{"id":31341,"date":"2015-07-01T23:30:53","date_gmt":"2015-07-02T02:30:53","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=31341"},"modified":"2016-08-31T03:08:33","modified_gmt":"2016-08-31T06:08:33","slug":"entrevista-chibazqui","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/07\/01\/entrevista-chibazqui\/","title":{"rendered":"Entrevista: Chibazqui"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-31342\" title=\"chibaski\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/chibaski.jpg\" alt=\"\" \/><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por <\/strong><strong><strong><a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\">Pedro Salgado<\/a><\/strong>, de Lisboa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando o tecladista Silas Ferreira (ex-Pontos Negros) completou o elenco do Chibazqui, em Mar\u00e7o de 2014, a inten\u00e7\u00e3o inicial do grupo liderado por Diego Arm\u00e9s (letrista e guitarrista) era seguir uma orienta\u00e7\u00e3o sonora mais folk. Em virtude de um convite madrugador do selo NOS Discos para a grava\u00e7\u00e3o do disco, o quarteto afastou-se da dire\u00e7\u00e3o planejada e enveredou por um modelo assente no frescor instrumental e nas letras imaginativas de Arm\u00e9s, resultando numa estreia definitivamente caracterizada pelo pop inteligente, bem \u00e0 medida dos melhores \u00e1lbuns portugueses de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto abordamos o rec\u00e9m-lan\u00e7ado \u201cPlanos Para o Futuro\u201d (<a href=\"http:\/\/nosdiscos.pt\/discos\/artistoptimusdiscos\/planos-para-o-futuro\" target=\"_blank\">baixe gratuitamente aqui<\/a>) e a aparente opacidade das caves do Edif\u00edcio Interpass, no Bairro Alto, em Lisboa, dissipa-se com a anima\u00e7\u00e3o da conversa, a banda aponta a estrofe: \u201cEu s\u00f3 quero viver devagar, morrer j\u00e1 velhote a contemplar as ondas\u201d, da faixa t\u00edtulo, como a mensagem principal do Chibazqui (\u201cera para ser Chinaski, um roubo descarado a Bukowski, mas algu\u00e9m se enganou a teclar e escreveu \u201cChibaski\u201d \u2013 da\u00ed ao aportuguesamento desavergonhado foi um pequeno passo\u201d, explica o release oficial). A t\u00f4nica na melodia, para a qual contribuem decisivamente o baterista Filipe Sambado e o baixista Adriano Fernandes, encontra uma boa tradu\u00e7\u00e3o no tema \u201cCachorra\u201d, onde o grupo lisboeta explorou habilmente o duplo significado do t\u00edtulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre o single e primeiro clipe \u201cElefante e Micr\u00f3bio\u201d, Sambado concorda com a observa\u00e7\u00e3o de que a cad\u00eancia acelerada da faixa sugere uma vida errante e Arm\u00e9s desvenda a hist\u00f3ria da can\u00e7\u00e3o: \u201cFaz sentido que ela tenha este ritmo e andamento, porque foi um tema que foi feito na guitarra e respeitou-se a ideia inicial. Escrevi essa can\u00e7\u00e3o depois de uma viagem algo psicod\u00e9lica que fiz com o meu irm\u00e3o ao Festival Sudoeste. Deve ser a faixa que representa o lado mais decadente do escritor Charles Bukowski\u201d, explica. J\u00e1 Silas Ferreira, citando Filipe da Gra\u00e7a (integrante do grupo ingl\u00eas Lull), relativiza uma eventual ang\u00fastia: \u201cN\u00e3o d\u00e1 para evitar. Qualquer coisa mais deprimente que se fa\u00e7a em Portugal \u00e9 infiltrada pelo sol\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Confiante pelo trabalho realizado, o Chibazqui aponta novos caminhos musicais: \u201cSinto que as propostas que temos para as pr\u00f3ximas can\u00e7\u00f5es divergem um pouco do \u2018Planos Para o Futuro\u2019, mas seguiremos o nosso caminho de uma forma descontra\u00edda e tudo surgir\u00e1 como tiver de acontecer\u201d, conta Diego Arm\u00e9s. Sobre os shows, embora ultimamente n\u00e3o tenha tocado muito ao vivo, a banda lisboeta pretende apostar numa din\u00e2mica que n\u00e3o replique apenas as can\u00e7\u00f5es, encontrando um ponto de conforto e concebendo algo mais consistente em palco que impulsione o grupo. De Lisboa para o Brasil, o Chibazqui conversou com o Scream &amp; Yell.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/TnIbMukXplc\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/TnIbMukXplc\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando formaram o Chibazqui desejavam criar algo novo ou apenas juntar os vossos talentos individuais?<\/strong><br \/>\nInicialmente t\u00ednhamos em mente explorar mais o folk, mas sentimos que talvez n\u00e3o fizesse sentido e continuamos a abordar o indie rock. No fundo, \u00e9 aquilo que nos une enquanto esp\u00edritos criativos. No entanto, sentimos esse apelo inicial em temas como \u201cPalmar\u201d, e nos versos de \u201cCachorra\u201d ou \u201cSete Damas\u201d. Isso acontece porque no princ\u00edpio do Chibazqui tent\u00e1vamos come\u00e7ar as m\u00fasicas com essa pegada folk.