{"id":29054,"date":"2015-02-06T11:23:35","date_gmt":"2015-02-06T14:23:35","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=29054"},"modified":"2016-09-03T11:33:12","modified_gmt":"2016-09-03T14:33:12","slug":"entrevista-luan-nobat","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/02\/06\/entrevista-luan-nobat\/","title":{"rendered":"Entrevista: Luan Nobat"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29055\" title=\"nobat\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/nobat.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Luan Nobat \u00e9 mais um exemplo da prol\u00edfica nova gera\u00e7\u00e3o belo-horizontina. Com carreira iniciada em 2012, o cantor debutou com \u201cDisco Arranhado\u201d, \u00e1lbum em que apostou na sonoridade indie como reflexo daquele tempo, pois segundo o mesmo &#8220;naquele momento tudo era Indie Rock ou Indie&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De l\u00e1 para c\u00e1 foram lan\u00e7ados os singles &#8220;<a href=\"http:\/\/nobat.bandcamp.com\/track\/amanhecer\" target=\"_blank\">Amanhecer<\/a>&#8220;, &#8220;<a href=\"http:\/\/nobat.bandcamp.com\/track\/lsd\" target=\"_blank\">LSD<\/a>&#8221; e o EP &#8220;<a href=\"http:\/\/nobat.bandcamp.com\/album\/ins-nia\" target=\"_blank\">Ins\u00f4nia<\/a>&#8221; (todos dispon\u00edveis no <a href=\"http:\/\/nobat.bandcamp.com\" target=\"_blank\">Bandcamp<\/a>), que mostram novas facetas sonoras do compositor, que tem como grande trunfo o lirismo po\u00e9tico nas suas composi\u00e7\u00f5es. Fora do ambiente de est\u00fadio, Nobat faz do palco uma extens\u00e3o da sua criatividade, entregando habitualmente uma performance en\u00e9rgica e visceral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em entrevista concedida por e-mail ao Scream &amp; Yell, Nobat fala sobre sua carreira (\u201cFa\u00e7o Pop Music Brasileira\u201d), o cen\u00e1rio musical local (\u201cEu n\u00e3o vejo uma cena em Belo Horizonte\u201d) e sobre o seu segundo disco, &#8220;O Novato&#8221;, que deve sair em maio deste ano: \u201cFinalizei h\u00e1 pouco tempo os arranjos das 13 m\u00fasicas\u201d, ele avisa. Com voc\u00ea, Luan Nobat.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/rtLyRFlrTHs\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/rtLyRFlrTHs\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A primeira vez que tive contanto com seu trabalho foi numa apresenta\u00e7\u00e3o na qual voc\u00eas abriram para o Selton em BH. De imediato, impressionou a sonoridade e a postura visceral associada ao lirismo po\u00e9tico das letras. Como voc\u00ea descreve o seu trabalho para os que ainda n\u00e3o o conhecem?<\/strong><br \/>\nPoxa, que legal! Obrigado pelo elogio. Confesso que n\u00e3o sei qual seria a melhor maneira de descrever meu pr\u00f3prio trabalho, especialmente porque, quando ou\u00e7o amigos, pessoas que me acompanham, os jornalistas e colegas tentando faz\u00ea-lo, percebo que estou bem distante de conseguir emoldurar minha sonoridade, sempre erro feio quando tento, pelo visto \u2013 a visceralidade e o lirismo po\u00e9tico costumam ser observados, digo isso porque talvez seja uma caracter\u00edstica mais marcante e uniforme do que os signos sonoros. Acredito que a d\u00e9cada de 90 e os anos 2000 dificultaram bastante essa possibilidade, os r\u00f3tulos todos terminam sendo insuficientes porque o leque de refer\u00eancias \u00e9 absurdamente amplo pra se tentar &#8220;taguear&#8221; em uma \u00fanica palavra ou termo as t\u00e3o m\u00faltiplas musicalidades. Talvez na \u00e9poca do \u201cDisco Arranhado\u201d fosse mais f\u00e1cil, poderia dizer Indie Rock que tava tudo bem, afinal de contas, naquele momento tudo era Indie Rock ou Indie. Neste novo momento est\u00e9tico vejo muita dificuldade, mas pra responder de alguma forma e citando uma bela banda de Belo Horizonte, A Fase Rosa, acho que fa\u00e7o &#8220;Pop Music Brasileira&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Aproveitando o gancho, recentemente entrevistei o Thales Silva (vocalista do A Fase Rosa) e fal\u00e1vamos sobre a cena musical mineira e as suas dificuldades para se estabelecer em outras pra\u00e7as. Para voc\u00ea o que falta para que artistas daqui consigam obter maior proje\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nUma primeira coisa fundamental seria a uni\u00e3o dos artistas que tem recebido os olhares da cidade e de fora dela em di\u00e1logos que s\u00e3o totalmente poss\u00edveis. A feitura de festivais colabora muito pra consolidar uma gera\u00e7\u00e3o e eu tenho me movimentado pra que isso aconte\u00e7a, mesmo tendo que lidar diversas vezes