{"id":23477,"date":"2014-02-02T12:53:08","date_gmt":"2014-02-02T15:53:08","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=23477"},"modified":"2014-06-08T14:26:38","modified_gmt":"2014-06-08T17:26:38","slug":"tres-perguntas-giallos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/02\/02\/tres-perguntas-giallos\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas perguntas: Giallos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-23478\" title=\"giallos1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/giallos1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"309\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/giallos1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/giallos1-300x153.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/eduardohenrique.lopes\" target=\"_blank\">Eduardo Henrique Lopes<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Formado em 2010 como o projeto paralelo roqueiro de uma banda de jazz chamada Otis Trio, o Giallos faz um som que serviria facilmente como trilha sonora para filmes ultra violentos. As letras se confundem com roteiros cinematogr\u00e1ficos e a sonoridade \u00e9 suja e explosiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na bagagem influencia dos dois mundos: m\u00fasica (The Jon Spencer Blues Explosion, The Cramps e o Grinderman) e cinema (Dario Argento, Tarantino, Romero). Na forma\u00e7\u00e3o, veteranos da cena musical do ABC paulista, Cl\u00e1udio Cox no vocal, Fl\u00e1vio Lazzarin na bateria e Luiz Galv\u00e3o fazendo a guitarra. Sem baixista? \u00c9, sem baixista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O primeiro disco, \u201c\u00a1CONTRA!\u201d, foi lan\u00e7ado no final de 2013 \u2013 em formatos <a href=\"http:\/\/giallos.bandcamp.com\/album\/contra\" target=\"_blank\">digital gratuito<\/a> e vinil \u2013 e conta com 10 faixas assinadas pela pr\u00f3pria banda (uma delas, &#8220;A Maldi\u00e7\u00e3o do Velho Boca Rica&#8221;, em parceria com Edson Ik\u00ea) e uma cover do Inocentes, \u201cMedo de Morrer\u201d. Abaixo, Claudio fala mais sobre a banda:<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 600px; height: 720px;\" src=\"http:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=1005016815\/size=large\/bgcol=333333\/linkcol=2ebd35\/tracklist=false\/transparent=true\/\" seamless><a href=\"http:\/\/giallos.bandcamp.com\/album\/contra\">\u00a1CONTRA! by Giallos<\/a><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o da banda com o cinema? H\u00e1 cita\u00e7\u00f5es explicitas e impl\u00edcitas de Tarantino nas letras das musicas, por exemplo. O Facebook de voc\u00eas informa que a banda tem influencias tanto de Jon Spencer Blues Explosion e The Cramps quanto de Quentin Tarantino e Dario Argento&#8230;<\/strong><br \/>\nDario Argento, Romero, Mario Bava. Ah&#8230; a gente gosta, cara. Umas das afinidades \u00e9 o cinema. Eu e o Fl\u00e1vio frequent\u00e1vamos o mesmo est\u00fadio, antes de tocarmos juntos (ele tamb\u00e9m toca no Projetonave). Ele apareceu com uns filmes do Rob Zombie, e eu j\u00e1 tinha os dois (a saber: \u201cOs Rejeitados Pelo Diabo\u201d, de 2005 e \u201cA Casa dos Mil Corpos\u201d, de 2003). Ent\u00e3o a gente come\u00e7ou a trocar ideia. Tanto que a banda dos caras chama Otis Trio por causa do personagem Otis (Driftwood), do \u201cA Casa dos Mil Corpos\u201d. O Fl\u00e1vio tem o Otis tatuado na perna! Foi assim que conheci ele e rolou essa afinidade. O Lu\u00eds tamb\u00e9m gosta (desse tipo de cinema). Come\u00e7amos a trocar filmes. O lance dos italianos eles n\u00e3o conheciam. E quem me introduziu nessa parada foi minha mulher, que manja pra caralho de cinema italiano. Eu meio que apresentei o universo italiano desgraceira pros caras. As trilogias do Dario Argento e tal. O nome da banda, Giallos, fui eu que sugeri. Aqui no Brasil as pessoas costumam se referir aos filmes violentos italianos como os \u201cGiallos italianos\u201d. A pronuncia certa \u00e9 \u201cdj\u00e1los\u201d (com sotaque italiano). Na verdade esse nome n\u00e3o existe. O certo \u00e9 giallo (Amarelo em italiano), no singular. O plural de giallo em italiano \u00e9 gialli, o \u201cs\u201d no final \u00e9 abrasileirado. E uma coisa que \u00e9 ineg\u00e1vel \u00e9 o Tarantino. O Tarantino introduziu todas essas paradas pro grande p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas acabaram de lan\u00e7ar um vinil. Por que vinil? Voc\u00eas acham que \u00e9 o melhor jeito de vender o som hoje em dia? Algo que a galera possa realmente ter fisicamente falando.