{"id":31134,"date":"2015-06-18T15:15:04","date_gmt":"2015-06-18T18:15:04","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=31134"},"modified":"2020-11-09T00:21:25","modified_gmt":"2020-11-09T03:21:25","slug":"entrevista-luiza-lian","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/06\/18\/entrevista-luiza-lian\/","title":{"rendered":"Entrevista: Luiza Lian (2015)"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-31135\" title=\"luizalian\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/luizalian.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"752\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/luizalian.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/luizalian-241x300.jpg 241w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando havia destaque onipresente no cen\u00e1rio independente para bandas umbiguistas, sem muita voca\u00e7\u00e3o para inova\u00e7\u00e3o ou para a intensidade, muita gente dizia que \u201cfaltava testosterona\u201d. Machistas que somos, parece n\u00e3o ter ocorrido a ningu\u00e9m que podiam ser outros os horm\u00f4nios necess\u00e1rios. Mas o insight teria vindo se a paulista Luiza Lian j\u00e1 tivesse lan\u00e7ado seu disco de estreia, que leva seu nome e ganhou vida neste ano pelo selo Risco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na verdade, o cen\u00e1rio musical hoje est\u00e1 bem mais variado e interessante do que aquele descrito acima, que talvez retratasse a realidade de alguns anos atr\u00e1s. Como integrante dessa cena, Luiza n\u00e3o s\u00f3 est\u00e1 interessada no que fazem seus pares, de S\u00e3o Paulo ou de outros Estados, como tamb\u00e9m tem v\u00e1rios deles na banda que a acompanha e que foi fundamental na g\u00eanese do seu disco. A sua trupe conta com o guitarrista Martim Bernardes (O Terno), o violonista Juliano Abramovay (Grand Bazaar, Noite Torta e Orkestra Bandida), o baixista Guilherme d\u2019 Almeida (O Terno e Grand Bazaar), o baterista Charles Tixier (Charlie &amp; os Marretas) e o tecladista Tom\u00e1s de Souza (Charlie &amp; os Marretas e Grand Bazaar). Sim, \u00e9 um sintoma de uma cena interdependente, mas n\u00e3o por isso menos vers\u00e1til ou interessante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cLuiza Lian\u201d, o disco (<a href=\"http:\/\/www.luizalian.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">baixe aqui<\/a>), \u00e9 t\u00e3o rock quanto MPB, t\u00e3o tropicalista quanto psicod\u00e9lico. N\u00e3o d\u00e1 sossego nem quando diminui o andamento ou abaixa o volume. Olha assumidamente para o passado, mas n\u00e3o \u00e9 revivalista. Como bem define sua autora: \u201cestou fazendo minhas m\u00fasicas no presente, com as pessoas do presente, mas tem essa influ\u00eancia forte [do que me formou musicalmente]\u201d. O alcance vocal da mo\u00e7a ajuda a personalizar e potencializar as composi\u00e7\u00f5es, podendo soar infantil (no bom sentido), m\u00e2ntrico ou cheio de entrega roqueira. \u201cChoror\u00f4\u201d \u00e9 a melhor faixa para guiar o passeio, pois apresenta um pouco de tudo o que voc\u00ea vai encontrar no disco: um balan\u00e7o poderoso, com guitarras altas, versos em tom de ora\u00e7\u00e3o e vozes do refr\u00e3o brincando entre a cabrochada e o rock\u2019n\u2019roll. Essa sonoridade e outros assuntos foram abordados com um pouco mais de aten\u00e7\u00e3o na entrevista que se segue.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/vNQHgBOM6Lk\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/vNQHgBOM6Lk\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Queria saber um pouco mais do seu passado pr\u00e9-m\u00fasica. Voc\u00ea foi criada na Bahia, n\u00e9?