com a falta de compreens\u00e3o de alguns artistas e grupos que n\u00e3o entendem a for\u00e7a de determinados gestos como esses e preferem mostrar sua suposta grandeza ao inv\u00e9s de colaborarem na constru\u00e7\u00e3o de uma cena. Eu n\u00e3o vejo uma cena aqui, percebo artistas que se conhecem, que conversam, que vez ou outra est\u00e3o no mesmo palco, no mesmo bar, mas num rascunho muito t\u00edmido e segregado, recortado. Belo Horizonte tem artistas de outra ordem, um n\u00edvel incr\u00edvel e h\u00e1 de se engajar na montagem de interse\u00e7\u00f5es pra que tudo cres\u00e7a. Atualmente ando otimista, casas de show tem sido abertas com a miss\u00e3o do autoral em sua agenda, festivais cada vez mais estruturados tem acontecido e as v\u00e1rias iniciativas \u2013 sites, produtoras, jornalistas \u2013 tem dedicado esfor\u00e7os grandes a uma nova no\u00e7\u00e3o de cen\u00e1rio que pode dar certo, especialmente se os artistas se juntarem. De todo modo, hoje eu faria e diria pra se fazer o que fiz, fa\u00e7o e o que fazem as outras bandas daqui que querem alguma outra maneira de proje\u00e7\u00e3o: sair de Belo Horizonte, tocar em outros lugares, se conectar com outros artistas, o Brasil \u00e9 lindo, imenso e permite movimentos incr\u00edveis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/nobatmusic\" target=\"_blank\">No seu Soundclould<\/a> \u00e9 poss\u00edvel acompanhar a sua discografia, partindo de seu primeiro \u00e1lbum, &#8220;Disco Arranhado&#8221; (2012), at\u00e9 o EP &#8220;Ins\u00f4nia&#8221; (2014). \u00c9 percept\u00edvel certa evolu\u00e7\u00e3o sonora, pois voc\u00ea se rende a outras sonoridades. Como se deu este processo?<\/strong><br \/>\nFoi um processo extremamente intenso, psicanal\u00edtico e enlouquecedor. Atravessei um momento da vida que possibilitou uma ruptura de imagin\u00e1rio extremamente brusca, quase que um movimento de loucura mesmo. Evidentemente que isso se esbarra no campo art\u00edstico e precisei conectar as duas pontas. A bem da verdade, as sonoridades \u00e0s quais voc\u00ea diz que me rendi eram as coisas que eu fazia e que me faziam como artista antes do meu primeiro \u00e1lbum \u2013 talvez este tenha sido uma su\u00edte, um v\u00e1cuo dentro do meu universo est\u00e9tico e art\u00edstico. Sempre ouvi muitas coisas e nunca tive meu nicho de predile\u00e7\u00f5es, sou de 90, n\u00e9? Cresci ouvindo muita m\u00fasica popular brasileira, fui apresentado ao rock ainda novo, minha fam\u00edlia era super f\u00e3 de Bossa Nova e Clube da Esquina, a Tropic\u00e1lia foi fundamental na minha adolesc\u00eancia e eu tinha amigos muito pr\u00f3ximos que gostavam e me apresentavam ao Trip Hop, Pop, Hip Hop, Rap, Ax\u00e9, Afox\u00e9, Funk, Shoegaze, country, folk, m\u00fasica caipira, bolero, tango e tudo que voc\u00ea puder imaginar colaborou pra forma\u00e7\u00e3o das minhas no\u00e7\u00f5es de musicalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea j\u00e1 regravou &#8220;N\u00e3o Sei Dan\u00e7ar&#8221;, m\u00fasica do Alvin L. que foi sucesso com a Marina Lima, e &#8220;Pronto pra Morrer&#8221;, do Jair Naves. Num poss\u00edvel disco de covers, quais seriam os artistas e suas respectivas faixas que voc\u00ea gostaria de homenagear?<\/strong><br \/>\nOlha, esta pergunta foi boa, mas corre o risco de ter uma resposta imensa como seria provavelmente esse disco, por isso que talvez eu nunca o fa\u00e7a. Estas vers\u00f5es e todas que fiz ou pretendo fazer surgem normalmente em momentos muito espont\u00e2neos \u2013 exceto a do Jair que fiz a convite da (produtora) Vari\u00e1vel 5 que estava, na \u00e9poca, montando uma homenagem ao m\u00fasico. Recentemente tamb\u00e9m gravei uma vers\u00e3o para a m\u00fasica &#8220;Walking in The Rain&#8221;, das The Ronette,  pra colet\u00e2nea \u201cGirls Groups &#8211; Underground Versions\u201d, feita em homenagem aos grupos femininos das d\u00e9cadas de 50 e 60, e foi \u00f3timo. Geralmente pego algum instrumento e toco alguma m\u00fasica que t\u00e1 na minha cabe\u00e7a e pronto, tenho uma vers\u00e3o com arranjo e tudo. S\u00f3 fa\u00e7o ou faria de coisas que adoro cantar em todo canto. J\u00e1 tenho alguns esbo\u00e7os de vers\u00f5es pra m\u00fasicas de artistas-gurus como Tom Jobim (\u201cO Boto\u201d, do disco &#8220;Urubu&#8221;), Macal\u00e9 (\u201cRevendo Amigos\u201d), Caetano (\u201cMuito Rom\u00e2ntico\u201d), Tom Z\u00e9 (\u201cDesenroque-se\u201d), mas adoraria fazer vers\u00f5es de m\u00fasicas de outros mestres como Tat\u00e1 Aeroplano (\u201cPerigas Correr\u201d), Helio Flanders (\u201cCosmonauta\u201d) e de compositores que n\u00e3o s\u00e3o