{"id":28198,"date":"2015-01-14T23:23:02","date_gmt":"2015-01-15T01:23:02","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=28198"},"modified":"2020-11-09T00:16:06","modified_gmt":"2020-11-09T03:16:06","slug":"conexao-latina-molina-y-los-cosmicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/01\/14\/conexao-latina-molina-y-los-cosmicos\/","title":{"rendered":"Conex\u00e3o Latina: Molina y Los C\u00f3smicos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-28199\" title=\"molina1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/molina1.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/molina1.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/molina1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span>por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Vinhas<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nicol\u00e1s Molina est\u00e1 que \u00e9 s\u00f3 felicidade. O \u00e1lbum de estreia que gravou sob o nome de Molina y Los C\u00f3smicos ganhou um p\u00fablico muito maior que sua origem em Castillos, um munic\u00edpio uruguaio com apenas sete mil habitantes, poderia fazer supor. Listado entre os melhores do ano na avalia\u00e7\u00e3o de sites e revistas de Uruguai, Argentina. Espanha e at\u00e9 do Brasil, \u201cEl Desencanto\u201d abriu uma estrada t\u00e3o ampla quanto as evocadas pelas sete faixas do disco. Como que para comprovar, Nicol\u00e1s prepara j\u00e1 o segundo, com mixagem do norte-americano Craig Schumacher, que j\u00e1 produziu ou mixou gente como Calexico, Neko Case, KT Tunstall, Evan Dando e Amos Lee, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEl Folk de la Frontera\u201d, nome da crian\u00e7a em gesta\u00e7\u00e3o, sair\u00e1 ainda em 2015. Apesar do trabalho em est\u00fadio, os shows n\u00e3o param. Surpreende, portanto, escut\u00e1-lo dizer que n\u00e3o cogita viver de m\u00fasica, tampouco assumi-la como atividade principal. Surpreende tamb\u00e9m ver como est\u00e1 desfrutando abertamente do prazer proporcionado pelo reconhecimento e pela exposi\u00e7\u00e3o, contrariando a pr\u00e1tica do cen\u00e1rio indie (ao qual ele inegavelmente pertence) de menosprezar, pelo menos em discurso, o sucesso colhido com seu trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Molina e sua m\u00fasica s\u00e3o exemplares claros de uma gera\u00e7\u00e3o que cresceu praticamente sem refer\u00eancias do que era um mundo sem internet. Uma gera\u00e7\u00e3o que conseguia desde cedo ter acesso \u2013 por exemplo \u2013 ao alt.country norte-americano com a mesma facilidade que teria para consumir, digamos, Shakira ou U2. Bastava querer, e ter uma conex\u00e3o mais ou menos boa. Tamb\u00e9m \u00e9 uma gera\u00e7\u00e3o que cresceu querendo \u201ccompartilhar\u201d coisas online, numa est\u00e9tica semi-profissional que faz com que melancolia e alegria tenham o mesmo filtro est\u00e9tico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa soma de fatores levou, inconscientemente, ao folk \u201ccharrua norte-americano\u201d de \u201cEl Desencanto\u201d (baixe o disco no site oficial: <a href=\"http:\/\/www.molina.uy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.molina.uy<\/a>), ao popular clipe de \u201cEn El Camino del Sol\u201d, \u00e0s letras simultaneamente confessionais e introspectivas. E sim, o resultado final \u00e9 merecedor dos frutos colhidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, \u00e9 justo que Molina esteja feliz, e o demonstre durante todas as etapas da entrevista, que aconteceram inicialmente num hotel central de Porto Alegre durante o festival <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/11\/18\/balancao-festival-el-mapa-de-todos-2014\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">El Mapa de Todos<\/a> e continuaram, adequadamente, em conversas no chat do Facebook. Ele fez um \u00f3timo disco, prepara o que parece ser outro t\u00e3o bom quanto (j\u00e1 h\u00e1 uma faixa, \u201cY.T.C. en el Fin del Mundo\u201d, dispon\u00edvel online), e procura atender ao crescente n\u00famero de convites para shows que vem recebendo \u2013 ainda que a banda agora esteja desfalcada da tecladista e vocalista Emma Ralph, que foi morar em Nashville, EUA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O tempo dir\u00e1 se o prop\u00f3sito de Nicol\u00e1s Molina de manter-se distante da ind\u00fastria musical se manter\u00e1. Por ora, sua m\u00fasica fala bastante bem por ele, e a entrevista a seguir ajuda a preencher as entrelinhas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/uv3uj9A9uLU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/uv3uj9A9uLU\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas conseguiram alcan\u00e7ar pa\u00edses diferentes, h\u00e1 notas sobre a banda em blogs do mundo todo&#8230; A que voc\u00ea atribui essa popularidade?