<\/strong><br \/>\nMorei em Trancoso na minha primeira inf\u00e2ncia. Quando Trancoso ainda n\u00e3o era esse super hype (risos), minha tia e meu pai foram para l\u00e1 para montar restaurantes. Era uma comunidade hippie mesmo, uma tentativa de viver as coisas de um jeito diferente, de sair da cidade. Era todo mundo muito pr\u00f3ximo, todos os eventos que aconteciam todo mundo ia. Tive o privil\u00e9gio de ter uma inf\u00e2ncia num lugar paradis\u00edaco. Ainda crian\u00e7a vim para S\u00e3o Paulo, mas voltei muitas vezes para l\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>D\u00e1 para ver que muita coisa desse ide\u00e1rio aparece muito na sua m\u00fasica. Inclusive h\u00e1 algumas quest\u00f5es espirituais que aparecem explicitamente em algumas letras.<\/strong><br \/>\nSim, eu tenho essa viv\u00eancia. \u00c9 uma parte muito significativa da minha vida. Minha viv\u00eancia espiritual aponta para muitos lados, e eu tenho uma vis\u00e3o mais ritual\u00edstica que religiosa. \u00c9 inevit\u00e1vel que isso apare\u00e7a nas letras, mas porque \u00e9 minha maneira de enxergar o mundo, e n\u00e3o porque eu quero passar determinada mensagem para algu\u00e9m. \u00c9 algo que faz parte da minha vida e consequentemente vai estar de um jeito natural na forma como eu me relaciono, na linguagem po\u00e9tica, na m\u00fasica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Seus parceiros de composi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m parecem ter isso. Imagino que foi uma liga\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m consequente dessa tua viv\u00eancia, associar-se \u00e0s pessoas assim. As can\u00e7\u00f5es do G\u00ea Marques s\u00e3o muito emblem\u00e1ticas nesse sentido.<\/strong><br \/>\nAs m\u00fasicas dele j\u00e1 existem independentemente das minhas escolhas. Meu pai \u00e9 muito ligado a isso&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(interrompendo) G\u00ea Marques \u00e9 o seu pai? (risos)<\/strong><br \/>\n\u00c9, G\u00ea Marques \u00e9 meu pai (risos). \u201cA Luz da Vela\u201d (nota: que, assim como \u201cGula\u201d, \u00e9 uma parceria de Marques com Beto Bianchi) e \u201c\u00d4nibus Lotado\u201d s\u00e3o dessa \u00e9poca da Bahia. \u201cEscuta Z\u00e9\u201d \u00e9 um poema que eu musiquei. \u201cProtetora\u201d j\u00e1 \u00e9 um hino do [Santo] Daime. Meu pai \u00e9 dirigente de um grupo espiritual, e eu peguei essa can\u00e7\u00e3o do hin\u00e1rio desse grupo, mas eu mudei o nome.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando de m\u00fasica agora: eu vejo que no exterior tem um pessoal que olha para tr\u00e1s e recupera v\u00e1rios elementos que gosta para fazer m\u00fasica com elementos e olhar atuais. Gente como Jack White e todo o pessoal do selo dele, Third Man Records, por exemplo. Ent\u00e3o me corrija se eu estiver falando bobagem, mas tenho a impress\u00e3o que sua m\u00fasica tem esse car\u00e1ter de trazer coisas do passado, s\u00f3 que com um filtro muito pessoal, muito moderno. E o per\u00edodo para o qual voc\u00ea olha \u00e9 o final dos 60 e come\u00e7o dos 70, Novos Baianos, o Gil do come\u00e7o, aquela Gal mais ousada&#8230;<\/strong><br \/>\nN\u00e3o \u00e9 bobagem, n\u00e3o. \u00c9 bem isso. Inclusive me dei conta disso respondendo uma outra entrevista quando perguntaram quais foram minhas bases no come\u00e7o. Um dos discos que mudou minha vida foi o \u201cWhite Album\u201d, dos Beatles. Inclusive o Juliano, que toca comigo desde sei l\u00e1 quando (risos), descobriu junto comigo e \u00e9ramos os dois fissurados pelos Beatles e tamb\u00e9m Caetano, Gil, as coisas deles dessa \u00e9poca. \u00c9 uma \u00e9poca que amo artisticamente, no Brasil e fora. Tamb\u00e9m ouvi muito Led Zeppelin e