<\/strong><br \/>\nPrimeiro, assim, a gente \u00e9 uma rapaziada mais velha. E assim, a rapaziada dessa nova gera\u00e7\u00e3o \u00e9 a rapaziada do single, n\u00e9? Neguinho baixa disco, mas n\u00e3o se preocupa com o disco, s\u00f3 quer saber a musica de sucesso. A ideia nossa \u00e9 assim: A obra, sabe? O disco fechado. Com tantas musicas e tal. Essa foi a primeira ideia. \u201cA gente tem que lan\u00e7ar um disco!\u201d. J\u00e1 o lance do formato \u00e9 uma coisa de paix\u00e3o. Eu tenho cole\u00e7\u00e3o de disco, os caras tamb\u00e9m. E est\u00e1 rolando essa \u201cfacilidade\u201d de prensar disco. \u00c9 caro pra caralho prensar no Brasil. L\u00e1 fora o negocio est\u00e1 super popular. Qualquer banda independente n\u00e3o precisa baixar as cal\u00e7as pra fazer um disco. Ent\u00e3o rolou assim: Vamos compor um \u00e1lbum? Fizemos o \u00e1lbum. Vamos gravar? Gravamos o \u00e1lbum. Surgiu a hist\u00f3ria da colet\u00e2nea \u201c<a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=0Q2YBzGApHQ\" target=\"_blank\">C\u00e3o Faminto<\/a>&#8220;, e eu estava envolvido. Foi nosso primeiro registro oficial, com duas musicas, e era uma rapaziada mais velha querendo fazer uma colet\u00e2nea. Pensamos: \u201cP\u00f4, vamos fazer em vinil?\u201d. No final das contas a gente conseguiu a grana, foi l\u00e1 e lan\u00e7ou. Da\u00ed deu aquela coisa no Giallos: \u201cPrecisamos lan\u00e7ar em vinil essa porra nossa tamb\u00e9m\u201d. A gente lan\u00e7ou em vinil, mas ele est\u00e1 <a href=\"http:\/\/giallos.bandcamp.com\/album\/contra\" target=\"_blank\">dispon\u00edvel para download gr\u00e1tis<\/a>. N\u00e3o \u00e9 assim: \u201cVamos lan\u00e7ar o vinil e foda-se\u201d. P\u00f4, eu sou f\u00e3 da tecnologia, acho maravilhoso o cara lan\u00e7ar um disco, eu acabar de ler, dar tr\u00eas cliques e baixar a porra do disco. S\u00f3 que eu compro disco! \u00c9 logico que baixo muito mais discos do que compro. Por quest\u00f5es financeiras, n\u00e9? Mas compro disco. E o lance do vinil \u00e9 exatamente esse. A rapaziada que est\u00e1 lan\u00e7ando disco em vinil \u00e9 uma rapaziada que tem som mais&#8230; alternativo, eu n\u00e3o queria usar esse termo, mas \u00e9, alternativo. A m\u00fasica fora dos padr\u00f5es.  As bandas que a gente tem tocado junto tem disco (vinil). E esse foi um impulso. A gente trocou uma ideia com a rapaziada e eles disseram que vende. Tem um cara do Rio, L\u00ea Almeida, com quem troquei uns discos. Ele lan\u00e7a todas as coisas dele em vinil. Assim, tem cdzinho que ele faz caseiro \u2013 acho que eu tenho todos da gravadora dele. Ele \u00e9 um cara pobre, louco que nem a gente, que est\u00e1 na luta pra lan\u00e7ar vinil. Ele lan\u00e7a vinil porque o rol\u00ea \u00e9 esse. A gente vai tocar e tem meia d\u00fazia de gatos pingados. Mas \u00e9 essa meia d\u00fazia compra o disco. O lance do Giallos por exemplo: a gente lan\u00e7ou e a rapaziada da nossa conviv\u00eancia tudo vibrando: \u201cP\u00f4, eu quero o disco!\u201d. Tanto que a gente liberou o download e o disco demorou pra chegar. Ele era pra chegar no final de outubro e chegou em dezembro. A rapaziada me mandava email: \u201cE a\u00ed Cox, chegou o disco?\u201d. E eu: \u201cN\u00e3o, n\u00e3o chegou. T\u00e1 atrasado.