista. Ela estudou muito, foi em casa, me mostrou uma ou duas m\u00fasicas que ela tinha tirado e eu acreditei. A gente fez esse show em Belo Horizonte e foi muito bom, eu gostei muito. Elas pegaram os vocais e isso foi o que me convenceu tamb\u00e9m, porque eu n\u00e3o me sentia mais sozinha no palco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E o novo disco? Tem alguma in\u00e9dita nele?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, na verdade, \u00e9 um novo disco velho. O Mateus Mondini, do selo Nada Nada Discos, entrou em contato comigo perguntando se eu tinha alguma demo antiga e eu tinha uma da \u00e9poca que o Edgard ainda estava na bateria. Ent\u00e3o s\u00e3o m\u00fasicas in\u00e9ditas, porque n\u00e3o est\u00e3o em nenhum dos dois discos, mas elas s\u00e3o antiqu\u00edssimas. Eu entreguei um monte de fita cassete para ele, que tamb\u00e9m selecionou outras coisas de shows. Todas as m\u00fasicas s\u00e3o com o Edgard na bateria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E voc\u00eas t\u00eam tocado algumas dessas m\u00fasicas ao vivo?<\/strong><br \/>\nA gente toca \u201cD\u00e1 d\u00f3\u201d, \u201cPoder\u201d, \u201cNada de Definitivo\u201d, essas s\u00e3o algumas que v\u00e3o estar no disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-31963\" title=\"as_mercenarias1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/as_mercenarias1.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/as_mercenarias1.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/as_mercenarias1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea tem composto alguma coisa in\u00e9dita para banda?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, porque o que acontece \u00e9 o seguinte. Elas t\u00eam trabalhos solos e participam de v\u00e1rias coisas. Eu n\u00e3o tenho trabalhado no meu trabalho solo, porque desde que eu voltei, tenho s\u00f3 administrado As Mercen\u00e1rias, ent\u00e3o n\u00e3o consegui me concentrar e \u00e9 uma coisa que eu quero fazer agora. Por\u00e9m, em alguns encontros, a gente come\u00e7ou a tocar, fazer umas jams, e sa\u00edram uns temas que n\u00f3s gostamos muito. \u00c9 tudo embrion\u00e1rio ainda, mas isso abriu perspectiva para um novo trabalho, com certeza. S\u00f3 que eu gostaria de mudar o nome, gostaria de encerrar As Mercen\u00e1rias e come\u00e7ar uma nova hist\u00f3ria. Mas elas n\u00e3o, elas acham que o nome tem uma historia e tal, mas como eu estou nessa hist\u00f3ria desde os anos 80, \u00e9 uma quest\u00e3o de renova\u00e7\u00e3o art\u00edstica para mim. Porque todo mundo faz o link Sandra Coutinho com os anos 80, mas eu estou no ano 2015 e sou uma artista que tenho coisas da atualidade para apresentar, ent\u00e3o para mim seria importante me verem como uma criadora contempor\u00e2nea tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em que fase est\u00e1 o seu trabalho solo?<\/strong><br \/>\nNos 14 anos que eu fiquei na Alemanha eu fiz solo. Quando eu cheguei l\u00e1, quis dist\u00e2ncia de rock, ent\u00e3o eu ouvia m\u00fasica indiana, m\u00fasica africana, flamenco, m\u00fasica cubana, foi isso o que eu vivenciei. Meu ex-marido \u00e9 formado em m\u00fasica cl\u00e1ssica e foi ele quem me colocou na cena. A gente fazia muita improvisa\u00e7\u00e3o livre em duos ou trios, fizemos muitas aberturas de vernissage, tudo nessa praia de contar 1, 2, 3 e sair tocando. E aos poucos eu fui montando meu solo. Eu programava tudo no computador, entrava no palco com o baixo e bases todas programadas. Me apresentava como a Vanguard Rock e viajei a Alemanha inteira solista. Depois de sete anos que eu fiquei no sul da Alemanha, fui para Berlim. Quando eu fui para l\u00e1 foi que eu comecei a ter mais contato com a cena e tive uma banda s\u00f3 de mulheres chamada Xotas Mortais. Era uma banda que tinha muito ritmo brasileiro, muito bai\u00e3o e muita guitarra distorcida. Mas no come\u00e7o eu fazia coisas esquisit\u00edssimas, que eu mesma nem acreditava que eu fazia, era super experimental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea nunca apresentou esse seu trabalho solo no Brasil?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, mas teve uma vez que eu vim para o Brasil e eu fiz um neg\u00f3cio chamado Solos Interativos. Eu me apresentei por meia hora, depois o Edgard se apresentou por meia hora e no final a gente juntava toda a bagun\u00e7a. Acho que isso foi h\u00e1 uns 15 anos atr\u00e1s, mais ou menos. Tamb\u00e9m apresentei composi\u00e7\u00f5es minhas no Sesc Ipiranga, mas foi com banda, com dois guitarristas, percuss\u00e3o e bateria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea j\u00e1 imaginou como seria um terceiro \u00e1lbum d\u2019As Mercen\u00e1rias?<\/strong><br \/>\nEu acho que a gente teria que caminhar para uma evolu\u00e7\u00e3o individual e mais t\u00e9cnica, mais apurada no instrumental. Porque hoje eu consigo fazer mais coisas com a Michelle, a Silvia, a Pitchu, do que se eu fosse contar com a Lou na \u00e9poca. Agora, quando eu tava com a Ros\u00e1lia quando a gente voltou, a gente chegou a pensar em fazer alguma coisa numa linha mais dan\u00e7\u00e1vel, pesada, mas com suingue. Eu lembro que a gente almo\u00e7ou juntas, fiquei super animada e estava acreditando que ia dar certo. Mas a\u00ed a Ros\u00e1lia saiu da banda. Eu fiquei doente uma semana. N\u00e3o sei por que ela saiu, ela n\u00e3o falou. Ela fez os shows que j\u00e1 estavam marcados e depois deixou a gente na m\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ent\u00e3o n\u00e3o existe nenhuma chance de reunir a forma\u00e7\u00e3o original?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, porque a Lou \u00e9 L\u00e9o, est\u00e1 no teatro e n\u00e3o sabe mais tocar bateria, a Ana tamb\u00e9m n\u00e3o quer mais saber, n\u00e3o t\u00e1 mais afim e a Ros\u00e1lia n\u00e3o quer nem olhar para minha cara. Vou fazer como? N\u00e3o d\u00e1. Eu n\u00e3o sei se eu sou perseverante ou se eu sou idiota de continuar. Por isso que \u00e0s vezes eu acho que preciso mudar o nome de tudo, porque eu sou muitas outras coisas al\u00e9m d\u2019As Mercen\u00e1rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/hnEl3l9LSBI\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/hnEl3l9LSBI\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/yD7LUSKXsx0\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/yD7LUSKXsx0\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/DwlaKiGVbEk\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/DwlaKiGVbEk\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/SMFCIUuadsU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/SMFCIUuadsU\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>&#8211; Sabrina Haick (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/sahaick\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/twitter.com\/sahaick<\/a>) \u00e9 jornalista<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Sabrina Haick\nSandra lan\u00e7a uma demo de 83 das Mercen\u00e1rias em vinil e avisa: &#8220;N\u00e3o sei se sou perseverante ou idiota de continuar&#8221;\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/08\/09\/entrevista-sandra-coutinho\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[448,732],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31961"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31961"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31961\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":73494,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31961\/revisions\/73494"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31961"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31961"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31961"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}