{"id":31842,"date":"2015-07-30T10:33:02","date_gmt":"2015-07-30T13:33:02","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=31842"},"modified":"2020-11-09T00:20:05","modified_gmt":"2020-11-09T03:20:05","slug":"entrevista-judas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/07\/30\/entrevista-judas\/","title":{"rendered":"Entrevista: Judas"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-31843\" title=\"judas1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/judas1.jpg\" alt=\"\" \/><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPois ent\u00e3o pe\u00e7o essa licen\u00e7a de abdicar dessa heran\u00e7a \/ de ser de quem me criou imagem e semelhan\u00e7a\u201d. Quem canta isso \u00e9 Judas, n\u00e3o o personagem b\u00edblico, mas o imaginado por Adalberto Rabelo Filho, ex-Numismata, um paulista radicado em Bras\u00edlia que encontrou na moda de viola uma est\u00e9tica para fazer a m\u00fasica pop que lhe apetecia fazer. \u201c\u00c9 um som caipira tocado por quem cresceu dentro do rock, por quem tem outras influ\u00eancias que n\u00e3o a moda de viola\u201d, diz Adalberto, por telefone. Ele conta que teve \u201cuma epifania\u201d ao chegar \u00e0 capital federal, levando-o a repensar suas composi\u00e7\u00f5es. Como letrista, Adalberto comp\u00f4s para Vespas Mandarinas (quase todas as can\u00e7\u00f5es do disco de estreia dos paulistas), C\u00e9rebros Eletr\u00f4nicos, Banz\u00e9 e Vivendo do \u00d3cio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora se note seu estilo nos trabalhos \u201cterceirizados\u201d, o universo do Judas \u00e9 muito claro e bastante espec\u00edfico em sua delimita\u00e7\u00e3o: solid\u00e3o, tomada de decis\u00f5es dif\u00edceis e obstina\u00e7\u00e3o s\u00e3o uma constante e, seja como for, cada um \u00e9 respons\u00e1vel por seus atos e pelas consequ\u00eancias. \u00c9 assim que o nome Judas faz especial sentido, especialmente sem versos como \u201co bem n\u00e3o est\u00e1 no c\u00e9u \/ o mal tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e1 na serpente \/ os dois est\u00e3o \u00e9 dentro da gente \/ destilando o seu fel\u201d, de \u201cCobra Criada\u201d, faixa que conta com Pio Lobato Dillo Ara\u00fajo nas guitarras (Siba toca rabeca em &#8220;Lugar P\u00fablico&#8221;) e presente no \u00e1lbum &#8220;Nonada&#8221;, de 2014 (<a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/adalberto-rabelo-filho\/sets\/judas-nonada\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ou\u00e7a no Soundcloud<\/a>).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sonoridade da banda acaba ecoando essa tem\u00e1tica, com a viola caipira de F\u00e1bio Miranda determinando a din\u00e2mica instrumental que permite que o pop da banda soe t\u00e3o agreste e r\u00fastico quanto roqueiro. H\u00e1 ecos de blues e at\u00e9 um skazinho aparece incidentalmente, mas a linguagem \u00e9 claramente rural \u2013 a partir de uma perspectiva urbana. Al\u00e9m de Adalberto e Fabio, a forma\u00e7\u00e3o conta com Bruno Cesar Ara\u00fajo e Carlos Beleza (guitarra), Pedro Souto (baixo), Augusto Coaracy (bateria), H\u00e9lio Miranda (teclado) e Pedro Vaz (percuss\u00e3o). Mas foi com Adalberto que conversamos para que Judas tivesse outra oportunidade de se explicar.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/qGArYYHowQI\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/qGArYYHowQI\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sendo paulistano, de onde veio essa op\u00e7\u00e3o pela m\u00fasica caipira como est\u00e9tica da m\u00fasica que voc\u00ea faz agora?<\/strong><br \/>\nEm S\u00e3o Paulo eu tinha uma banda chamada Numismata, que tinha elementos de samba, e nenhuma rela\u00e7\u00e3o com o que fa\u00e7o hoje. Quando vim para Bras\u00edlia, rolou essa epifania, porque aqui tem os lugares vastos, sert\u00e3o e tal, e esse cen\u00e1rio me resgatou para uma coisa mais rural, mais paulista at\u00e9, que \u00e9 a m\u00fasica caipira. Foi s\u00f3 aqui que eu vi as intersec\u00e7\u00f5es que ela tem, principalmente com o blues, que tamb\u00e9m \u00e9 uma m\u00fasica rural. E as paisagens e o entorno trazem essa coisa da solid\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(interrompendo) Inclusive a solid\u00e3o \u00e9 algo recorrente, o narrador das letras sempre traz isso \u00e0 tona&#8230; \u00e9 o fio condutor de muitas delas, inclusive.