{"id":26017,"date":"2014-07-23T09:47:41","date_gmt":"2014-07-23T12:47:41","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=26017"},"modified":"2016-09-03T11:44:54","modified_gmt":"2016-09-03T14:44:54","slug":"entrevista-thales-silva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/07\/23\/entrevista-thales-silva\/","title":{"rendered":"Entrevista: Thales Silva"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-26018\" title=\"thales_silva\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/thales_silva.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"604\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/thales_silva.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/thales_silva-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/thales_silva-300x299.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Natural de Belo Horizonte, Thales Silva faz parte da nova e efervescente cena mineira composta por bandas como Transmissor, Dead Lovers Twisted Heart e Graveola, entre tantas outras. Sua carreira divide-se entre uma rec\u00e9m-lan\u00e7ada carreira solo e o trabalho com o grupo A Fase Rosa, com quem j\u00e1 lan\u00e7ou dois EPs (&#8220;O Arquiteto e o Carnaval&#8221;, de 2011, e &#8220;EP2&#8221;, 2012) e um \u00e1lbum, &#8220;Homens Lentos&#8221; (2013), <a href=\"http:\/\/afaserosa.bandcamp.com\/\" target=\"_blank\">todos dispon\u00edveis no Bandcamp da banda<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do lado solo, Thales <a href=\"http:\/\/www.amusicoteca.com.br\/?p=9340\" target=\"_blank\">disponibilizou gratuitamente na web<\/a> em maio seu debute, \u201cMinimalista\u201d, um \u00e1lbum que prima por ser \u201cmuito enxuto, muito simples, que fosse at\u00e9 simpl\u00f3rio por vezes\u201d, segundo ele pr\u00f3prio conta em entrevista por e-mail ao Scream &amp; Yell. \u201cEu tinha muitas can\u00e7\u00f5es que se acumularam ao longo dos anos. Dessas, selecionei as que eu sentia que faziam sentido em conjunto e parti pra ideia de um disco\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cMinimalista\u201d foi produzido de forma independente por Thales com o apoio de Thiago Corr\u00eaa e Henrique Matheus (ambos do Transmissor) e promove o encontro da brasilidade do compositor com o formato rock. Thales conta abaixo sobre suas influ\u00eancias, comenta sobre a cena independente brasileira e aprofunda o lado cr\u00edtico social de suas composi\u00e7\u00f5es: \u201cSou totalmente a favor das manifesta\u00e7\u00f5es\u201d, avisa. Com voc\u00eas, Thales Silva.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/_UUlIfEd6UU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/_UUlIfEd6UU\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em que &#8220;Minimalista&#8221; difere do processo criativo impresso em &#8220;Homens Lentos&#8221;, primeiro disco da A Fase Rosa?<\/strong><br \/>\nO \u201cHomens Lentos\u201d \u00e9, antes de qualquer outra diferencia\u00e7\u00e3o, um disco de banda e o \u201cMinimalista\u201d \u00e9 um trabalho solo. Para al\u00e9m dessa diferencia\u00e7\u00e3o de uma cabe\u00e7a pensando tudo no \u201cMinimalista\u201d e quatro outras trabalhando quando fazemos um disco do A Fase Rosa, existe uma diferen\u00e7a essencial de conceito tamb\u00e9m. No Minimalista eu procurei algo muito enxuto, muito simples, que fosse at\u00e9 simpl\u00f3rio por vezes. \u00c9 um disco onde o foco principal \u00e9 a can\u00e7\u00e3o, depois a voz, para contar e cantar a can\u00e7\u00e3o. Os instrumentos foram pensados com cuidado e muito valorizados, mas com papel coadjuvante.  Pela A Fase Rosa \u00e9 natural que a parte instrumental divida um pouco mais o espa\u00e7o com a can\u00e7\u00e3o e com a voz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como foi o processo de produ\u00e7\u00e3o de seu trabalho solo?<\/strong><br \/>\nEu tinha muitas can\u00e7\u00f5es que se acumularam ao longo dos anos. Dessas selecionei as que eu sentia que faziam sentido em conjunto e parti pra ideia de um disco. Em principio eu gravaria um disco voz e viol\u00e3o, s\u00f3 pra registro. Mas com a possibilidade de gravar nas m\u00e3os, decidi que seria melhor que eu empenhasse um tempo de produ\u00e7\u00e3o em cima das can\u00e7\u00f5es e que gravasse com banda. Confiei que mesmo sozinho e sem recursos, eu conseguiria encontrar um resultado no m\u00ednimo coeso. At\u00e9 pelo aprendizado constante que tenho tido pela A Fase Rosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como se deu a parceria com Thiago Correa e Henrique Matheus, ambos do Transmissor?<\/strong><br \/>\nEstava \u00e0 procura de um bom est\u00fadio que tivesse soltado sons caracter\u00edsticos, cuidadosos e conectados com a atualidade.  