{"id":25599,"date":"2001-12-19T10:34:23","date_gmt":"2001-12-19T13:34:23","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=25599"},"modified":"2016-09-10T10:03:32","modified_gmt":"2016-09-10T13:03:32","slug":"faixa-a-faixa-the-madcap-laughs-syd-barrett","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2001\/12\/19\/faixa-a-faixa-the-madcap-laughs-syd-barrett\/","title":{"rendered":"Faixa a faixa: The Madcap Laughs, Syd Barrett"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-25601\" title=\"syd1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/syd1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"382\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/syd1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/syd1-300x189.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Douglas Dickel e Bondia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Texto publicado no Scream &amp; Yell originalmente em dezembro de 2001<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se \u201cThe Piper At The Gates Of Dawn\u201d, disco que Syd Barrett comp\u00f4s com o Pink Floyd em 1967, \u00e9 o principal registro do psicodelismo eletrificado, \u201cThe Madcap Laughs\u201d, seu \u00e1lbum de estreia solo, \u00e9 o marco do psicodelismo de viol\u00e3o e voz, gravado em 1969.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando Barrett passou a ser afetado pelo uso abusivo de \u00e1cido lis\u00e9rgico, n\u00e3o deu mais para ficar na banda. Em entrevistas, ficava olhando fixo para o nada; andava sujo e, nos shows, ficava tocando sempre a mesma nota. Mas ele n\u00e3o havia perdido o g\u00eanio criativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi ent\u00e3o que os amigos Roger Waters e David Gilmour, o baixista e o novo guitarrista do Pink Floyd (respectivamente), ajudaram-no a gravar um disco solo que era para ser seu consolo, mas tornou uma obra-prima. Syd tocou os viol\u00f5es e cantou, e os outros tocaram guitarra, baixo, teclado e bateria. O jeito de cantar \u00e9 lis\u00e9rgico por ser desafinado: \u201cDark Globe\u201d e \u201cIf It\u2019s In You\u201d s\u00e3o lindos desafinos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Syd est\u00e1 estranho, e \u201c\u201cThe Madcap Laughs\u201d assusta no come\u00e7o. N\u00e3o tem nada a ver com as viagens psicod\u00e9licas do Pink Floyd em \u201cThe Piper At The Gates Of Dawn\u201d ou mesmo \u201cA Saucerful Of Secrets\u201d, lan\u00e7ado quando ele j\u00e1 estava fora da banda. Pelo contr\u00e1rio, s\u00e3o can\u00e7\u00f5es na maioria das vezes simples, desajeitadas e despretensiosas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m o toque do viol\u00e3o \u00e9 lis\u00e9rgico, pelos ritmos quebrados. A batida acelera e desacelera e \u00e9 complexa. D\u00e1 para ouvir o som da palheta nas cordas. As melodias s\u00e3o bastante elaboradas, constru\u00eddas com muitas notas. Alguma influ\u00eancia de Beach Boys e Beatles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As conversas durante as m\u00fasicas, a grava\u00e7\u00e3o meio caseira e muitos outros atos meio inocentes de Syd fazem de \u201cThe Madcap Laughs\u201d uma obra natural, sem aquela coisa artificial e megaloman\u00edaca do Pink Floyd p\u00f3s-\u201cPiper\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A lista de f\u00e3s de Syd Barrett \u00e9 grande: Mutantes, J\u00fapiter Ma\u00e7\u00e3, Rodrigo C\u00e9sar (Grenade), Beck, Carlo Pianta (Graforr\u00e9ia Xilarm\u00f4nica); David Bowie gravou \u201cSee Emily Play\u201d, os Smashing Pumpkins gravaram \u201cTerrapin\u201d, Placebo e R.E.M. gravaram \u201cDark Globe\u201d, The Jesus And Mary Chain gravou \u201cUpside Down\u201d e \u201cVegetable Man\u201d, e Voivod e Soft Boys gravaram \u201cAstronomy Domin\u00e9\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cThe Madcap Laughs\u201d \u00e9, em resumo, um \u00e1lbum sentimental, fr\u00e1gil e sem pretens\u00e3o de uma figura que muito significou no cen\u00e1rio do rock. Al\u00e9m da vers\u00e3o simples relan\u00e7ada em 1993 (com as 13 faixas originais e mais seis b\u00f4nus tracks), o f\u00e3 pode tamb\u00e9m encontrar o box set triplo \u201cCrazy Diamonds\u201d, que compila os dois \u00e1lbuns oficiais (\u201cMadcap\u201d e \u201cBarret\u201d), mais a compila\u00e7\u00e3o de raridades \u201cOpel\u201d, lan\u00e7ada apenas em 1989, com mais seis bon\u00fas tracks, num total de 58 faixas e um livro de 24 p\u00e1ginas. Imperd\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-25602 aligncenter\" title=\"syd3\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/syd3.