{"id":22564,"date":"2013-12-27T08:57:57","date_gmt":"2013-12-27T10:57:57","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=22564"},"modified":"2020-11-09T00:14:00","modified_gmt":"2020-11-09T03:14:00","slug":"entrevista-pulselooper-e-a-chipmusic","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/12\/27\/entrevista-pulselooper-e-a-chipmusic\/","title":{"rendered":"Entrevista: Pulselooper e a chipmusic"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-22565\" title=\"pulselooper\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/pulselooper.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"402\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/pulselooper.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/pulselooper-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Andr\u00e9 Pagnossim j\u00e1 gravou mais discos do que ele \u00e9 capaz de contar. E em tempos de tecnologia avan\u00e7ada, grava\u00e7\u00f5es caseiras est\u00e3o longe de significar baixa qualidade. O curioso \u00e9 que, embora tenha um alto padr\u00e3o de registro, Pagnossim prefere trabalhar com formatos e recursos que est\u00e3o longe de ser \u201cstate of the art\u201d. Afinal, n\u00e3o \u00e9 todo mundo que faz m\u00fasica com um console Game Boy.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pois \u00e9: Pagnossim \u00e9 um dos precursores da chipmusic no Brasil. Sob o nome de Pulselooper, gravou cinco discos desde que come\u00e7ou sua carreira em 2009 (\u201cCheap Pills for Thirlls\u201d e \u201cII\u201d, de 2009; \u201cGrayscale Skyline\u201d e \u201cA S\u00edndrome do V\u00eddeo\u201d, de 2010; e \u201c80486\u201d, de 2011 &#8211; alguns deles <a href=\"http:\/\/www.pulselooper.net\/p\/downloads.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">disponiveis para download aqui<\/a>). Ao lado de Eduardo Melo (Droid-On) e Kurt Rizzo (Subway Sonicbeat), fundou o selo Chippanze, para lan\u00e7ar os discos n\u00e3o s\u00f3 dos tr\u00eas como de outros artistas nacionais e estrangeiros que se aventurassem no estilo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">M\u00fasica feita com o aux\u00edlio de trackers, softwares que foram criados para compor m\u00fasicas para os primeiros videogames, a chipmusic e tocada ao vivo com consoles de videogames port\u00e1teis ou computadores old school. \u00c9, portanto, mais uma est\u00e9tica que um g\u00eanero musical, j\u00e1 que \u00e9 poss\u00edvel fazer rock, samba, heavy metal, EBM e at\u00e9 jazz com esses recursos. Digamos que \u00e9 uma nova instrumenta\u00e7\u00e3o que permite reimaginar as \u201cvelhas\u201d m\u00fasicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse sentido, o Pulselooper tem elementos de rock, ambiente e kraut rock, mas ao mesmo tempo privilegia composi\u00e7\u00f5es mais breves e assimil\u00e1veis, algumas para a pista, outras para o lounge, e quase todas para fritar o c\u00e9rebro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em paralelo a esse trabalho, Andr\u00e9 Pagnossim mant\u00e9m (ou, em alguns casos, manteve) uma s\u00e9rie de projetos paralelos. Com o amigo Daniel Ferraz (ex-Name It Yourself) foram da moda de viola \u00e0 psicodelia ruidosa com a dupla Os Almeida \u2013 que, por dessas peculiaridades da internet, caiu no gosto do romancista e autor de quadrinhos norte-americano Warren Ellis (nada a ver com o parceiro de Nick Cave).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sozinho, responde tamb\u00e9m pelo Palace Hotel, um projeto semiac\u00fastico aparentado do folk \u2013 que \u00e9 uma continuidade de outro projeto seu mais antigo, o Black Barn Music. Tamb\u00e9m foi integrante da finada banda de \u201cagropunk\u201d McQuade (que gravou um excelente disco pessimamente produzido, \u201cMeu Mundo Perfeito\u201d, o que talvez tenha feito seu apre\u00e7o pela qualidade de registro, mesmo quando lo-fi, virar quase uma obsess\u00e3o).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma carreira extensa, que inclui ainda a dire\u00e7\u00e3o do curta-metragem de \u201dpodolatria gore\u201d \u201cSozinho\u201d (se for assistir ao link no final do texto, esteja avisado de que \u00e9 totalmente impr\u00f3prio para ambientes profissionais), do m\u00e9dia-metragem c\u00f4mico \u201cCr\u00f4nicas de um Zumbi Adolescente\u201d e do clipe \u201cEu N\u00e3o Bato Palmas\u201d, da barulhenta Name It Yourself (da qual Ferraz fazia parte).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De volta de uma breve turn\u00ea europeia, e preparando novos temas tanto para o Palace Hotel como para o Pulselooper (o \u00fanico projeto que, efetivamente, lhe d\u00e1 algum dinheiro), ele separou uma manh\u00e3 para dar uma geral nessa carreira para o Scream &amp; Yell.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Tr6rOOM5ZUU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Tr6rOOM5ZUU\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando voc\u00ea come\u00e7ou a compor chipmusic?