{"id":26728,"date":"2014-09-29T11:29:34","date_gmt":"2014-09-29T14:29:34","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=26728"},"modified":"2020-10-05T15:31:18","modified_gmt":"2020-10-05T18:31:18","slug":"o-mundo-fisico-do-death-from-above-1979","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/09\/29\/o-mundo-fisico-do-death-from-above-1979\/","title":{"rendered":"O mundo f\u00edsico do DFA 1979"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-26730\" title=\"dfa791\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/dfa791.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/silva.leonel.900\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Leonel<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ano era 2004, m\u00eas de novembro. Sem grandes pretens\u00f5es, uma dupla canadense lan\u00e7ava seu celebrado \u00e1lbum de estreia. Baixo, bateria, alguns sintetizadores e vocais: foi tudo o que eles utilizaram para gravar \u201cYou&#8217;re a Woman i&#8217;m a Machine\u201d. Registrado entre fevereiro e abril daquele ano no The Chemical Sound em Toronto, o disco trazia uma mistura inusitada de punk rock, noise, riffs de metal e at\u00e9 dance music (?!?!).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pesado, despretensioso e estranho na mesma medida, o disco motrava uma sonoridade sofisticada e, ao mesmo tempo, curiosamente familiar. O trabalho chamou a aten\u00e7\u00e3o de ouvintes de v\u00e1rias &#8216;categorias&#8217; e idades, desde o p\u00fablico de bandas como Libertines e Killers, passando por f\u00e3s de hardcore e chegando at\u00e9 aos mais xinto\u00edstas ouvintes de metal. Se n\u00e3o chegou a ser bem uma unanimidade, a estreia da dupla ao menos conseguiu ser dos discos daquele ano que mais rachou barreiras e agregou p\u00fablico de territ\u00f3rios distintos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muito diferente do que outras \u201cduplas de rock\u201d da \u00e9poca faziam \u2013 mais obscuro e rob\u00f3tico do que o Black Keys e muit\u00edssimo mais esparso e ca\u00f3tico do que o White Stripes \u2013 a estreia do DFA 79 cravou seu reconhecimento como uma obra original, sem compara\u00e7\u00f5es com v\u00e1rias outras bandas do per\u00edodo. O caos, de fato, sempre foi parte do trabalho da dupla. Cada elemento dele esbanja criatividade e tamb\u00e9m excentricidade. Uma banda sem guitarras, cuja logo colocava \u201ctrombas\u201d nos integrantes, e com refer\u00eancias que v\u00e3o desde Sonic Youth a Gary Numan, cujo disco tira seu nome de um di\u00e1logo da serie &#8216;Battlestar Gallatica\u201d e que tr\u00e1s faixas com nomes como \u201cSexy Results\u201d e \u201cRomantic Rights\u201d \u2013 pelo menos em 2004, incitou muita curiosidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os shows en\u00e9rgicos e agitados da turn\u00ea s\u00f3 aumentaram o burburinho em torno da dupla. Junto com o tal revival do rock de garagem, o tal do dance-rock \u2013 pelo menos como apareceu no come\u00e7o dos idos de 2000 \u2013 era a bola da vez, e para muitos ficou sendo o grande som que marcou 2004. Metric e Rapture ainda eram novidades e para o DFA79, que estava apenas colocando seu time em campo, o jogo parecia ganho desde o come\u00e7o. O tempo, pelo menos para a dupla canadense, n\u00e3o parecia ser problema.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/KfsXiRZvGi0\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/KfsXiRZvGi0\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eis que em 2006 a banda encerrou as atividades, os dois integrantes se aventuraram em outros projetos (Como o MSTRKRFT e at\u00e9 mesmo em trilhas sonora de video-games) e a dist\u00e2ncia dos palcos acabou por transformar o DFA 79 em um nome \u201ccult\u201d. Em 2011 a banda anunciou um comemorado retorno. A volta contou com um \u201cshow tumulto\u201d no festival South by Southwest daquele ano, e outro show elogiad\u00edssimo no Coachella. De l\u00e1 pra c\u00e1 v\u00e1rios shows seguiram. At\u00e9 no Brasil os \u201celefantes\u201d fizeram uma apresenta\u00e7\u00e3o em 2011 com direito a participa\u00e7\u00e3o do baterista Iggor Cavalera.