do Brasil como Morrissey (\u201cLet Me Kiss You\u201d), Broken Social Scene (\u201cAll to All\u201d), Radiohead (\u201cSeparator\u201d), Grizzly Bear (\u201cTwo Weeks\u201d) e Silver Apples (\u201cOscillations\u201d). &#8220;Fruta El\u00e9trica&#8221;, do Carne Doce, e &#8220;G\u00eanio Ruim&#8221;, da Quase Coadjuvante, tamb\u00e9m estariam no meu disco de covers e vou parar por aqui pra que esta resposta n\u00e3o se torne quilometricamente insuport\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os singles &#8220;N\u00e3o Deu&#8221;, parceria com H\u00e9lio Flanders, e &#8220;LSD&#8221; d\u00e3o uma pr\u00e9via do que pode ser seu segundo disco. A quantas anda a produ\u00e7\u00e3o e o que podemos esperar dele?<\/strong><br \/>\nFinalizei h\u00e1 pouco tempo os arranjos das 13 m\u00fasicas que pretendo levar para o est\u00fadio pra lapidar e registrar. Me tranquei no meu quarto com viol\u00e3o, viola, guitarra e um software vagabundo pra tentar montar as ideias que eu tinha para os arranjos das m\u00fasicas que havia composto e agora vou transformar os arranjos eletr\u00f4nicos em possibilidades org\u00e2nicas, com m\u00fasicos tocando tudo que manobrei digitalmente ali. Ainda n\u00e3o sei se todas as can\u00e7\u00f5es v\u00e3o compor o disco. Pode-se esperar deste trabalho uma revela\u00e7\u00e3o intensa de um processo de leitura existencial muito profundo de um jovem que lida com suas crises e quest\u00f5es todas e as traduz por meio de uma faceta art\u00edstica e musical bastante ampla, com refer\u00eancias e combina\u00e7\u00f5es as mais malucas e com muita novidade, certamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/MB-5p5tvc7w\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/MB-5p5tvc7w\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/3_Nl3I1gQ2c\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/3_Nl3I1gQ2c\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&#8211; Bruno Lisboa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\">@brunorplisboa<\/a>) \u00e9 redator e colunista do <a href=\"http:\/\/pignes.com\" target=\"_blank\">pignes.com<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Entrevista com Thales Silva:\u00a0 &#8220;A cena musical mineira s\u00e3o v\u00e1rios nichos diferentes&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/07\/23\/entrevista-thales-silva\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Download gratuito: baixe \u201cDe L\u00e1 N\u00e3o Onde S\u00f3\u201d, novo disco do Transmissor (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/04\/22\/download-de-la-nao-ando-so-transmissor\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Download: baixe \u201cImposs\u00edvel Breve\u201d, o disco de Jennifer Souza, gratuitamente (<a href=\"http:\/\/www.jennifersouza.com\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Jennifer Souza: \u201cMinhas composi\u00e7\u00f5es s\u00e3o quase sempre confessionais\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/06\/13\/entrevista-jennifer-souza\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Luiz Valente: \u201cMe sinto completamente ligado a esta gera\u00e7\u00e3o (de bandas mineiras)\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/08\/26\/entrevista-luiz-valente-vinyl-land\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Transmissor ao vivo em Belo Horizonte: \u201cRenovado e com lenha para queimar\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/05\/14\/transmissor-ao-vivo-em-belo-horizonte\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Graveola: \u201cNascemos independentes e aut\u00f4nomos e assim morreremos\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/08\/05\/entrevista-graveola-e-o-lixo-polifonico-2\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Com carreira iniciada em 2012, Luan Nobat \u00e9 mais um exemplo da prol\u00edfica gera\u00e7\u00e3o belo-horizontina: \u201cFa\u00e7o Pop Music Brasileira\u201d\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/02\/06\/entrevista-luan-nobat\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[982,986],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29054"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29054"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29054\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39770,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29054\/revisions\/39770"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29054"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29054"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29054"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}