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/syd3.jpg 500w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/syd3-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/syd3-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u201cThe Madcap Laughs\u201d<\/strong><br \/>\nSyd Barret \u2014 guitarra, viol\u00e3o<br \/>\nDavid Gilmour \u2014 guitara e viol\u00e3o<br \/>\nRoger Waters \u2014 baixo<br \/>\nRichard Wright \u2014 org\u00e3o<br \/>\nMike Ratledge \u2014 org\u00e3o<br \/>\nHugh Hooper \u2014 baixo<br \/>\nRobert Wyatt \u2014 percuss\u00e3o<br \/>\nJerry Shirley \u2014 percuss\u00e3o<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Malcolm Jones, David Gilmour, Roger Waters, Syd Barret; maio 1968<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Mhwmtj7kyi4\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Mhwmtj7kyi4\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1) Terrapin<\/strong><br \/>\nMeio blues, s\u00f3 o viol\u00e3o de Barrett com som forte de palheta e um dedilhado de Gilmour no fundo. Termina com a palheta tocando em cordas presas. Uma m\u00fasica que anda em ritmo cansado, com uma guitarrinha de fundo fazendo uns sonzinhos meio psicod\u00e9licos, mas ainda assim uma m\u00fasica simples. Nota 7<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2) No Good Trying<\/strong><br \/>\nBaixo, bateria, solinho de teclado e slide guitar. O que \u201cTerrapin\u201d tinha de cansada, \u201cNo Good Trying\u201d vem com energia. Syd puxa um pouco mais os vocais, as guitarras correndo em um solinho agudo e cheio de detalhes. A bateria d\u00e1 um ritmo batido e forte. Nota 6<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3) Love You<\/strong><br \/>\nAlegrinha, com ritmo e cravo estilo Emerson, Lake &amp; Palmer; tipo m\u00fasica de parque de divers\u00f5es. A letra \u00e9 brincadeira com a sonoridade das palavras: &#8220;Honey love you, honey little, honey funny sunny morning love you more funny love in the skyline baby&#8221;. Essa m\u00fasica lembra muito aquele estilo meio infantil de Syd junto ao Floyd em \u201cThe Piper At The Gates Of Dawn\u201d. Os barulhinhos de fundo correndo em um ritmo alternativo, e s\u00f3 \u00e0s vezes acompanhando o ritmo original da m\u00fasica, d\u00e3o um charme. Nota 8<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4) No Man\u2019s Land<\/strong><br \/>\nDuas guitarras: uma com distor\u00e7\u00e3o bem anos 90 (!) tipo My Bloody Valentine, saturada, por\u00e9m n\u00e3o muito suja. Passa energia. A voz de Syd fica um pouco acima dos outros instrumentos cantando em um tom meio s\u00e9rio. Durante os solos essa m\u00fasica lembra um pouco, mas bem pouco, as m\u00fasicas mais &#8220;espaciais&#8221; do Pink Floyd. Nota 7<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5) Dark Globe<\/strong><br \/>\nVocal desafinado e batida do viol\u00e3o variando o ritmo simples, sem efeitos ou solos. Syd canta com muita vontade, sem nem mesmo se importar com o limite em que sua voz aguenta se manter afinada. Uma das m\u00fasicas mais bonitas do \u00e1lbum. Nota 9<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6) Here I Go<\/strong><br \/>\nLetra ing\u00eanua. Melodia alegre. Essa m\u00fasica tamb\u00e9m \u00e9 bonita. N\u00e3o sei por que, mas escutar essa m\u00fasica me lembra um garoto campon\u00eas sentado em sua casa com sua m\u00e3e vi\u00fava : ). \u00c9 uma m\u00fasica simples, sem muitos efeitos, o ritmo \u00e9 meio dan\u00e7ante e Syd engrossa a voz para cant\u00e1-la. Nota 9<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>7) Octopus<\/strong><br \/>\nLembra \u201cSgt. Pepper\u201d. A letra fala de drag\u00f5es, cangurus e octopus na melhor m\u00fasica do \u00e1lbum! Um ritmo puxado com uma batida forte. O refr\u00e3o inesquec\u00edvel &#8220;Please leave us here, close our eyes, to the octopus ride!&#8221;. Tinha tudo para ter sucesso. Nota 10<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>8 ) Golden Hair<\/strong><br \/>\nA mais soturna. Adapta\u00e7\u00e3o de poema de James Joyce. Lindos riffs de viol\u00e3o. M\u00fasica quieta. Os instrumentos acompanhando exatamente o que est\u00e1 sendo cantado&#8230; \u00e9 um poema cantado. Nota 8<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>9) Long Gone<\/strong><br \/>\nValsa que alterna vocais graves agudos. Muito psicod\u00e9lica! Outra m\u00fasica que inicia com os instrumentos acompanhando o que est\u00e1 sendo cantado. Durante o refr\u00e3o, o volume vai aumentando e s\u00e3o adicionadas vozes cantando em outros tons&#8230; interessante, mas n\u00e3o emociona. Nota 6<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>10) She Took A Long Cold Look<\/strong><br \/>\nVoz e viol\u00e3o num ritmo tranquilo. Barrett \u201cerra\u201d no meio. Lembra uma cadeira de balan\u00e7o e um cara sem ter o que fazer tocando viol\u00e3o. Apesar de bonita, \u00e9 uma m\u00fasica fria. Nota 7<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>11) Feel<\/strong><br \/>\nVoz, viol\u00e3o e ritmo errado sem frescuras. Outra das mais bonitas do \u00e1lbum. Como \u201cDark Globe\u201d, \u201cFeel\u201d \u00e9 cantada com muita sinceridade e sentimento. Linda. Nota 9,5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>12) If It\u2019s In You<\/strong><br \/>\nErro, desafino e bela melodia. A m\u00fasica que Syd mais se complica para cantar. Ela exige muito do vocal, e Syd desafina em diversas partes da m\u00fasica. Os erros acabam dando charme \u00e0 m\u00fasica e demonstram uma total apatia de Syd com a est\u00e9tica e os padr\u00f5es. Digam o que quiserem, mas \u00e9 nota 10!