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O passo seguinte foi um novo disco, o que apenas ocorreu em 2014. Em m\u00fasica h\u00e1 certa m\u00edstica sobre a maldi\u00e7\u00e3o do segundo disco, quando se tem uma estreia celebrada, a responsa sobre o pr\u00f3ximo passo fica maior, o que aumenta os riscos tamb\u00e9m. Em setembro saiu \u201cThe Physical World\u201d, exatamente 10 anos ap\u00f3s o primeiro trabalho. O novo disco foi produzido por Dave Sardy (LCD Soundsystem e Nine Inch Nails) em um per\u00edodo total de cerca de quatro meses, diluidos em cerca de dois anos. A grava\u00e7\u00e3o parou v\u00e1rias e v\u00e1rias vezes devido a outros projetos dos envolvidos. Se na celebrada estreia, os vocais urgentes e o baixo distorcido vinham carregados de uma urg\u00eancia digna de algu\u00e9m que tocava como se n\u00e3o houvesse amanh\u00e3, em \u201cThe Physical World\u201d, cercado de expectativas, o tempo passou, e eis que o amanh\u00e3 chegou. Ainda que de fato, a pr\u00f3pria banda haja como se n\u00e3o tivesse chegado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cIt&#8217;s the same old song, just a different tune\u201d canta Sebastien Grainger na letra de \u201cRight on Frankenstein!\u201d, a frase resume bem o clima do trabalho. A levada, um punk rock dos bons, lembra uma das melhores faixas que o Ramones nunca comp\u00f4s. O disco abre com a boa \u201cCheap Talk\u201d com os caracter\u00edsticos riffs distorcidos (cortesia do inconfund\u00edvel Jesse Keeler, talvez o grande c\u00e9rebro da sonoridade da banda) casados com a bateria cadenciada. Certamente n\u00e3o \u00e9 uma abertura t\u00e3o boa quanto \u201cTurn It Out\u201d do primeiro disco, mas n\u00e3o faz feio como cart\u00e3o de visitas. Uma tentativa de blues aparece em \u201cVirgins\u201d com vocal mais lento do que o habitual, \u201cO amor \u00e9 cego, e eu n\u00e3o me importo, yeah!\u201d canta o eu l\u00edrico na faixa (as vis\u00f5es de mundo das letras, pelo jeito, continuam a mesma coisa).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A coisa come\u00e7a a esquentar na quarta faixa, a \u00f3tima \u201cAlways On\u201d, riff truncado e bateria fren\u00e9tica d\u00e3o um tom carregado na faixa. As tradicionais din\u00e2micas e quebradas de r\u00edtmo aparecem perto do refr\u00e3o (precisava ser diferente?). Curiosamente a letra revela (ainda mais) preocupa\u00e7\u00f5es com o tempo e com a \u00e9poca em que vivemos \u201cSe trouxessemos Kurt de volta a vida, n\u00e3o haveria como ele sobreviver, nem um dia&#8230;\u201c. O verso, apesar de ins\u00f3lito revela tamb\u00e9m uma postura da banda em rela\u00e7\u00e2o \u00e0 m\u00fasica de hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/vrZxt476ef4\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/vrZxt476ef4\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na \u00e9poca do lan\u00e7amento o pr\u00f3prio vocalista afirmou que n\u00e3o era muito f\u00e3 em geral da \u201cnova m\u00fasica\u201d que vinha sendo feita em 2014 e que havia preocupa\u00e7\u00e3o se de fato haveria espa\u00e7o hoje para um novo trabalho da dupla \u2013 tem sim, ainda bem! De forma sutil, a quest\u00e3o parece permear boa parte das m\u00fasicas do novo trabalho. A rob\u00f3tica \u201cCrystal Ball\u201d, outra grande faixa, tr\u00e1s uma levada que lembra vagamente \u201cRomantic Rights\u201d, talvez maior cl\u00e1ssico da banda, gravado no primeiro disco. Destaque para o contagiante refr\u00e3o, e sintetizadores sutis que aparecem fazendo um competente papel coadjuvante. \u201cSe eu ver o fim, n\u00e3o posso ver o come\u00e7o, n\u00e3o h\u00e1 bola de cristal para ver o final feliz\u201d fala a letra na qual a passagem do tempo aparece novamente. Tempo n\u00e3o era problema para eles em 2004, e, definitivamente, parece n\u00e3o continuar sendo em 2014 \u2013 A banda j\u00e1 acabou uma vez, j\u00e1 chegaram a um segundo disco, o que parecia improv\u00e1vel na metade deste trajeto todo, logo, o que pode ser ruim nisso??