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A escrita do autor alem\u00e3o Charles Bukowski serviu de inspira\u00e7\u00e3o para o disco, mas o Chibazqui alterou esse imagin\u00e1rio decadente e adotou uma toada mais leve. Como se deu essa transforma\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nO nosso objetivo era partir da decad\u00eancia do Bukowski, mas n\u00e3o complicar o processo criativo, fazer as coisas descontraidamente e as can\u00e7\u00f5es surgiram de uma forma mais leve e bem disposta. Sentimos que esse era o caminho certo, fizemos uma fus\u00e3o dos universos de Bukowski e do Big Lebowski e ficamos no meio (risos). Na forma\u00e7\u00e3o da banda existe sempre uma ideia inicial, mas, acima de tudo, quando a m\u00fasica rola \u00e9 que percebemos para onde queremos ir e foi o que aconteceu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cPlanos Para o Futuro\u201d \u00e9 um \u00e1lbum em que as can\u00e7\u00f5es fluem livremente. Esse fato \u00e9 apenas o resultado do processo de composi\u00e7\u00e3o ou obedece a uma linha conceitual?<\/strong><br \/>\nFoi tudo muito espont\u00e2neo e natural. Esse aspecto ficou logo definido no come\u00e7o da banda, ou seja, desfrutar, curtir as interpreta\u00e7\u00f5es e fazer o que gost\u00e1ssemos. Ainda assim, corrigimos a orienta\u00e7\u00e3o sonora de algumas faixas para n\u00e3o ficarem muito pesadas, como foi o caso de \u201cAnimais Quase Comest\u00edveis\u201d (chamava-se inicialmente \u201cNew Metal\u201d), e que ficou um pouco mais aberta. No Chibazqui existem tr\u00eas cantautores e isso faz com que o respeito pela can\u00e7\u00e3o seja muito grande. N\u00e3o nos preocupamos tanto com o peso do riff e estamos sempre procurando a melhor harmonia. O Adriano no baixo \u00e9 muito melodioso e as linhas dele podiam ser sopros. Nenhum de n\u00f3s \u00e9 extremamente virtuoso. Remamos todos para o mesmo lado e ningu\u00e9m tenta se destacar dos outros. Para conseguirmos a despreocupa\u00e7\u00e3o total, preocupamo-nos cada um com a sua parte e o que resulta \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o redonda com muitos cantores l\u00e1 dentro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Embora o indie rock e o folk estejam bem representados no disco, a abordagem de voc\u00eas ao pop parece-me mais exuberante e define melhor o trabalho. Concordam?<\/strong><br \/>\nSe o Chibazqui tiver um estilo musical, h\u00e1 mais possibilidades dele ser o pop ou o pop\/rock. O indie rock define uma s\u00e9rie de bandas que tentaram fazer carreira com um rock descomprometido ou despretensioso sem estarem ligados \u00e0 ind\u00fastria musical. Destacando-se da cena \u2018do it yourself\u2019 do punk dos anos 70 e 80. Concordo que somos uma banda mais pop, porque na nossa sonoridade n\u00e3o existem muitos riffs nem power chords e procuramos mais o formato can\u00e7\u00e3o e a melodia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Dentro do novo cen\u00e1rio musical portugu\u00eas, com quem se identificam?<\/strong><br \/>\nTendo em conta o nosso percurso musical, identificamo-nos mais com o panorama de h\u00e1 cinco anos. Mas \u00e9 um pouco relativo, porque estamos falando de amigos, dos quais assistimos aos shows e participamos. Fica dif\u00edcil separar as coisas. A cena musical em Lisboa n\u00e3o \u00e9 muito grande e conhecemo-nos todos. Se fiz\u00e9ssemos um grupo igual ao Capit\u00e3o Fausto n\u00e3o faria sentido, porque respeitamos a sua identidade e n\u00e3o queremos copiar o amigo do lado. Fora de Lisboa, estaremos sempre pr\u00f3ximos dos Smix Smox Smux. Eles fazem m\u00fasica divertida, \u00e0 vontade, sem pretens\u00f5es e a forma como eles procuram a can\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 interessante. O PZ e o Cochaise (banda da qual tamb\u00e9m fazem parte Filipe Sambado e Adriano Fernandes) tamb\u00e9m se aproximam da nossa sonoridade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como gostariam que a vossa m\u00fasica fosse interpretada no Brasil?<\/strong><br \/>\nTemos alguma curiosidade sobre a forma como o ouvinte brasileiro, que gosta de rock, vai interpretar a nossa m\u00fasica. Gost\u00e1vamos que ela fosse vista como algo ex\u00f3tico, embora achemos que isso ser\u00e1 complicado. Mas seria bom que f\u00f4ssemos vistos de uma forma diferente para nos destacarmos. Temos no\u00e7\u00e3o do trabalho de algumas bandas brasileiras, que t\u00eam pontos comuns com o Chibazqui, porque n\u00e3o s\u00e3o grupos com grandes riffs ou de rock direto, como os Pontos Negros eram. A grande refer\u00eancia dos \u00faltimos 10 anos no Brasil foi o Los Hermanos e sentimos que muitos projetos l\u00e1 tentam agregar o samba \u00e0 sua sonoridade, como n\u00e3o temos essa componente dificilmente seremos vistos como ex\u00f3ticos. Sentimos que vamos sempre ficar aqu\u00e9m do Brasil e dos brasileiros em termos de luminosidade. Ficamos com a sensa\u00e7\u00e3o que parecemos depressivos em fun\u00e7\u00e3o do seu p\u00fablico mais alegre. Mas poderemos ser ex\u00f3ticos mostrando aos brasileiros uma alegria melanc\u00f3lica.