{"id":25614,"date":"2014-06-20T14:29:33","date_gmt":"2014-06-20T17:29:33","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=25614"},"modified":"2016-08-31T03:48:12","modified_gmt":"2016-08-31T06:48:12","slug":"a-nova-cena-portuguesa-dalva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/06\/20\/a-nova-cena-portuguesa-dalva\/","title":{"rendered":"A nova cena portuguesa: D&#8217;Alva"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-25615\" title=\"dalva1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/dalva1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"403\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/dalva1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/dalva1-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <\/strong><strong><strong><a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\">Pedro Salgado<\/a><\/strong>, de Lisboa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ambos filhos de m\u00e3es cariocas e pais africanos, Alex D\u00b4Alva Teixeira e Ben Monteiro conheceram-se quando o primeiro organizava shows na Moita (a sua cidade natal, na margem sul de Lisboa) e Monteiro integrava a banda punk Triplet. Ligados por diferentes afinidades musicais, a parceria come\u00e7ou quando Ben gravou e produziu o EP de estreia de Alex, \u201cN\u00e3o \u00c9 Um Projecto\u201d, em 2012, pelo selo FlorCaveira, no qual predominava o indie rock. O clipe de \u201c3 Tempos\u201d possibilitou \u00e0 dupla uma boa visibilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando nos encontramos na Lx Factory, um antigo espa\u00e7o industrial transformado em ilha de criatividade na freguesia lisboeta de Alc\u00e2ntara, a dupla acabara de editar o \u00e1lbum \u201c#Batequebate\u201d (baixe gr\u00e1tis aqui: <a href=\"http:\/\/discos.nos.pt\/discos\/destaques\/batequebate\" target=\"_blank\">http:\/\/discos.nos.pt\/discos\/destaques\/batequebate<\/a>), agora com uma nova identidade, D\u2019Alva. No disco, cruzam-se os ritmos solarengos dos anos 80, o hip-hop e a m\u00fasica eletr\u00f4nica. O pop colorido do compacto \u201cFrescobol\u201d (inspirado no conhecido esporte de praia) tal como a capa tropicalista do \u00e1lbum s\u00e3o algumas das m\u00faltiplas refer\u00eancias ao Brasil que se encontram em \u201c#Batequebate\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A faixa \u201cSegredo\u201d, por exemplo, foi escrita por Alex D\u2019Alva quando se encontrava com a m\u00e3e numa Igreja Evang\u00e9lica, no Rio de Janeiro. \u201cO rascunho dele era muito bom e soava a samba, mas tivemos de fazer funcionar dentro da est\u00e9tica das can\u00e7\u00f5es existentes, repensando o Brasil\u201d, explica Ben Monteiro. O interesse do duo pela cultura de Internet e a procura de uma caracter\u00edstica comum de ritmo e pulsa\u00e7\u00e3o resultou na ado\u00e7\u00e3o de uma hashtag animada como t\u00edtulo do disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Consensualmente, o grupo pretende tocar no Brasil, Angola e Cabo Verde procurando expandir sua m\u00fasica no universo lus\u00f3fono. \u201cCostumo dizer v\u00e1rias vezes que o futuro da m\u00fasica portuguesa passa pelo Brasil e foi voc\u00ea quem comentou isso pela primeira vez\u201d, diz-me Alex D\u2019Alva Teixeira. A dupla confessa que o meio musical portugu\u00eas ainda est\u00e1 a entendendo essa ideia, \u201cinteriorizando-a cada vez mais\u201d, e acredita que o \u00e1lbum ser\u00e1 facilmente entendido pelo p\u00fablico brasileiro.\u201cSe Lovefoxx ler esta entrevista, diga-lhe que queremos fazer uma can\u00e7\u00e3o com ela\u201d, prometem. De Lisboa para o Brasil, o D\u2019Alva conversou com o Scream &amp; Yell sobre o seu trabalho. Confira:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Un6z0aMsxuU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Un6z0aMsxuU\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Porque voc\u00eas decidiram criar uma nova identidade musical?<\/strong><br \/>\nPrincipalmente por percebermos que o pop e o formato de can\u00e7\u00e3o pop \u00e9 um territ\u00f3rio comum. Ambos escutamos m\u00fasica bastante diferente, bem como sonoridades mais densas ou ruidosas. Quando percebemos que o nosso disco favorito era \u201cSpice\u201d (primeiro trabalho das Spice Girls), ficamos mais atentos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e achamos interessante a ideia associada ao \u00e1lbum. O pop \u00e9 el\u00e1stico e sobre essa bandeira podemos abranger v\u00e1rios estilos sem perder a identidade. Sentimos que estava faltando m\u00fasica imediata, em portugu\u00eas, de uma forma eficaz e relembrando solu\u00e7\u00f5es anteriores. Existe uma estrutura base que vem deste os tempos do ABBA, onde n\u00e3o h\u00e1 muito espa\u00e7o, e o desafio passa por encontrar solu\u00e7\u00f5es que funcionem na atualidade, seguindo aquilo que fazemos, e incorporadas nesse conceito musical.