\u201d Tem muita gente querendo o bagulho. E \u00e9 mais ou menos essa a hist\u00f3ria. E sei l\u00e1, pelo lance art\u00edstico mesmo. O tamanho da capa&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A musica \u201cEl Santo Diesel\u201d tem um potencial radiof\u00f4nico. Como voc\u00ea v\u00ea as bandas independentes tocando nas r\u00e1dios hoje em dia?<\/strong><br \/>\nCara, sou um puta f\u00e3 de r\u00e1dio, eu at\u00e9 tenho programa em webr\u00e1dio. Fui criado ouvindo r\u00e1dio. Sou duma \u00e9poca pr\u00e9 internet, pr\u00e9 MTV e o cacete, e o nosso ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o era r\u00e1dio. Ouvia a 97 aqui de Santo Andr\u00e9, que ficava l\u00e1 perto de casa. Depois a r\u00e1dio virou \u201cpoper\u00f4\u201d nos anos 90. Mas ela foi de grande influencia. A 89 no come\u00e7o foi uma r\u00e1dio foda. F\u00e1bio Massari trampava na 89, o Walcir Chalas. Sempre fui muito f\u00e3 de programa espec\u00edfico. O do Massari era de bandas independentes, o do Walcir era de metal. Tinha o backstage com o Vit\u00e3o na 97 que era de metal tamb\u00e9m. Ent\u00e3o fui criado em r\u00e1dio. Mas a\u00ed aconteceu o que aconteceu, n\u00e9? Brasil 2000 agora virou web, talvez a gente toque l\u00e1. E o que est\u00e1 rolando \u00e9 assim: n\u00e3o tenho mais contato com r\u00e1dio comercial ou r\u00e1dio de dial. Escuto webradio, programas, como na Antena Zero, onde tenho meu programa com minha mulher. \u00c9 a semana inteira de programas espec\u00edficos. Segunda feira tem programa de g\u00f3tico, p\u00f3s punk. Quarta feira \u00e9 musica mais indie. Tem programa de ska, programa de rockabilly, programa de n\u00e3o sei o que. Webradio \u00e9 o lance de agora. R\u00e1dio \u00e9 concess\u00e3o publica, \u00e9 uma m\u00e1fia do caralho. Essa volta da 89&#8230; eu fui f\u00e3 da 89 no come\u00e7o dos anos 90. Mas hoje n\u00e3o d\u00e1 pra ouvir. Estou afastado de r\u00e1dio faz um tempo. Porque tenho outras fontes de m\u00fasica. Mas a r\u00e1dio \u00e9 um puta ve\u00edculo, como TV tamb\u00e9m \u00e9. \u201cEl Santo Diesel\u201d \u00e9 realmente nossa m\u00fasica popular, a gente brinca que \u00e9 nosso hit. Mas ela tem uma parada louca. A m\u00fasica foi concebida como um jingle.  \u00c9 a nossa \u00fanica musica que tem refr\u00e3o. Dentro da hist\u00f3ria (do disco), \u201cEl Santo Diesel\u201d \u00e9 uma droga. E a m\u00fasica \u00e9 a propaganda dessa droga. Outra liga\u00e7\u00e3o com o cinema: El Santo \u00e9 um ator mexicano dos anos 60, um lutador mascarado, um dos atores mais populares do M\u00e9xico. O cara \u00e9 o Super Man do M\u00e9xico. Tem est\u00e1tua dele. \u00c9 s\u00e9rio. E os filmes dele s\u00e3o de super-her\u00f3i. Tem o filme \u201cEl Santo Contra os Monstros\u201d (1970), que \u00e9 ele contra Frankenstein, Lobisomen&#8230; \u00c9 foda a parada. Na hist\u00f3ria do disco, um dos personagens \u00e9 o Ramirez Santiago, que \u00e9 nosso mentor. E a nacionalidade dele \u00e9 mexicana. A gente colocou que a droga foi batizada de \u201cEl Santo Diesel\u201d porque ele era f\u00e3 do El Santo \u2013 na verdade sou eu que sou f\u00e3. E o Diesel \u00e9 porque no futuro eu imaginei que tudo vai ser el\u00e9trico, carro el\u00e9trico, bla bla bla. E hoje, qual o ouro de hoje? O diesel, o petr\u00f3leo, e essas coisas v\u00e3o ficar obsoletas. Os carros n\u00e3o v\u00e3o mais funcionar com gasolina. Vai ser com lixo, sei l\u00e1, tipo no \u201cDe Volta para o Futuro\u201d. Coloca a casca de banana e funciona. E a\u00ed o cientista da resist\u00eancia, que era uma parada do \u201c\u00a1CONTRA!\u201d, que \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o que resiste ao regime, inventa essa droga com combust\u00edvel. Que ela serve para os rob\u00f4s e para o ser humano. O refr\u00e3o \u00e9 assim: \u201cOlha o diesel, El Santo Diesel. Para motores e cora\u00e7\u00f5es, El Santo Diesel\u201d. \u00c9 como se fosse um vendedor: \u201cHey baby, qual \u00e9 o seu combust\u00edvel?