{"id":228,"date":"2006-09-21T09:01:00","date_gmt":"2006-09-21T11:01:00","guid":{"rendered":"http:\/\/colunistas.ig.com.br\/revoluttion\/2006\/09\/21\/plebe-rude-volta-com-disco-novo-e-conclama-vote-em-branco\/"},"modified":"2020-02-14T00:17:40","modified_gmt":"2020-02-14T03:17:40","slug":"plebe-rude-volta-com-disco-novo-e-conclama-vote-em-branco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2006\/09\/21\/plebe-rude-volta-com-disco-novo-e-conclama-vote-em-branco\/","title":{"rendered":"Plebe Rude conclama: vote em branco!"},"content":{"rendered":"<h2><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-54804 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2006\/09\/pleber.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2006\/09\/pleber.jpg 450w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2006\/09\/pleber-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2006\/09\/pleber-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Houve um tempo em que o tom da voz de Philippe Seabra era o meu preferido de todo o rock nacional. Isso aconteceu na segunda metade dos anos 80, quando Bras\u00edlia desceu para o Sudeste representada pelo som de bandas como Legi\u00e3o Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude. Seguindo a risca a cartilha Clash de punk rock, a Plebe Rude de Philippe Seabra lan\u00e7ou tr\u00eas discos naquele per\u00edodo: o obrigat\u00f3rio &#8220;O Concreto J\u00e1 Rachou&#8221; (um mini-LP cl\u00e1ssico lan\u00e7ado em 1985), o bom &#8220;Nunca Fomos T\u00e3o Brasileiros&#8221; (da bonita &#8220;A Ida&#8221;, 1987) e o subestimado &#8220;Plebe Rude III&#8221; (1989), que chegou \u00e1s lojas quando o Plano Cruzado II chafurdava na lama.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 com certa nostalgia que me lembro daquele per\u00edodo. A abertura pol\u00edtica fez com que todos sonhassem e, citando Renato Russo, cantar que &#8220;temos todo o tempo do mundo&#8221;, porque &#8220;somos t\u00e3o jovens&#8221; lembra um tempo distante, um tempo perdido mesmo. A Plebe seguiu em frente ap\u00f3s a dispensa da EMI, em 1990, lan\u00e7ando (como duo) o \u00f3timo &#8220;Mais Raiva Do Que Medo&#8221; (1992), pelo selo Rock IT! (de Dado Villa-Lobos e Andr\u00e9 X). Depois disso, Philippe foi morar nos Estados Unidos e a banda s\u00f3 voltou a se reunir em 2000, com a forma\u00e7\u00e3o original, para o lan\u00e7amento do disco ao vivo &#8220;Enquanto a Tr\u00e9gua N\u00e3o Vem&#8221;. A reuni\u00e3o previa um disco de in\u00e9ditas, mas foi t\u00e3o mete\u00f3rica (e t\u00e3o briga de egos) quanto a do Velvet Underground em 1993.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais de vinte anos depois de sua estr\u00e9ia, a Plebe Rude retorna com disco novo, e a sensa\u00e7\u00e3o de que o tempo passou (e de que foi tempo perdido, mesmo) \u00e9 bastante cruel. A voz de Philippe n\u00e3o \u00e9 mais a mesma. Jander, cujo vocal contrastava com o de Seabra na fase cl\u00e1ssica do grupo, n\u00e3o est\u00e1 na empreitada, cedendo seu lugar para Clemente (Inocentes), que segue a mesma linha do vocal anterior sem comprometer. Andr\u00e9 X ainda segura o baixo. Txotxa, ex-Maskavo Roots, ficou respons\u00e1vel pelas baquetas. O quarteto est\u00e1 lan\u00e7ando o disco &#8220;R Ao Contr\u00e1rio&#8221;, que surge encartado na revista OutraCoisa, ao pre\u00e7o de R$ 14,90.