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Um aspecto importante de \u201c#Batequebate\u201d \u00e9 o formato direto das letras. Posso atribuir esse fato \u00e0 vossa liga\u00e7\u00e3o ao selo FlorCaveira?<\/strong><br \/>\nPor fazermos parte da fam\u00edlia FlorCaveira (selo independente portugu\u00eas que revelou nomes como Os Pontos Negros, Diabo na Cruz, Samuel \u00daria e B Fachada, entre outros) temos consci\u00eancia de que se existe um lugar onde se d\u00e1 aten\u00e7\u00e3o \u00e0 escrita \u00e9 nesse selo. Come\u00e7ando no Tiago Cavaco e terminando na pessoa que melhor escreve em portugu\u00eas, o Samuel \u00daria. Ali\u00e1s, quando ele escutou o nosso disco pediu logo as letras (risos). N\u00f3s sabemos que essas pessoas v\u00e3o estar atentas ao que dizemos, mas ao mesmo tempo percebemos que n\u00e3o somos poetas como Samuel. Acreditamos que estejamos mais dotados para o ritmo. A nossa fun\u00e7\u00e3o \u00e9 dan\u00e7ar e fazer com que os outros dancem, mais do que inspirar ou levar as pessoas para outros lugares atrav\u00e9s da palavra. Mas sentimos que a influ\u00eancia desses m\u00fasicos e do tempo que passamos com eles est\u00e1 presente na m\u00fasica do D\u2019Alva. A forma de escrita do selo FlorCaveira est\u00e1 embutida de humor e sarcasmo e isso reflete-se naturalmente. Somos diretos, mas n\u00e3o fechamos a porta impedindo que o p\u00fablico tenha a sua pr\u00f3pria experi\u00eancia. As nossas can\u00e7\u00f5es t\u00eam uma dire\u00e7\u00e3o e narrativa porque n\u00e3o somos adeptos de conceitos abstratos. Os shows que fazemos s\u00e3o suados e a poesia do grupo encontra-se nesse aspecto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nas primeiras faixas do \u00e1lbum, \u201cFrescobol\u201d e \u201cN\u00e3o Estou A Competir\u201d, os D\u2019Alva abordam o t\u00f3pico da competi\u00e7\u00e3o. A quem se referem?<\/strong><br \/>\n\u00c9 uma quest\u00e3o pessoal, lembrando que n\u00e3o \u00e9 preciso ser t\u00e3o competitivo. Quando iniciamos uma carreira pensamos sempre em ser os melhores, fazer imensos shows ou ter mais f\u00e3s e esquecemo-nos da raz\u00e3o pela qual somos m\u00fasicos. Um amigo nosso escutou \u201cN\u00e3o Estou A Competir\u201d e disse-nos: \u201cVoc\u00eas falam que n\u00e3o est\u00e3o competindo, mas arrasaram com a concorr\u00eancia\u201d. Foi uma interpreta\u00e7\u00e3o interessante, mas n\u00e3o \u00e9 essa a ideia (risos). O hashtag com que finalizamos tudo o que escrevemos (#somosdalva), esse lado inclusivo, representa um conjunto de pessoas que faz o grupo funcionar e do qual Alex e Ben s\u00e3o apenas a cabe\u00e7a do projeto. Tirando o hip-hop, porque est\u00e1 na sua g\u00eanese, a m\u00fasica n\u00e3o tem de ser necessariamente competitiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cBarulho\u201d \u00e9 um apelo ao inconformismo social?<\/strong><br \/>\nNo momento presente at\u00e9 poderia ser interpretada dessa forma. J\u00e1 n\u00e3o \u00e9 a primeira vez que \u00e9 feita essa associa\u00e7\u00e3o, porque as can\u00e7\u00f5es t\u00eam um lado engra\u00e7ado, no qual os ouvintes podem atribuir-lhes outros significados. Acima de tudo \u00e9 uma m\u00fasica para funcionar no show e o D\u2019Alva sempre quis ter essa pegada rock. Mas, ao mesmo tempo, est\u00e1 colada com o hip-hop e apela \u00e0 festa. \u201cBarulho\u201d \u00e9 quase sempre o ponto alto das nossas apresenta\u00e7\u00f5es porque promove a celebra\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o tem nenhum car\u00e1ter pol\u00edtico. No entanto, perante o atual contexto, faz todo o sentido como tema de contesta\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>#Batequebate\u201d \u00e9 marcadamente dan\u00e7\u00e1vel. \u00c9 uma sonoridade que voc\u00eas pretendem continuar trabalhando?