<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O peso do disco encontra uma pausa na estrutura para\/anda de \u201cTrainwreck 1979\u201d, \u00f3tima faixa e primeira m\u00fasica revelada do novo trabalho. A m\u00fasica come\u00e7a como um rock b\u00e1sico e ganha ares de \u201cnew wave\u201d com teclados e backing vocals no refr\u00e3o \u2013 ecletismo sempre foi um ponto a favor da dupla. A faixa quase serve como quebra para o r\u00edtmo fren\u00e9tico que o disco vinha seguindo, quase, pois logo na sequ\u00eancia a austera \u201cNothing Left\u201d coloca as coisas de volta ao lugar. A m\u00fasica lembra um pouco \u201cLittle Girl\u201d do disco de 2004, e esse clima de uma faixa remeter a outra antiga da banda ocorre em v\u00e1rias can\u00e7\u00f5es, mas nada que chegue a soar datado ou repetitivo, pelo contr\u00e1rio, apenas situa o ouvinte e o lembra de que ele est\u00e1 ouvindo novas can\u00e7\u00f5es de uma banda que ele aprendeu h\u00e1 gostar dez anos antes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Chegando a nona faixa, a porrada esmagadora \u201cGovernment Trash\u201d consegue &#8216;achatar&#8217; (sic) qualquer poss\u00edvel d\u00favida sobre a qualidade do novo trabalho. Certa vez em um show, Sebastien apresentou a m\u00fasica como \u201cUma can\u00e7\u00e3o sobre a conta banc\u00e1ria de Billy Corgan\u201d (?!?!). Com levada quase metal e riff monstro (facilmente um dos melhores do ano, at\u00e9 agora) a faixa talvez seja o grande momento da banda em 2014. Destaque para o turbilh\u00e3o que a can\u00e7\u00e3o vira perto do fim \u2013 4 segundos da faixa eram tocadas em loop no site oficial da banda at\u00e9 algumas semanas antes do lan\u00e7amento. Talvez j\u00e1 tivessem conhecimento do poder da can\u00e7\u00e3o, cuja letra clama: \u201cNingu\u00e9m sabe nada aos 21 e aos 22\u201d, (que idade eles tinham quando a banda come\u00e7ou mesmo??). Revisitar a pr\u00f3pria inoc\u00eancia pode ser algo arriscado, mas n\u00e3o para o Death From Above, que parece fazer sarcasmo de tudo. Auto ironia \u00e9 s\u00f3 mais um (dos v\u00e1rios) recurso na m\u00e3o dos canadenses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, a dissonante \u201cGemini\u201d fala sobre uma garota que \u201cchora no anivers\u00e1rio\u201d e que mancha as paredes de sangue quando corta os pulsos (?!?!) (eis o DFA 79 e suas atormentadas personagens femininas). O riff geom\u00e9trico e com competentes viradas comp\u00f5em a t\u00edpica m\u00fasica que s\u00f3 a banda seria capaz de fazer. De fato, poucos instrumentos, mas com uma qu\u00edmica que preenche de forma competente e n\u00e3o deixa espa\u00e7o para eventuais \u201clacunas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/iBNxadj-25c\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/iBNxadj-25c\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma pira\u00e7\u00e3o tecnocibern\u00e9tica abre a faixa t\u00edtulo, que encerra o disco: a can\u00e7\u00e3o s\u00f3m toma corpo l\u00e1 pelos 0:30, um di\u00e1logo entre baixo e synths come\u00e7a a criar tens\u00e3o na faixa, que cresce at\u00e9 os 2min, para em seguida mandar tudo ladeira a baixo. Uma cavalgada quase heavy metal aliada a um vocal meio rob\u00f3tico d\u00e1 o tom da m\u00fasica mais longa do disco. Perto do fim h\u00e1 ainda um solo, algo pelo qual a banda nunca foi muito conhecida, e um \u201coutro\u201d preenchido por um bel\u00edssimo piano que emula a melodia do solo (a combina\u00e7\u00e3o de elementos remete a \u201c<span class=\"_5yl5\"><span><span>Do it<\/span><\/span><\/span>\u201d, faixa do primeiro EP do duo, de 2002). Destaque para o verso \u201cI get the feelin&#8217; this is never gonna end\u201d. Ok, recado dado. Resta saber apenas se ele fala do suposto caos citado na faixa, ou