{"id":25774,"date":"2014-07-07T10:31:01","date_gmt":"2014-07-07T13:31:01","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=25774"},"modified":"2021-06-11T00:14:05","modified_gmt":"2021-06-11T03:14:05","slug":"entrevista-band-of-skulls","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/07\/07\/entrevista-band-of-skulls\/","title":{"rendered":"Entrevista: Band of Skulls"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-25775\" title=\"bandofskulls1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/bandofskulls1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"405\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/bandofskulls1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/bandofskulls1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/ociocretino\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Alexandre Lopes<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPorque para onde estamos indo \u00e9 uma inc\u00f3gnita\u201d. O refr\u00e3o do single \u201cAsleep At The Wheel\u201d define em parte o sentimento durante o processo de cria\u00e7\u00e3o de \u201cHimalayan\u201d, o terceiro disco de est\u00fadio da Band of Skulls, lan\u00e7ado em mar\u00e7o deste ano. Ensaiado exaustivamente e depois aprimorado com a produ\u00e7\u00e3o de Nick Launay (que j\u00e1 trabalhou com Arcade Fire, Yeah Yeah Yeahs, Gang of Four e Talking Heads), o repert\u00f3rio do grupo embarcou em uma viagem por t\u00e9cnicas de grava\u00e7\u00e3o e novos arranjos em busca de uma evolu\u00e7\u00e3o. \u201cTrabalhando com Nick, as m\u00fasicas podem mudar totalmente. Era fascinante ver como elas poderiam evoluir\u201d, conta o vocalista e guitarrista Russel Marsden em entrevista por telefone ao Scream &amp; Yell.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Formado por Marsden, Emma Richardson (baixo, vocais) e Matt Hayward (bateria), o trio de Southampton (Inglaterra) est\u00e1 na ativa desde 2004. Russel e Matt s\u00e3o amigos desde a inf\u00e2ncia e passaram por algumas bandas at\u00e9 conhecerem Emma na Winchester School of Art. Com o nome Fleeing New York, o trio lan\u00e7ou \u201cAOK\u201d, EP que teve algum sucesso na cena indie do Reino Unido. Mas \u00e0 medida que a banda amadurecia musicalmente e a influ\u00eancia de blues e garage rock ficava mais evidente, os tr\u00eas amigos sentiram a necessidade de mudar de nome para Band of Skulls em novembro de 2008.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E a mudan\u00e7a de nome pareceu dar sorte: em mar\u00e7o do ano seguinte, o iTunes escolheu a faixa \u201cI Know What I Am\u201d como o single da semana. O chamariz do single precedeu o elogiado disco de estreia \u201cBaby Darling Doll Face Honey\u201d, lan\u00e7ado em abril de 2009 pelo selo Shangri-La e produzido por Ian Davenport (Supergrass e Badly Drawn Boy). No mesmo ano a banda teve a m\u00fasica \u201cFriends\u201d inclu\u00edda na trilha do filme \u201cLua Nova\u201d, da Saga \u201cCrep\u00fasculo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s passar o resto de 2009 e 2010 em turn\u00ea pela Europa e Estados Unidos, abrindo shows de Black Rebel Motorcycle Club, Dead Weather e Muse, a banda voltou ao est\u00fadio para trabalhar no segundo disco. \u201cSweet Sour\u201d veio em fevereiro de 2012 e a popularidade do grupo cresceu ainda mais \u2013 principalmente por conta da participa\u00e7\u00e3o em festivais e trilhas de s\u00e9ries como \u201cTrue Blood\u201d e \u201cGossip Girl\u201d, al\u00e9m de jogos como \u201cGuitar Hero\u201d, \u201cRock Band\u201d, \u201cFifa World Cup 2010\u201d e \u201cGran Turismo 5\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seguindo como banda de abertura de nomes consagrados como Red Hot Chilli Peppers, Queens of the Stone Age, Soundgarden e Black Keys, a Band of Skulls se especializou em fazer shows considerados pesados para uma banda com apenas tr\u00eas pessoas. O desafio em \u201cHimalayan\u201d era conseguir recriar esse tipo de som em disco, e o processo ajudou a desenvolver a pr\u00f3pria identidade da banda, como explica Marsden abaixo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/sRm7OS258DU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/sRm7OS258DU\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como est\u00e1 indo a turn\u00ea at\u00e9 agora?