{"id":31862,"date":"2015-08-01T06:53:58","date_gmt":"2015-08-01T09:53:58","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=31862"},"modified":"2016-09-04T13:38:45","modified_gmt":"2016-09-04T16:38:45","slug":"entrevista-duda-brack","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/08\/01\/entrevista-duda-brack\/","title":{"rendered":"Entrevista: Duda Brack"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-31863\" title=\"duda1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/duda1.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"675\" \/><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por <\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcos.paulino.313?\" target=\"_blank\"><strong>Marcos Paulino<\/strong><\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Respons\u00e1vel por um dos discos de estreia mais interessantes do ano, a ga\u00facha Duda Brack (h\u00e1 quatro anos vivendo no Rio) se destaca por tentar fugir do comum. \u201c\u00c9\u201d, seu debute, est\u00e1 dispon\u00edvel para download gratuito no site da cantora (<a href=\"http:\/\/www.dudabrack.com\/\" target=\"_blank\">www.dudabrack.com<\/a>) e merece o risco do ouvinte: pode ser que n\u00e3o goste, mas pelo menos vai poder dizer que ouviu uma artista que tenta fazer algo diferente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Numa \u00e9poca em que tantas cantoras parecem gravar mais do mesmo, Duda se arrisca em can\u00e7\u00f5es menos palat\u00e1veis, \u00e0s vezes at\u00e9 perturbadoras, nas quais uma guitarra pesada sempre marca presen\u00e7a. Esse universo instrumental envolve letras de onde se podem tirar bons momentos, cantadas por um vozeir\u00e3o que deixa surpreso quem descobre que sua dona tem apenas 21 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Constru\u00eddo com calma durante 2014, \u201c\u00c9\u201d conta com diversos nomes interessantes da nova gera\u00e7\u00e3o: o mineiro C\u00e9sar Lacerda (respons\u00e1vel pela faixa de abertura, \u201cEu Sou o Ar\u201d), o paulista Dani Black (que assina \u201cDez Dias\u201d e toca bateria de boca em \u201cEu Sou o Ar\u201d) e os cariocas Lucas Vasconcellos (piano em \u201cDez Dias\u201d) e Bruno Giorgi (Lenine, C\u00edcero, Baleia), que assina a produ\u00e7\u00e3o, s\u00e3o alguns deles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na conversa abaixo, Duda fala sobre seu momento atual (&#8220;Acho que as pessoas ainda tem uma vis\u00e3o ilus\u00f3ria a respeito do que \u00e9 \u201cestar na m\u00eddia\u201d), explica porque liberou &#8220;\u00c9&#8221; para download gratuito (&#8220;Eu quero espalhar o meu som e fazer ele chegar na maior quantidade de pessoas poss\u00edvel, sem impedimento algum&#8221;) e avisa: &#8220;Esse disco diz muito sobre minha personalidade&#8221;. Com voc\u00ea, Duda Brack.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/5rZP8QypHEs\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/5rZP8QypHEs\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais as diferen\u00e7as entre a Duda Brack de hoje e aquela que venceu o Festival Nacional da Can\u00e7\u00e3o em Boa Esperan\u00e7a, em 2013?<\/strong><br \/>\nL\u00e1 se v\u00e3o dois anos, n\u00e9? Houve um amadurecimento geral em minha vida, como pessoa, como mulher e, automaticamente, como artista. Descobri coisas novas, passei a me interessar por coisas e a me desinteressar por outras&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201c\u00c9\u201d tem conseguido boas cr\u00edticas da m\u00eddia. Como tem sido conviver com essa exposi\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nTem sido massa. N\u00e3o esperava que este trabalho fosse ser compreendido e aderido t\u00e3o imediatamente. Cada cr\u00edtica, mat\u00e9ria, pedido de entrevista, convite para show e carinho das pessoas t\u00eam sido uma boa surpresa. E, pra falar a verdade, n\u00e3o me sinto exposta. Nada na minha vida mudou. Sabe, acho que as pessoas ainda tem uma vis\u00e3o ilus\u00f3ria a respeito do que \u00e9 \u201cestar na m\u00eddia\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Com um disco essencialmente autoral, \u00e9 mais dif\u00edcil conquistar a cr\u00edtica ou o p\u00fablico?