{"id":21984,"date":"2013-11-29T17:14:46","date_gmt":"2013-11-29T19:14:46","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=21984"},"modified":"2020-10-05T15:31:55","modified_gmt":"2020-10-05T18:31:55","slug":"entrevista-siba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/29\/entrevista-siba\/","title":{"rendered":"Entrevista: Siba"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21985\" title=\"siba1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/siba1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"947\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/siba1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/siba1-191x300.jpg 191w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/silva.leonel.900\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Leonel<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Figura bastante ativa desde os anos 90, ainda quando integrava a banda Mestre Ambr\u00f3sio, o m\u00fasico S\u00e9rgio Roberto Veloso de Oliveira, Siba, mant\u00e9m um trabalho cada vez mais ecl\u00e9tico e plural, explorando novas refer\u00eancias e sonoridades a cada trabalho lan\u00e7ado. Remanescente do movimento manguebeat \u2013 surgido em Pernambuco no in\u00edcio da d\u00e9cada de 90 \u2013 o cantor Siba produz uma m\u00fasica com forte presen\u00e7a de percuss\u00e3o aliando referencias como tropic\u00e1lia, rock e tamb\u00e9m elementos da cultura popular nordestina, como a ciranda e o maracatu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao lado do Mestre Ambr\u00f3sio, Siba lan\u00e7ou tr\u00eas discos (\u201cMestre Ambr\u00f3sio\u201d, 1996, \u201cFu\u00e1 na Casa de Cabral\u201d, 1997 e \u201cTerceiro Samba\u201d, 2001), e seu pr\u00f3ximo projeto come\u00e7ou em 2002, quando formou a Fuloresta do Samba, uma banda focada na sonoridade t\u00edpica da Zona da Mata pernambucana, trazendo para o palco cirandas e um sotaque regionalista, processo que resultou no \u00e1lbum \u201cFuloresta do Samba\u201d (2002) e em &#8220;Baque Solto Somente&#8221; (2003), este \u00faltimo feito ao lado de Mestre Barachinha, um dos maiores nomes do maracatu rural.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2009, Siba lan\u00e7ou &#8220;Violas de Bronze&#8221;, \u00e1lbum em parceria com o violeiro, cantor e compositor Roberto Corr\u00eaa, enquanto seguia com a Fuloresta do Samba e se preparava para \u201cAvante\u201d, seu disco totalmente solo lan\u00e7ado em 2012, um \u00e1lbum em que o m\u00fasico deixou a rabeca de lado e optou pela guitarra. \u201cOuvi bastante Jimi Hendrix, ele foi um artista central no processo\u201d, relembra, ainda citando Alceu, Z\u00e9 Ramalho, Tropic\u00e1lia e Quinteto Violado como influ\u00eancias. Al\u00e9m da m\u00fasica do Congo: \u201c\u00c9 um estilo de guitarra bem interessante\u201d, conta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com quatro de seus discos dispon\u00edveis para download gratuito em seu site oficial &#8211; incluindo &#8220;Avante&#8221; (<a href=\"http:\/\/mundosiba.com.br\/downloads\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/mundosiba.com.br\/downloads<\/a>), Siba acredita que \u201co artista tem que escolher\u201d a melhor forma de trabalhar a carreira, mas opina: \u201cA escolha pelo download gratuito n\u00e3o impossibilita a venda de discos. Vende numa escala bem menor, mas \u00e9 porque as coisas mudaram\u201d, diz com a experi\u00eancia de quem j\u00e1 passou \u2013 com o Mestre Ambr\u00f3sio \u2013 por uma grande gravadora: \u201cHavia uma estrutura irreal, meio artificial, que n\u00e3o entendia a banda\u201d, relembra. E encerra a quest\u00e3o: \u201cEu prefiro como \u00e9 hoje\u201d. Confira abaixo o bate papo com Siba:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"100%\" height=\"450\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?url=https%3A\/\/api.soundcloud.com\/playlists\/1463932&amp;color=ff5500&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_artwork=true\"><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Um aspecto do seu trabalho muito lembrado sempre \u00e9 a forma como voc\u00ea faz refer\u00eancia \u00e1 aspectos da cultura popular de Pernambuco e traduz isso numa linguagem mais plural e acess\u00edvel para o grande p\u00fablico. Isso \u00e9 algo que voc\u00ea j\u00e1 desenvolve ao longo dos anos? \u00c9 consciente o trabalho com essa forma de se comunicar?