<\/strong><br \/>\nA turn\u00ea tem sido incr\u00edvel. \u00c9 muito legal voltar a tocar para a Am\u00e9rica, onde come\u00e7amos a fazer turn\u00eas de verdade e o nosso novo \u00e1lbum de certa forma foi concebido para ser tocado ao vivo. E agora que temos tr\u00eas discos, nossos shows s\u00e3o os melhores que j\u00e1 fizemos. \u00c9 emocionante poder tocar todos os dias, ent\u00e3o estamos realmente gostando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em \u201cHimalayan\u201d, as can\u00e7\u00f5es parecem mais pesadas em compara\u00e7\u00e3o aos discos anteriores, mas no novo trabalho tamb\u00e9m aparecem momentos mais viajantes, como em \u201cCold Sweat\u201d e \u201cGet Yourself Together\u201d. No que este \u00e1lbum \u00e9 diferente dos anteriores?<\/strong><br \/>\nAcho que agora temos muito mais confian\u00e7a e isso torna as coisas mais f\u00e1ceis para n\u00f3s. Voc\u00ea passa a conhecer o seu pr\u00f3prio som e a se arriscar para fazer algo diferente. E \u00e9 isso que estamos tentando fazer: n\u00e3o h\u00e1 sentido em se repetir, ent\u00e3o experimentamos alguns sons diferentes, v\u00e1rias outras formas de grava\u00e7\u00e3o e as m\u00fasicas foram muito al\u00e9m do que esper\u00e1vamos, com v\u00e1rias mudan\u00e7as nos arranjos ao longo das finaliza\u00e7\u00f5es. Gravar um disco e fazer um show s\u00e3o duas coisas muito diferentes: as m\u00fasicas j\u00e1 est\u00e3o evoluindo para novas vers\u00f5es \u00e0 medida que come\u00e7amos a toc\u00e1-las ao vivo, e acho que isso \u00e9 um bom sinal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00eas come\u00e7aram a escrever as m\u00fasicas? Existe algum tipo de processo padr\u00e3o na hora de compor?<\/strong><br \/>\nTivemos que mudar a maneira que n\u00f3s fazemos nossos \u00e1lbuns. Desta vez a ideia era ficar em Londres e n\u00e3o recluso em um lugar qualquer. Basicamente, passamos a trabalhar no disco todos os dias e, em seguida, tudo seria ouvido novamente em casa, com outra percep\u00e7\u00e3o. E n\u00f3s continuamos a fazer isso por todo o processo de grava\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum e algum tempo ap\u00f3s as sess\u00f5es tamb\u00e9m. Tudo foi feito em Londres: composi\u00e7\u00e3o, ensaios e grava\u00e7\u00f5es e acho que a cidade acabou sendo um elemento extra ao disco. \u00c9 uma cidade grande e l\u00e1 h\u00e1 uma energia que n\u00e3o encontrar\u00edamos se f\u00f4ssemos gravar isolados em um est\u00fadio no interior, como fizemos anteriormente. Ent\u00e3o acho que isso \u00e9 o que mudou neste disco. Posso ouvir a mudan\u00e7a na forma que trabalhamos neste disco. E essa foi a grande mudan\u00e7a. Al\u00e9m, claro, de contarmos com um novo produtor: trabalhamos com Nick Launay neste \u00e1lbum. Ent\u00e3o ele trouxe suas contribui\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Existe algum conceito por tr\u00e1s da arte da capa de \u201cHimalayan\u201d?<\/strong><br \/>\nPara este disco n\u00f3s trabalhamos com um especialista em arte digital de  Nova York. Ele usou as ondas sonoras da m\u00fasica &#8220;Himalayan&#8221; para criar  uma imagem 3D a partir das frequ\u00eancias. Ficou de uma forma que a capa  deve representar a m\u00fasica visualmente, como se fosse \u201cem carne e osso\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-25776  aligncenter\" title=\"bandofskulls2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/bandofskulls2.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E o que Nick Launay trouxe para sua m\u00fasica?