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Perto da discografia oficial da Plebe Rude, &#8220;R Ao Contr\u00e1rio&#8221; \u00e9 um disco menor, emulando uma sonoridade que aguarda por uma tem\u00e1tica que n\u00e3o vem. Em um mundo de emos e emas inconformados com as dores do cora\u00e7\u00e3o, a Plebe teria tudo para ser a salva\u00e7\u00e3o da lavoura com um afiado \u00e1lbum politizado. Por\u00e9m, imposs\u00edvel que uma das bandas mais politizadas da hist\u00f3ria do rock brasileiro acredite &#8211; inocentemente &#8211; que &#8220;aqui se faz, aqui se paga&#8221;, como prega a letra da m\u00fasica que abre o disco. Exemplos do contr\u00e1rio existem aos montes. &#8220;Eu me rendo \u00e0 falta de op\u00e7\u00e3o&#8221;, aceita a letra de &#8220;Disc\u00f3rdia&#8221;. Em &#8220;Suficiente Por Um Dia (ou Dois)&#8221;, Philippe assume: &#8220;Sempre me pareceu errado escolher as armas antes do seu lado&#8221;. Em um per\u00edodo de descren\u00e7a na institui\u00e7\u00e3o governo &#8211; que deve celebrar um recorde de votos nulos na pr\u00f3xima elei\u00e7\u00e3o &#8211; era de se esperar mais de Philippe e da Plebe Rude.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, uma luz se acende na \u00faltima m\u00fasica do CD. &#8220;Vote em Branco&#8221; \u00e9 m\u00fasica de primeira hora da Plebe Rude, em 1981. Enquanto a Legi\u00e3o Urbana perguntava &#8220;Que Pa\u00eds \u00c9 Esse?&#8221;, a Plebe conclamava jovens eleitores a votar em branco. Era 1982, e o primeiro show do grupo foi num festival em Patos de Minas, ao lado de outras bandas, e a execu\u00e7\u00e3o da m\u00fasica rendeu uma noite na delegacia (a Legi\u00e3o tamb\u00e9m foi detida pelo conte\u00fado liter\u00e1rio de &#8220;M\u00fasica Urbana II&#8221; e &#8220;Que Pa\u00eds \u00c9 Esse?&#8221;). O epis\u00f3dio entrou para a hist\u00f3ria do rock nacional, mas a m\u00fasica permaneceu in\u00e9dita por 25 anos. Nada mais apropriado do que lan\u00e7\u00e1-la \u00e0s v\u00e9speras das elei\u00e7\u00f5es presidenciais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dizem que \u00e9 tremendamente fora de moda falar de pol\u00edtica em uma can\u00e7\u00e3o pop hoje em dia. Bobagem. Um dos discos obrigat\u00f3rios de 2006, &#8220;Living With War&#8221;, de Neil Young, pede o impeachment de George W. Bush e desanca o presidente norte-americano &#8211; e seu modo de enganar o povo &#8211; em v\u00e1rias can\u00e7\u00f5es. N\u00e3o \u00e9 porque o mundo virou emo que n\u00e3o se deve falar de pol\u00edtica no rock. Ali\u00e1s, muito pelo contr\u00e1rio. O namoro da pol\u00edtica com o rock \u00e9 hist\u00f3rico. Se uma can\u00e7\u00e3o vale um CD, essa can\u00e7\u00e3o \u00e9 &#8220;Vote em Branco&#8221;. Confira a letra:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Imaginem uma elei\u00e7\u00e3o em que ningu\u00e9m fosse eleito<br \/>\nJ\u00e1 estou vendo a cara do futuro prefeito<br \/>\nVamos l\u00e1 chapa, seja franco<br \/>\nUse o poder do seu voto, vote em branco<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vote em branco!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seja algu\u00e9m, vote em ningu\u00e9m<br \/>\nSeja algu\u00e9m, vote em ningu\u00e9m<br \/>\nSeja algu\u00e9m, vote em ningu\u00e9m<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esquerda direita, em cima em baixo<br \/>\nVoc\u00ea assim e eu assado<br \/>\nQuando vamos para de tomar lados?<br \/>\nQuando vamos parar de ser enganados?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enganados!