{"id":29999,"date":"2015-04-02T10:06:07","date_gmt":"2015-04-02T13:06:07","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=29999"},"modified":"2023-03-29T01:51:30","modified_gmt":"2023-03-29T04:51:30","slug":"o-mercado-do-vinil-na-argentina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/04\/02\/o-mercado-do-vinil-na-argentina\/","title":{"rendered":"O mercado do vinil na Argentina"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-30001\" title=\"abraxas1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/abraxas1.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/andyeiore\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Andye Iore<\/a><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>Os vizinhos argentinos f\u00e3s de discos de vinil est\u00e3o como os brasileiros: vivem uma euforia pelos bolach\u00f5es. O com\u00e9rcio de discos est\u00e1 bem movimentado com lojas, colecionadores e muitas op\u00e7\u00f5es pela internet. A Argentina tinha um grande mercado de vinis que tamb\u00e9m foi afetado, como o Brasil, em meado da d\u00e9cada de 1990 pelo avan\u00e7o do CD.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os jovens sempre foram muitos f\u00e3s de Rolling Stones, Queen e Ramones (que influenciaram bandas locais) e os adultos se deliciavam com os vinis de MPB na fronteira brasileira em \u00e9poca de desvaloriza\u00e7\u00e3o do real em rela\u00e7\u00e3o ao peso argentino. Era comum ouvir nas lojas de discos nas temporadas de f\u00e9rias os argentinos perguntando o que tinha de Chico Buarque na loja, por exemplo. \u201cDame todo!\u201d, dizia o cliente argentino que saia da loja com sacolas lotadas de fitas cassete e vinis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 diferente. O mercado na Argentina tem duas curiosidades em rela\u00e7\u00e3o ao mercado brasileiro. A primeira s\u00e3o discos mais caros. At\u00e9 mais que os norte-americanos em d\u00f3lar hoje para os brasileiros. Por exemplo, um disco usado em edi\u00e7\u00e3o argentina do Ozzy Osbourne, \u201cBark at The Moon\u201d, pode custar em torno de US$ 30 (quase R$ 95). Um disco importado novo do Joy Division pode custar aproximadamente US$ 70 (quase R$ 220).<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-30005\" style=\"border: 1px solid black;\" title=\"beatles1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/beatles1.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"293\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/beatles1.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/beatles1-300x146.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E a segunda curiosidade \u00e9 que muitos dos discos lan\u00e7ados por selos argentinos t\u00eam os t\u00edtulos traduzidos para o espanhol &#8211; no exemplo acima, o disco &#8220;Help!&#8221;, dos Beatles, \u00e9 traduzido para &#8220;Socorro!&#8221;. No selo do vinil, &#8220;Ticket to Ride&#8221; se transforma em &#8220;Bolero para Passear&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que, por um lado, seria a valoriza\u00e7\u00e3o cultural do pa\u00eds, por outro nem sempre \u00e9 bem aceita entre os colecionadores. A tradu\u00e7\u00e3o dos nomes das bandas, t\u00edtulos dos discos e das m\u00fasicas come\u00e7ou por uma lei na \u00e9poca da ditadura militar e seguiu at\u00e9 meados da d\u00e9cada de 1990. O que tamb\u00e9m influenciou as bandas, porque poucas gravam em ingl\u00eas, com a maioria cantando em espanhol.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Reaquecido, o mercado de vinis na Argentina come\u00e7a a gerar novos colecionadores. O <a href=\"http:\/\/zombilly.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Projeto Zombilly<\/a>, parceiro do Scream &amp; Yell, entrevistou tr\u00eas colecionadores argentinos que tamb\u00e9m vendem discos atualmente. Eles falaram sobre como anda o mercado fonogr\u00e1fico no pa\u00eds, sobre os pre\u00e7os e op\u00e7\u00f5es nas garimpagens, entre outros assuntos como a tradu\u00e7\u00e3o dos t\u00edtulos. \u201cOs discos at\u00e9 a d\u00e9cada de 1980 eram traduzidos. Eu prefiro os nomes originais. Acho que \u00e9 melhor para a obra\u201d, opinou Pablo Jos\u00e9, da <a href=\"http:\/\/scatter.com.ar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Scatter Records<\/a>. \u201cIsso acontecia quando os discos eram editados aqui. Eu n\u00e3o gosto. \u00c9 como colocar algu\u00e9m para dublar a voz em espanhol\u201d, disse o colecionador Hernan \u201cDe Vinilos Coleccionista\u201d. J\u00e1 o m\u00fasico e colecionador Lee Urso brinca com a situa\u00e7\u00e3o. \u201cAqui, as tradu\u00e7\u00f5es s\u00e3o comuns. Pessoalmente, n\u00e3o me incomoda. \u00c0s vezes, at\u00e9 me divirto ver as tradu\u00e7\u00f5es nos discos. Como a m\u00fasica \u201cHoney Hush\u201d, do Johnny Burnette, que virou \u201cTaponcito de Miel\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-30000\" title=\"argentinos\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/argentinos.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como esta o mercado de vinil em Argentina?