<\/strong><br \/>\n\u00c9 imposs\u00edvel fugir desse caminho. Quando trabalhamos um tema novo, o que nos faz entender que a faixa vai surgir \u00e9 o momento em que colocamos a primeira frase musical a rodar em loop e n\u00e3o paramos de dan\u00e7ar. Isso \u00e9 algo que queremos associar sempre ao D\u2019Alva. Pode parecer uma resposta boba, mas achamos que o mundo precisa de mais alegria e alto astral (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nos dias 11 e 12 de Julho, o D\u2019Alva se apresentar\u00e1 na pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o do Festival Optimus Alive, em Lisboa. O que podemos esperar desses shows?<\/strong><br \/>\nQuando fomos convidados para tocar no Optimus Alive, no dia 11 de Julho, atrav\u00e9s da entidade organizadora, a Everything Is New, pediram-nos se consegu\u00edamos fazer algo que nunca tiv\u00e9ssemos feito. O show ficou fechado, mesmo sem termos oferecido uma solu\u00e7\u00e3o e, no momento, tivemos duas ideias: ter um coro de gospel ou uma escola de samba. Foi mais f\u00e1cil resolver a primeira hip\u00f3tese, mas conseguimos tamb\u00e9m a participa\u00e7\u00e3o de uma escola de samba, com quem n\u00e3o tocaremos agora. A colabora\u00e7\u00e3o com o Gospel Collective faz sentido, porque est\u00e1 relacionada com a m\u00fasica que sempre escutamos na Igreja Evang\u00e9lica. O nosso disco est\u00e1 repleto de harmonias vocais e essa parceria \u00e9 completamente in\u00e9dita para o grupo. Posteriormente, surgiu um novo convite para um espa\u00e7o mais pequeno. Como muitas vezes nos pedem para fazer um show ac\u00fastico, normalmente nos apoiamos no material eletr\u00f4nico e mixamos tudo numa mesa. E \u00e9 isso que vai acontecer no dia 12 de Julho, uma esp\u00e9cie de D\u2019Alva Redux e ser\u00e1 algo mais dan\u00e7\u00e1vel. Estamos curiosos para ver a rea\u00e7\u00e3o do p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/6SxhEA684sw\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/6SxhEA684sw\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Up3DTq43kTw\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Up3DTq43kTw\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/vLYpG3RhAHc\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/vLYpG3RhAHc\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Pedro Salgado (siga\u00a0<a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\">@woorman<\/a>) \u00e9 jornalista, reside em Lisboa e colabora com o Scream &amp; Yell contando novidades da m\u00fasica de Portugal. Veja outras entrevistas de Pedro Salgado\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/portugal\/\">aqui<\/a><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Ana Matos (Capicua): Infelizmente, chega pouco rap brasileiro a Portugal\u00a0 (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/05\/24\/a-nova-cena-portuguesa-capicua\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; The Legendary Tigerman: \u201cO rock e a dan\u00e7a devem ser momentos de liberta\u00e7\u00e3o&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/05\/06\/entrevista-the-legendary-tigerman\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Almanaque do rock portugu\u00eas: \u201cPortugal El\u00e9ctrico! Contracultura rock 1955-1982? (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/04\/24\/um-almanaque-do-rock-portugues\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Tr\u00eas discos portugueses para 2014: Dead Combo, Cl\u00e3, Legendary Tigerman (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/04\/16\/dead-combo-cla-legendar\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Download:\u00a0 Wado, Momo e Cicero se juntam a m\u00fasicos portugueses n&#8217;O Clube (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2014\/05\/28\/download-o-clube-e-cesar-lacerda\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;Quando percebemos que o nosso disco favorito era \u201cSpice\u201d, das Spice Girls, ficamos mais atentos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Alex D\u2019Alva\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/06\/20\/a-nova-cena-portuguesa-dalva\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[47],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25614"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25614"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25614\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39663,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25614\/revisions\/39663"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25614"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25614"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25614"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}