Conheci os meninos e eles compraram a ideia tamb\u00e9m.  Foram \u00f3timos, talentosos e carinhosos com o som.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Seu trabalho estabelece di\u00e1logo entre a velha e na nova guarda da MPB. Quais seriam suas influ\u00eancias musicais?<\/strong><br \/>\nGosto de figuras super importantes como Gil, Caetano, Chico, Tom Z\u00e9 e Jo\u00e3o Gilberto. N\u00e3o tenho vontade de desmontar esses \u00edcones. Acho eles geniais e acima de qualquer suspeita (risos).  Mas tenho curiosidade pelos lados obscuros da m\u00fasica popular tamb\u00e9m. Tem algumas coisas do brega que acho muito interessantes, gosto de alguns discos dos anos 90 do Paralamas e alguma coisa da Na\u00e7\u00e3o Zumbi. At\u00e9 mesmo o Rappa. Mas acho que a partir dos anos 2000, com a organiza\u00e7\u00e3o da m\u00fasica independente como um mercado, come\u00e7aram a chegar at\u00e9 \u00e0 mim muitas das melhores bandas da m\u00fasica popular brasileira, segundo o meu gosto, claro. Acho que depois dos g\u00eanios que citei, artistas como a C\u00e9u, Lucas Santanna, Constantina, Dibigode, Berlinda, Karina Buhr (essa muito especial), enfim, v\u00e1rios outros, vieram ocupar um lugar muito especial na m\u00fasica brasileira. Acho que depois das vanguardas t\u00e3o importantes nos anos 70 e 80, esse pessoal dos 2000 tratou de dar uma nova cara para a MPB.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>J\u00e1 que estamos falando sobre a atual cena independente, recentemente voc\u00ea fez o show de lan\u00e7amento de &#8220;Minimalista&#8221; via crowdfunding em parceria com a V\u00e1riavel 5, projeto que mobiliza apoiadores de iniciativas culturais com quem voc\u00ea j\u00e1 havia trabalhado anteriormente promovendo um show do A Fase Rosa . Voc\u00ea acredita que esta forma \u00e9 a &#8220;salva\u00e7\u00e3o&#8221; para artistas independentes?<\/strong><br \/>\nEntendo como parte das v\u00e1rias ferramentas dispon\u00edveis. Acho que a luta empreendedora do artista \u00e9 primeiro ser um empreendedor, algo que, por bem ou por mal, mexe com o artista. Outra coisa \u00e9 a necessidade de corrigir distor\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias do pr\u00f3prio mercado. Acho que o crowdfunding \u00e9 umas das principais ferramentas para o artista conseguir catalisar as energias no inicio de projetos. Depois de certo estabelecimento eu partiria pra outros caminhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00ea enxerga a atual cena musical mineira?<\/strong><br \/>\nVejo muito m\u00fasico bom, bandas excelentes. Vejo tamb\u00e9m que \u00e9 o momento de mudan\u00e7as.  Nascimento de novos projetos e cenas, al\u00e9m da consolida\u00e7\u00e3o de excelentes projetos ainda regionais. Entendo que a cena musical aqui n\u00e3o \u00e9 uma e sim s\u00e3o v\u00e1rios nichos diferentes. Como s\u00f3 um se profissionalizou e conseguiu ficar perto de quem faz acontecer, os outros movimentos se enfraqueceram. Sinto que seja hora de todo mundo se organizar e entender a amplid\u00e3o do meio musical. Talvez fosse at\u00e9 necess\u00e1rio uma grande banda se consolidar nacionalmente pra trazer o olhar de vez pra c\u00e1 e assim mexer com a coragem e autoestima de quem vem surgindo e crescendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Recentemente <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/06\/13\/entrevista-jennifer-souza\/\" target=\"_blank\">entrevistei a Jennifer Souza<\/a>, do Transmissor, e ela tamb\u00e9m v\u00ea com bons olhos a cena mineira. Atualmente iniciativas como o Musiqueria, projeto rec\u00e9m idealizado pelo CCCP (pub mineiro), e o j\u00e1 tradicional <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/07\/14\/festival-conexao-2014-em-bh\/\" target=\"_blank\">Festival Conex\u00e3o<\/a> tem colaborado, em termos de exposi\u00e7\u00e3o, com artistas independentes mineiros, mas isto n\u00e3o tem sido suficiente para fazer com m\u00fasicos daqui consigam tocar em outras pra\u00e7as. A que se deve esta &#8220;resist\u00eancia&#8221;?<\/strong><br \/>\nSinto que parte do problema \u00e9 est\u00e9tico. Os sons daqui parecem bastar aqui dentro. N\u00e3o temos tradi\u00e7\u00e3o de m\u00fasica pop dentro do cen\u00e1rio independente de Minas e as tentativas em geral s\u00e3o falhas ou criticadas. Acho que nesse sentido faltam bons produtores. Pessoas que consigam sintetizar e construir est\u00e9ticas mais vanguardistas e mais conectadas. De outro lado \u00e9 o natural bairrismo. Existe aqui em BH e vai existir fora. Jornalistas e curadores abra\u00e7am seus amigos. Isso aqui em BH e isso l\u00e1 em SP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Suas letras tem em ess\u00eancia certo ar cr\u00edtico social. Como voc\u00ea observa as manifesta\u00e7\u00f5es populares ocorridas nos \u00faltimos tempos no Brasil?