<\/strong><br \/>\nAcho que nem um nem outro. \u00c9 outra proposta, s\u00f3. Tem gente que se interessa mais por novidade, e \u00e9 com essas pessoas que eu dialogo, por uma quest\u00e3o de afinidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea ainda \u00e9 bem jovem, mas fez um \u00e1lbum bastante denso, principalmente na parte instrumental, que em muitos momentos flerta com o rock. Fugir do perfil atual da nova gera\u00e7\u00e3o de cantoras de MPB foi uma op\u00e7\u00e3o pensada ou natural?<\/strong><br \/>\nEsse disco diz muito sobre minha personalidade. Tem muito a ver com a minha vis\u00e3o de mundo, sobre como eu sinto e me relaciono com as coisas. Nesse sentido, fazer o que fiz foi natural. E a minha dire\u00e7\u00e3o neste disco prezou apenas pelo que eu acreditava art\u00edstica e esteticamente. Eu quis ser eu, e n\u00e3o ficar me moldando a g\u00eaneros e\/ou estere\u00f3tipos de cantoras de MPB pr\u00e9-estabelecidos e rotulados. Quis fazer algo meu, h\u00edbrido, fora de qualquer caixa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ser uma artista independente facilita desenvolver um trabalho com total liberdade?<\/strong><br \/>\nAcho que tudo depende da circunst\u00e2ncia em que o artista se encontra. Eu tive a grata oportunidade de tomar as r\u00e9deas do meu trabalho e direcion\u00e1-lo, arcando com as consequ\u00eancias de todas as minhas escolhas. N\u00e3o tive gravadora, empres\u00e1rio ou investidor dando pitaco no que eu deveria ou n\u00e3o fazer, e tive o privil\u00e9gio de me cercar de pessoas que tinham uma mesma busca que eu, que me entenderam a alma e agregaram nessa constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mas a estrutura de uma grande gravadora ainda hoje faz falta?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o sei dizer, porque eu nunca pertenci a uma. E, a julgar pelo que converso com amigos artistas que est\u00e3o em grandes gravadoras, \u00e9 tudo muito pessoal e subjetivo. Isto \u00e9: a gravadora estabelece com cada artista um tipo de rela\u00e7\u00e3o. N\u00e3o sei que tipo de interesse e investimento uma gravadora poderia ter ou n\u00e3o para com o meu trabalho. Talvez eles me abrissem muitas portas e possibilidades para esgar\u00e7ar minha m\u00fasica, e, talvez, n\u00e3o. E quando n\u00e3o, o custo-benef\u00edcio me parece n\u00e3o valer t\u00e3o a pena assim&#8230; Enfim, n\u00e3o sei. Ser dona do pr\u00f3prio caminho n\u00e3o \u00e9 de todo ruim, visse?! Requer muito mais dedica\u00e7\u00e3o e envolvimento, porque a gente acaba tendo que fazer absolutamente tudo. Mas acho que isso tamb\u00e9m imprime uma certa originalidade em todas as \u00e1reas do trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E n\u00e3o estar presente na grande m\u00eddia continua a ser um problema para levar o trabalho a mais gente ou hoje d\u00e1 para compensar de outras formas?<\/strong><br \/>\nAcho que n\u00e3o \u00e9 mais uma necessidade substancial para que o artista esteja em movimento, mas ainda facilita uma dissemina\u00e7\u00e3o muito mais r\u00e1pida e ampla do trabalho. N\u00e3o ter esse espa\u00e7o \u00e9 um processo lento de remar contra a mar\u00e9. E a gente vai seguir remando at\u00e9 o fim, com todo o amor. Cada coisa nova que acontece e cada pessoa que conhece e adere ao trabalho j\u00e1 \u00e9 uma alegria danada. Toda vez que eu vou ao correio entregar as encomendas de disco que recebo por e-mail, agrade\u00e7o muito a Deus por ter gente, de v\u00e1rias cidades do Brasil e at\u00e9 de fora do pa\u00eds, que nem me conhece e, ainda assim, acompanha o meu trabalho. Fico com a alma regozijada de ver que o que move a minha exist\u00eancia tamb\u00e9m movimenta coisas na vida das pessoas, para al\u00e9m de mim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.dudabrack.com\/\" target=\"_blank\">O disco est\u00e1 dispon\u00edvel gratuitamente para download<\/a>. Hoje n\u00e3o compensa mais esperar apenas pela venda do CD?