<\/strong><br \/>\nFa\u00e7o m\u00fasica eletr\u00f4nica desde 2000, mas comecei a compor chipmusic mais ou menos em 2003, utilizando emuladores de chip no PC. Mas n\u00e3o gostei de nada e acabei apagando tudo no final. Em dezembro de 2008 comprei um cartucho regrav\u00e1vel de Game Boy, e comecei a programar batidas utilizando o software nativo <a href=\"http:\/\/www.littlesounddj.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Little Sound DJ<\/a>, j\u00e1 com o alias Pulselooper.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como rolou o convite para os shows recentes na Europa?<\/strong><br \/>\nEu j\u00e1 ia pra l\u00e1 de qualquer jeito, e pensei que seria legal aproveitar isso pra tocar nas cidades. Entrei em contato com alguns artistas de cada pa\u00eds, e eles toparam organizar alguma festa ou minifestival em suas cidades pra me encaixarem. Toquei em Berlim e Col\u00f4nia na Alemanha em 2011, e agora em 2013 repeti Alemanha e toquei tamb\u00e9m em Edinburgo, na Esc\u00f3cia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Que tal a repercuss\u00e3o?<\/strong><br \/>\nOs shows foram todos \u00f3timos, principalmente pelo interc\u00e2mbio com o p\u00fablico. Na Europa h\u00e1 uma cena muito forte, principalmente com a demoscene, que nasceu l\u00e1 e continua de p\u00e9 at\u00e9 hoje. E a chipmusic me possibilitou uma experi\u00eancia \u00fanica, que foi tocar com minhas duas maiores influ\u00eancias: Bit Shifter no Blip New York ano passado, e goto80 em Berlim neste ano [2013]. Essa experi\u00eancia de tocar com seus \u00eddolos de uma forma natural e simples era algo que acontecia nos anos 80 com o hip hop, mas com a \u201cindustrializa\u00e7\u00e3o\u201d do g\u00eanero isso foi se perdendo, muitos que ficavam famosos adquiriam status de estrelas e ficavam inacess\u00edveis. E \u00e9 bom que os estilos musicais mais underground ainda possibilitem essa integra\u00e7\u00e3o, mesmo quem \u00e9 \u201cestabelecido\u201d est\u00e1 no mesmo n\u00edvel de \u201cacesso\u201d que um iniciante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como funciona o lan\u00e7amento de artistas estrangeiros pelo Chippanze?<\/strong><br \/>\n\u00c9 bem simples: se a gente gosta de algum som, entramos em contato com o autor e perguntamos se ele tem interesse em lan\u00e7ar algo in\u00e9dito pelo selo. A resposta \u00e9 geralmente positiva, pois o selo \u00e9 bastante reconhecido l\u00e1 fora e \u00e9 uma boa forma desses artistas divulgarem sua m\u00fasica na Am\u00e9rica Latina. Eles mandam o disco, e lan\u00e7amos sob uma licen\u00e7a Creative Commons.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/jxXE7Zbk55I\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/jxXE7Zbk55I\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fora o pessoal do Chippanze, quem mais voc\u00ea respeita na chipmusic no Brasil?<\/strong><br \/>\nInfelizmente, apesar do nosso esfor\u00e7o para reverter esse quadro (com oficinas de chipmusic e pixelart, por exemplo), desde 2009 com a cria\u00e7\u00e3o do selo\/coletivo, a cena no Brasil se limita ao Chippanze. Algumas pessoas fazem\/fizeram alguns trabalhos dentro da chipmusic, mas ningu\u00e9m ficou na ativa, tocando e produzindo. Mesmo assim, continuamos dando murro em prego e continuamos com o trabalho do selo. Principalmente com as oficinas e showcases.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em 2009 e 2010, parecia haver uma grande demanda por shows de chipmusic. Voc\u00ea, o Droid-On e o Subway Sonicbeat tocaram bastante. Depois, parece ter miado um pouco o mercado de shows por aqui. Procede?<\/strong><br \/>\nSim, o que \u00e9 de certa forma compreens\u00edvel. A grande maioria dos convites para tocar vinha de institui\u00e7\u00f5es como o SESC, e festivais como o FILE. Era uma novidade por aqui, e esse setor mais &#8220;acad\u00eamico&#8221; est\u00e1 sempre procurando por novidades. Contou tamb\u00e9m o fato de s\u00f3 ter a gente fazendo isso, o que geraria uma repeti\u00e7\u00e3o na programa\u00e7\u00e3o desses lugares. Mas continuamos tocando em alguns buracos, lugares underground, que eu particularmente prefiro, apesar de obviamente n\u00e3o terem a estrutura dessas institui\u00e7\u00f5es \u201cacad\u00eamicas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O equipamento conta tanto quanto a criatividade na hora de compor e, principalmente, executar as m\u00fasicas?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o conta tanto como a criatividade, mas conta muito na estrutura da m\u00fasica. Afinal, n\u00e3o estamos utilizando um notebook com mouse, e sim um console port\u00e1til com apenas um direcional e dois bot\u00f5es, ou ent\u00e3o um computador dos anos 80 sem mouse e com processador rodando a menos de 1MHz. No final, \u00e9 essa limita\u00e7\u00e3o e o jogo de cintura que ela demanda que ditam o rumo que a m\u00fasica toma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O formato can\u00e7\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel dentro da chipmusic?