&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O melhor momento da letra, cantada pelo baixista Andr\u00e9 X, \u00e9 declamado no final da m\u00fasica:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Voc\u00ea est\u00e1 sentado no bar, num happy hour tomando um choppinho no fim de tarde, quando entra um cara cantando &#8216;Seja algu\u00e9m \/ Vote em ningu\u00e9m&#8217;. Voc\u00ea olha pra ele, n\u00e3o presta aten\u00e7\u00e3o, acha que \u00e9 um louco. Agora, duas pessoas. Duas pessoas entrando no mesmo bar cantando &#8216;Seja algu\u00e9m \/ Vote em ningu\u00e9m&#8217;. V\u00e3o achar que s\u00e3o dois palha\u00e7os, ainda n\u00e3o v\u00e3o prestar aten\u00e7\u00e3o. Mas agora s\u00e3o dez pessoas em volta do bar marchando e cantando &#8216;Seja algu\u00e9m \/ Vote em ningu\u00e9m&#8217;. As pessoas v\u00e3o colocar os seus chopps na mesa e v\u00e3o prestar aten\u00e7\u00e3o. Elas v\u00e3o achar que \u00e9 uma gang. Agora temos 100 pessoas andando pela rua e cantando &#8216;Seja algu\u00e9m \/ Vote em ningu\u00e9m&#8217; atraindo mais e mais pessoas. As pessoas v\u00e3o ver que \u00e9 um movimento, elas v\u00e3o aderir. E \u00e9 isso mesmo. Elas querem mandar uma mensagem. E a mensagem \u00e9 essa: Estamos de saco cheio de n\u00e3o sermos representados. Estamos de saco cheio de s\u00f3 sermos lembrados de quatro em quatro anos quando voc\u00eas querem nossos votos. Voc\u00eas n\u00e3o nos representam, por isso vamos ser algu\u00e9m e votar em ningu\u00e9m&#8221;.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Vote em Branco (Anima\u00e7\u00e3o)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/C2FnKeDI2MA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E at\u00e9 semana que vem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ps1: O site oficial da Plebe Rude \u00e9 bem bacana com hist\u00f3rias sobre as grava\u00e7\u00f5es de cada disco. Vale uma visita, e \u00e9 uma aula para jovens bandas: <a href=\"http:\/\/www.pleberude.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Plebe Rude<\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ps2: Voc\u00ea quer saber sobre o show do Franz Ferdinand, n\u00e9. Escrevi sobre ele no S&amp;Y. <a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/motomix2006.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Confere o texto aqui<\/span><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ps3: A revista Rock Life 8 vai para o Fausi, de S\u00e3o Paulo. Nesta semana, o item a ser sorteado \u00e9 uma camiseta do projeto Veludo Subterr\u00e2neo, que est\u00e1 agitando shows de rock pelos lados de Araraquara e Ribeir\u00e3o Preto. Nesta sexta, a festa Groselha Fuzz, no Bronze Night Club (Ribeir\u00e3o Preto) recebe Os Telepatas e Monokini. O Bronze Night Club fica Av. 9 de julho, 59 e a balada come\u00e7a \u00e0s 23h. No s\u00e1bado, Telepatas e Monokini tocam em Araraquara, no Mister House Music Bar, a partir das 22h. Saiba mais infos no fotolog <a href=\"http:\/\/www.fotolog.com\/veludosub\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"text-decoration: underline;\">fotolog<\/span><\/a> do projeto. E concorra a camiseta escrevendo pra mcosta@ig.com<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ps4: Revolution tamb\u00e9m \u00e9 cultura: voto em branco e voto nulo s\u00e3o iguais! O voto nulo se d\u00e1 quando o eleitor digita na urna eletr\u00f4nica um n\u00famero que n\u00e3o seja correspondente a nenhum candidato ou partido pol\u00edtico oficialmente registrados. Ele \u00e9 apenas registrado para fins estat\u00edsticos e n\u00e3o \u00e9 computado como voto v\u00e1lido, ou seja n\u00e3o vai para nenhum candidato, partido pol\u00edtico ou coliga\u00e7\u00e3o. O voto em branco acontece quando o eleitor manifesta sua vontade de n\u00e3o votar em nenhum candidato ou partido pol\u00edtico apertando a tecla &#8220;branco&#8221; na urna eletr\u00f4nica. O voto em branco, assim como o voto nulo, \u00e9 apenas registrado para fins estat\u00edsticos e n\u00e3o \u00e9 computado como voto v\u00e1lido, ou