<\/strong><br \/>\nLee Urso \u2013 Aqui podemos dizer que o mercado est\u00e1 em seu melhor momento. Nos \u00faltimos dois, tr\u00eas anos cresceu muito o colecionismo de vinis na Argentina. H\u00e1 alguma coisa de moda e de reculturiza\u00e7\u00e3o do disco de vinil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pablo Jos\u00e9 \u2013 Est\u00e1 acontecendo um boom do vinil, como no resto do mundo. H\u00e1 poucos discos novos e um forte mercado de discos usados, de edi\u00e7\u00f5es argentinas, de quando existia f\u00e1brica de discos aqui. Isso \u00e9 muito interessante. H\u00e1 muita gente interessada e envolvida no colecionismo fonogr\u00e1fico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De Vinilos Colecionista \u2013 O mercado argentino n\u00e3o est\u00e1 no seu melhor momento. H\u00e1 barreiras para as importa\u00e7\u00f5es. A maioria dos discos acess\u00edveis \u00e9 dos que sobraram de outras \u00e9pocas. De qualquer maneira, h\u00e1 muito interesse por discos novos e usados. E cada vez mais colecionadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como \u00e9 o pre\u00e7o em compara\u00e7\u00e3o com o d\u00f3lar?<\/strong><br \/>\nLee Urso \u2013 Aqui eu acho que passa um do pouco do que custa em outros pa\u00edses no geral. Mas varia muito. Voc\u00ea pode encontrar uma copia do \u201cEnd of The Century\u201d, dos Ramones, por US$ 40, US$ 50, US$ 80&#8230; assim sem limites.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pablo Jose \u2013 No geral, os pre\u00e7os dos discos de vinil novos s\u00e3o caros em rela\u00e7\u00e3o a Europa e Estados Unidos. Uma media entre US$ 50 e US$ 60. Os discos usados na faixa entre US$ 20 e US$ 40.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De Vinilos Colecionista \u2013 Diria que numa rela\u00e7\u00e3o em d\u00f3lar, os discos aqui custam entre o dobro e o triplo do que custam em outros pa\u00edses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tem muitas lojas na Argentina que vendem discos de vinil?<\/strong><br \/>\nLee Urso \u2013 Sim! Tem muitas lojas de discos e, por sorte, lojas hist\u00f3ricas com mais de 30 anos que seguem abertas at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pablo Jose \u2013 H\u00e1 v\u00e1rias lojas que recomendo. Como a cl\u00e1ssica <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/abraxas.discos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Abraxas<\/a>, passando pela <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pages\/EXILES-RECORDS\/263247997037500\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Exiles Records<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.oidmortalesdiscos.com.ar\/oidmortales\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Oid Mortales<\/a>, <a href=\"https:\/\/es.foursquare.com\/v\/rock-n-freud\/4bca29f3511f95211d34afc7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rock &amp; Freud<\/a> e a <a href=\"http:\/\/www.rollingstone.com.ar\/1680758-top-10-las-mejores-disquerias-de-buenos-aires\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Anthology<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De Vinilos Colecionista \u2013 Havia lojas pequenas que fecharam e algumas novas em menor quantidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00ea trabalha com discos de vinil?<\/strong><br \/>\nLee Urso \u2013 Eu coleciono todos os formatos. Discos de 78 RPM, compactos de 33 e 45 RPM, discos de 10\u201d e long plays. A maioria dos meus discos \u00e9 de rockabilly e blues primitivos, tamb\u00e9m de boogie woogie, jazz, tango e algumas bandas cl\u00e1ssicas da d\u00e9cada de 1970 e do final da de 1980.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pablo Jose \u2013 Temos uma pequena cole\u00e7\u00e3o de 400 discos de vinil e uma loja online com t\u00edtulos, na maioria, novos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De Vinilos Colecionista \u2013 Eu coleciono e vendo discos. Coleciono rock cl\u00e1ssico, alternativo, pos punk e alguma coisa de jazz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c9 f\u00e1cil encontrar discos das d\u00e9cadas passadas na Argentina?<\/strong><br \/>\nLee Urso &#8211; Esses s\u00e3o os mais dif\u00edceis de achar. Especialmente das d\u00e9cadas de 1950, 1960 e 1970. Se encontra alguma coisa, mas os da de 1950 s\u00e3o muito dif\u00edceis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pablo Jose \u2013 Sim. Porque a Argentina produzia discos at\u00e9 a d\u00e9cada de 1990. Ent\u00e3o, h\u00e1 boas oportunidades para achar bons discos. Por exemplo, consegui um disco edi\u00e7\u00e3o argentina da \u00e9poca do primeiro \u00e1lbum dos Trashmen em excelente estado. Ele estava numa pilha de discos de tango. \u00c9 quest\u00e3o de tempo e paci\u00eancia para encontrar coisas boas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De Vinilos Colecionista \u2013 Depende do que procura. Os discos do Queen est\u00e3o em todos os lugares. Mas os discos raros s\u00e3o cada vez mais dif\u00edceis de achar porque eles v\u00e3o para as m\u00e3os dos colecionadores que n\u00e3o costumam vender.