se fala da pr\u00f3pria banda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se de fato em \u201cThe Physical World\u201d o amanh\u00e3 chegou, a postura urgente da banda, quase de \u201cn\u00e3o h\u00e1 futuro\u201d permanece a mesma. Parece at\u00e9 que o tempo n\u00e3o passou para eles. E de forma alguma isso \u00e9 negativo. Em termos de sonoridade e produ\u00e7\u00e3o, a banda parece em sua melhor fase, mas a verdadeira ess\u00eancia, aqueles detalhes todos pelo qual uma banda se torna querida, permaneceram intactos. Se a banda voltou \u00e9 porque o passado ainda tinha alguma import\u00e2ncia, mas quando se prop\u00f5em a fazer um novo disco, correm riscos, e arriscam porque querem que a volta seja mais do que apenas uma retomada saudosista. Querem ir al\u00e9m de apenas continuar tocando o \u00fanico disco e enfrentar novos desafios, o que, em qualquer contexto, \u00e9 respeit\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 como se o disco tivesse sido feito l\u00e1 atr\u00e1s, em 2004, e ficasse guardado por 10 anos, s\u00f3 vendo a luz do dia agora. Um disco de 2004 lan\u00e7ado em 2014, e que faz pensar sobre como  muita coisa muda em 10 anos. Faz lembrar-se de como era o mundo em 2004, bem menos ligado em redes digitais, bem menos ligado em compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es e onde se demorava mais para conhecer coisas (muita gente ouviu o pr\u00f3prio disco da anos depois do lan\u00e7amento). Um mundo no qual o U2 n\u00e3o fazia \u201cSpam\u201d do novo disco em telefones celulares, um mundo onde celulares nem tinham tanta utilidade assim e fotos de nudez vazadas do iCloud eram apenas fic\u00e7\u00f5es no mundo das ideias. Relembrar o mundo como era h\u00e1 10 anos talvez nos ajude a entender o quanto mudou (ou piorou?) na \u00e9poca em que vivemos. O mundo f\u00edsico do Death From Above 1979, um dos grandes discos do ano, um \u00e1lbum totalmente conectado \u00e0 \u00e9poca em que foi concebido, que \u00e9 2004, logicamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ZdVia-n2i_o\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ZdVia-n2i_o\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/7c7DcXj2iQ4\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/7c7DcXj2iQ4\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/bXAbOs8EEMk\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/bXAbOs8EEMk\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/silva.leonel.900\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Leonel<\/a> \u00e9 jornalista e j\u00e1 entrevistou <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/12\/19\/entrevista-marcia-castro\/\">M\u00e1rcia Castro<\/a> e <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/29\/entrevista-siba\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Siba <\/a>para o Scream &amp; Yell<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Death From Above 1979 fez um estardalha\u00e7o no palco principal do Coachella 2011 (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2011\/04\/18\/coachella-day-3\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Bruno Leonel\nUm dos grandes discos do ano, \u201cThe Physical World \u00e9 um \u00e1lbum totalmente conectado \u00e0 \u00e9poca em que foi concebido\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/09\/29\/o-mundo-fisico-do-death-from-above-1979\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":13,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26728"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26728"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26728\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":57692,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26728\/revisions\/57692"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26728"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26728"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26728"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}