{"id":25075,"date":"2014-05-18T11:05:20","date_gmt":"2014-05-18T14:05:20","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=25075"},"modified":"2025-03-10T12:12:37","modified_gmt":"2025-03-10T15:12:37","slug":"sub-pop-festival-sao-paulo-2014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/05\/18\/sub-pop-festival-sao-paulo-2014\/","title":{"rendered":"Ao vivo: Mudhoney, The Obits e Metz no Sub Pop Festival SP 2014"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>The Obits por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Capelas<\/a><br \/>\nMETZ por <a href=\"http:\/\/twitter.com\/jukiddo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Juliana Torres<\/a><br \/>\nMudhoney por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Marcelo Costa<\/a><br \/>\nFotos por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/licallegari\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Liliane Callegari<\/a><br \/>\nV\u00eddeos por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/RodolfoYuzo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Rodolfo Yuzo<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vinte e cinco anos depois de trazer \u00e0 tona algumas das principais bandas da hist\u00f3ria do rock, a gravadora Sub Pop realizou um festival pr\u00f3prio em S\u00e3o Paulo mostrando porque \u00e9 adorada por gera\u00e7\u00f5es e gera\u00e7\u00f5es de f\u00e3s da m\u00fasica independente. Misturando velhos conhecidos dos anos 90 e revela\u00e7\u00f5es de seu cat\u00e1logo, o Sub Pop Festival deixou uma noite de quinta-feira na capital paulista um pouco mais barulhenta, sem volume morto nenhum pra botar defeito no Audio Club, casa de shows da Barra Funda que antes se chamava A Seringueira e, recentemente, passou por uma bela reforma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/the-obits.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Coube aos Obits abrir os trabalhos da noite, esperando a chegada do p\u00fablico que demorou a lotar a confort\u00e1vel pista da casa (que diz ter capacidade total para abrigar 3 mil pessoas, incluindo laterais e mezanino) \u2014 em boa parte, gra\u00e7as \u00e0 situa\u00e7\u00e3o ca\u00f3tica em que se p\u00f4s a cidade no \u00faltimo dia 15 de maio. Formados em 2006, em Nova York, o grupo \u00e9 composto por veteranos da cena de hardcore e punk de Washington e San Diego dos anos 90, e assinou com a gravadora em 2009. No Brasil, a banda dos guitarristas Rick Froberg (ex-Drive Like Jehu e Hot Snakes) e Sohrab Habibion (ex-Edsel), unidos a Greg Simpson (baixo) e Alexis Fleisig (bateria) mostrou can\u00e7\u00f5es de seus tr\u00eas \u00e1lbuns: &#8220;I Blame You&#8221;, &#8220;Moody, Standard and Poor&#8221; e &#8220;Bed and Bugs&#8221;, um grande resum\u00e3o de algo que voc\u00ea j\u00e1 ouviu em algum lugar antes.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-25078\" title=\"theobtis-6\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/theobtis-6.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/theobtis-6.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/theobtis-6-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Baterias marcadas, vocais esgani\u00e7ados e guitarras repetitivas fizeram a distra\u00e7\u00e3o dos presentes, que tentavam entender o que se passava no palco com o som embolado \u2014 a ac\u00fastica do lugar fazia com que fosse preciso se afastar uns 15 metros do palco para se dar valor \u00e0 m\u00fasica da banda, deixando a plateia num dilema entre &#8220;ver&#8221; e &#8220;ouvir&#8221;. A presen\u00e7a de palco dos tioz\u00f5es do rock pouco ajudou: Froberg se limitava a ficar em seu canto e duelar com sua guitarra, enquanto Habibion era o famoso &#8216;cara empolgado&#8217;, animando o p\u00fablico entre uma cerveja (o puro creme do milho, Skol, a R$ 8 a latinha) e outra. Foi um bom come\u00e7o de noite, mas havia mais por vir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-25079\" title=\"metz\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/metz.