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>OS ENTREVISTADOS:<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/lee.urso.5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lee Urso<\/a>, 44 anos, baterista da banda Los Primitivos, de Buenos Aires.<br \/>\nCOLE\u00c7\u00c3O: mais de 800 discos.<br \/>\nDISCO RARO: \u201cJohnny Burnette Rock\u00b4n\u00b4Roll Trio\u201d, edi\u00e7\u00e3o original de 1956.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pablohierro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pablo Jos\u00e9 Hierro Dori<\/a>, 39 anos, propriet\u00e1rio da Scatter Records, de Buenos Aires.<br \/>\nCOLE\u00c7\u00c3O: 400 discos<br \/>\nDISCO RARO: The Trashmen, \u201cSurfin&#8217; Bird\u201d, de 1967.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/coleccionista.devinilos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Hernan \u201cDe Vinilos Coleccionista\u201d<\/a>, 28 anos, engenheiro de som, de Buenos Aires.<br \/>\nCOLE\u00c7\u00c3O: 300 discos<br \/>\nDISCO RARO: \u201cVelvet Undergorund &amp; Nico\u201d, edi\u00e7\u00e3o francesa de 1971.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-30002\" title=\"exile1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/exile1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"346\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/exile1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/exile1-300x171.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Andye Iore (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/andyeiore\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@andyeiore<\/a>)     \u00e9 jornalista em Maring\u00e1 e Cianorte (PR), f\u00e3 de Cramps desde 1986    quando  ouviu \u201cSurfin\u2019 Dead\u201d no filme \u201cA Volta dos Mortos Vivos\u201d.    Apresenta o  Cinema na M\u00fasica na r\u00e1dio M\u00fasica FM de Cianorte (89,9 FM) e    o Zombilly  no R\u00e1dio na UEM FM (106,9) e na Alma Londrina (<a href=\"http:\/\/www.almalondrina.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.almalondrina.com.br<\/a>) al\u00e9m de ser respons\u00e1vel pelo site <a href=\"http:\/\/zombilly.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Zombilly<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Rolling Stone Argentina lista as 10 melhores lojas de discos de Buenos Aires (<a href=\"http:\/\/www.rollingstone.com.ar\/1680758-top-10-las-mejores-disquerias-de-buenos-aires\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Turismo: onde encontrar CDs e vinis em Amsterdam (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/07\/20\/turismo-lojas-de-discos-em-amsterdam\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Sete lojas de CDs e vinis na Europa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2012\/06\/18\/sete-lojas-de-cds-na-europa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Onde comprar CDs na Europa,(<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/08\/11\/onde-comprar-cds-na-europa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Sebos e lojas bacanas de CDs e DVDs em S\u00e3o Paulo, (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2009\/08\/17\/sebos-e-lojas-bacanas-de-cds-e-dvds-em-sp\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Alta Fidelidade: algumas lojas de vinis brasileiras, especial para a revista GQ (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2012\/05\/10\/alta-fidelidade\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Comprando vinis com Robert Crumb em S\u00e3o Paulo (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2010\/08\/11\/comprando-vinis-com-robert-crumb\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Onde comprar CDs em Buenos Aires (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/09\/24\/onde-comprar-cds-em-buenos-aires\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Lojas bacanas de CDs e vinis em Nova York e Chicago (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/#%21\/screamyell\/status\/67750241557942272\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Andye Iore\nCom o mercado do vinil reaquecido no pa\u00eds, argentinos voltam a colecionar bolach\u00f5es e falam sobre pre\u00e7os, lojas e tradu\u00e7\u00f5es\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/04\/02\/o-mercado-do-vinil-na-argentina\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":16,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29999"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29999"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29999\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":73704,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29999\/revisions\/73704"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29999"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29999"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29999"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}