<\/strong><br \/>\nEsse personagem aparece bastante no disco. \u00c9 da\u00ed que vem o nome da banda. A associa\u00e7\u00e3o \u00e9 de Judas com o homem comum. Pegando a B\u00edblia como par\u00e2metro temos Jesus, que \u00e9 o cara que todo mundo tenta ser, mas n\u00e3o consegue. \u00c9 o perfeito. Judas personifica a falha. Tem tamb\u00e9m a malha\u00e7\u00e3o do Judas: [na brincadeira popular] antes do Judas teatral ser escolhido, ele fala todas as verdades na cara da galera, saca? Uma coisa que tamb\u00e9m est\u00e1 ligada \u00e0 literatura de cordel. Se voc\u00ea pegar o ponto de vista do marginalizado, ele pode falar todas as verdades, porque vai ser morto. Essa figura se apresentou muito nas letras, e houve uma grande parcela de experi\u00eancia pessoal colocada nela, j\u00e1 que eu mesmo passei por um per\u00edodo dif\u00edcil de adapta\u00e7\u00e3o quando vim para c\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ent\u00e3o d\u00e1 para dizer que a escolha do nome n\u00e3o \u00e9 por negar Deus, e sim negar a perfei\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nSim, \u00e9 isso. Mas negar a perfei\u00e7\u00e3o intencionalmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma coisa iconoclasta.<\/strong><br \/>\nTotalmente iconoclasta. N\u00e3o tem como ser mais iconoclasta do que escolher se chamar Judas (risos). Mas isso tamb\u00e9m vem um pouco da base do Bob Dylan, que \u00e9 uma refer\u00eancia essencial para a banda. Nele havia essa auto-ironia. N\u00e3o a auto-ironia idiota, tola, mas intelectual, de iconoclastia. A escolha do nome, al\u00e9m da quest\u00e3o b\u00edblica, tamb\u00e9m teve a ver com o Dylan: quando ele passou do ac\u00fastico para o el\u00e9trico foi chamado de Judas pelos puristas. O Judas tem mais que uma parcela de d\u00edvida com o Dylan. Da mesma maneira, muitos fizeram isso, trazer a m\u00fasica pop na sua est\u00e9tica folk. O Bob Marley foi pra Inglaterra, o Fela Kuti foi pra Inglaterra. Ent\u00e3o isso que fazemos n\u00e3o \u00e9 uma concep\u00e7\u00e3o original, mas segue muito como arqu\u00e9tipo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na linguagem musical da banda vem essas refer\u00eancias da sua forma\u00e7\u00e3o roqueira, mas percebe-se muito de gente que j\u00e1 trilhou esses caminhos no Brasil: Raul Seixas, Z\u00e9 Ramalho, o Alceu Valen\u00e7a do come\u00e7o&#8230; E j\u00e1 nos anos 90 veio um pessoal, como vem at\u00e9 agora, trazendo essa releitura: Jorge Cabeleira, Tagore&#8230; \u00c9 algo que te interessa tamb\u00e9m, ou esse pessoal mais contempor\u00e2neo n\u00e3o t\u00e1 no teu radar?<\/strong><br \/>\nEu estou Interessado pra caramba. Acho Tagore muito foda! Mas acho que \u00e9 uma coisa de sincronicidade generacional. Compus as can\u00e7\u00f5es do \u201cNonada\u201d antes de escutar as m\u00fasicas do Tagore. E tamb\u00e9m tenho uma liga\u00e7\u00e3o com uma galera que n\u00e3o tem essas refer\u00eancias no som, mas tem uma preocupa\u00e7\u00e3o muito grande com a letra, com a for\u00e7a da palavra. Wado, Ronei Jorge e Os Ladr\u00f5es da Bicicleta, Mestre Ambr\u00f3sio, artistas que s\u00e3o contempor\u00e2neos e com quem sinto essa afinidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Siba, inclusive, est\u00e1 no disco, tocando rabeca.<\/strong><br \/>\nSiba tinha que participar (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea falou do pessoal da sua gera\u00e7\u00e3o, que tem uma preocupa\u00e7\u00e3o forte com a palavra, e isso \u00e9 uma coisa que, guardadas as \u00f3bvias exce\u00e7\u00f5es, sempre esteve presente na m\u00fasica brasileira, independentemente do g\u00eanero. O rock dos anos 80 tinha isso tamb\u00e9m, de modo geral, mas era uma est\u00e9tica derivativa, em letra e som, de coisas gringas. Voc\u00ea acha que de l\u00e1 para c\u00e1, e em especial nos tempos mais recentes, as letras do rock brasileiro, mainstream ou n\u00e3o, ganharam uma identidade mais particular, mais s\u00f3lida?<\/strong><br \/>\n(hesita) N\u00e3o sei dizer. (hesita novamente) Correndo o risco de parecer muito pretensioso, acho que n\u00e3o existe tanta preocupa\u00e7\u00e3o coma letra. Existe uma preocupa\u00e7\u00e3o com a autenticidade do sentimento, e acaba sendo algo conduzido como catarse. N\u00e3o tem uma edi\u00e7\u00e3o, uma lapida\u00e7\u00e3o, n\u00e3o tira as arestas que poderiam deixar aquilo melhor acabado. Veja, n\u00e3o estou dizendo que elas n\u00e3o t\u00eam valor, mas sim que predomina essa tend\u00eancia de preferir a autenticidade em detrimento de estruturar melhor a letra. A m\u00fasica popular cantada tem peso igual ao m\u00fasica instrumental em que ela t\u00e1 inserida. Um exemplo besta at\u00e9: a Anitta vai l\u00e1 e fala das \u201cpreparadas\u201d e consegue uma  rela\u00e7\u00e3o com seu p\u00fablico, que compreende e se identifica. Ent\u00e3o at\u00e9 nessa m\u00fasica mais comercial, de espa\u00e7o pago, a letra tem um papel importante e fundamental. Eu acho que a letra deve ter um trabalho mais estrutural, mas seria pedante exigir que todo mundo queira a mesma coisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c9 curioso te ouvir falando de estrutura, porque em algumas can\u00e7\u00f5es do Judas a letra extrapola um pouco a m\u00e9trica, quase como um cantador que usa a viola para contar sua hist\u00f3ria mais narrando que cantando.