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como as grandes bandas acontecem? Elas seguem cada instinto que as fazem criar a m\u00fasica mais org\u00e2nica e sincera que conseguem, certo? A primeira vez que vi um show do METZ, no Sub Pop Silver Jubilee, festival em Seattle que comemorava os 25 anos do selo, fiquei honestamente preocupada com a sa\u00fade f\u00edsica da banda e dos f\u00e3s, que pulavam do palco em stages dives que eu s\u00f3 tinha visto serem executados, acompanhados de guitarras t\u00e3o sujas, em alguns v\u00eddeos dos primeiros shows do Nirvana. N\u00e3o muito diferente, a apresenta\u00e7\u00e3o da banda no Sub Pop Festival S\u00e3o Paulo foi algo parecido com uma colis\u00e3o entre uma carreta e um airbus. Espa\u00e7oso e com um palco generoso, o Audio Club \u00e9 uma boa casa de shows, mas talvez n\u00e3o fosse o lugar ideal para o Brasil receber os canadenses pela primeira vez. O set intenso de m\u00fasicas barulhentas pedia um lugar menor que permitisse a completa performance do vocalista Alex Edkins, especialista em ocupar todos os espa\u00e7os do palco com guitarra e suor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-25080 aligncenter\" title=\"metz2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/metz2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O disco hom\u00f4nimo, lan\u00e7ado em 2012 pela Sub Pop, ganhou uma atmosfera ainda mais surpreendente \u2013 \u00e9 praticamente imposs\u00edvel n\u00e3o gostar de \u201cMETZ\u201d na primeira audi\u00e7\u00e3o \u2013 com a execu\u00e7\u00e3o ao vivo. O disco curto e intenso se transformou em um aquecimento perfeito para os f\u00e3s que estavam aguardando o Mudhoney. Era uma daqueles momentos em que \u00e9 dif\u00edcil imaginar como o som do disco vai se traduzir ao vivo, no palco. Essa pergunta foi respondida no primeiro minuto de show. Quem n\u00e3o conhecia a banda comentava com o amigo do lado. Foi un\u00e2nime a entrega do p\u00fablico enquanto a banda tocava um de seus hits, \u201cWet Blanket\u201d para os desavisados e para os f\u00e3s fieis, que acreditaram quando Mark Arm atestou que o METZ era uma das melhores bandas novas e que a Sub Pop precisava procur\u00e1-los. A parcela do p\u00fablico paulistano que est\u00e1 se tornando cada vez mais fr\u00edgido n\u00e3o teve espa\u00e7o no meio da imensa roda que se formava de pessoas que queriam expressar que tinham entendido o METZ. Eles estavam participando.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"METZ - Wet Blanket (Sub Pop Festival 2014 \/ S\u00e3o Paulo)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hXN5YxgHBhA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando a quantidade de shows que a banda j\u00e1 fez desde que assinou com o selo, \u00e9 surpreendente que o trio ainda tenha a energia f\u00edsica para tamanha entrega. Nada mudou desde a primeira vez que os vi, h\u00e1 um ano. Talvez agora saibam que encontraram seu lugar. S\u00e3o uma grande banda. Sabem que estamos todos aguardando o pr\u00f3ximo disco, embora em nenhum momento parecesse que eles j\u00e1 tinham tocado esse mesmo \u00e1lbum aproximadamente 100 vezes desde 2012. Em \u201cWasted\u201d, j\u00e1 suado e claramente empolgado com o p\u00fablico, Alex e sua guitarra cheia de reverb e todas as demais distor\u00e7\u00f5es de todos os pedais j\u00e1 criados encarava a plateia, sorria e acenava com a cabe\u00e7a. Eles tamb\u00e9m tinham nos entendido. Quase no fim do show, enquanto tocavam \u201cHeadache\u201d, o primeiro single de seu \u00e1lbum debut, era inevit\u00e1vel n\u00e3o se emocionar com uma banda da Sub Pop que em 2014 conseguia nos fazer reviver 1992. N\u00f3s vimos o futuro, e ele \u00e9 barulhento, sujo e cheio de nostalgia.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-25081\" title=\"mudhoney-14\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/mudhoney-14.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/mudhoney-14.