{"id":30995,"date":"2015-06-11T10:03:56","date_gmt":"2015-06-11T13:03:56","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=30995"},"modified":"2020-11-09T00:21:14","modified_gmt":"2020-11-09T03:21:14","slug":"entrevista-spangled-shore","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/06\/11\/entrevista-spangled-shore\/","title":{"rendered":"Entrevista: Spangled Shore"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-30996\" title=\"spangled\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/spangled.jpg\" alt=\"\" \/><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span>por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Vinhas<\/a><\/span><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tendo \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o banjo, viol\u00e3o, bandolim e percuss\u00e3o acionada pelos p\u00e9s, com uma mala de viagem \u00e0 guisa de bumbo, o m\u00fasico ga\u00facho Gabriel Balbinot pode fazer um dos shows mais divertidos e empolgantes que voc\u00ea ver\u00e1. Gabriel, que escolheu para sua vida p\u00fablica a alcunha de Spangled Shore, faz folk com inspira\u00e7\u00e3o n\u00edtida e assumida dos brit\u00e2nicos (e alguns estadunidenses tamb\u00e9m). Quem o v\u00ea ao vivo sabe que isso n\u00e3o \u00e9 impedimento para que sua m\u00fasica tenha uma personalidade que ultrapasse suas influ\u00eancias \u2013 at\u00e9 porque o rapaz \u00e9 bom de refr\u00e3o, e melhor ainda de melodias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cCoax the King\u201d, o \u00e1lbum de estreia do mo\u00e7o, saiu em 2014 exclusivamente em CD (mas pode ser ouvido na \u00edntegra no Soundcloud: <a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/spangled-shore\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/soundcloud.com\/spangled-shore<\/a>), e \u00e9 um retrato justo do que ele pode fazer. S\u00e3o 10 faixas que parecem ter sido organizadas como se fosse um vinil: o \u201clado A\u201d, mais alegre e combativo, na frente, e o \u201clado B\u201d, mais cadenciado e tendendo ao confessional, na sequ\u00eancia. Tanto em um como em outro, a combina\u00e7\u00e3o de influ\u00eancias (Bob Dylan e Billy Bragg logo \u00e0 frente) funciona justamente por sua simplicidade, que agrada de imediato em suas encarna\u00e7\u00f5es mais \u201cpra cima\u201d (\u201cI Hang My Head\u201d, \u201cThe Song Can Kill You\u201d, \u201cThe Rascal\u201d) quanto nas que convidam ao recolhimento (\u201cThe Core\u201d, a bela \u201cAll My Friends Were Right\u201d e \u201cThe Bottom\u201d, com a produ\u00e7\u00e3o trazendo uma curiosa influ\u00eancia p\u00f3s-punk).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gabriel vem excursionando sem banda para promover o disco, e no <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/04\/27\/festival-brasileiro-de-musica-de-rua-2015\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Festival Brasileiro de M\u00fasica de Rua<\/a>, que aconteceu na Serra Ga\u00facha no final de abril, fez o que pouqu\u00edssimos se atreveriam a fazer: nove apresenta\u00e7\u00f5es em oito dias, todas em lugares p\u00fablicos, como pra\u00e7as e pontos de \u00f4nibus. Era impressionante ver como congregava mais p\u00fablico a cada show, assim como evolu\u00eda em sua performance, saindo de uma quase timidez para uma presen\u00e7a digna de um rock star, no bom sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo ainda empenhado na divulga\u00e7\u00e3o de \u201cCoax the King\u201d, Gabriel j\u00e1 fez a pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o de seu sucessor. Afinal, seu foco atual \u00e9 transformar a m\u00fasica em meio de vida: fez um curso de produ\u00e7\u00e3o musical na Inglaterra e acredita na viabilidade financeira do Spangled Shore. E embora ele fale disso tudo na entrevista a seguir, a preocupa\u00e7\u00e3o central da conversa \u00e9, como parece ser em tudo que ele faz, o prazer da m\u00fasica.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/so0XlftUgqo\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/so0XlftUgqo\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vamos falar um pouco da g\u00eanese do \u201cCoax the King\u201d: voc\u00ea gravou tudo sozinho?