<\/strong><br \/>\nSim, v\u00e1rios artistas fazem chipmusic dessa forma. Mas s\u00e3o poucos os que t\u00eam um resultado bom, pois geralmente essas m\u00fasicas s\u00e3o mal mixadas. O ideal \u00e9 comprimir bem o vocal, tirar as frequ\u00eancias graves e adicionar um pouco de distor\u00e7\u00e3o, para que a voz tenha um timbre que se assemelhe mais ao som rudimentar do chip, e quase nunca isso acontece: a voz fica muito \u00e0 frente, e o som do chip fica l\u00e1 no fundo. J\u00e1 fiz algumas m\u00fasicas com trechos de voz, mas utilizando um vocoder.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/cmSme2P9yIQ\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/cmSme2P9yIQ\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como anda a cena de m\u00fasica eletr\u00f4nica em S\u00e3o Paulo? A chipmusic faz parte dela?<\/strong><br \/>\nA cena hoje \u00e9 muito maior do que era anos atr\u00e1s. O fato de algumas festas estarem rolando a c\u00e9u aberto, nas ruas, \u00e9 algo muito legal que h\u00e1 dez anos simplesmente era imposs\u00edvel imaginar. E isso \u00e9 bacana principalmente porque o p\u00fablico n\u00e3o precisa deixar metade do sal\u00e1rio no Clash ou no D-Edge [clubes muito frequentados na zona oeste da capital paulista] pra curtir um som. Mas, musicalmente, pouca coisa me agrada. Gosto bastante de alguns poucos produtores\/DJs, mas a maioria parece estar fazendo ou tocando apenas varia\u00e7\u00f5es mais underground de estilos estabelecidos da dance music e do hip hop. O que no final \u00e9 compreens\u00edvel, porque grande parte do p\u00fablico apenas vai a eventos de m\u00fasica eletr\u00f4nica pra ficar louco e passar o rodo. E isso acontece n\u00e3o s\u00f3 nos clubes que citei acima, mas tamb\u00e9m nessas festas de rua. A m\u00fasica eletr\u00f4nica hoje \u00e9 mais facilmente encontrada na noite paulistana, mas continua em segundo plano. E isso, infelizmente, \u00e9 como era h\u00e1 dez anos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea faz shows como Pulselooper, mas n\u00e3o faz como Palace Hotel. Por que?<\/strong><br \/>\nPorque no Palace Hotel eu gravo v\u00e1rios instrumentos, e teria que ter uma banda para executar as m\u00fasicas. Com o Pulselooper, o que toco ao vivo \u00e9 exatamente o que t\u00e1 no disco. J\u00e1 fiz alguns shows como Palace Hotel, inclusive nessa \u00faltima viagem \u00e0 Europa, mas foram vers\u00f5es &#8220;peladas&#8221; das m\u00fasicas, apenas voz e guitarra. Apesar de ter agradado o p\u00fablico, n\u00e3o me agrada muito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por fim: banda nunca mais?<\/strong><br \/>\nFiquei muitos anos sem ter banda, mas voltei a gostar do processo nesse ano, quando reuni amigos para fazermos uma banda de apoio para o show do Daniel Johnston em S\u00e3o Paulo. O que irrita um pouco em ter banda em S\u00e3o Paulo \u00e9 ter que ensaiar e gravar em est\u00fadio. Quando voc\u00ea finalmente entra no transe do som, olha para o rel\u00f3gio e v\u00ea que faltam 15 minutos pra acabar o tempo, e j\u00e1 tem uns emos do lado de fora da porta esperando pra entrar. Gosto mesmo \u00e9 do esquema de ensaiar e gravar em casa, mas \u00e9 claro que em S\u00e3o Paulo isso \u00e9 quase imposs\u00edvel. De qualquer forma, no momento tenho uma banda de krautrock e uma de noise\/metal com amigos do interior, e conseguimos tocar e gravar em casa. Mas eu estou gravando um disco novo do Palace Hotel e gostaria, sim, de tocar essas m\u00fasicas com uma banda. Quem sabe?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/YgTdL8kZkS8\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/YgTdL8kZkS8\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Zv5rolkqMy0\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Zv5rolkqMy0\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/R6HnfOBKQT4\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/R6HnfOBKQT4\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>&#8211; <span>Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/#%21\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<\/span><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a><span>) no Scream &amp; Yel<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Leonardo Vinhas\nConhe\u00e7a a chipmusic brasileira, uma m\u00fasica tocada com consoles de videogames port\u00e1teis ou computadores old school\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/12\/27\/entrevista-pulselooper-e-a-chipmusic\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[300,77,732],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22564"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22564"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22564\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58222,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22564\/revisions\/58222"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22564"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22564"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22564"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}