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/mudhoney-14-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos principais \u00edcones de um dos \u00faltimos grandes movimentos (barulhentos) do rock em escala mundial, o Mudhoney vive uma rela\u00e7\u00e3o bastante pr\u00f3xima com o p\u00fablico brasileiro: de 2001 para c\u00e1 eles se apresentaram nada menos que seis vezes no pa\u00eds, incluindo uma passagem barulhent\u00edssima em 2001 (com um show antol\u00f3gico no finado Olympia, em S\u00e3o Paulo), uma inaud\u00edvel apresenta\u00e7\u00e3o abrindo para o Pearl Jam em 2005 no est\u00e1dio do Pacaembu e, desta vez, apresentando \u201cVanishing Point\u201d, nono \u00e1lbum da banda, lan\u00e7ado em abril de 2013 e prova inconteste de que o grupo ainda tem muita lenha para queimar.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-25082\" title=\"mudhoney-1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/mudhoney-1.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/mudhoney-1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/mudhoney-1-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dia ap\u00f3s terem exibido para os f\u00e3s em S\u00e3o Paulo o document\u00e1rio \u201cI&#8217;m Now: The Story of Mudhoney\u201d (2012) em uma sess\u00e3o t\u00e3o conturbada quanto um show, o vocalista Mark Arm e o guitarrista Steve Turner (acompanhados de Dan Peters na bateria e Guy Maddison no baixo) subiram ao palco do Audio Club com a dura miss\u00e3o de pegar um p\u00fablico ainda chocado com a apresenta\u00e7\u00e3o ensurdecedora do trio METZ, e a tarefa soou um pouco mais \u00e1rdua devido ao som embolado e baixo que marcou o in\u00edcio da apresenta\u00e7\u00e3o com as novas (e \u00f3timas) \u201cSlipping Away\u201d e \u201cI Like It Small\u201d \u2013 contraste imenso <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2013\/05\/14\/feira-no-brooklyn-e-mudhoney-ao-vivo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">com um show da banda em maio do ano passado no Music Hall of Williamsburg<\/a>, no Brooklyn nova-iorquino, em que era imposs\u00edvel ouvir algu\u00e9m gritando ao seu lado tamanho o volume de barulho que saia do palco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do primeiro \u00e1lbum do quarteto (\u201cMudhoney\u201d, de 1999) surgiu \u201cYou Go It\u201d, ainda abafada pelo som fraco que saia da mesa, e o circo s\u00f3 veio pegar fogo realmente com \u201cSuck You Dry\u201d, do cl\u00e1ssico \u201cPiece of Cake\u201d (1992), que fez a roda de pogo ferver enquanto os seguran\u00e7as tentavam (estranhamente e desajeitadamente) evitar stage-dives. O show seguiu com o p\u00fablico se alternando entre perder a voz ao gritar coisas como &#8220;Sweet Young Thing Ain&#8217;t Sweet No More&#8221; e assistir n\u00fameros novos como a intensa \u201cIn This Rubber\u201d. O primeiro momento cl\u00e1ssico da noite aconteceu no meio do show, ap\u00f3s o trio de frente se reunir na frente do palco e voltar com uma vers\u00e3o empolgante do hino \u201cTouch Me I&#8217;m Sick\u201d, sempre hist\u00f3rica.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mudhoney - Touch Me I&#039;m Sick (Sub Pop Festival 2014 \/ S\u00e3o Paulo)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/C9ubfwjcJyw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seguiram-se can\u00e7\u00f5es de quase todos os discos em uma apresenta\u00e7\u00e3o aparentemente longa demais para uma noite com tr\u00eas bandas, mas que ainda conseguiu animar o p\u00fablico no bis, aberto com \u201cHere Comes Sickness\u201d e trazendo \u201cIn &#8216;N&#8217; Out of Grace\u201d, do obrigat\u00f3rio \u201cSuperfuzz Bigmuff\u201d (1989), que, segundo Mark Arm contou ao p\u00fablico, foi escrita pensando na galera fazendo stage-dive (faltou ao guitarrista avisar aos seguran\u00e7as da casa): o p\u00fablico tentou e alguns conseguiram rendendo v\u00e1rios momentos hil\u00e1rios, como uma garota que subiu ao palco, beijou Mark Arm delicadamente no rosto, desarrumou seu cabelo e desapareceu ao pular na multid\u00e3o, e outra que, animada com o momento, mostrou os peitos, para surpresa geral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-25084\" title=\"mudhoney-12\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/mudhoney-12.