<\/p>\n<p><a class=\"embedly-card\" href=\"http:\/\/www.rtp.pt\/play\/p1834\/e199510\/poplusa#sthash.qToqOjGo.fnmz\">Poplusa (V) &#8211; Epis\u00f3dio 15 &#8211; RTP Play &#8211; RTP<\/a><br \/>\n<script src=\"\/\/cdn.embedly.com\/widgets\/platform.js\"><\/script><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-31343\" title=\"chibazki\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/chibazki.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"600\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/chibazki.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/chibazki-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/chibazki-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Pedro Salgado (siga\u00a0<a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\">@woorman<\/a>)       \u00e9 jornalista, reside em Lisboa e colabora com o Scream &amp;        Yell   contando novidades da m\u00fasica de Portugal. Veja outras  entrevistas   de   Pedro Salgado\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/portugal\/\">aqui<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Tiago Cavaco: &#8220;A atualidade da can\u00e7\u00e3o pop portuguesa continua a ser uma chatice&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/06\/07\/de-portugal-conheca-tiago-cavaco\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Ou\u00e7a: 15 can\u00e7\u00f5es do pop portugu\u00eas (de Sergio Godinho a Legendary Tigerman) (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/02\/24\/ouca-15-cancoes-do-pop-portugues\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Tiago Monteiro fala sobre seu livro que mapeia a nova cena portuguesa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/05\/22\/entrevista-tiago-monteiro\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Download: \u201cProjeto Visto 2? une artistas portugueses e brasileiros em EP gratuito (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/12\/14\/download-projeto-visto-2\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; TV Rural: \u201cSentimos que \u2018Sujo\u2019 \u00e9 o nosso disco mais homog\u00e9neo, coeso\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/05\/26\/de-portugal-conheca-o-tv-rural\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Tr\u00eas discos de 2015: Capit\u00e3es da Areia, Cap\u00edcua e Diabo na Cruz\u00a0 (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/04\/30\/cds-capitaes-capicua-e-diabo-na-cruz\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Legendary Tigerman: \u201cO rock e a dan\u00e7a devem ser momentos de liberta\u00e7\u00e3o\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/05\/06\/entrevista-the-legendary-tigerman\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Capicua: \u201cGostaria que o meu trabalho ajudasse a divulgar o hip-hop e o rap\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/05\/24\/a-nova-cena-portuguesa-capicua\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Rita Braga: \u201cO prop\u00f3sito era fazer um disco em S\u00e3o Paulo\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/03\/13\/a-nova-cena-portuguesa-rita-braga\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Em\u00e9: \u201cA m\u00fasica n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o de l\u00edngua, mas sim de linguagem\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/01\/28\/a-nova-cena-portuguesa-eme\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Quarteto de Lisboa estreia com \u00e1lbum de apelo pop inteligente, bem \u00e0 medida dos melhores \u00e1lbuns portugueses de 2015\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/07\/01\/entrevista-chibazqui\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[47],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31341"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31341"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31341\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39605,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31341\/revisions\/39605"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31341"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31341"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31341"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}