{"id":29951,"date":"2015-03-31T10:15:52","date_gmt":"2015-03-31T13:15:52","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=29951"},"modified":"2023-03-28T23:04:02","modified_gmt":"2023-03-29T02:04:02","slug":"entrevista-martin-mendonca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/03\/31\/entrevista-martin-mendonca\/","title":{"rendered":"Entrevista: Martin Mendon\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29953\" title=\"foto-martin-por-tessacc81lia-seriguelli-41\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/foto-martin-por-tessacc81lia-seriguelli-41.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcia.scapaticio\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcia Scapaticio<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Guitarrista nascido em Salvador, Martin Mendon\u00e7a mudou para S\u00e3o Paulo em 2005, quando se tornou o guitarrista oficial de Pitty (com quem j\u00e1 gravou tr\u00eas \u00e1lbuns: \u201cAnacr\u00f4nico\u201d, de 2005, \u201cChiaroscuro\u201d, de 2009, e \u201cSetevidas\u201d, de 2014) e viu seu trabalho ganhar repercuss\u00e3o nacional. Desde ent\u00e3o, Martin concilia a rotina da banda com seus projetos paralelos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com o amigo Duda Machado, baterista de Pitty, botou na ativa Martin e Eduardo, que resultou no disco \u201cDezenove Vezes Amor\u201d, de 2010 (<a href=\"http:\/\/www.dezenovevezesamor.com\/Martin_e_Eduardo\/musicas.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">download gratuito aqui<\/a>). Um ano depois, juntou-se a Pitty no duo Agridoce, o qual emplacou hits e fez crescer o p\u00fablico roqueiro da dupla. Era dif\u00edcil n\u00e3o ouvir \u201cDan\u00e7ando\u201d ou \u201c130 Anos\u201d nas r\u00e1dios brasileiras, independente do estilo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O sucesso n\u00e3o evitou a pausa do projeto, que chegou ao \u201cfim\u201d em 2013. Logo em seguida o novo disco de Pitty, \u201cSete Vidas\u201d, reuniu a banda no est\u00fadio e em turn\u00ea. E \u00e9 neste contexto que surge agora \u201c<a href=\"http:\/\/deckdisc.com.br\/martin\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Quando um N\u00e3o Quer<\/a>\u201d, sua estreia solo, fazendo com que Martin concilie \u2013 muito animado \u2013 sua carreira solista, o trabalho com Pitty e o que mais a m\u00fasica lhe apresentar. \u201cEstou bem feliz, satisfeito mesmo\u201d, diz o m\u00fasico. Confira o papo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/d4g6Sqbc6kg\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/d4g6Sqbc6kg\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea chegou a pensar num conceito para o \u00e1lbum?<\/strong><br \/>\nQuanto ao formato, o disco nasceu super picotado, tanto a origem das m\u00fasicas \u2013 algumas datam de 2010, umas j\u00e1 existiam quando eu gravei \u201cDezenove Vezes Amor\u201d, e outras pintaram durante o processo de grava\u00e7\u00e3o de \u201cQuando um N\u00e3o Quer\u201d. Tive muita gente diferente tocando no disco, contribuindo com diferentes sotaques e repert\u00f3rios. Tanto que cheguei a pensar que n\u00e3o conseguiria dar uma goma no disco para que soasse como um \u00e1lbum ao inv\u00e9s de uma cole\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es. Foi uma preocupa\u00e7\u00e3o minha. Pra mim s\u00f3 caiu a ficha, sinceramente, na v\u00e9spera da masteriza\u00e7\u00e3o, ao colocar as m\u00fasicas em ordem. Quando eu tinha s\u00f3 as bases gravadas, sem voz nenhuma, mostrei todas para a Pitty, falei sobre minha impress\u00e3o de o disco parecer uma colcha de retalhos, mas ela discordou e disse existir uma coes\u00e3o, que j\u00e1 conseguia escutar as bases como um disco. Talvez eu tivesse excessivamente preocupado com a coes\u00e3o, mas as composi\u00e7\u00f5es s\u00e3o todas minhas e isso \u00e9 um ponto de liga\u00e7\u00e3o consider\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como tem sido a recep\u00e7\u00e3o do disco?<\/strong><br \/>\nAt\u00e9 agora tem sido boa. Modesta, mas legal, dentro do alcance que um disco lan\u00e7ado s\u00f3 digitalmente tem. Considerando o car\u00e1ter independente de produ\u00e7\u00e3o, o lan\u00e7amento est\u00e1 muito legal. Claro, pego carona nos f\u00e3s de Pitty, pois v\u00e1rios deles acabam migrando, rola um ru\u00eddo, uma troca de p\u00fablico entre os trabalhos que j\u00e1 fiz.  