Gal Costa, principalmente os dois primeiros discos. E sempre senti muita afinidade com essa ideia do tropicalismo, da antropofagia: ter uma ideia que vem do exterior e engoli-la e assimil\u00e1-la como algo seu. A pr\u00f3pria instrumenta\u00e7\u00e3o dessa \u00e9poca&#8230; N\u00e3o tento ser exatamente aquilo, mas tamb\u00e9m n\u00e3o tento ser t\u00e3o diferente [dessas refer\u00eancias]. Estou fazendo minhas m\u00fasicas no presente, com as pessoas do presente, mas tem essa influ\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E como isso tudo se cria? Como funciona o processo de composi\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nComecei a ensaiar primeiro com o Juliano e o Tom\u00e1s, e encasquetei que queria fazer um projeto solo, gravar as m\u00fasicas do meu pai que sabia que minha m\u00e3e [Fabiana Lian, tamb\u00e9m produtora cultural] n\u00e3o gravaria, e tamb\u00e9m fazer um projeto meu \u2013 n\u00e3o no sentido de fazer sozinha, mas de ter a liberdade de dirigir. Ao mesmo tempo os meninos foram chegando junto, falando que queriam participar. E no fim se formou uma banda, foi uma coisa muito especial. Eu estudei piano, entendo m\u00fasica e tal, mas n\u00e3o toco nenhum instrumento, eu componho cantando. Ent\u00e3o eu juntava os meninos e cantava para eles, que iam ent\u00e3o encontrando o caminho. Foi tudo uma jam, n\u00e3o foi nada colocado no papel. Mesmo os arranjos foram feitos nesse processo. E eles, com todo o conhecimento que t\u00eam, sendo os grandes m\u00fasicos que s\u00e3o, foram interpretando as m\u00fasicas tamb\u00e9m. S\u00e3o grandes int\u00e9rpretes (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Eu tinha ouvido voc\u00ea comentar algo sobre uma poss\u00edvel turn\u00ea europeia. Como vai ser isso?<\/strong><br \/>\nNa verdade eu estou tentando arrumar um show na Espanha, mas provavelmente n\u00e3o ser\u00e1 com os meninos. \u00c9 uma viagem que estou fazendo e que talvez possa incluir alguns shows em voz e viol\u00e3o ou voz e acorde\u00e3o. Mas ainda estou definindo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Independentemente de r\u00e1dio, a gente tem um cen\u00e1rio musical muito legal no Brasil. Pode n\u00e3o ser o desejado, mas n\u00e3o \u00e9 um inferno: tem bandas de qualidade conseguindo tocar em alguns lugares, um circuito voltando a se formar. Por outro lado, isso ainda \u00e9 algo pequeno, e os grandes espa\u00e7os seguem reproduzindo aquilo que chega de mais industrial e \u201cmarquetado\u201d. Assim, a quest\u00e3o \u00e9 onde a m\u00fasica autoral se encaixa? Em especial a sua: ela cabe num circuito que j\u00e1 existe? Onde est\u00e3o os palcos para esse p\u00fablico? Como chegar \u00e0s pessoas al\u00e9m da internet?<\/strong><br \/>\nMenino&#8230; eu estou tentando descobrir tamb\u00e9m! (risos) Agora estou tendo um feedback das minhas m\u00fasicas que est\u00e1 vindo de al\u00e9m do meu nicho. Esse processo de lan\u00e7ar meu disco est\u00e1 sendo incr\u00edvel, canto h\u00e1 um temp\u00e3o, e acho que quando voc\u00ea canta suas composi\u00e7\u00f5es, voc\u00ea est\u00e1 ali para defend\u00ea-las. Em S\u00e3o Paulo eu sempre toquei nas casas autorais: Serralheria, Puxadinho da Pra\u00e7a, Casa do Mancha. E deve ter um p\u00fablico Brasil afora que quer ouvir m\u00fasica autoral&#8230; (pausa) N\u00e3o sei! (risos) Imagino que eu possa agradar tanto ao p\u00fablico do rock quanto ao p\u00fablico da MPB, mas n\u00e3o sei se isso \u00e9 porque essas s\u00e3o duas refer\u00eancias que eu tenho fortes dentro de mim. De certa maneira, me relaciono com o que t\u00e1 sendo feito pelo Met\u00e1 Met\u00e1, pelo pr\u00f3prio Criolo&#8230; Quando ouvi o disco dele, senti uma