<\/strong><br \/>\n\u00c9 f\u00e1cil ver agora; naquele momento, era como ter mais algu\u00e9m na banda, aquele momento excitante. No segundo \u00e1lbum, \u201cSweet Sour\u201d, Nick chegou a mixar as faixas. Mas desta vez, ele veio a Londres e trouxe algumas grandes ideias e ajudou a nos sentir mais confort\u00e1veis com n\u00f3s mesmos. Ele sempre fala sobre sensa\u00e7\u00f5es e n\u00e3o sobre t\u00e9cnicas musicais; ele fala como a m\u00fasica deve ser sentida. Ele vem com algumas ideias e nos desafia a nos colocar em lugares diferentes. Nick trabalha muito rapidamente, ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel parar para analisar as coisas, apenas registr\u00e1-las. Ele capturou aqueles momentos e foi \u00f3timo. Ele \u00e9 um grande personagem e ele trouxe a sua personalidade para o \u00e1lbum. Acho que o que ele nos deu foi confian\u00e7a, e foi \u00f3timo trabalhar com ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quanto tempo voc\u00eas levaram para terminar o disco?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o foi muito tempo, na verdade. Provavelmente alguns meses. Passamos mais tempo compondo e trabalhando nas m\u00fasicas do que gravando. N\u00f3s realmente trabalhamos duro nesta parte. E n\u00f3s evolu\u00edmos muitas destas m\u00fasicas fora dos ensaios. Trabalhando com Nick, elas podem mudar totalmente de novo. Era fascinante ver como elas poderiam evoluir. Mas, para n\u00f3s, quanto mais rapidamente voc\u00ea gravar, melhor. Porque tudo se trata da captura de um momento. Sempre se gasta muito tempo para fazer um disco e \u00e9 muito estressante, mas no final estamos muito aliviados quando terminamos. Todo o tempo gasto vale a pena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que demanda mais tempo para a banda: escrever as letras e as can\u00e7\u00f5es ou gravar as partes de cada um?<\/strong><br \/>\nNunca temos nada totalmente pronto e nunca \u00e9 poss\u00edvel ter certeza de que foi tudo conclu\u00eddo, por isso h\u00e1 sempre um refr\u00e3o e uma letra faltando, e eu acho que isso que d\u00e1 excita\u00e7\u00e3o ao processo. Algumas das letras finais foram escritas quando toda a faixa j\u00e1 estava sendo gravada. Acontece algo natural nestes momentos, porque voc\u00ea est\u00e1 sob press\u00e3o e tem que terminar a can\u00e7\u00e3o. Algumas vezes, n\u00e3o ter muito tempo dispon\u00edvel te d\u00e1 aquela inspira\u00e7\u00e3o para letras e \u00e9 a mesma coisa para as partes instrumentais, quando voc\u00ea tem que fazer um solo ou outra parte na can\u00e7\u00e3o: basta faz\u00ea-lo e n\u00e3o pensar muito sobre isso. Apenas pressione \u201crec\u201d e veja o que acontece.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/zxntDF0-5Uk\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/zxntDF0-5Uk\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Algumas can\u00e7\u00f5es da banda tem um sentido obscuro, mas tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel enxergar um pouco de humor em t\u00edtulos como \u201cI Feel like ten men, nine dead and one dying\u201d e \u201cyou aren\u2019t pretty but you got it going on\u201d. \u00c9 uma dualidade interessante.<\/strong><br \/>\nObrigado (Risos). \u201cI Feel like ten men, nine dead and one dying\u201d \u00e9 uma frase que meu bisav\u00f4 costumava dizer quando estava mal-humorado. Para n\u00f3s, a m\u00fasica n\u00e3o \u00e9 apenas uma coisa s\u00f3, deveria cobrir todos os aspectos. Escrevo letras que poderiam se passar naquele \u201clugar escuro\u201d, mas proceder sempre assim pode ser chato e melanc\u00f3lico demais. Gosto quando h\u00e1 algo mais profundo, para fazer com que as pessoas pensem ou at\u00e9 mesmo deem risada. \u00c9 disso que a m\u00fasica se trata. Se \u00e9 um t\u00edtulo diferente e faz com que a can\u00e7\u00e3o seja original de alguma forma, ficamos felizes com isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Band of Skulls no in\u00edcio se chamava Fleeing New York. O que fez voc\u00eas mudarem e de onde surgiu o novo nome?