Estou bem feliz, satisfeito mesmo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c9 importante para voc\u00ea estar em contato com a cena independente e a experi\u00eancia no mainstream, tocando em grandes festivais e dialogando com todo tipo de p\u00fablico? Voc\u00ea pensa nesse fluxo?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o paro para pensar, mas acho que esse fluxo me ajuda a colocar as coisas em perspectiva. N\u00e3o acho legal os extremos, porque voc\u00ea acaba tendo uma vis\u00e3o muito limitada. O cara que transita pelo underground ou s\u00f3 por ele, ou que j\u00e1 come\u00e7ou no mainstream ou est\u00e1 nele h\u00e1 tempo demais. Diferentes situa\u00e7\u00f5es te d\u00e3o experi\u00eancia, uma vez que voc\u00ea j\u00e1 tocou num bar em que nada funcionava, estava um calor horroroso e o som falhava, mas tamb\u00e9m esteve em festivais grandes, como o Rock in Rio ou no Lollapalooza. Ent\u00e3o, \u00e9 muito dif\u00edcil passar por uma situa\u00e7\u00e3o que te intimide ou te coloque numa saia justa. Mas tamb\u00e9m \u00e9 minha natureza. N\u00e3o consigo me ver afastado ou intimidado por nenhum dos dois lados, pois gosto muito de ambos. Estava empolgado em fazer o Lollapalooza e muito empolgado para os shows mais intimistas de divulga\u00e7\u00e3o do disco. N\u00e3o consigo me ver em apenas um desses dois polos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Qual era sua rela\u00e7\u00e3o com bandas ou mulheres instrumentistas antes de tocar com a Pitty?<\/strong><br \/>\nNunca separei bandas em g\u00eanero, mas reconhe\u00e7o que algumas s\u00e3o colocadas nessa pecha de banda de meninas. Pode soar estranho, mas sou f\u00e3 das Spice Girls. E Spice Girls \u00e9 isso, uma banda de meninas. Vendida desse jeito, assim como vai ter boy band. Por\u00e9m, fora dessa situa\u00e7\u00e3o na qual a coisa j\u00e1 \u00e9 apresentada considerando o g\u00eanero, eu nunca separei. Via a Kim Deal como a baixista do Pixies e n\u00e3o a \u2018baixista menina do Pixies\u2019. Eu n\u00e3o tinha visto no Brasil, depois de Rita Lee, uma figura t\u00e3o brutal quanto Pitty. N\u00e3o estava nos meus planos, mas quando ouvi a primeira m\u00fasica do disco dela e fui ao primeiro show, pra mim j\u00e1 caiu essa parada ou desconfian\u00e7a que algumas pessoas possam ter.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Desde quando voc\u00ea mora em S\u00e3o Paulo e qual a sua rela\u00e7\u00e3o com a cidade?<\/strong><br \/>\nMudei para S\u00e3o Paulo em janeiro de 2005. J\u00e1 tinha vindo para cidade duas vezes antes (2003\/04) com a banda Cascadura, mas n\u00e3o consegui ficar. Viemos na loucura e nossas tentativas naufragaram. Quando voltei para Salvador, em dezembro de 2004, a Pitty me chamou para tocar com a banda e eu voltei pra c\u00e1. Tinha vontade de morar aqui, gosto e me identifico com a cidade, mas sem um romantismo cego. Acabei me identificando com S\u00e3o Paulo bem mais do que com Salvador, onde cresci. Por identifica\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo \u00e9 a minha cidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que te motivou a tocar guitarra e a entrar numa banda de rock?<\/strong><br \/>\nQueria tocar guitarra, mas tive que come\u00e7ar tocando viol\u00e3o porque eu n\u00e3o tinha guitarra el\u00e9trica. Para minha m\u00e3e, guitarra e viol\u00e3o era a mesma coisa, ent\u00e3o levei algum tempo at\u00e9 conseguir convence-la a comprar uma.  Comecei a tocar relativamente tarde, entre 16 e 17 anos. Na \u00e9poca o Guns N&#8217; Roses estava estourando com \u201cAppetite for Destruction\u201d, (1987) e o Metallica com \u201cAnd Justice for All\u201d, (1988) e nisso fui abduzido pelo mundo do rock. \u00c9 meio estranho falar isso, porque soa pouco glamoroso artisticamente, mas no come\u00e7o eu n\u00e3o fui atra\u00eddo pela m\u00fasica, fui atra\u00eddo pelo rock. Queria tocar guitarra porque queria estar numa banda de rock, cair na estrada e fazer shows. O que me cativou foi o estilo de vida rock, antes da guitarra. Claro, hoje minha rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 mais essa. Sou apaixonado pelo instrumento e pela m\u00fasica tamb\u00e9m. Mas no come\u00e7o foi uma febre adolescente de ser roqueiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29952\" style=\"border: 1px solid black;\" title=\"martin1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/martin1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"605\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/martin1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/martin1-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/martin1-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Faixa a faixa \u2013 Quando um N\u00e3o Quer<br \/>\nConhe\u00e7a as hist\u00f3rias por tr\u00e1s de cada m\u00fasica do disco solo de Martin<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>01) Linda: <\/strong>pintou em 2009. Nesta \u00e9poca eu n\u00e3o tinha intimidade com sistema de grava\u00e7\u00e3o como tenho hoje. Duda (baterista de Pitty) ia passar um tempo em Nova York e eu pedi para usar o est\u00fadio dele enquanto ele estivesse viajando. Ele deixou tudo montado e me ensinou o b\u00e1sico do programa que us\u00e1vamos para gravar. Enquanto Duda passou 15 dias em Nova York eu fiquei 15 dias enfurnado no est\u00fadio, passava madrugadas l\u00e1. Nesta fase comecei a compor e \u201cLinda\u201d \u00e9 desta safra. Eu n\u00e3o a levava muito a s\u00e9rio. N\u00e3o sei se \u00e9 porque ela \u00e9 muito desesperada e urgente, mas achava caricata. Entrou no disco enquanto grav\u00e1vamos as bases. \u00c9 uma das minhas preferidas e, de todas que eu canto, acho que teve o resultado final mais legal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>02) Outra Hist\u00f3ria: <\/strong>acho que escrevi em 2006. Comprei um gravadorzinho port\u00e1til, meu primeiro contato com uma plataforma de grava\u00e7\u00e3o na qual eu poderia botar pra fora tudo que passava na minha cabe\u00e7a. Havia uma base e um dia resolvi enfrentar meus dem\u00f4nios, porque eu tinha receio de cantar, de escrever letra. Pensava que n\u00e3o era pra mim e acabou sendo a primeira m\u00fasica de minha vida que botei uma letra e cantei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>03) Algum Lugar: <\/strong>rolou durante a turn\u00ea do disco \u201cDezenove Vezes Amor\u201d. Gosto muito da m\u00fasica, amo a base, em grande parte por causa de Pupilo &#8211; baterista convidado -, porque ele jogou a m\u00fasica para uma dire\u00e7\u00e3o completamente diferente do que costum\u00e1vamos tocar. Era adornada com muita distor\u00e7\u00e3o e Pupilo gravou uma bateria super minimalista, que obrigou a mim e ao Guilherme (baixista) tocarmos o m\u00ednimo de notas e muito bem colocadas. Convidei Leo Cavalcanti para canta-la porque, para mim, \u00e9 o cantor da nossa gera\u00e7\u00e3o.  Desde que o ouvi queria gravar com ele. Inclusive estou com uma m\u00fasica pronta para gravarmos juntos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>04) Mesmo: <\/strong>N\u00e3o me identifico, mas aprecio o rock perform\u00e1tico, mais teatral.  Convidei Lira (que divide os vocais com Pitty nesta m\u00fasica) porque eu queria algo com essas caracter\u00edsticas e n\u00e3o conseguiria fazer. Na verdade, n\u00e3o sei se h\u00e1 outra pessoa que conseguiria fazer do jeito que ele faz. Eu curto muito todas as vertentes, tanto o rock mais teatral, os espet\u00e1culos carregados de uma coisa c\u00eanica. N\u00e3o me vejo fazendo isso algum dia, mas gosto muito. Acho massa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>05) O Fim:<\/strong> eu tinha um fragmento no viol\u00e3o do que viria a ser a base e, durante a grava\u00e7\u00e3o do disco, finalizei a base sem ter escrito a letra. Ali\u00e1s, por isso n\u00e3o terminei o \u00e1lbum no prazo que eu queria. Gosto muito do resultado e da levada diferente que a m\u00fasica tem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>06) Coisas Boas: <\/strong>quando vim pra S\u00e3o Paulo a primeira vez, em 2003, foi uma puta virada na minha vida. Penso que vim pra c\u00e1 com 10 anos de atraso. Gostaria de ter vindo aos 18 e n\u00e3o aos 28, mas foi uma super aventura. Eu j\u00e1 tocava em Salvador, mas nada se compara a experi\u00eancia de pegar os caras que s\u00e3o sua banda e se jogar na estrada para tentar a sorte. F\u00e1bio (Cascadura) me mostrou essa m\u00fasica na \u00e9poca e eu me apaixonei. Me bateu diferente por causa do que eu estava vivendo e fiquei com \u201cCoisas Boas\u201d na cabe\u00e7a