<\/strong><br \/>\nGravei partes em est\u00fadio com o Juan (nota: JC Wallace, produtor do disco) e tamb\u00e9m na casa dele, e outras j\u00e1 em Caxias do Sul, em casa, e mandava o material para ele. No in\u00edcio, pensei que Spangled Shore ia ser uma banda. Eu tinha tocado com v\u00e1rias bandas antes, e todas terminavam porque algum integrante n\u00e3o queria continuar (risos). Eram bandas punk, mas componho folk desde sempre. S\u00f3 n\u00e3o divulgava. Quando acabei a faculdade e vi que m\u00fasica era mesmo o que eu queria fazer, j\u00e1 estava compondo folk e vi que tinha que seguir por conta pr\u00f3pria, para n\u00e3o depender de outros integrantes. Ent\u00e3o fui fazer tudo sozinho. Gravei um EP que praticamente n\u00e3o lancei, porque enquanto o finalizava, j\u00e1 comecei a compor as m\u00fasicas que entraram no \u00e1lbum, e elas estavam muito melhores que esse material que j\u00e1 tinha sido registrado, e preferi nem trabalhar essas can\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Isso foi quando?<\/strong><br \/>\nComecei a gravar em 2012. Mostrei pro Juan e juntos ajeitamos algumas coisas. Fui gravar viol\u00e3o e vozes no est\u00fadio, s\u00f3 que logo depois fui para Inglaterra e fiquei quase um ano l\u00e1 estudando produ\u00e7\u00e3o musical. Nesse per\u00edodo, mudei muita coisa, troquei duas m\u00fasicas do repert\u00f3rio, e quando voltei pro Brasil, gravei banjos, alguns baixos e os samples de bateria \u2013 porque n\u00e3o tem bateria ac\u00fastica no disco (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea nunca cogitou gravar em portugu\u00eas, imagino. Porque a sonoridade das palavras dialoga com as can\u00e7\u00f5es, parece fazer parte delas. N\u00e3o consigo imaginar seu disco em outro idioma.<\/strong><br \/>\nJ\u00e1 me perguntaram algumas vezes sobre isso. Eu falo ingl\u00eas desde muito novo, e sempre ouvi m\u00fasica em ingl\u00eas. Gosto de como o idioma soa. Se traduzir, acho que vai perder essa sonoridade que \u00e9 t\u00e3o caracter\u00edstica do folk mesmo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Desde que o disco saiu, em 2014, voc\u00ea s\u00f3 o promoveu no formato one man band?<\/strong><br \/>\nNa verdade foi assim: fiz uns shows l\u00e1 na Inglaterra em 2013, e como l\u00e1 eu n\u00e3o tinha equipamento, era s\u00f3 com banjo, viol\u00e3o e voz. Duas semanas depois de ter voltado para Caxias, ainda em 2013, conheci o Luciano Balen e ele me convidou para tocar no Festival Brasileiro de M\u00fasica de Rua, organizado por ele. Expliquei que tinha rec\u00e9m voltado, n\u00e3o tinha banda ainda, e ele disse para eu investir nessa proposta de tocar sozinho, e arrisquei o formato one man band, que acabou sendo o que uso at\u00e9 hoje. O festival foi a estreia desse formato, e assim foi ficando, eu n\u00e3o tinha com quem tocar mesmo&#8230; Fiz tr\u00eas shows com meu irm\u00e3o, que tamb\u00e9m toca banjo, mas como ele n\u00e3o tem muito essa pegada de ter banda, fiquei s\u00f3 eu&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma coisa que me chama a aten\u00e7\u00e3o: tanto aqui no Brasil como no exterior, quase todo mundo que migra para esse som folk teve um come\u00e7o do punk. Ou \u00e0s vezes \u00e9 o contr\u00e1rio: o cara do punk tem as ra\u00edzes folk, como o Johnny Two-Bags, do Social Distortion, ou o Greg Graffin, do Bad Religion. Graffin sempre foi um apaixonado por m\u00fasica folk, inspirou-se no g\u00eanero para fazer v\u00e1rias melodias da sua banda principal, e seu segundo disco, \u201cCold as the Clay\u201d (2006), \u00e9 quase todo de banjo, bandolim, fiddle&#8230;<\/strong><br \/>\nPega o Bob Dylan, cara! Folk sempre foi uma coisa de protesto, de sem envolver com coisas sociais, e acho que o punk vem da\u00ed. Uma grande influ\u00eancia minha foi The Clash, e foi atrav\u00e9s deles que conheci Billy Bragg, que \u00e9 o cara que me influenciou a tocar sozinho, sem banda. Ali\u00e1s, tenho toda a discografia do Billy Bragg, o cara n\u00e3o tem disco ruim!  E as m\u00fasicas dele t\u00eam esse cunho social forte, do que rola no quintal dele ou no mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Seu disco, por ora, s\u00f3 pode ser adquirido em formato f\u00edsico. Online, apenas para streaming. Por que voc\u00ea optou por n\u00e3o disponibilizar o disco para download?