{"id":24192,"date":"2014-03-20T09:39:25","date_gmt":"2014-03-20T12:39:25","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=24192"},"modified":"2016-09-09T18:00:55","modified_gmt":"2016-09-09T21:00:55","slug":"all-folks-festival-chega-a-sexta-edicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/03\/20\/all-folks-festival-chega-a-sexta-edicao\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas perguntas: All Folks Festival"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-24182\" title=\"allfolks1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/allfolks1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"888\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/allfolks1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/allfolks1-204x300.jpg 204w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/noacapelas\" target=\"_blank\">Bruno Capelas<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em um momento que o sertanejo universit\u00e1rio, com seus viol\u00f5es, refr\u00f5es f\u00e1ceis e at\u00e9 mesmo arranjos de guitarra pegajosos dominam as r\u00e1dios brasileiras (11 das 20 m\u00fasicas mais tocadas no dial do Pa\u00eds em 2013 pertenciam ao g\u00eanero), pode parecer quase irris\u00f3rio querer falar em \u201cfolk brasileiro\u201d \u2013 quanto mais promover um festival dedicado exclusivamente ao g\u00eanero. Mas \u00e9 esse o desafio por tr\u00e1s <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/events\/597360240348481\/\" target=\"_blank\">da sexta edi\u00e7\u00e3o do All Folks Festival<\/a>, que acontece em S\u00e3o Paulo nesse s\u00e1bado (22), no Da Leoni Bar (antigo Studio SP), a partir das 23 horas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPensando em folk brasileiro, a proximidade ao sertanejo atual pode suscitar calafrios em alguns por conta de can\u00e7\u00f5es pouco desafiadoras, mas esse mercado musical tem grandes li\u00e7\u00f5es a serem aprendidas\u201d, conta Amanda Mont\u2019Alv\u00e3o, uma das respons\u00e1veis pelo evento. Nesta edi\u00e7\u00e3o, o All Folks ter\u00e1 a presen\u00e7a das bandas <a href=\"http:\/\/obardoeobanjo.bandcamp.com\/\" target=\"_blank\">O Bardo e o Banjo<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/projetocapela\/\" target=\"_blank\">Capela<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.lestics.com.br\/\" target=\"_blank\">Lestics<\/a> &#8211; as duas \u00faltimas testando repert\u00f3rio para seus novos \u00e1lbuns, com lan\u00e7amento pr\u00f3ximo. \u201cNossa miss\u00e3o sempre foi ser um ponto de encontro para bandas e artistas que tem no folk o ponto de partida para suas cria\u00e7\u00f5es\u201d, diz Pedro Gama, que coordena o festival junto com Amanda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No papo a seguir, os dois falam mais sobre a raz\u00e3o de ser do festival, especialmente um momento que bandas como Mumford and Sons e Bon Iver levantam a bola do g\u00eanero ao lado de um filme dos irm\u00e3os Coen, comentam as diferen\u00e7as entre o folk e o sertanejo universit\u00e1rio e explicam os desafios (e os sonhos internacionais) de se fazer um festival de nicho e independente no pa\u00eds de Michel Tel\u00f3 e Renato Teixeira. \u201cNo fim, tudo acaba sendo um retorno ao bom e velho h\u00e1bito de ouvir m\u00fasica e conhecer bandas\u201d, diz Amanda. Prepara a botina e v\u00e1 em frente, caro leitor.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/SiTdt_V0W8E\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/SiTdt_V0W8E\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O All Folks existe desde 2011, e est\u00e1 chegando agora \u00e0 sua sexta edi\u00e7\u00e3o. De l\u00e1 pra c\u00e1, vimos bandas como Mumford and Sons, Bon Iver e The Decemberists fazerem crescer a popularidade do g\u00eanero l\u00e1 fora, mais um filme dos irm\u00e3os Coen (&#8220;Inside Llewyn Davis&#8221;, sobre um cantor da cena folk no in\u00edcio dos anos 1960, pr\u00e9-Dylan, depois de &#8220;E A\u00ed, Meu Irm\u00e3o, Cad\u00ea Voc\u00ea?&#8221;) sobre o assunto e o surgimento de v\u00e1rios grupos aqui no Brasil. Como voc\u00ea v\u00ea esse momento, e como o festival faz parte desse movimento?