<\/strong><br \/>\nNosso primeiro clipe, \u201cEn el Camino del Sol\u201d, passou em muitos lugares importantes, como a r\u00e1dio KEXP, e foi sendo divulgado entre amigos de quem assistia nesses canais de muita proje\u00e7\u00e3o. Foram um v\u00eddeo e uma can\u00e7\u00e3o muito populares, e isso chamou a aten\u00e7\u00e3o para o disco \u2013 comecei a receber pedidos at\u00e9 dos Estados Unidos, de gente querendo comprar o vinil! O CD tamb\u00e9m vendeu bem, s\u00f3 em nossa cidade vendemos 300. E tivemos muitos downloads no <a href=\"http:\/\/molinayloscosmicos.bandcamp.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bandcamp<\/a>, ainda que a maioria fosse gratuito \u2013 mais de 2 mil baixaram gr\u00e1tis, e umas 40 pessoas pagaram pelo disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00e3o imaginava que a diferen\u00e7a entre downloads pagos e gratuitos no Bandcamp pudesse ser t\u00e3o grande. Mesmo assim, o resultado financeiro parece ter sido bom, porque foi anunciado que o segundo disco seria gravado com recursos obtidos por crowdfunding, mas n\u00e3o se arrecadou o necess\u00e1rio. A\u00ed voc\u00eas anunciaram que os lucros de \u201cEl Desencanto\u201d ajudariam a financiar o que faltasse.<\/strong><br \/>\nDe fato, n\u00e3o conseguimos o tanto quanto precis\u00e1vamos, embora muitas pessoas tenham colaborado, principalmente da Espanha e do Uruguai, e algumas delas tenham sido bem generosas. Mas com os lucros do primeiro disco vai ser poss\u00edvel completar o que falta, e o disco vai ser feito do jeito que planejamos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ele vai seguir a mesma linha de \u201cEl Desencanto\u201d?<\/strong><br \/>\nVai ter elementos semelhantes, porque quando eu comecei a compor as can\u00e7\u00f5es que fariam parte do repert\u00f3rio da banda, fiz as do primeiro disco e a desse pr\u00f3ximo no mesmo per\u00edodo. Mas a\u00ed fui notando que havia algumas que falavam de desencanto mesmo, de decep\u00e7\u00e3o, e outras tratavam mais de coisas e hist\u00f3rias da fronteira \u2013 que \u00e9 de onde sou (Nota: Castillos fica a 75 km da cidade de Chu\u00ed, no Rio Grande do Sul), e gosto muito de tudo o que se refere \u00e0 regi\u00e3o. Ent\u00e3o, na hora de gravar, decidi separar, e optei por come\u00e7ar com as de desencanto porque s\u00e3o mais universais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Interessante voc\u00ea falar desse apre\u00e7o pela fronteira, porque, quando escutei pela primeira vez, o som me pareceu um pouco derivativo do alt.country, com influ\u00eancia de Calexico, Iron &amp; Wine e coisas do tipo. Depois fui notando v\u00e1rios elementos&#8230; n\u00e3o diria folcl\u00f3ricos, mas uruguaios mesmo, uma identidade nacional em cima da influ\u00eancia mais norte-americana. E agora me soa exatamente como uma m\u00fasica pr\u00f3pria, e n\u00e3o um remake das coisas gringas.<\/strong><br \/>\nE \u00e9 isso. Sou um remake de mim mesmo. Recrio as coisas que s\u00e3o importantes para mim do meu jeito, e a\u00ed est\u00e3o o country norte-americano, a cultura da fronteira e o indie pop espanhol.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sim, Nacho Vegas me parece mais presente que qualquer outra.