afinidade mais po\u00e9tica do que musical, at\u00e9. Acho que tem gente querendo ouvir esse tipo de coisa, sim. Se \u00e9 que eu entendi sua pergunta (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Foi mais uma coloca\u00e7\u00e3o que uma pergunta. Porque n\u00e3o d\u00e1 para voc\u00ea dizer: \u201cah, tem uma gera\u00e7\u00e3o de artistas fazendo um trabalho X&#8230;\u201d. O que tem s\u00e3o v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es fazendo muitos trabalhos muito bons. O que talvez exista \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o formada pelo fato de que dificilmente o artista vai estourar hoje tal como se entendia e desejava antigamente, e possivelmente isso o deixa mais \u00e0 vontade para fazer a m\u00fasica que quer fazer. E se n\u00e3o tem o sucesso imediato, por outro lado ele forma um p\u00fablico mais interessado e interessante, que a longo prazo se mostra mais fiel, e que divulga intensamente no boca a boca ou no \u201cclique a clique\u201d. E isso come\u00e7a a unir artistas e p\u00fablicos de cidades diferentes. As coisas come\u00e7am a acontecer, e se n\u00e3o oferecem a possibilidade de viver exclusivamente da m\u00fasica, pelo menos abrem caminhos para ir muito al\u00e9m daquele mesmo grupo de 20 ou 30 amigos.<\/strong><br \/>\nCom certeza! Eu estou com muita dificuldade de tocar, e estou tentando identificar as casas autorais fora de S\u00e3o Paulo. Estou muito a fim de tocar em Belo Horizonte, todo mundo fala super bem de l\u00e1. Quero muito tocar em Goi\u00e2nia, na Bahia, no Rio&#8230; Fui percebendo que essa m\u00fasica [do disco] est\u00e1 muito dentro de mim, por\u00e9m at\u00e9 entrar nas pessoas leva seu tempo. Ent\u00e3o, na m\u00fasica independente \u00e9 passinho de formiga mesmo, desbravando espa\u00e7os&#8230; Eu tenho recebido respostas muito positivas desse disco vindas de lugares diferentes do Brasil, ent\u00e3o quem sabe \u00e9 desse p\u00fablico que j\u00e1 est\u00e1 se formando. As pessoas t\u00eam sede de cultura. Eu j\u00e1 fiz show no interior com todo mundo ali muito focado, muito interessado em coisas novas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/pwWBUSErEYE\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/pwWBUSErEYE\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/QnvzA1w0rwo\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/QnvzA1w0rwo\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/kcytL28OMQk\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/kcytL28OMQk\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/#%21\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a>) no Scream &amp; Yell. A foto que abre o texto \u00e9 de Tommaso Protti. Baixe o disco &#8220;Luiza Lian&#8221; em <a href=\"http:\/\/www.luizalian.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.luizalian.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Leonardo Vinhas\n&#8220;Luiza Lian&#8221;, o disco, \u00e9 t\u00e3o rock quanto MPB, t\u00e3o tropicalista quanto psicod\u00e9lico, olha para o passado, mas n\u00e3o \u00e9 revivalista\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/06\/18\/entrevista-luiza-lian\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31134"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31134"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31134\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58261,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31134\/revisions\/58261"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31134"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31134"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31134"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}