<\/strong><br \/>\nPra mim \u00e9 um s\u00edmbolo fort\u00edssimo de mudan\u00e7a no comportamento nacional. \u00c9 natural que os partidos, em especial os de Direita, tentassem e conseguissem manipular e enfraquecer o que surgiu. Mas n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel apagar. Sou totalmente a favor das manifesta\u00e7\u00f5es e acho que todos os comportamentos ali dentro explic\u00e1veis.  Falo de alguns tipos de viol\u00eancia e quebra-quebra, dos quais nem sempre consigo justificar. Mas entendo que o limite e o radicalismo talvez sejam essenciais nas mudan\u00e7as dos processos de quebra do conservadorismo e totalitarismo. Acho absurdo que o governo trate isso como terrorismo quando \u00e9 muito claro que a inten\u00e7\u00e3o ali nada tem a ver com lesar o povo. Mas o embri\u00e3o est\u00e1 a\u00ed.  O PT, gostem ou n\u00e3o, deu comida e deu casa. Agora muita gente quer mais. Que tem mais, pois a diferen\u00e7a ainda existe. Os ricos se assustam e protestam seu medo, xenofobia e etc. E surgem tamb\u00e9m as respostas que tamb\u00e9m n\u00e3o enxergam mudan\u00e7a e querem mais a qualquer custo. No meio dessa polaridade ficam v\u00e1rias pequenas vit\u00f3rias do pensamento democr\u00e1tico dessa Esquerda cr\u00edtica.  S\u00e3o ocupa\u00e7\u00f5es que pipocam e resistem, s\u00e3o movimentos sociais que voltaram a ganhar corpo, movimentos grevistas que resistem mais e mais na luta pelos seus direitos. Enfim, \u00e9 apenas um embri\u00e3o e j\u00e1 d\u00e1 pra ficar satisfeito ao ver as elites mais conservadoras do status t\u00e3o incomodadas. Que pelo menos os pese a preocupa\u00e7\u00e3o sobre a cabe\u00e7a nos travesseiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por fim, a quantas anda o novo disco da A fase Rosa?<\/strong><br \/>\nO disco sai esse ano. Estamos finalizando a pr\u00e9 grava\u00e7\u00e3o. Vamos avaliar algumas coisas e gravar oficialmente em seguida. Sai l\u00e1 pra outubro.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/-RkYtO6s9do\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/-RkYtO6s9do\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>&#8211; Bruno Lisboa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\">@brunorplisboa<\/a>) \u00e9 redator e colunista do <a href=\"http:\/\/pignes.com\" target=\"_blank\">pignes.com<\/a><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Download gratuito: baixe &#8220;De L\u00e1 N\u00e3o Onde S\u00f3&#8221;, novo disco do Transmissor (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/04\/22\/download-de-la-nao-ando-so-transmissor\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Download: baixe \u201cImposs\u00edvel Breve\u201d, o disco de Jennifer Souza, gratuitamente (<a href=\"http:\/\/www.jennifersouza.com\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Jennifer Souza: &#8220;Minhas composi\u00e7\u00f5es s\u00e3o quase sempre confessionais&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/06\/13\/entrevista-jennifer-souza\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Luiz Valente: \u201cMe sinto completamente ligado a esta gera\u00e7\u00e3o (de bandas mineiras)\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/08\/26\/entrevista-luiz-valente-vinyl-land\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Transmissor ao vivo em Belo Horizonte: \u201cRenovado e com lenha para queimar\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/05\/14\/transmissor-ao-vivo-em-belo-horizonte\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Graveola: \u201cNascemos independentes e aut\u00f4nomos e assim morreremos\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/08\/05\/entrevista-graveola-e-o-lixo-polifonico-2\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;Entendo que a cena musical aqui (em Belo Horizonte) n\u00e3o \u00e9 uma e sim s\u00e3o v\u00e1rios nichos diferentes&#8221;, diz Thales Silva\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/07\/23\/entrevista-thales-silva\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[1012],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26017"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26017"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26017\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39787,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26017\/revisions\/39787"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26017"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26017"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26017"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}