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o sei. Essa coisa da tradu\u00e7\u00e3o, ela n\u00e3o se d\u00e1 por inten\u00e7\u00e3o minha. N\u00e3o existe uma milit\u00e2ncia. (A tradu\u00e7\u00e3o) talvez ocorra porque sou uma pessoa que circula em v\u00e1rios meios, sou uma pessoa que veio do interior, mas teve forma\u00e7\u00e3o como um cara da cidade. Fiz parte de um ambiente cultural mais de classe m\u00e9dia, com curso superior, mas ainda ligado a formas de arte como ciranda, maracatu e poesia popular. Embora essas formas n\u00e3o sejam necessariamente ligadas a pessoas pobres, h\u00e1 ainda um senso comum que faz essa rela\u00e7\u00e3o. Quando meu trabalho tem uma proje\u00e7\u00e3o disso pra outro universo, acaba sendo possibilitado esse entendimento. Hoje em dia n\u00e3o \u00e9 uma inten\u00e7\u00e3o, em outra \u00e9poca talvez tenha sido, talvez na \u00e9poca do Mestre Ambr\u00f3sio tiv\u00e9ssemos essa ideia de \u201cmilit\u00e2ncia\u201d consciente de rebeldia, de divulgar a cultura local e fazer a nossa leitura para aquela momento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando do Mestre Ambr\u00f3sio. A banda encerrou as atividades em 2004&#8230; O que ocorreu pra esse t\u00e9rmino? O pessoal partiu para outros projetos?<\/strong><br \/>\nBanda, trabalho coletivo, exige muita entrega. Voc\u00ea abre sua individualidade em nome de um coletivo. Nossa banda durou 12 anos, chegamos a um momento no qual as necessidades pessoais ficaram mais fortes do que aquelas que possibilitavam o coletivo em si. Isso foi fragmentando tudo, n\u00e3o houve um fato espec\u00edfico pra acabar. A gente nem anunciou que acabou. Paramos alguns meses e depois um tempo maior, integrantes foram saindo, at\u00e9 que a banda em si passou a ser invi\u00e1vel. Nunca vi sentido em fazer uma retomada saudosa disso, uma comemora\u00e7\u00e3o de 10 ou 20 anos. Ningu\u00e9m viu. Para o Mestre Ambr\u00f3sio voltar, teria que ter algo a dizer para os dias de hoje e n\u00e3o recuperar algo que ficou l\u00e1 atr\u00e1s. Antes me perguntavam mais sobre isso, hoje em dia nem tanto. J\u00e1 fui mais cobrado sobre isso, mas foi mudando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Disco \u201cAvante\u201d tem um enfoque maior no uso de guitarras embora voc\u00ea seja conhecido por dominar tamb\u00e9m outros instrumentos. Como foi o lance de voltar a explorar as seis cordas?<\/strong><br \/>\nNessa fase nova do meu trabalho, senti que precisava de um instrumento comigo, algo mais m\u00f3vel pra simplificar o processo, o controle em mim. A rabeca era mais limitada, e como eu j\u00e1 tinha um p\u00e9 na guitarra, a mudan\u00e7a aconteceu. No come\u00e7o, \u201cAvante\u201d foi todo pensado pra ser tocado em viola el\u00e9trica e dai fui passando pra guitarra, e virou um show de guitarra, o instrumento foi aparecendo naturalmente a partir das buscas e das respostas que fui encontrando.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/AvuFMu0brIM\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/AvuFMu0brIM\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que voc\u00ea estava ouvindo durante a grava\u00e7\u00e3o do disco?<\/strong><br \/>\nOuvi bastante Jimi Hendrix, ele foi um artista central no processo, tanto como m\u00fasico, como poeta e compositor. Foi muito legal retomar isso hoje, perceber os mesmos elementos que eu notei no come\u00e7o de carreira, que me fizeram escolher o que escolhi. A m\u00fasica congolesa foi bem importante tamb\u00e9m, tanto o som atual e o dos anos 60 e 50, nomes como Franco (o m\u00fasico congol\u00eas Fran\u00e7ois Luambo Makiadi) principalmente. \u00c9 um estilo de guitarra bem interessante, uma linhagem bem afastada do blues. Foi uma descoberta tardia, mas que acrescentou bastante. A guitarra do Congo \u00e9 um instrumento de escola pr\u00f3pria. \u00c9 bastante inovadora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em uma entrevista voc\u00ea citou tamb\u00e9m a m\u00fasica nordestina dos anos 60 e 70&#8230;<\/strong><br \/>\nSim. Fazendo o trabalho que estou fazendo agora, \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o dialogar com nomes como Alceu Valen\u00e7a, Z\u00e9 Ramalho, Quinteto Violado e o pessoal da Tropic\u00e1lia. N\u00e3o precisei retomar essa escuta porque isso est\u00e1 muito em mim ainda, s\u00f3 que procurei elementos novos que trouxessem ideias para o processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea chegou ao est\u00fadio com as composi\u00e7\u00f5es prontas ou foi mudando muita coisa durante a grava\u00e7\u00e3o, como isso ocorreu?