{"id":26971,"date":"2014-10-15T09:56:57","date_gmt":"2014-10-15T12:56:57","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=26971"},"modified":"2020-11-09T00:17:02","modified_gmt":"2020-11-09T03:17:02","slug":"entrevista-jonny-two-bags","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/10\/15\/entrevista-jonny-two-bags\/","title":{"rendered":"Entrevista: Jonny Two Bags"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-26972\" title=\"jonnytwobags_photocredit-neil-kanal_1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/jonnytwobags_photocredit-neil-kanal_1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/jonnytwobags_photocredit-neil-kanal_1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/jonnytwobags_photocredit-neil-kanal_1-212x300.jpg 212w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Renato Russo costumava dizer que escrever de forma simples \u201c\u00e9 dif\u00edcil pra cacete\u201d. Brincava, inclusive, que era mais f\u00e1cil compor letras como as do Legi\u00e3o do que fazer um \u201ceu te amo\u201d soar bem em uma m\u00fasica. E, de fato, n\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil conseguir compor uma can\u00e7\u00e3o quase universal, de ades\u00e3o r\u00e1pida, e que preserve seu encanto depois de v\u00e1rias audi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jonny Two Bags conseguiu este feito com seu \u00e1lbum de estreia, lan\u00e7ado no in\u00edcio de 2014. E quem \u00e9 esse sujeito? Dizer que \u201c\u00e9 o guitarrista do Social Distortion, na banda desde 2001\u201d \u00e9 um come\u00e7o, mas n\u00e3o ajuda a entender porque \u201cSalvation Town\u201d \u00e9 um disco t\u00e3o rico. Afinal, seu trabalho principal tem l\u00e1 seu encanto \u2013 ao menos para seus (muitos) f\u00e3s \u2013, mas est\u00e1 preso \u00e0 sua f\u00f3rmula cow punk, com pouca varia\u00e7\u00e3o e com apelo a um grupo espec\u00edfico de apreciadores de m\u00fasica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSalvation Town\u201d, por sua vez, bebe em mais fontes do cancioneiro norte-americano do que apenas o country que tanto influencia o Social Distortion. Jonny vai com gosto numa hist\u00f3ria mais recente da m\u00fasica popular, pegando o pop agridoce de Jackson Browne, o lado mais espiritual de Johnny Cash, o country mais roqueiro de Lucinda Williams e at\u00e9 o senso mel\u00f3dico com punch de Ryan Adams para criar dez faixas que traduzem sua hist\u00f3ria emocional de forma breve e irrecus\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O release de imprensa define seu trabalho como \u201croots-rock\u201d, por\u00e9m, se \u00e9 para recorrer a r\u00f3tulos, \u00e9 mais justo que se coloque no g\u00eanero conhecido como Americana, que compila essa mistura de country, rock e folk em um tom pop, algo caro \u00e0 Calif\u00f3rnia no fim dos anos 1970 \u2013 local e tempo, ali\u00e1s, que remetem \u00e0 inf\u00e2ncia do quarent\u00e3o (46, para ser exato) Jonny Wickersham. O apelido Two Bags veio depois, e foi celebrizado em uma can\u00e7\u00e3o-par\u00f3dia da banda punk Vandals, \u201cJohnny Two Bags\u201d, que diz que Wickersham \u00e9 \u201cbranco demais para cantar blues\u201d e que ele \u201cn\u00e3o tem que pagar d\u00edvidas nem acreditar que nasceu para perder\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A bronca dos decanos punk deve ter surtido efeito porque, do quarto de hotel em Nashville em que se encontrava durante o papo com o Scream &amp; Yell, Jonny reconhece que tem sorte de ter a vida que tem hoje, e que deve ser feliz por isso. Est\u00e1 surpreso com a repercuss\u00e3o do disco, e fica genuinamente feliz quando, j\u00e1 terminada a entrevista, o rep\u00f3rter revela que seu disco \u00e9 um de seus preferidos. \u201cUau\u201d, diz Jonny, \u201c\u00e9 inacredit\u00e1vel, sabe? Que as m\u00fasicas que eu fiz para mim possam ter tanto significado para outros\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 raro encontrar um rockstar neste momento ef\u00eamero em que a satisfa\u00e7\u00e3o com o pr\u00f3prio trabalho caminha junto com a realiza\u00e7\u00e3o pessoal e uma ineg\u00e1vel mod\u00e9stia. E \u00e9 nesse per\u00edodo de sua carreira que o Scream &amp; Yell encontrou Jonny Two Bags para a conversa que segue.