<\/strong><br \/>\nIsso n\u00e3o aparece tanto, mas toda vez que a letra \u00e9 um pouco maior vem por causa de algo do Judas que n\u00e3o \u00e9 muito \u00f3bvio: a influ\u00eancia do rap. O rap e o hip hop tem letristas muito capazes. Mano Brown \u00e9 um g\u00eanio na constru\u00e7\u00e3o das palavras. Mas em geral eu costumo tentar respeitar a m\u00e9trica, para ficar mais palatavelmente pop.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Isso tamb\u00e9m me chama a aten\u00e7\u00e3o, porque o Judas n\u00e3o \u00e9 pop. Quer dizer, n\u00e3o \u00e9 inacess\u00edvel, n\u00e3o \u00e9 herm\u00e9tico, mas \u00e9 de assimila\u00e7\u00e3o imediata.<\/strong><br \/>\nEu digo isso considerando que The Who, Kinks, Beatles, Rolling Stones, s\u00e3o pop. Hoje em dia o pop \u00e9 visto como uma coisa chiclete, de vida breve. Mas acho que a galera meio que subestima a intelig\u00eancia do ouvinte hoje em dia. N\u00e3o deveria ser surpresa que um cara como Kendrick Lamar fa\u00e7a sucesso, ele \u00e9 foda. Mas a galera se surpreende: \u201cnossa, um cara bom, e que conseguiu fazer sucesso\u201d. A boa m\u00fasica pop consegue ser transgressora e acess\u00edvel ao mesmo tempo. N\u00e3o sei se a gente teve capacidade de conseguir isso com o \u201cNonada\u201d, mas \u00e9 o que gente quer. Todo mundo faz m\u00fasica para ser ouvido, ningu\u00e9m faz s\u00f3 para si. Como disse, n\u00e3o sei se j\u00e1 temos isso agora. Quem sabe no pr\u00f3ximo disco (risos)&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por falar nisso, voc\u00eas n\u00e3o viajaram muito com o \u201cNonada\u201d, n\u00e3o \u00e9? O plano \u00e9 seguir trabalhando com ele, ou j\u00e1 pensar no sucessor?<\/strong><br \/>\nA banda mudou de forma\u00e7\u00e3o. Dos integrantes do disco, alguns viajaram, outros se mudaram&#8230; Atualmente, estamos tocando bastante em Bras\u00edlia, Goi\u00e2nia e Anap\u00f3lis. Estamos tentando ir para S\u00e3o Paulo, o \u201cNonada\u201d ainda nos qualifica para o Prata da Casa l\u00e1 no SESC Pomp\u00e9ia, estamos buscando tamb\u00e9m o circuito de festivais, mas parece que nesse ano  houve uma retra\u00edda. Fora S\u00e3o Paulo, parece que o pa\u00eds todo est\u00e1 vivendo um ano esquisito. Se \u00e9 que podemos dizer assim, pretendemos ter 80%  de trabalho com o \u201cNonada\u201d e 20% de novas can\u00e7\u00f5es. A banda est\u00e1 com toda essa galera nova, com uma informa\u00e7\u00e3o musical muito rica, e temos que ter uma \u201cfotografia\u201d dela agora, ou seja, um disco. A gente t\u00e1 pensando em um EPzinho, ou mesmo um compacto, para poder com essa nova forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/c-2eyAO9OX4\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/c-2eyAO9OX4\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/b8yq_YYgyjk\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/b8yq_YYgyjk\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/rg7XP17oux4\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/rg7XP17oux4\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a>) no Scream &amp; Yell.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/musica\/\">MAIS SOBRE M\u00daSICA, ENTREVISTAS E REVIEWS NO SCREAM &amp; YELL<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Leonardo Vinhas\nUm paulista radicado em Bras\u00edlia encontrou na moda de viola uma est\u00e9tica para fazer a m\u00fasica pop. Nascia a banda Judas!\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/07\/30\/entrevista-judas\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31842"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31842"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31842\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58253,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31842\/revisions\/58253"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31842"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31842"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31842"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}