<\/strong><br \/>\nFoi um momento de transi\u00e7\u00e3o; n\u00f3s quer\u00edamos mudar e ainda n\u00e3o t\u00ednhamos um nome. N\u00f3s come\u00e7amos a escrever can\u00e7\u00f5es que se tornariam o primeiro disco da Band of Skulls e naquele tempo toc\u00e1vamos em uma noite de um clube em Londres, na qual divid\u00edamos com outras bandas e DJs. Do lado de fora do local, havia uma imagem inspirada na caveira de Hamlet. N\u00f3s gostamos da imagem do cr\u00e2nio e decidimos incorpor\u00e1-la no novo nome. Band of Skulls parecia ser um t\u00edtulo adequado e assim ficou, com um sentido totalmente novo, fazendo a m\u00fasica que quer\u00edamos fazer. Pode ser um nome simples, mas este nos pareceu mais natural e livre para seguir com a nossa nova proposta de som.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas j\u00e1 apareceram em trilhas sonoras de filmes e jogos. Esse \u00e9 um tipo de publicidade que voc\u00eas buscaram ou foi algo que aconteceu por meio de acordos da gravadora?<\/strong><br \/>\nAntes de tudo, n\u00f3s ainda somos basicamente uma banda independente. N\u00f3s nunca assinamos com uma grande gravadora. Temos um acordo no qual somos parceiros de companhias para licenciar nossos discos. Essa \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o: temos total controle criativo, mas ainda temos de trabalhar de forma independente para fazer com que nossa m\u00fasica atinja as pessoas, ent\u00e3o tentamos ao m\u00e1ximo divulg\u00e1-la. Estamos sempre \u00e0 procura de outras maneiras de alcan\u00e7ar as pessoas, como tocar em programas de TV, participar de trilhas de filmes ou qualquer outra coisa. Se o r\u00e1dio e outros meios de comunica\u00e7\u00e3o tornam-se mais dif\u00edceis de atingir, eu acho que a m\u00fasica precisa encontrar novos lugares para ser ouvida. \u00c9 isso que faz com que seja vi\u00e1vel manter uma banda: chegar at\u00e9 novas pessoas. E somos muito abertos em rela\u00e7\u00e3o a isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais s\u00e3o os planos futuros? Alguma previs\u00e3o de visitar o Brasil em um futuro pr\u00f3ximo?<\/strong><br \/>\nVamos fazer uma turn\u00ea por tr\u00eas meses para promover o novo \u00e1lbum. Vamos terminar a turn\u00ea americana e temos alguns festivais de ver\u00e3o na Inglaterra, como o Glastonbury e depois um show no Brixton Academy. Sairemos em turn\u00ea novamente no outono e devemos fazer mais alguns shows perto do ano-novo. Ao mesmo tempo, temos que nos planejar para trabalhar nas m\u00fasicas que devem fazer parte do pr\u00f3ximo disco. J\u00e1 temos algumas novas, porque h\u00e1 sempre alguma ideia que n\u00e3o tivemos tempo de finalizar para colocar no \u00e1lbum e acabamos trabalhando nelas depois. Ent\u00e3o h\u00e1 bastante coisa a ser vista. Mas acho que seria um bom momento para voltar \u00e0 Am\u00e9rica do Sul, pois agora temos tr\u00eas \u00e1lbuns e seria \u00f3timo tocar em alguns shows por a\u00ed. Viajamos para a Am\u00e9rica do Sul pela primeira vez no final do ano passado e tocamos na Argentina, mas o Brasil \u00e9 uma possibilidade que n\u00f3s definitivamente tamb\u00e9m gostar\u00edamos de realizar. Faz parte da nossa wishlist por um longo tempo e agora n\u00f3s sentimos que \u00e9 mais poss\u00edvel do que antes. Mas como somos uma banda independente, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 chegar e fazer, temos que planejar. Espero que possa acontecer logo, ent\u00e3o meus dedos est\u00e3o cruzados para isso!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/YwUIdCIOJrg\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/YwUIdCIOJrg\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ISkEUIZDpAk\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ISkEUIZDpAk\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ZEbBIswSsEA\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ZEbBIswSsEA\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Alexandre Lopes (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/ociocretino\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@ociocretino<\/a>) \u00e9 jornalista e assina o <a href=\"http:\/\/www.ociocretino.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.ociocretino.blogspot.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Alexandre Lopes\n&#8220;N\u00f3s ainda somos basicamente uma banda independente. 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