por um bom tempo. Calhou que nesse intervalo a banda tamb\u00e9m n\u00e3o gravou e eu decidi pegar pra mim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>07) Sun:<\/strong> o embri\u00e3o do que ela viria a ser nasceu tamb\u00e9m no est\u00fadio de Duda, no mesmo per\u00edodo de \u201cLinda\u201d. Sempre gostei dessa levada, essa pegada deserto da Calif\u00f3rnia que ela tem. Gravei a base sem ter letra ou melodia, tentei cantar, mas n\u00e3o chegava num resultado que me agradasse. Da\u00ed F\u00e1bio (Cascadura) veio ficar uns dias em S\u00e3o Paulo e eu falei, &#8220;bicho, esse cara que vai me salvar&#8221;. Levei F\u00e1bio no est\u00fadio, dei um bloco e uma caneta pra ele, ficou tocando a m\u00fasica em loop e eu disse: faz o que voc\u00ea quiser, s\u00f3 coloca essas duas frases no meio. Ele n\u00e3o botou as duas frases, fez a letra enorme e eu adorei o resultado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>08) Caos<\/strong>: A m\u00fasica j\u00e1 aparecia durante a turn\u00ea do \u201cMartin e Eduardo\u201d. Quem ia aos shows da gente j\u00e1 conhecia e as pessoas insistiam para que ela estivesse no disco novo. Percebo que \u201cCaos\u201d \u00e9 a preferida do p\u00fablico. Chamei Jaj\u00e1 (Cardoso, da banda Vivendo do \u00d3cio) para fazer o vocal porque achei que era a cara dele. E foi massa, uma excelente escolha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>09) Rotina:<\/strong> ficou pronta junto com \u201cPlano Sequ\u00eancia\u201d, que disponibilizei para audi\u00e7\u00e3o logo que anunciei o disco, mas acabou ficando de fora dele. Nasceu para ser instrumental mesmo, era s\u00f3 um clima, num estilo parte a, parte b. Pela ordem que as m\u00fasicas foram colocadas, achei que ela ficaria bem ali para fechar o disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/6FJUDkKkqOc\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/6FJUDkKkqOc\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/oGZybbcmbgg\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/oGZybbcmbgg\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/EqG8k5J8ZpY\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/EqG8k5J8ZpY\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; M\u00e1rcia Scapaticio (<a href=\"www.facebook.com\/marcia.scapaticio\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.facebook.com\/marcia.scapaticio<\/a>) \u00e9 jornalista e mant\u00e9m o <a href=\"http:\/\/zunindo.tumblr.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">zunindo.tumblr.com<\/a>. Confira outros trabalhos da M\u00e1rcia no <a href=\"http:\/\/issuu.com\/mscapaticio\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/issuu.com\/mscapaticio<\/a>. A foto de Martin Mendon\u00e7a que abre o texto \u00e9 de Tess\u00e1lia Seriguelli (Divulga\u00e7\u00e3o)<a href=\"http:\/\/zunindo.tumblr.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Pitty sobre o Agridoce: \u201cSempre acho que vale a pena experimentar\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/10\/16\/scream_yell_apresenta\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Pitty conseguiu dosar muito bem as influ\u00eancias em &#8220;Sete Vidas&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/07\/03\/cd-sete-vidas-pitty\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Pitty: \u201cA vis\u00e3o das pessoas fica meio turva quando voc\u00ea vai pra grande m\u00eddia\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/02\/04\/entrevista-pitty\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcia Scapaticio\nMartin comenta faixa a faixa seu primeiro disco solo (\u201cQuando um N\u00e3o Quer\u201d) e fala sobre Pitty, Spice Girls e Guns N\u2019 Roses\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/03\/31\/entrevista-martin-mendonca\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29951"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29951"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29951\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":73495,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29951\/revisions\/73495"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29951"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29951"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29951"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}