<\/strong><br \/>\nNacho Vegas foi um motor para o disco. \u00c9 uma refer\u00eancia enorme. E aconteceu uma coisa estranha: algu\u00e9m disse a ele no Twitter que ele deveria visitar o Uruguai, e ele respondeu que estava escutando Molina y Los C\u00f3smicos&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando em fronteira e influ\u00eancias: no show que fizeram em Porto Alegre no ano passado, durante o festival El Mapa de Todos, tocaram uma bela vers\u00e3o de \u201cCowboy Fora-da-Lei\u201d, de Raul Seixas, acompanhados dos m\u00fasicos ga\u00fachos Alex Vaz, Santiago Neto e Clarissa Mombelli. Qual a participa\u00e7\u00e3o que o rock brasileiro teve em sua forma\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nObrigado pelo elogio! Curtimos muito tamb\u00e9m, eu e o pessoal da banda, e tamb\u00e9m adoramos estar na companhia da Clarissa, do Santiago e do Alex. A m\u00fasica brasileira \u00e9 muito importante para mim. Cresci ouvindo Mamonas [Assassinas], Raul [Seixas], Cazuza, Caetano [Veloso] e a cada dia fico mais surpreso com o bom n\u00edvel do Brasil: todo dia saem discos geniais. E escuto nomes como Boogarins, Far From Alaska, Rodrigo Amarante (qualquer projeto desse cara d\u00e1 certo) Ian Ramil ou a simp\u00e1tica Mallu [Magalh\u00e3es].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voltando ao pr\u00f3ximo disco: ter Craig Schumacher mixando \u00e9 um sinal de que essa refer\u00eancia americana ainda \u00e9 forte na concep\u00e7\u00e3o de como voc\u00eas querem soar. Como chegaram a ele?<\/strong><br \/>\nGravei e produzi a maior parte do primeiro disco, e isso meio que me deixou exausto. Tocar, gravar, produzir, mixar, tudo junto&#8230; Ent\u00e3o sa\u00ed procurando alguns est\u00fadios e produtores no Uruguai, e fui recebido com muita frieza e pouqu\u00edssimo entusiasmo em quase todos, e o pre\u00e7o que os melhores est\u00fadios cobravam eram alt\u00edssimos. Escrevi ent\u00e3o a alguns est\u00fadios estrangeiros, e Craig me respondeu com muita alegria, com uma receptividade e interesse que n\u00e3o encontrei no Uruguai. E no fim, mixar com ele, no exterior, vai custar o mesmo que gravar no meu pa\u00eds, custos de viagem inclu\u00eddos&#8230; Mas veja, \u00e9 por isso que eu digo que sem a internet nada disso teria acontecido. A repercuss\u00e3o da banda, os convites para shows, o contato com Craig, tudo isso s\u00f3 foi poss\u00edvel gra\u00e7as ao relacionamento que a internet proporciona com a m\u00fasica e os m\u00fasicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mas a internet tamb\u00e9m tem um lado voraz, que impulsiona novidades e depois as descarta, as coloca no esquecimento. Voc\u00ea acha que o momento desse risco aparecer pode estar pr\u00f3ximo para a banda?<\/strong><br \/>\nAcho que n\u00e3o, na verdade ainda somos uma novidade, estamos colhendo os frutos desse momento, recebendo maior aten\u00e7\u00e3o em lugares como Argentina, Espanha e Col\u00f4mbia. Ainda somos algo \u201cfresco\u201d, ent\u00e3o \u00e9 um momento de aproveitar. Mas, claro, aparece esse medo, de talvez o segundo disco n\u00e3o atender as expectativas. Ainda ontem estava pensando nisso. Mas ele foi criado junto com o primeiro, tem o mesmo DNA, o mesmo toque, ent\u00e3o n\u00e3o me preocupo. Al\u00e9m disso, no momento n\u00e3o estou vivendo da banda. Tenho uma padaria, dela tiro meu sustento. Espero n\u00e3o ter que viver de m\u00fasica para que possa continuar fazendo a m\u00fasica que quero fazer. Al\u00e9m disso, no Uruguai, penso que a \u00fanica maneira de viver de m\u00fasica \u00e9 sendo professor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E isso vale para a banda tamb\u00e9m? A prop\u00f3sito, Molina y Los C\u00f3smicos s\u00e3o uma banda, ou apenas uma identidade para lan\u00e7ar suas composi\u00e7\u00f5es?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, somos uma banda. O que acontece \u00e9 que \u00e9 muito complicado manter uma banda firme numa cidade de sete mil pessoas. Meu melhor amigo Ripi tocou baixo comigo, trabalhou nas composi\u00e7\u00f5es, mas decidiu que n\u00e3o queria estar em uma banda, ter o estresse dos ensaios e das viagens. Ent\u00e3o n\u00e3o permaneceu. Tive propostas de m\u00fasicos uruguaios \u2013 gente muito boa, profissional de est\u00fadio \u2013 que queria tocar comigo, e eu poderia ter feito isso, chamado esses caras para serem meus m\u00fasicos de apoio. Mas eu quero ter uma banda mesmo. Talvez os m\u00fasicos que est\u00e3o comigo atualmente n\u00e3o tenham experi\u00eancia ou n\u00e3o sejam t\u00e3o reconhecidos quanto os profissionais da capital, mas me sinto bem com eles e eles tamb\u00e9m s\u00e3o a ess\u00eancia de Molina y Los C\u00f3smicos. E \u00e9 assim como quero que seja, porque, como te disse, me importa fazer a m\u00fasica que quero fazer, trabalhando com as pessoas que queiram entrar nessa. Meu neg\u00f3cio \u00e9 familiar, pequeno, mas me permite viver e ainda continuar com a m\u00fasica.