{"id":30702,"date":"2015-05-21T12:22:52","date_gmt":"2015-05-21T15:22:52","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=30702"},"modified":"2017-02-17T17:17:04","modified_gmt":"2017-02-17T19:17:04","slug":"quem-precisa-do-faith-no-more","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/05\/21\/quem-precisa-do-faith-no-more\/","title":{"rendered":"Quem precisa do Faith no More?"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-30705\" title=\"fnm\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/fnm.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"375\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/fnm.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/fnm-300x185.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/richardjalcruz\" target=\"_blank\">Richard Cruz<\/a><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o mundo pop em geral, o Faith no More \u00e9 (e sempre ser\u00e1) a banda de \u201cEpic\u201d, aquele rap metal (na falta de um termo melhor) cujo v\u00eddeo mostrava um peixinho morrendo no seco e um piano explodindo no final. Para esses habitantes, a banda acabou em 1991, depois do fim da turn\u00ea de tr\u00eas anos do disco \u201cThe Real Thing\u201d, de 1989.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo com uma imagem n\u00e3o convencional (no vocal, um moleque californiano que se recusava a ser gal\u00e3, um guitarrista feio e amigo do pessoal do Metallica e um baterista com dreadlocks gigantes na cabe\u00e7a), eles venderam um milh\u00e3o de c\u00f3pias e ficaram em 11\u00ba lugar na parada americana, gra\u00e7as \u00e0 MTV, que abra\u00e7ou a banda e ainda deu moral pra outros hits menores, como \u201cFalling to Pieces\u201d e \u201cFrom out of Nowhere\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 para o cidad\u00e3o comum brasileiro, o Faith no More \u00e9, no m\u00e1ximo, a banda que gravou \u201cEasy\u201d em 1992, grande sucesso dos Commodores (banda liderada por Lionel Richie), numa vers\u00e3o fidel\u00edssima que foi at\u00e9 trilha de novela da Globo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas para os (muitos) f\u00e3s da banda espalhados pelo planeta (com destaque para a Austr\u00e1lia, Chile e Brasil), ela seguiu at\u00e9 1998, quando encerrou as atividades sem muito alarde, depois de um disco cultuado (\u201cAngel Dust\u201d, de 1992), um \u00e1lbum esquizofr\u00eanico e pesad\u00edssimo (\u201cKing for a Day\u201d, de 1995) e o fraco \u201cAlbum of the Year\u201d, de 1997, (que apesar do nome e de um punhado de bons singles, n\u00e3o tem como disputar o t\u00edtulo com \u201cOk Computer\u201d, \u201cUrban Hymns\u201d, \u201cThe Fat of the Land\u201d e \u201cThe Colour &amp; the Shape\u201d, todos do mesmo ano).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esses f\u00e3s passaram a acompanhar avidamente os m\u00faltiplos projetos e parcerias do vocalista Mike Patton (que j\u00e1 tocou no Brasil com tr\u00eas deles: Fantomas, Mondo Cane e Tomahawk); sentiram-se tra\u00eddos quando o baterista Puffy se uniu ao Korn (execrada inclusive por seus companheiros de banda) para alguns shows; compraram alguns CDs do Imperial Teen ( banda na qual o tecladista e amigo de Courtney Love, Roddy Bottum, se aventura nos vocais) e t\u00eam na ponta da l\u00edngua a resposta para a pergunta: que fim levou o guitarrista da fase \u00e1urea da banda, Jim Martin? \u201cVirou plantador de ab\u00f3boras gigantes\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A\u00ed, em 2009, a banda anunciou, tamb\u00e9m sem muito alarde, um retorno aos palcos. The Second Coming, como dizia o nome da turn\u00ea. Os f\u00e3s comemoraram. Seguiram-se shows memor\u00e1veis em todos os principais festivais de m\u00fasica (pesada ou n\u00e3o) do mundo. Depois de algum tempo, eles encheram o saco de tocar s\u00f3 musicas antigas e decidiram que era hora de compor material novo. Anunciaram, por meio de um simples tweet, que \u201ctalvez\u201d estivessem produzindo material in\u00e9dito.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-30703\" title=\"solinvictus\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/solinvictus.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"605\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/solinvictus.