{"id":22441,"date":"2013-12-16T08:51:03","date_gmt":"2013-12-16T10:51:03","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=22441"},"modified":"2022-10-25T18:35:04","modified_gmt":"2022-10-25T21:35:04","slug":"para-entender-black-crowes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/12\/16\/para-entender-black-crowes\/","title":{"rendered":"Para Entender: Black Crowes"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-22443\" title=\"black1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/black1.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Leonardo Vinhas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 f\u00e1cil empurrar os Black Crowes em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 armadilha do r\u00f3tulo \u201cclassic rock\u201d: afinal, o grupo reconhece beber as fontes abertas por bandas que tiveram seu auge nos anos 1970, como Faces, Rolling Stones, Humble Pie e Grateful Dead. Mas seria igualmente injusto faz\u00ea-lo, j\u00e1 que a banda dos irm\u00e3os Chris (voz) e Rich Robinson (guitarras) faz mais que \u201catualizar\u201d a sonoridade setentista de seus \u00eddolos \u2013 \u00e9 bem mais correto dizer que eles est\u00e3o na mesma sintonia criativa, apontando novos rumos para um per\u00edodo do rock que era vigente quando eles eram crian\u00e7as, mas que, em seus cora\u00e7\u00f5es, nunca deixou de ser relevante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os Black Crowes come\u00e7aram, sim, como uma boa c\u00f3pia dos Stones de \u201cSticky Fingers\u201d e \u201cExile On Main Street\u201d. Seu primeiro disco, \u201cShake Your Money Maker\u201d (1990) emprestava at\u00e9 o tecladista da agremia\u00e7\u00e3o de Jagger &amp; Richards, o veterano Chuck Leavell. Mas j\u00e1 no segundo \u00e1lbum, \u201cThe Southern Harmony and Muscial Companion\u201d (1992), mostrava a identidade e a qualidade nas composi\u00e7\u00f5es assinadas a duo pelos irm\u00e3os \u2013 \u00fanicos membros constantes na forma\u00e7\u00e3o da banda. Notava-se ali um rock no qual soul e country eram influ\u00eancias fortes, e que cobrariam sua cota maior em discos como \u201cAmorica\u201d (1994) e \u201cBy Your Side\u201d (1999) \u2013 o primeiro, o magnum opus da banda, uma sonoridade estradeira, empoeirada mais pelo ac\u00famulo de quil\u00f4metros rodados do que pela passagem do tempo; o segundo, o trabalho mais pop da banda, acenando para uma vers\u00e3o enguitarrada dos cl\u00e1ssicos da Stax.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ivan Santos, vocalista e violonista da banda curitibana imof, diz que, desde o princ\u00edpio, \u201co grande diferencial do Black Crowes \u00e9 que eles conseguiram fazer um rock cl\u00e1ssico que n\u00e3o parecesse excessivamente reverente, derivativo ou retr\u00f4 de boutique. Sempre mostraram personalidade pr\u00f3pria e uma pegada atual, que mostrava que os caras n\u00e3o tinham parado no tempo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-22445\" title=\"black2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/black2.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/black2.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/black2-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda que a forma\u00e7\u00e3o est\u00e1vel n\u00e3o seja o forte dos Crowes, \u00e9 justo dizer que muitos m\u00fasicos que passaram pela banda deixaram sua marca e contribu\u00edram para a personalidade de suas diversas fases. Marcelo Gross, guitarrista da Cachorro Grande, aponta Marc Ford (guitarrista entre 1991 e 1997, e tamb\u00e9m entre 2005 e 2008) como um de seus preferidos. \u201cCurtia muito o estilo dele, marcou um per\u00edodo muito o som da banda\u201d, conta. O tecladista Eddie Harsch, que ficou quase quinze anos como integrante fixo, tamb\u00e9m deixou sua marca. E at\u00e9 Jimmy Page (precisa apresentar?) dividiu palco com a banda, deixando de legado o \u00e1lbum \u201cLive at the Greek\u201d (2000), no qual revisitavam juntos o repert\u00f3rio do Led Zeppelin e dos pr\u00f3prios Crowes (s\u00f3 que este ficou de fora do disco por raz\u00f5es contratuais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2002, a banda \u201cse permitiu um hiato\u201d, durante o qual Chris e Rich lan\u00e7aram discos solo, at\u00e9 que voltassem para uma turn\u00ea em 2005, e um novo disco de in\u00e9ditas, o \u00f3timo \u201cWarpaint\u201d (2008), que parecia um comp\u00eandio de todas as fases da banda embalados em composi\u00e7\u00f5es novas. Em 2009, veio \u201cBefore the Frost&#8230; Until the Freeze\u201d, CD simples que trazia o c\u00f3digo para o download de um segundo disco, configurando um \u00e1lbum duplo. \u201cBefore the Frost\u201d trazia o lado mais roqueiro dos Crowes, mas j\u00e1 permitindo novidades, como a influ\u00eancia disco e p\u00f3s-punk de \u201cI Ain\u2019t Hiding\u201d. J\u00e1 o disco \u201cbaix\u00e1vel\u201d, \u201cUntil the Freeze\u201d, mergulhava como nunca antes nas ra\u00edzes folk e bluegrass da banda (posteriormente, ambos os \u00e1lbuns seriam lan\u00e7ados em vinil duplo, com as m\u00fasicas em ordem diferente). Depois disso, uma nova pausa, e logo engataram uma sequ\u00eancia de turn\u00eas, em que o lado pop da banda vem sendo deixado de lado em favor de execu\u00e7\u00f5es cada vez mais longas das faixas, passando tanto por tons psicod\u00e9licos como por digress\u00f5es de livre improviso \u00e0 Grateful Dead.