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c9 claro que ningu\u00e9m faz um trabalho art\u00edstico esperando o pior, mas \u201cSalvation Town\u201d foi realmente bem recebido, as cr\u00edticas s\u00e3o unanimemente positivas, e voc\u00ea tem feito muitas apresenta\u00e7\u00f5es. Honestamente, voc\u00ea esperava tanto? Como voc\u00ea tem lidado com isso?<\/strong><br \/>\n\u00c9 maravilhoso! Passou das minhas expectativas. Eu nem sei o que pensar, nunca tinha lan\u00e7ado um disco [s\u00f3] meu, sempre toquei em bandas, e era sempre a \u201cbanda de algu\u00e9m\u201d. Nunca tinha feito nada meu desde que comecei na m\u00fasica, em 1987, e isso \u00e9 uma coisa inteiramente nova. Estou obviamente muito feliz, tem sido irreal de t\u00e3o positivo. E quero continuar que seja dessa forma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sinto que tem um clima de pub em \u201cSalvation Town\u201d, um clima nas can\u00e7\u00f5es que parece fazer mais sentido se ouvido em um lugar pequeno, no qual voc\u00ea pode estar no mesmo n\u00edvel da banda. Tem a ver com o som, claro, mas tamb\u00e9m com o tom das letras.<\/strong><br \/>\nBem, na verdade eu at\u00e9 gosto de tocar lugares grandes, mas \u00e9 melhor tocar em lugares com o p\u00fablico perto de voc\u00ea, a energia \u00e9 totalmente diferente. Quando toco, tento fazer com que essa energia seja rec\u00edproca. \u00c0s vezes tocamos em festivais enormes. \u00c9 muito bacana, mas&#8230; Bem, n\u00e3o h\u00e1 troca, h\u00e1 muito espa\u00e7o, e as pessoas est\u00e3o por toda a parte, com a aten\u00e7\u00e3o focada em outras coisas, at\u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Outra coisa que sobressai no \u00e1lbum \u00e9 que ele parece beber demais no estilo que chamamos de Americana. A produ\u00e7\u00e3o \u00e9 moderna, mas a estrutura e os temas das can\u00e7\u00f5es remetem \u00e0quela m\u00fasica norte-americana de r\u00e1dio de d\u00e9cadas atr\u00e1s&#8230;<\/strong><br \/>\nCom certeza, e tem a ver com um monte de coisas que eu ouvi na minha vida. Tem esse feeling forte do fim dos 70 na Calif\u00f3rnia, \u00e9 o tipo de m\u00fasica que eu ouvia na minha casa, essa coisa de country com rock\u2019n\u2019roll. Eu fiz o \u00e1lbum ao longo de muitos anos, nas folgas entre os trabalhos com o Social Distortion, ent\u00e3o pude fazer do jeito que eu queria, com o som que eu buscava, e \u00e9 sim, bem Americana (risos). Muito slide, muita guitarra pedal steel guitar, muito piano e acorde\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Isso fica evidente pelos convidados. Dividir os vocais com Jackson Browne (em \u201cThen You Stand Alone\u201d) j\u00e1 indica o que voc\u00ea est\u00e1 buscando musicalmente.<\/strong><br \/>\nE n\u00e3o s\u00f3! Tem o David Lindley, que tocava com ele, tocando guitarra slide em quatro faixas!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A presen\u00e7a de tantos convidados chama a aten\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil reunir tanta gente do porte que voc\u00ea reuniu em um disco. Imagino que esse prazo longo para fazer \u201cSalvation Town\u201d contribuiu para trazer essas pessoas e deixar que elas trouxessem sua assinatura. Porque voc\u00ea realmente escuta, por exemplo, a bateria do Pete Thomas (colaborador de longa de Elvis Costello), com a batida que \u00e9 s\u00f3 dele&#8230;<\/strong><br \/>\nH\u00e1 muitos m\u00fasicos \u00f3timos, e eles vieram mesmo trazendo sua personalidade ao \u00e1lbum. A Gaby Moreno cantando em \u201cAvenues\u201d, por exemplo, \u00e9 algo que me deixa muito feliz, sou um grande f\u00e3 dela e sua voz mudou totalmente a can\u00e7\u00e3o. Foi muito importante ter ela, Pete Thomas, David Hidalgo (Los Lobos, que participa de \u201cWayward Cain\u201d com seus filhos David Jr. \u2013 baterista do Social Distortion \u2013 e Vincent), Greg Leisz (sessionman que j\u00e1 acompanhou Eric Clapton, k. d. lang e outros), Julie Miller e todo esse pessoal, foi inspirador e uma puta honra. E algumas vezes, muito intimidante. Mas s\u00e3o todas pessoas \u00f3timas e gentis. E fico feliz que pude fazer isso. Se tivesse tido um prazo curto, provavelmente n\u00e3o teria feito. N\u00f3s tivemos a oportunidade de esperar, e isso foi \u00f3timo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/O6W2zYI3zHI\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/O6W2zYI3zHI\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As letras t\u00eam muitas imagens espirituais. \u201cWayward Cain\u201d \u00e9 provavelmente o caso mais \u00f3bvio, mas por todo o disco ouvimos men\u00e7\u00f5es a anjos, dem\u00f4nios, salva\u00e7\u00e3o e dana\u00e7\u00e3o&#8230; \u00c9 algo importante para voc\u00ea, ou apenas um recurso para contar as hist\u00f3rias que voc\u00ea quer?<\/strong><br \/>\nS\u00e3o coisas importantes para mim como ser humano, eu sempre escrevo sobre anjos (risos), e tive v\u00e1rios deles na minha vida. Tamb\u00e9m tive dem\u00f4nios, mas posso dizer que sou aben\u00e7oado e sortudo por ter a vida que tenho agora, por ter vivido o que vivi. Pude permanecer num caminho que me deu estrutura e equil\u00edbrio. Uso essas imagens nas can\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o sou um cara profundamente religioso. Nasci e fui batizado cat\u00f3lico, mas eu n\u00e3o pratico, ainda mais agora com tantas pessoas manipulando as religi\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c9 mais uma viv\u00eancia pessoal.<\/strong><br \/>\n\u00c9 exatamente isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ent\u00e3o imagino que o conflito entre c\u00e9u e inferno, ou melhor, essa situa\u00e7\u00e3o de estar buscando a salva\u00e7\u00e3o, buscando ser uma pessoa melhor, mas se ver permanentemente dividido pela possibilidade de perdi\u00e7\u00e3o, sob a sombra do mal, seja algo que n\u00e3o saia da sua cabe\u00e7a.<\/strong><br \/>\n\u00c9 algo que experimentei por toda minha vida, em v\u00e1rios n\u00edveis. Eu tendo a ser duro comigo mesmo, e todos que convivem comigo sabem disso. Tenho um senso muito forte de certo e errado, e&#8230; quando eu era muito novo, comecei a tomar muitas decis\u00f5es erradas. J\u00e1 desde moleque fiz muitas coisas ruins, era um ladr\u00e3o e um v\u00e2ndalo (ri sem gra\u00e7a), fui viciado, tive problemas com a pol\u00edcia&#8230; Por\u00e9m, sempre houve uma fagulha em mim que queria levar uma vida diferente, e no final eu dei aten\u00e7\u00e3o a essa fagulha. N\u00f3s lutamos contra essa tend\u00eancia de ser ego\u00edsta, e \u00e9 da\u00ed que vem a dana\u00e7\u00e3o da maioria das pessoas. E tamb\u00e9m h\u00e1 outro aspecto: eu gosto de solid\u00e3o, e me isolo das pessoas de vez em quando. Em can\u00e7\u00f5es como \u201cForlorn Walls\u201d h\u00e1 muito disso. Mas a mensagem final positiva \u00e9 muito importante em qualquer caso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E voc\u00ea nunca se sente tentado a escapar para as op\u00e7\u00f5es menos positivas?<\/strong><br \/>\n\u00c0s vezes (risos). Mas por onde cheguei em minha vida, j\u00e1 sei que caminho devo tomar quando aparece essa vontade.<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Com o disco crescendo em popularidade, voc\u00ea acredita que isso possa atrapalhar sua rela\u00e7\u00e3o com os outros integrantes e com o trabalho do Social Distortion?