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>13) Late Night<\/strong><br \/>\nVoz, duas slide guitars, bateria suave e sem baixo. Essa m\u00fasica fecha o \u00e1lbum original com chave de ouro. Uma m\u00fasica que, como \u201cTerrapin\u201d, \u00e9 meio cansada, com as guitarrinhas psicod\u00e9licas no fundo e Syd cantando meio com sono. Nota 8,5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>14) Octopus (Take 1 e 2)<\/strong><br \/>\nSyd tenta come\u00e7ar a cantar, erra e come\u00e7a de novo. Uma vers\u00e3o um pouquinho mais lenta que a original. Prefiro esta vers\u00e3o, principalmente quando Syd se empolga com os refr\u00f5es. Nota 10<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>15) No Good Trying (Take 5)<\/strong><br \/>\nMuito parecida com a original. Nota 6<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>16) Love You (Take 1)<\/strong><br \/>\nVers\u00e3o mais r\u00e1pida e sem os barulhinhos de fundo. A original \u00e9 melhor. Nota 7<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>17) Love You (Take 3)<\/strong><br \/>\nVers\u00e3o mais lenta e sem os barulhinhos de fundo. Ainda a original \u00e9 melhor. Nota 7<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>18) She Took A Long Cold Look (Take 4)<\/strong><br \/>\nSyd zoa tudo no come\u00e7o, e os vocais ficam meio tr\u00eamulos no refr\u00e3o. Legal. Nota 7,5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>19) Golden Hair (Take 5)<\/strong><br \/>\nVers\u00e3o mais viajada com uns back-vocais e uns &#8220;ventos&#8221; de fundo. Nota 8<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-25604 aligncenter\" title=\"syd4\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/syd4.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>R\u00c1PIDA LINHA DO TEMPO<\/strong><br \/>\n1946 Nasceu Roger Keith Barrett<br \/>\n1961 Ganhou a primeira guitarra<br \/>\n1965 Formou o Pink Floyd<br \/>\n1967 Primeiro disco da banda<br \/>\n1968 Ficou doido pelo LSD e foi substitu\u00eddo por Gilmour<br \/>\n1969 &#8220;The Madcap Laughs&#8221;<br \/>\n1970 Gravou &#8220;Barrett&#8221;<br \/>\n2000 Vive com a m\u00e3e em Cambridge, distraindo-se com televis\u00e3o e jardinagem<br \/>\n2006 Morre em Cambridge aos 60 anos<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-25605\" title=\"syd21\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/syd21.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"408\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/syd21.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/syd21-300x202.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Mike Watkinson e Pete Anderson conta hist\u00f3ria de Syd Barrett em biografia (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/06\/19\/a-historia-de-syd-barret\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; EMI inglesa se debru\u00e7a sobre o cat\u00e1logo do Pink Floyd \u201cWhy Pink Floyd\u2026?\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/06\/27\/cds-discovery-pink-floyd\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Roger Waters quer te fazer chorar. Saiba como foi o show &#8220;The Wall&#8221; em L.A. (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/11\/30\/roger-waters-ao-vivo-em-los-angeles\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Se \u201cThe Piper At The Gates Of Dawn\u201d, disco que Syd Barrett comp\u00f4s com o Pink Floyd em 1967, \u00e9 o principal registro do psicodelismo eletrificado, \u201cThe Madcap Laughs\u201d, seu \u00e1lbum de estreia solo, \u00e9 o marco do psicodelismo de viol\u00e3o e voz, gravado em 1969.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2001\/12\/19\/faixa-a-faixa-the-madcap-laughs-syd-barrett\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25599"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25599"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25599\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40230,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25599\/revisions\/40230"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25599"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25599"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25599"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}