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2013, os Crowes lan\u00e7aram o ao vivo \u201cWiser for the Time\u201d exclusivamente em formato digital. Ali\u00e1s, 2013 foi tamb\u00e9m o ano em que a banda excursionou abrindo para Bruce Springsteen e a E Street Band na Europa, e no qual teve a Tedeschi Trucks Band como ato de abertura para os shows nos EUA. Como ambos parceiros de turn\u00ea, os Crowes v\u00eam revisitando todo o seu repert\u00f3rio, incluindo faixas obscuras e pouco tocadas, em shows extensos e imprevis\u00edveis. Prestes a completar 25 anos de carreira (come\u00e7aram em 1989), os Black Crowes seguem fazendo uma m\u00fasica bela, intensa e pouco acomodada, exibindo no palco a experi\u00eancia de quem j\u00e1 teve altos e baixos tanto em vendas como em criatividade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cRemedy\u201d: <\/strong>Ainda moleques e cheios de marra, os irm\u00e3os Robinson v\u00eam amparados por uma das melhores forma\u00e7\u00f5es dos Crowes e misturam o balan\u00e7o de New Orleans ao big rock setent\u00e3o. Um cl\u00e1ssico!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"The Black Crowes - Remedy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/T81xsEyfl3c?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cWiser Time\u201d: <\/strong>Uma sonoridade esparsa, cujos espa\u00e7os que podiam passer em brtanco s\u00e3o preenchidos com lirismo. O country deixa marcas indel\u00e9veis no car\u00e1ter da banda, e o resultado \u00e9 essa beleza.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"The Black Crowes Wiser Time.mpg\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9wn9E01KhIg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cOnly a Fool\u201d: <\/strong>Rolling Stones e Otis Redding, duas das maiores influ\u00eancias da banda, \u201ccobram ped\u00e1gio\u201d nesta faixa de &#8220;By Your Side&#8221;, que traz ainda a indissoci\u00e1vel assinatura guitarr\u00edstica de Rich Robinson.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"The Black Crowes -  Only A Fool (clipe oficial)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TyUidsOgxdA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cIn My Time of Dying\u201d: <\/strong>Dif\u00edcil saber quem presta tributo a quem aqui: se os \u201cdisc\u00edpulos\u201d Corvos est\u00e3o homenageando o mestre Page, ou se ele est\u00e1 reconhecendo o talento dos seguidores.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Jimmy Page &amp; The Black Crowes - In My Time Of Dying\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pSTkaIGNDMw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cAimless Peacock\u201d: <\/strong>A faixa de abertura de &#8220;\u2026Until the Freeze&#8221; n\u00e3o tem medo de misturar c\u00edtara com o fiddle t\u00edpico do bluegrass e uma gaita blueseira. Express\u00e3o maior das jornadas musicais at\u00edpicas que a banda vem exibindo nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"The Black Crowes - Aimless Peacock\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xc2h9dYdyAw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Depoimentos de m\u00fasicos que t\u00eam nos Black Crowes uma influ\u00eancia indispens\u00e1vel:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <strong>Marcelo Gross<\/strong> (guitarrista da Cachorro Grande e autor do rec\u00e9m-lan\u00e7ado \u00e1lbum &#8220;Use o Assento para Flutuar&#8221;): \u201cAcompanho a banda desde que ela surgiu. Ela tinha bem aquela cara das bandas que vieram no esquema do rock dos anos 70, mas filtrados com aquele&#8230; n\u00e3o sei se seria bem o estilo, mas a pegada dos anos 90. Sempre ouvi muito Free, The Band e The Faces, e quando ouvi os Black Crowes trazendo as influ\u00eancias dessas bandas numa outra \u00f3tica, pensei: \u2018p\u00f4, que lindo isso!