<\/strong><br \/>\nEu ainda vou disponibilizar, n\u00e3o sei quando. Como arquei com todos os custos, queria primeiramente vender para cobrir o gasto. Atualmente j\u00e1 consegui metade do valor em vendas. Mas acho que a m\u00fasica tem de estar dispon\u00edvel de todas as formas poss\u00edveis, inclusive gratuita. Por\u00e9m, \u00e9 bom que para uma banda que seus integrantes consigam viver com custos de shows, por exemplo, e de vendas tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tr\u00eas artistas que entrevistei recentemente me disseram que acham o CD uma \u201cm\u00eddia falida\u201d. Voc\u00ea evidentemente n\u00e3o pensa assim.<\/strong><br \/>\nEu acho bacana a ideia de ter o \u00e1lbum f\u00edsico: \u00e9 um cart\u00e3o de visita e ajuda a cobrir custos. Nos shows, se o pessoal curte mesmo, compra. Acho que essa deveria ser uma atitude do p\u00fablico que gosta de determinado artista. Mas se a pessoa n\u00e3o tem como comprar, que tenha digital, ent\u00e3o. Sempre comprei discos, CD e vinil. Vinil t\u00e1 caro agora, nem sempre cabe no bolso. Eu sempre quis fazer um \u00e1lbum prensado, sabe? Vinil mesmo. Tem toda uma arte, que \u00e9 um extra, uma intera\u00e7\u00e3o do projeto gr\u00e1fico com a m\u00fasica. Mas o meu \u00e1lbum em algum momento vai estar disponibilizado online. Mas olha, na verdade ningu\u00e9m nunca me pediu o disco por download (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea passou um per\u00edodo em S\u00e3o Paulo. Sinto que a cidade, embora com muitos m\u00e9ritos, \u00e9 percebida bem equivocadamente como uma \u201cMeca\u201d um tanto quanto ilus\u00f3ria, para quem trabalha com m\u00fasica. N\u00e3o \u00e9 a \u201cterra das oportunidades\u201d apregoada. Por outro lado, estou vendo uma organiza\u00e7\u00e3o e um esp\u00edrito de coopera\u00e7\u00e3o aqui em Caxias do Sul bastante not\u00e1veis. Voc\u00ea acha que a cidade pode ser mais interessante para sua carreira que a capital paulista?<\/strong><br \/>\nCaxias sempre foi uma cidade industrial. O lema daqui \u00e9 trabalho. Mas o que est\u00e1 acontecendo agora aqui em Caxias \u00e9 uma uni\u00e3o que, honestamente, n\u00e3o vi em S\u00e3o Paulo. L\u00e1 \u00e9 muito cada um por si, e quando tem uma agrupa\u00e7\u00e3o, \u00e9 mais o caso de uma panela fechada que uma articula\u00e7\u00e3o. N\u00e3o sei, morei l\u00e1 por quatro anos e n\u00e3o quero falar bobagem, mas \u00e9 a impress\u00e3o que tenho. Pega o circuito Augusta: a maior parte do que toca l\u00e1 \u00e9 cover. Tem tr\u00eas ou quatro bandas autorais, e nos shows dessas t\u00eam pouca gente assistindo&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea n\u00e3o vive do Spangled Shore, mas imagino que esse formato favore\u00e7a esse prop\u00f3sito&#8230;<\/strong><br \/>\nCom certeza! \u00c9 uma passagem, duas no m\u00e1ximo, um quarto de hotel, pouco equipamento pra levar&#8230; Mas eu gostaria de mais pra frente ter uma banda. Na verdade, gostaria de poder oferecer os dois formatos de shows: banda e solo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/IufM-XjE_Sk\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/IufM-XjE_Sk\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/DQ7ESkpeAnA\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/DQ7ESkpeAnA\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/sCzMoJjAm8I\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/sCzMoJjAm8I\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span>&#8211; Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/#%21\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<\/span><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a><span>) no Scream &amp; Yell. <\/span><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Saiba como foi o Festival Brasileiro de M\u00fasica de Rua 2015 (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/04\/27\/festival-brasileiro-de-musica-de-rua-2015\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Leonardo Vinhas\nO ga\u00facho Gabriel Balbinot pode fazer um dos shows mais divertidos e empolgantes que voc\u00ea ver\u00e1. 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