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/solinvictus-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/solinvictus-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na verdade, o baixista Billy Gould j\u00e1 confidenciou em entrevistas que o processo come\u00e7ou em 2011, quando ele mostrou a demo da m\u00fasica \u201cMatador\u201d (que inclusive foi tocada na \u00faltima passagem da banda pelo Pa\u00eds, no finado festival SWU), para o vocalista Mike Patton. At\u00e9 ent\u00e3o, Patton se mostrava totalmente reticente \u00e0 ideia de um novo \u00e1lbum. Segundo o baixista, quando ouviu o novo material, \u201co queixo dele caiu\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 exatamente essa a sensa\u00e7\u00e3o que se tem ao se ouvir \u201cSol Invictus\u201d (2015), primeiro disco de in\u00e9ditas do Faith no More em 18 anos. Tudo se encaixa, n\u00e3o h\u00e1 enche\u00e7\u00e3o de lingui\u00e7a. Menos de 40 minutos de m\u00fasica em um \u00e1lbum relaxado, no melhor sentido da palavra, mostrando que a banda fez tudo exatamente do jeito que queria. Sem press\u00f5es do mercado, de managers ou gravadoras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para isso foi imprescind\u00edvel a aus\u00eancia de algu\u00e9m de fora no comando do processo. O baixista Billy Gould (que j\u00e1 havia dividido o trabalho no disco de 1997) produziu sozinho \u201cSol Invictus\u201d e comp\u00f4s 9 das 10 faixas, seis com Patton e tr\u00eas com Patton e o batera Mike Bordin \u2013 apenas \u201cMotherfucker\u201d \u00e9 do tecladista Roddy Bottum com letra de Patton. A banda lan\u00e7a o disco por seu pr\u00f3prio selo, Reclamation Records, com distribui\u00e7\u00e3o pela gravadora Ipecac, de Mike Patton. Tudo no seu pr\u00f3prio timing. E isso \u00e9 facilmente percept\u00edvel, \u00e0 primeira audi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o h\u00e1 um motivo sequer pra reclama\u00e7\u00e3o de f\u00e3 xiita. Est\u00e3o ali, todos os elementos que fazem do Faith no More uma banda fora dos padr\u00f5es. Impressiona tamb\u00e9m a qualidade t\u00e9cnica dos m\u00fasicos. E quantos vocalistas beiram os 50 cantando deste jeito? (Axl Rose, Chris Cornell, Black Francis, who?)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os adeptos do lado mais pesado da banda v\u00e3o se empolgar com a levada mais convencional de \u201cSuperhero\u201d e a claustrofobia de \u201cSeparation Anxiety\u201d. Os que n\u00e3o t\u00eam vergonha de dizer que ainda ouvem a vers\u00e3o de \u201cEasy\u201d podem relaxar ao som de \u201cSunny Side Up\u201d e \u201cFrom the Dead\u201d. Quem se orgulha em dizer que a banda \u00e9 esquisita tem divers\u00e3o garantida em \u201cMatador\u201d e \u201cCone of Shame\u201d. E pra quem gosta de cantar junto nos shows, o disco reserva o primeiro single \u201cMotherFucker\u201d e tamb\u00e9m \u201cBlack Friday\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao final de \u201cSol Invictus\u201d fica a pergunta: o mundo realmente precisava de mais um punhado de m\u00fasicas in\u00e9ditas do Faith No More? Talvez os habitantes daquele mundo de \u201cEpic\u201d, n\u00e3o. Eles n\u00e3o assistem ao talk show do Jimmy Fallon (onde a banda tocou o single \u201cSuperHero\u201d e tamb\u00e9m \u201cEasy\u201d) e nem compram mais CDs. N\u00e3o sabem que Patton n\u00e3o \u00e9 o primeiro vocalista da banda, nem que o tecladista (cujo casamento, anos atr\u00e1s, foi a oportunidade da banda de reencontrar gerando a cadeia de eventos que resultou em \u201cSol Invictus\u201d) \u00e9 gay.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSol Invictus\u201d n\u00e3o foi feito pra esse mundo. Ele foi feito para o muito particular mundo dos f\u00e3s do Faith no More. E (parece) que pra banda, isso j\u00e1 \u00e9 mais do que suficiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/-1B2DGImbsw\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/-1B2DGImbsw\" \/><\/object><\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\">Faixa a Faixa<\/h1>\n<h2>1. Sol Invictus<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A faixa mais curta do disco abre com pianos enquanto Patton faz seu vocal caracter\u00edstico de crooner b\u00eabado. No dram\u00e1tico refr\u00e3o o vocalista reza: \u201cPeace ain\u2019t coming our way. But the sun keeps burning my face. Where&#8217;s my faith?\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/zOmFkJVA0V4\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/zOmFkJVA0V4\" \/><\/object><\/p>\n<h2>2. Superhero<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo single. Faith no More mais \u201ctradicional\u201d, hard rock ao estilo de \u201cDigging The Grave\u201d, do \u00e1lbum \u201cKing for a Day\u201d. A guitarra parece ter sido gravada pelo guitarrista da fase \u201ccl\u00e1ssica\u201d, Jim Martin. Tem ainda uma linha de baixo marcante e um refr\u00e3o grudento : \u201cLeader of men, will you be one of them?