\u00b4. Gosto dos irm\u00e3os Robinson, de eles terem essa coisa de dupla de compositores t\u00e3o forte como a parceria Jagger &amp; Richards, e curtia muito o Marc Ford, que infelizmente n\u00e3o est\u00e1 mais, mas o estilo dele marcou muito o som da banda. Tamb\u00e9m acho que tiveram um grande momento quando se juntaram com o Jimmy Page. No &#8220;Amorica&#8221; eles conseguiram sua identidade pr\u00f3pria. Ouvi esse disco at\u00e9 furar, e tenho o vinil at\u00e9 hoje. O \u00e1lbum tem essa mistura de todas as influ\u00eancias, mas com a cara deles. Tamb\u00e9m ouvi bastante o &#8220;Three Snakes and One Charm&#8221; (1996). E venho acompanhando todos os DVDs. Aquele gravado na casa [est\u00fadio] do Levon Helm (&#8216;Cabin Fever&#8221;, de 2009) \u00e9 demais, mostra influ\u00eancias indianas e de country rock ao que eles vinham fazendo. Indiretamente, eu sou muito influenciado por essa pegada rock\u2019n\u2019roll. Tem a slide guitar, tem a presen\u00e7a de palco, o estilo&#8230; \u00c9 uma banda de cabeceira para mim\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; Ivan Santos<\/strong> (vocalista e violonista da imof): &#8220;Parodiando aquela famosa frase, se voc\u00ea lembra dos anos 90, voc\u00ea n\u00e3o estava l\u00e1. Felizmente, nesse caso tenho a minha edi\u00e7\u00e3o nacional em vinil de &#8216;The Southern Harmony and Musical Companion&#8217; que comprei na \u00e9poca em que saiu por aqui, em 1992, pra me socorrer a mem\u00f3ria. Se bem que n\u00e3o me lembro exatamente como cheguei a ela, se por uma resenha da extinta revista Bizz, ou se comprei pela capa e pelo t\u00edtulo (sim, nesses tempos pr\u00e9-internet, quando era dif\u00edcil ter acesso aos discos ou ouvi-los antes, a gente fazia isso). O que certamente \u00e9 imposs\u00edvel de se esquecer \u00e9 o efeito que esse disco provocou quando soou pela primeira vez no velho aparelho de som do apartamento 1001 do Edif\u00edcio Asa, no centr\u00e3o de Curitiba. Foi paix\u00e3o \u00e0 primeira ouvida. Em \u00e9poca de predom\u00ednio do grunge no rock, os Crowes ousaram trilhar seu pr\u00f3prio caminho, com um som encharcado do melhor blues, soul, rhythm and blues e porque n\u00e3o, rock\u2019n\u2019roll. E faziam isso com uma propriedade e autoridade que poucos foram capazes de exibir. Quatro anos depois ainda tive a oportunidade de v\u00ea-los ao vivo em S\u00e3o Paulo, no Hollywood Rock, o que s\u00f3 aumentou minha admira\u00e7\u00e3o pela banda, pois no palco a m\u00fasica deles era ainda mais coesa e intensa. Pra mim, o grande diferencial do Black Crowes \u00e9 que eles conseguiram fazer um rock cl\u00e1ssico, calcado em Stones (circa &#8220;Exile On Main Street&#8221;), Faces, Led Zeppelin etc, mas sem parecerem excessivamente reverentes, derivativos ou retr\u00f4s de boutique. Sempre mostraram personalidade pr\u00f3pria e uma pegada atual, que mostrava que os caras n\u00e3o tinham parado no tempo. Al\u00e9m disso, as can\u00e7\u00f5es, as melodias e os riffs eram muito acima da m\u00e9dia, inclusive das bandas grunge badaladas na \u00e9poca, que pra mim, nunca chegaram aos p\u00e9s desses caras.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-22451\" title=\"black3\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/black3.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"416\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/black3.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/black3-300x206.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/#%21\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a>) no Scream &amp; Yel<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Para Entender: New Model Army -&gt; Extensa discografia que merece ser vasculhada (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/09\/24\/para-entender-new-model-army\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Para Entender: The Replacements -&gt; Em seu auge, a banda lan\u00e7ou discos perfeitos (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/08\/28\/para-entender-the-replacements\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Tedeschi Trucks Band: o que era bom em \u201cRevelator\u201d ficou \u00f3timo em \u201cMade Up Mind\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/09\/30\/babasonicos-frusciante-trucks\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Discografia comentada: todos os discos de Bruce Springsteen (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/08\/16\/discografia-comentada-bruce-springsteen\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cCelebration Day\u201d, Led Zeppelin: set list de can\u00e7\u00f5es que mereciam est\u00e1tuas em pra\u00e7as (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/01\/04\/cds-costello-led-zeppelin-e-doors\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Uma banda que investe numa sonoridade na qual rock, soul e country s\u00e3o influ\u00eancias fortes. Aqui 5 m\u00fasicas para entende-los. \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/12\/16\/para-entender-black-crowes\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[298,131],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22441"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22441"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22441\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":70377,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22441\/revisions\/70377"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22441"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22441"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22441"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}