seja, n\u00e3o vai para nenhum candidato, partido pol\u00edtico ou coliga\u00e7\u00e3o. Antes da Lei 9.504\/97, o voto em branco era considerado v\u00e1lido, hoje em dia n\u00e3o \u00e9 mais. Ou seja, voto em branco ou voto nulo n\u00e3o s\u00e3o computados na elei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ps5: Entrando um pouco mais em pol\u00edtica, nessa confus\u00e3o toda do esc\u00e2ndalo da fita e fotos compradas pelo PT, grande parte da imprensa est\u00e1 mais interessada em fazer uma cortina de fuma\u00e7a e n\u00e3o est\u00e1 mostrando realmente o que interessa: a \u00edntegra do v\u00eddeo do empres\u00e1rio Luiz Antonio Vedoin que foi apreendido pela Pol\u00edcia Federal. Como diz a letra de uma das m\u00fasicas novas da Plebe Rude: &#8220;Sempre me pareceu errado escolher as armas antes do seu lado&#8221;. Antes de dizer quem \u00e9 culpado, vale assistir ao v\u00eddeo. Ele mostra um evento realizado em 7 de maio de 2001, quando o ent\u00e3o ministro Jos\u00e9 Serra participou da entrega de 40 ambul\u00e2ncias para cidades de Mato Grosso. <a href=\"http:\/\/www.olhardireto.com.br\/news.asp?news=344565&amp;sec=8\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Assista<\/span><\/a>. E depois confere os <a href=\"http:\/\/z001.ig.com.br\/ig\/45\/51\/932723\/blig\/blogdodirceu\/2006_09.html#post_18630272\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"text-decoration: underline;\">coment\u00e1rios do Z\u00e9 Dirceu<\/span><\/a> em seu blog. <a href=\"http:\/\/z001.ig.com.br\/ig\/45\/51\/932723\/blig\/blogdodirceu\/2006_09.html#post_18631601\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Este post<\/span><\/a> \u00e9 bem interessante tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ps6: De maneira alguma estou tomando partido. Pelo teor desta coluna voc\u00ea j\u00e1 deve imaginar pra onde vai o meu voto. A quest\u00e3o toda \u00e9 longa, mas o &#8220;jornalismo isento&#8221; est\u00e1 cada vez mais nojento. A id\u00e9ia \u00e9 que voc\u00ea &#8216;ou\u00e7a&#8217; os dois lados. Depois tome a sua decis\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ps7: Ali\u00e1s, j\u00e1 que usei a express\u00e3o &#8216;ouvir os dois lados&#8217;, est\u00e1 sensacional a entrevista com os Mutantes na mesma OutraCoisa que traz o CD da Plebe. A jornalista Christiana Furtado conversou com Arnaldo Baptista na grava\u00e7\u00e3o de um programa de TV. E entrevistou S\u00e9rgio Dias por telefone. Sete perguntas para os dois. As mesmas sete perguntas. Sete respostas diferentes uma da outra. :o) Ela pergunta: Ainda h\u00e1 aquela velha discuss\u00e3o sobre guitarras? S\u00e9rgio responde: &#8216;Nunca teve isso, \u00e9 uma grande bobagem&#8217;. Na vez de Arnaldo: &#8216;Continua. Acabei de falar que n\u00e3o era baixo Gibson, que era Fender&#8217;. Imperd\u00edvel!!!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa Houve um tempo em que o tom da voz de Philippe Seabra era o meu preferido de todo o rock \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2006\/09\/21\/plebe-rude-volta-com-disco-novo-e-conclama-vote-em-branco\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/228"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=228"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/228\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":54806,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/228\/revisions\/54806"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=228"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=228"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=228"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}