\u201d, repetido \u00e0 exaust\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/6PQtbd0814I\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/6PQtbd0814I\" \/><\/object><\/p>\n<h2>3. Sunny Side Up<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A essa altura o disco j\u00e1 prendeu a aten\u00e7\u00e3o do ouvinte. A faixa poderia estar no anterior, \u201cAlbum of the Year\u201d, que, como esse, n\u00e3o \u00e9 inteiramente pesado, mas tem momentos pesad\u00edssimos. Se r\u00e1dios tocassem baladas tortas, essa poderia entrar na programa\u00e7\u00e3o. \u201cSunny Side up. Dance the night away like Fred Astaire\u201d, entoa o refr\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/uz_jv9Ox5LQ\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/uz_jv9Ox5LQ\" \/><\/object><\/p>\n<h2>4. Separation Anxiety<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">M\u00fasica mais Tomahawk do \u00e1lbum. \u00c9 ansiosa e claustrof\u00f3bica. \u201cI can&#8217;t let you go. Because you&#8217;re a part of me. Not apart from me\u201d, diz um trecho.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/95IbcSYiWxQ\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/95IbcSYiWxQ\" \/><\/object><\/p>\n<h2>5. Cone of Shame<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dedilhado de guitarra d\u00e1 in\u00edcio \u00e0 m\u00fasica que melhor explora o uso do instrumento, alternando momentos suaves com o final pesad\u00edssimo, como um Pixies baladeiro e fora de controle. Finalmente Jon Hudson mostra a que veio.<\/p>\n<h2>6. Rise of the Fall<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui ficamos na d\u00favida sobre qual banda de Patton estamos ouvindo. Os vocais remetem ao Tomahawk, o instrumental ao Mr Bungle e a parte final \u00e9 um tango ensandecido.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/yBPUlNzMV3U\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/yBPUlNzMV3U\" \/><\/object><\/p>\n<h2>7. Black Friday<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um country &amp; western invocado. A letra critica: \u201call the zombies walk on black Friday\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/x1CMkRaxoHM\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/x1CMkRaxoHM\" \/><\/object><\/p>\n<h2>8. MotherFucker<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o tecladista Roddy Bottum, a banda queria \u201cfazer uma declara\u00e7\u00e3o de inten\u00e7\u00f5es\u201d em \u201cuma can\u00e7\u00e3o sobre responsabilidade\u201d ao lan\u00e7ar a m\u00fasica como primeiro single e n\u00e3o ter ningu\u00e9m al\u00e9m da pr\u00f3pria banda para segurar a repercuss\u00e3o. Uma batida marcial arrastada com Bottum alternando os vocais principais com Patton. Mel\u00f3dica e (matematicamente) repetitiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/syMElQ0XJSw\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/syMElQ0XJSw\" \/><\/object><\/p>\n<h2>9. Matador<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A m\u00fasica que, de acordo com o baixista Billy Gould, \u201cfoi preciso embebedar Patton (n\u00e3o deliberadamente) para que ele a ouvisse\u201d, foi a primeira amostra de material in\u00e9dito, ainda em 2011. Os brasileiros puderam ouvi-la (depois dos argentinos) no SWU de 2011. \u00c9 a faixa mais longa do disco. S\u00e3o seis minutos em que a banda parece querer mostrar sua import\u00e2ncia ao mundo (\u201cWe will rise from the killing floor. Like a matador. Let the dead live\u201d, diz o refr\u00e3o).<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/jmiqqutgIjU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/jmiqqutgIjU\" \/><\/object><\/p>\n<h2>10. From the Dead<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">M\u00fasica que encerra de uma forma melanc\u00f3lica e esperan\u00e7osa o disco. Balada levada ao viol\u00e3o, curta como a faixa de abertura. Escutando no carro, voc\u00ea volta \u00e0 faixa 1. No vinil, voc\u00ea vira o disco de novo para o lado A.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/DKly7fl2J6c\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/DKly7fl2J6c\" \/><\/object><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;Sol Invictus&#8221; n\u00e3o foi feito pra esse mundo. Ele foi feito para o mundo particular dos f\u00e3s do Faith no More. 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