<\/strong><br \/>\nSobretudo, acho que, hoje, cada caso \u00e9 um caso. Cada artista tem seu caminho e suas quest\u00f5es. A queda do mercado fonogr\u00e1fico e do imp\u00e9rio das grandes gravadoras, bem como avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos e facilidades para se produzir um fonograma, fizeram com que as \u201cf\u00f3rmulas\u201d de se trabalhar m\u00fasica ca\u00edssem por terra, horizontalizando a possibilidade da produ\u00e7\u00e3o musical e tornando esse terreno mais acess\u00edvel. E isso se reflete tamb\u00e9m na forma de se trabalhar e vender a m\u00fasica. Pra mim, uma artista nova, desconhecida do p\u00fablico, e com um trabalho que n\u00e3o \u00e9 completamente autossustent\u00e1vel ainda, n\u00e3o compensa restringir o acesso das pessoas \u00e0 minha m\u00fasica \u00e0 venda de CD, seja f\u00edsico ou digital. Eu quero espalhar o meu som, e fazer ele chegar na maior quantidade de pessoas poss\u00edvel que possam se interessar pelo que eu fa\u00e7o, sem impedimento algum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea j\u00e1 apresentou o novo show em capitais como Rio e Porto Alegre. No dia 4 de agosto, voc\u00ea lan\u00e7a o disco oficialmente em S\u00e3o Paulo, com uma apresenta\u00e7\u00e3o no Tom Jazz (<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/adudabrack\/photos\/a.426081737502683.1073741826.341315165979341\/732772653500255\/?type=1&amp;theater\" target=\"_blank\">infos aqui<\/a>). Qual a sua expectativa?<\/strong><br \/>\nOs shows que j\u00e1 fizemos foram todos emocionantes! Eu tenho uma rela\u00e7\u00e3o muito intensa e visceral com o palco. Eu sou enlouquecida por isso. \u00c9 o lugar onde eu sou mais eu. Ali\u00e1s, eu acho que s\u00f3 fa\u00e7o m\u00fasica porque \u00e9 onde eu me liberto da minha extrema inabilidade para existir. O show pra mim \u00e9 sempre uma catarse, uma enchente de vida, de amor, de tes\u00e3o, de luz. Porto Alegre \u00e9 minha terra, \u00e9 onde tudo come\u00e7ou. Rio \u00e9 a cidade que eu escolhi. E me parece que S\u00e3o Paulo \u00e9 a cidade que me escolheu. Sou sempre lindamente acolhida, cada vez que canto por l\u00e1. A minha expectativa \u00e9 que eu possa, atrav\u00e9s da minha m\u00fasica e da minha entrega, instaurar uma utopia coletiva. Espero que algo bonito se d\u00ea f\u00edsica, emocional e espiritualmente. Algo potente e especial capaz de emocionar e potencializar sensa\u00e7\u00f5es na vida de todas as pessoas que fizerem parte deste acontecimento-show.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais os pr\u00f3ximos passos em sua carreira, que, afinal, pelo menos para um p\u00fablico maior, est\u00e1 apenas come\u00e7ando?<\/strong><br \/>\nSeguir caminhando, sempre. Um p\u00e9 de cada vez. Com f\u00e9. A f\u00e9 \u00e9 pra mover o p\u00e9. E os caminhos todos est\u00e3o nas m\u00e3os de Deus. Espero que ainda este ano a gente consiga ir a Recife, Bras\u00edlia, Curitiba, Bel\u00e9m e Minas, pra lan\u00e7ar o disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/VGGEnDtELDk\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/VGGEnDtELDk\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/tuih6434EDE\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/tuih6434EDE\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/qgYicvbXmdE\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/qgYicvbXmdE\" \/><\/object><\/p>\n<p>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcos.paulino.313?\" target=\"_blank\">Marcos Paulino<\/a> \u00e9 editor do caderno Plug (<a href=\"http:\/\/plugmusic.zip.net\/\" target=\"_blank\">plugmusic.zip.net<\/a>), da Gazeta de Limeira. A foto que abre o texto \u00e9 de <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/florapimentelfotografia\" target=\"_blank\">Flora Pimentel<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/musica\/\">LEIA MAIS SOBRE M\u00daSICA NO SCREAM &amp; YELL: ENTREVISTA, REVIEWS<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Numa \u00e9poca em que tantas cantoras parecem gravar mais do mesmo, a ga\u00facha Duda se arrisca em can\u00e7\u00f5es perturbadoras\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/08\/01\/entrevista-duda-brack\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[1037],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31862"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31862"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31862\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39820,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31862\/revisions\/39820"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31862"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31862"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31862"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}