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pedro Gama<\/strong>: O All Folks sempre foi um agregador dessa cena. Nossa grande miss\u00e3o foi ser um local de encontro para bandas e artistas que de algum modo tinham no folk o ponto de partida para suas cria\u00e7\u00f5es. Ver o g\u00eanero crescer e alcan\u00e7ar propor\u00e7\u00f5es globais s\u00f3 tem a acrescentar aos artistas e ao festival. Caminhando para a sexta edi\u00e7\u00e3o, \u00e9 sempre bom reconhecer os rostos que estavam ali deste o primeiro momento e os novos que chegam a cada nova festa, talvez impulsionados pela evid\u00eancia do estilo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Amanda Mont\u2019Alv\u00e3o<\/strong>: Acredito que toda sonoridade tem uma ampla produ\u00e7\u00e3o que acaba vindo \u00e0 tona com mais facilidade e intensidade quando se tem respaldo de outros produtos culturais, como filmes, livros e at\u00e9 mesmo novelas. Fica muito mais f\u00e1cil defendermos o lirismo e a simplicidade do folk quando se tem um bel\u00edssimo filme dos Coen no cinema, por exemplo, mas o mais bacana \u00e9 pensar que, h\u00e1 anos, j\u00e1 existiam muitas bandas adeptas do g\u00eanero, independentemente de ele ter visibilidade ou n\u00e3o. Ent\u00e3o, acho um barato ver isso que o Pedro falou: um p\u00fablico que j\u00e1 estava ali, sendo somado a pessoas que v\u00eam sendo conquistadas diariamente pelo estilo. Para o All Folks, fica a grande responsabilidade de identificar bandas que soem atemporais e que representem o g\u00eanero com qualidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma pergunta-provoca\u00e7\u00e3o: em v\u00e1rios momentos da hist\u00f3ria do All Folks, alguns artistas aproximaram o folk de Cash &amp; Dylan da m\u00fasica caipira brasileira, citando Almir Sater e Renato Teixeira em seus shows. Entretanto, n\u00e3o consigo imaginar os mesmos artistas se referindo ao sertanejo universit\u00e1rio com a mesma proximidade &#8211; embora ela exista, ainda assim. Existe essa fronteira que divide Pena Branca e Xavantinho de Gusttavo Lima? Ou melhor: o que define o folk brasileiro?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pedro Gama<\/strong>: Acredito que, para o apreciador do \u201csertanejo raiz\u201d, exista um abismo entre seu estilo e o universit\u00e1rio, apesar de eu saber que muito desses novos cantores e duplas fazem em seus shows releituras dos grandes cl\u00e1ssicos do g\u00eanero. O que posso dizer \u00e9 que cada vez mais podemos ver esses novos sertanejos trazendo diferentes instrumenta\u00e7\u00f5es e timbres para suas can\u00e7\u00f5es. Se antes t\u00ednhamos um estilo fechado em violas, viol\u00f5es de a\u00e7o e sanfonas, hoje j\u00e1 ouvimos banjos, mandolins e guitarras, algo que por mais que possa soar estranho, se aproxima muito do que \u00e9 feito pelas nossas queridas bandas folk no exterior. Acho que o que mais diferencia o folk brasileiro do sertanejo, hoje, \u00e9 a tem\u00e1tica das letras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Amanda Mont\u2019Alv\u00e3o<\/strong>: Caio Corsalette e O Dollar Furado \u00e9 um exemplo de banda que trouxe o sertanejo sem pudor algum para o palco do All Folks. O p\u00fablico correspondeu muito bem, uma vez que estava diante de uma m\u00fasica bonita, bem arranjada, com tem\u00e1tica familiar ou amorosa e que despertava emo\u00e7\u00e3o. Pensando em folk brasileiro, pode ser que a proximidade ao sertanejo atual suscite calafrios em alguns por conta de algumas can\u00e7\u00f5es pouco desafiadoras que fazem sucesso nas r\u00e1dios. Mas tem algumas grandes li\u00e7\u00f5es a serem aprendidas com o mercado musical sertanejo, como a persist\u00eancia e a vontade de ser um bom instrumentista. Apropriar-se dessas caracter\u00edsticas \u00e9 algo que s\u00f3 tem a agregar ao folk brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nessa sexta edi\u00e7\u00e3o, voc\u00eas est\u00e3o se mudando para uma casa maior e &#8220;diferente&#8221; dos eventos que realizaram antes, o Da Leoni. Dito isso, quais s\u00e3o as expectativas para essa edi\u00e7\u00e3o? E como \u00e9 organizar um festival de nicho e independente no Brasil, sem regularidade temporal? Al\u00e9m disso: pras pr\u00f3ximas edi\u00e7\u00f5es, d\u00e1 para sonhar com gente de fora (penso num Colin Meloy, num Josh Rouse ou Jeff Mangum, por exemplo) encampando o lineup?