\u201d. Voc\u00ea logo imagina uma propaganda de TV. \u00c9 isso. \u00c9 por isso que ela \u00e9 um hit. Ela surgiu dessa ideia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ysOcnFZ4z9s\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ysOcnFZ4z9s\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/KmdZtZ2hH20\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/KmdZtZ2hH20\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/3GIZYyRmyOU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/3GIZYyRmyOU\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>&#8211; Eduardo Henrique Lopes (<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/eduardohenrique.lopes\" target=\"_blank\">Facebook<\/a>) assina o blog <a href=\"http:\/\/juventudesonicabc.blogspot.com.br\" target=\"_blank\">Juventude S\u00f4nica <\/a><span class=\"null\"><a href=\"http:\/\/paodequeijoperfeito.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\"><\/a><\/span><\/p>\n<p><strong>Tr\u00eas perguntas para:<\/strong><br \/>\n&#8211; Rosablanca: \u201cSomos um namoro sem crises entre os anos 80 e 90? (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/07\/22\/tres-perguntas-rosablanca\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; The Baggios: \u201cSe voc\u00ea ouvir nossas musicas ir\u00e1 notar Alceu, Raul Seixas\u2026\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/12\/22\/tres-perguntas-the-baggios\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Shotgun Wives: \u201cGostamos de colocar um timbre inesperado nas can\u00e7\u00f5es\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/12\/18\/tres-perguntas-shotgun-wives\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Constantina: \u201cM\u00fasica Instrumental esteve por muito tempo marginalizada\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/19\/tres-perguntas-constantina\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Guri: \u201c\u00c9 hippie, mas parece que a m\u00fasica ajudou a fechar alguns buracos\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/12\/03\/especial-sim-sao-paulo-guri\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Stela Campos: \u201cSou uma colecionadora de discos \u00e0 moda antiga\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/28\/tres-perguntas-stela-campos\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Garotas Suecas: \u201cN\u00e3o vamos cantar em ingl\u00eas para \u2018conquistar os gringos\u2019.\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/10\/tres-perguntas-garotas-suecas\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Maglore: \u201cEst\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil ser uma banda independente\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/08\/tres-perguntas-maglore\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Andr\u00e9 Mendes: \u201cEu queria agora era fazer um disco leve e minimalista. Est\u00e1 feito\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/04\/tres-perguntas-andre-mendes\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Pedro Ver\u00edssimo: \u201cA Tom Bloch nunca acabou, como muita gente pensa\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/07\/31\/tres-perguntas-pedro-verissimo\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Eduardo Henrique Lopes\nDo ABC Paulista surge uma nova banda influenciada por The Cramps, Jon Spencer Blues Explosion, Tarantino e Dario Argento\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/02\/02\/tres-perguntas-giallos\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[52],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23477"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23477"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23477\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":23481,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23477\/revisions\/23481"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23477"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23477"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23477"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}