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, eu n\u00e3o acho que vamos ter problemas na banda com isso. \u00c9 minha banda n\u00famero 1, e meu emprego. Todo mundo no Social Distortion pode fazer o que quiser, um frequenta o show do outro. Eu n\u00e3o vejo conflitos aparecendo por causa disso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Social Distortion veio uma \u00fanica vez ao Brasil, em 2010. Acredito que voc\u00ea tenha notado que a banda tinha muitos f\u00e3s no pa\u00eds, j\u00e1 que tocaram para casa cheia (no finado Via Funchal) e com um p\u00fablico muito entusiasmado. Isso n\u00e3o te motiva a tentar agilizar um show aqui? Tem algo j\u00e1 planejado nesse sentido?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 nada em andamento rolando agora, n\u00e3o d\u00e1 para dizer que estamos planejando. Mas eu adoraria que fosse poss\u00edvel. N\u00e3o sei como poderia acontecer, talvez fosse o caso de eu ir [tocar] a\u00ed abrindo para algu\u00e9m, que \u00e9 algo que tenho feito bastante. Ou talvez seja o caso de ir a\u00ed fazendo um set ac\u00fastico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Isso n\u00e3o \u00e9 incomum por aqui, na verdade. J\u00e1 houve compositores que n\u00e3o vieram com suas bandas principais ou completas, mas estiveram aqui com sets mais enxutos. Desde John McEntire, do Tortoise, ao Mark Lanegan&#8230;<\/strong><br \/>\nIsso \u00e9 muito legal! Na verdade, estou em turn\u00ea com o Social Distortion, uma banda de Athens chamada The Whigs, e eu tocando antes deles, ac\u00fastico. Em alguns shows, o tecladista e o baixista do Social Distortion [Danny McGough e Brent Harding, respectivamente] sobem ao palco comigo. Ontem era dia de floga da turn\u00ea e tocamos em um lugar pequeno em Nashville, com alguns bateristas convidados. Foi muito bacana tocar como banda, ficamos todos bem felizes, mas estou bem adaptado a esse formato ac\u00fastico e \u00e9 mais f\u00e1cil viajar a outros lugares com ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/JopSsVuSQBM\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/JopSsVuSQBM\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/D4ASXgEnwGY\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/D4ASXgEnwGY\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/wXG3Eh0m-ZA\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/wXG3Eh0m-ZA\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span>&#8211; <\/span><span>Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/#%21\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<\/span><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a><span>) no Scream &amp; Yell. <\/span><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Jonny Two Bags concentra em 10 faixas toda a mitologia bo\u00eamia dos EUA (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/09\/21\/tom-petty-ben-ellen-harper-jonny-two-bags\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Social Distortion em S\u00e3o Paulo: uma noite inesquec\u00edvel para os f\u00e3s (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/04\/19\/a-simpatia-debochada-de-mike-ness\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Leonardo Vinhas\nGuitarrista do Social Distortion, Jonny Two Bags mant\u00e9m uma elogiada carreira solo tocando folk, country e \u201camericana\u201d\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/10\/15\/entrevista-jonny-two-bags\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26971"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26971"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26971\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58238,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26971\/revisions\/58238"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26971"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26971"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26971"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}