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trio final de esporros que encerrou a noite (as covers de \u201cThe Money Will Roll Right In\u201d, do Fang; \u201cHate The Police\u201d, do The Dicks; e \u201cFix Me\u201d, do Black Fag) viu um jogo hil\u00e1rio de gato e rato entre saltadores de camisa de flanela e seguran\u00e7as desajeitados, que n\u00e3o terminou ap\u00f3s o \u00faltimo soar da distor\u00e7\u00e3o: com o show encerrado, v\u00e1rios f\u00e3s ainda estavam na beira do palco esperando os bra\u00e7os abertos do p\u00fablico numa situa\u00e7\u00e3o c\u00f4mica que encerrou a primeira edi\u00e7\u00e3o brasileira de um festival bem bacana, que poderia ter sido programado para come\u00e7ar mais cedo (\u00e0s 20h, por exemplo) e, assim, dar aos presentes condi\u00e7\u00f5es de, ap\u00f3s se socar por quatro horas em tr\u00eas \u00f3timos shows, voltar para casa aproveitando o transporte p\u00fablico (o Audio Club fica muito pr\u00f3ximo da esta\u00e7\u00e3o Barra Funda, do metr\u00f4). Ainda assim, mesmo com o t\u00e9cnico de som n\u00e3o ajudando, a Sub Pop saiu vencedora de uma noite de guitarras e barulho.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-25085\" title=\"mudhoney-3\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/mudhoney-3.jpg\" alt=\"\" width=\"750 height=\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/mudhoney-3.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/mudhoney-3-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p>&#8211; Bruno Capelas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@noacapelas<\/a>) \u00e9 jornalista e assina o blog <a href=\"http:\/\/pergunteaopop.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pergunte ao Pop<\/a>.<br \/>\n&#8211; Juliana Torres (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/jukiddo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@jukiddo<\/a>) \u00e9 jornalista e assina o <a href=\"http:\/\/jukiddo.tumblr.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/jukiddo.tumblr.com\/<\/a><br \/>\n&#8211; Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Calmantes com Champagne<\/a><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Entrevista -&gt; The Obits: &#8220;O que dura \u00e9 a m\u00fasica&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/05\/02\/entrevista-the-obits\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Tr\u00eas perguntas -&gt; METZ: &#8220;\u00c9 natural tocar agressivamente alto&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/03\/09\/tres-perguntas-metz\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Mudhoney em Nova York, 2013: &#8220;O melhor do Mudhoney ao vivo&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2013\/05\/14\/feira-no-brooklyn-e-mudhoney-ao-vivo\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Bruno Capelas, Juliana Torres e Mac\nA sonoridade deja vu do Obits; o inferno sonoro e inconsequente do METZ; os hinos grunge do Mudhoney e os stage dives\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/05\/18\/sub-pop-festival-sao-paulo-2014\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":39,"featured_media":88011,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[7613,315,7612],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25075"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/39"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25075"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25075\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":88014,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25075\/revisions\/88014"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/88011"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25075"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25075"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25075"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}