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pedro Gama<\/strong>: Mudan\u00e7as s\u00e3o sempre bem vindas. O All Folks completou um ciclo na antiga casa [o Centro Cultural Rio Verde] e espera come\u00e7ar uma nova hist\u00f3ria com o DaLeoni. Estamos investindo num novo formato, arriscando novas ideias&#8230; basicamente, o mesmo que j\u00e1 faz\u00edamos nas outras edi\u00e7\u00f5es, que \u00e9 nos reinventar. Por sermos independentes, nosso compromisso \u00e9 apenas com o p\u00fablico e com n\u00f3s mesmos! N\u00e3o est\u00e1 do jeito que imagin\u00e1vamos? A gente muda, transforma ou refaz. S\u00f3 n\u00e3o podemos ficar inertes, esperando que aquilo n\u00e3o deu certo ou aquilo que podia ser melhor se resolvam com o tempo. Esse \u00e9 o ponto mais importante de n\u00e3o termos um calend\u00e1rio fixo: podemos trabalhar e inovar a cada edi\u00e7\u00e3o sem press\u00f5es externas ou prazos apertados. E respondendo \u00e0 sua pergunta sobre o lineup, a vontade de trazer algum artista de fora est\u00e1 rondando a produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 h\u00e1 algumas edi\u00e7\u00f5es. Ser\u00e1 uma quest\u00e3o de tempo, ou talvez na s\u00e9tima edi\u00e7\u00e3o, quem sabe\u2026 eu penso num Tallest Man On Earth, no Ben Taylor ou no The Deep Dark Woods. Que tal planejarmos juntos?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Amanda Mont\u2019Alv\u00e3o<\/strong>: Mudar de casa \u00e9 um desafio bacana, principalmente porque precisamos manter o clima de festa que tomou conta das edi\u00e7\u00f5es anteriores. J\u00e1 as premissas s\u00e3o as mesmas: no All Folks, os shows precisam vir em primeiro lugar, mas de uma maneira t\u00e3o interativa com o p\u00fablico que a impress\u00e3o que precisa ficar \u00e9 de uma noite legal com uma trilha sonora absolutamente memor\u00e1vel. Acaba sendo um retorno ao bom e velho h\u00e1bito de ouvir m\u00fasica e conhecer bandas. Quanto \u00e0s atra\u00e7\u00f5es internacionais&#8230; bom, elas sempre est\u00e3o no nosso caderninho de desejos. Quanto mais p\u00fablico consolidarmos, mais condi\u00e7\u00f5es teremos para trazer algu\u00e9m de fora.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Thz7kc8V2QU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Thz7kc8V2QU\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/q57VQOabxjU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/q57VQOabxjU\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/TUs8m7f2Z5o\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/TUs8m7f2Z5o\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Bruno Capelas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/noacapelas\" target=\"_blank\">@noacapelas<\/a>) \u00e9 jornalista e assina o blog <a href=\"http:\/\/pergunteaopop.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\">Pergunte ao Pop<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Olavo, do Lestics: &#8220;N\u00e3o consigo pensar em me inscrever em um edital\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/09\/12\/scream-yell-recomenda-lestics\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; &#8220;Inside Llewyn Davis&#8221;, dos Irm\u00e3os Coen, foca naqueles que ficaram pelo caminho (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/02\/23\/inside-llewyn-davis-dos-irmaos-coen\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Quatro v\u00eddeos do Lestics ao vivo em S\u00e3o Paulo, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2011\/01\/19\/quatro-videos-do-lestics-ao-vivo-em-sp\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Aos Abutres\u201d, Lestics: Pop da melhor qualidade, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/01\/04\/mechanics-lestics-e-cerebro-eletronico\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cEm faixas como \u2018Velho\u2019, a banda consegue quase tocar o c\u00e9u\u201d, por Adriano Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/12\/11\/lancamento-comadre-fulozinha-e-lestics\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201c9 Sonhos\u201d e \u201cles tics\u201d, dois discos para baixar agora, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2007\/11\/23\/dois-discos-para-voce-baixar-agora\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;Pensando em folk brasileiro, pode ser que a proximidade ao sertanejo atual suscite calafrios em alguns&#8221;, observa Amanda\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/03\/20\/all-folks-festival-chega-a-sexta-edicao\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":14,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[52],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24192"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/14"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24192"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24192\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40191,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24192\/revisions\/40191"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24192"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24192"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24192"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}