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/sTbeGUZbDNU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/sTbeGUZbDNU\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/NNVYScQ-P7E\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/NNVYScQ-P7E\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/AN_Wd_ru-Vo\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/AN_Wd_ru-Vo\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span>Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<\/span><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a><span>) no Scream &amp; Yell. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Tr\u00eas discos lan\u00e7ados em 2014: El Cuarteto de Nos, La Vela Puerca e Andr\u00e9s Correa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/01\/08\/tres-discos-latinos-lancados-em-2014\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Crema del Cielo: \u201c\u00c9 dif\u00edcil entrar no circuito seja voc\u00ea de Buenos Aires ou n\u00e3o\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/11\/28\/conexao-latina-crema-del-cielo\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Cinco ac\u00fasticos da MTV Latina para assistir online na integra (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/10\/29\/cinco-acusticos-mtv-da-musica-latina\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Cinco m\u00fasicas para entender\u2026 Los Fabulosos Cadillacs\u00a0 (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/10\/09\/para-entender-los-fabulosos-cadillacs\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Caf\u00e9 Tacvba: \u201cTalvez estejamos numa etapa mais \u00e9pica em nossas vidas\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/02\/27\/entrevista-cafe-tacvba\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Bestia Bebe: Esp\u00edrito de intimidade e camaradagem traduzido em m\u00fasica (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/06\/08\/entrevista-bestia-bebe\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Um dos nomes mais celebrados do rock independente argentino: Valle de Mu\u00f1ecas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/01\/25\/entrevista-valle-de-munecas\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Fito Paez: \u201cImportante \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o constru\u00edda com as pessoas\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/12\/10\/conexao-latina-fito-paez\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Jo\u00e3o Barone: \u201cCharly Garc\u00eda e Fito P\u00e1ez influenciaram Herbert mais que qualquer artista (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/08\/11\/entrevista-joao-barone-fala-dos-paralamas\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Los Mentas: \u201cChegamos aos 15 anos justamente por n\u00e3o nos levarmos muito a s\u00e9rio\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/04\/entrevista-los-mentas\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Leonardo Vinhas\n&#8220;Acho que na verdade ainda somos uma novidade, estamos colhendo os frutos desse momento&#8221;, diz Nicol\u00e1s Molina\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/01\/14\/conexao-latina-molina-y-los-cosmicos\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[45],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28198"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28198"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28198\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58233,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28198\/revisions\/58233"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28198"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28198"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28198"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}