<\/strong><br \/>\nAs m\u00fasicas estavam prontas, poucos detalhes foram mudados durante a grava\u00e7\u00e3o, algum texto, algumas letras se alteraram durante o processo, mas os arranjos foram feitos em grande parte antes e junto com os m\u00fasicos que participaram do disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco saiu em janeiro de 2012. J\u00e1 h\u00e1 uma trajet\u00f3ria tocando esse disco na estrada. Ao vivo o som muda?<\/strong><br \/>\nMuda sim. Vejo a estrada como um lugar por excel\u00eancia da realiza\u00e7\u00e3o do trabalho. O disco a gente faz pra ter uma refer\u00eancia e seguir na estrada, mas o trabalho mesmo se d\u00e1 no palco, conforme a necessidade de cada show. Experimento muito. Se voc\u00ea tiver chance de ver registros dos shows do come\u00e7o da turn\u00ea vai ver como mudou, a guitarra foi mudando muito, experimentei bastante no caminho, alguns m\u00fasicos foram mudando tamb\u00e9m. A estrada \u00e9 um processo em aberto sempre. No momento em que estamos agora isso acontece menos, muita coisa j\u00e1 est\u00e1 definida, muita coisa fica autom\u00e1tico, mas \u00e9 mais prazeroso tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Se voc\u00ea fosse gravar o disco hoje, voc\u00ea acha que as can\u00e7\u00f5es estariam bem diferentes do que est\u00e3o no disco?<\/strong><br \/>\nCertamente. N\u00e3o tem como. N\u00e3o posso voltar pra aquele tempo e fazer o mesmo disco. Eu teria que fazer o disco como ele soa hoje, soaria como estou hoje. Inclusive se fosse gravar de novo, acho que eu estaria tocando melhor&#8230; (risos)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/hqbgTBbq_Fs\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/hqbgTBbq_Fs\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cToda Vez que Dou um Passo, o Mundo Sai do Lugar\u201d foi gravado junto com o pessoal da Fuloresta. Imagino que a mudan\u00e7a do trabalho anterior para o \u201cAvante\u201d, mais focado no individual, tenha sido uma responsabilidade maior. Como voc\u00ea encarou essa mudan\u00e7a?<\/strong><br \/>\nNa verdade \u00e9 o contr\u00e1rio. Na Fuloresta eu tinha mais controle. Apesar de ser um grupo, era um coletivo no qual eu dirigia com muito mais autonomia. J\u00e1 no \u201cAvante\u201d n\u00e3o h\u00e1 uma identidade do grupo, os m\u00fasicos mudam (s\u00f3 um m\u00fasico que gravou o disco est\u00e1 em turn\u00ea). Os m\u00fasicos chegam com informa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o incorporadas, o disco est\u00e1 sempre em di\u00e1logo com os m\u00fasicos que est\u00e3o tocando as m\u00fasicas ao vivo. Embora eu assine, eu tenho menos controle do que teria em um grupo como Fuloresta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Algum registro est\u00e1 sendo feito dessa turn\u00ea?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o. N\u00f3s fizemos um registro do processo de cria\u00e7\u00e3o do disco, que virou o filme \u201cNos Bal\u00e9s da Tormenta\u201d. \u00c9 o registro da coisa sendo feita, antes dela tomar um formato aceit\u00e1vel. Est\u00e1 tudo no v\u00eddeo \u2013 at\u00e9 o que n\u00e3o presta pra todo mundo ver. N\u00e3o sei se pretendo fazer registro ao vivo, estou com outras ideias na minha cabe\u00e7a j\u00e1, alguns projetos para o ano que vem. Quero reunir um grupo pra come\u00e7ar a tocar junto e trabalhar algumas ideias, e \u00e9 prov\u00e1vel que isso vire algo pra 2014, mas s\u00e3o s\u00f3 esbo\u00e7os no momento. Veremos o que rola pra frente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00ea v\u00ea as formas de compartilhamento de m\u00fasica dispon\u00edveis hoje? Como essas m\u00eddias afetam teu trabalho?<\/strong><br \/>\nSou da opini\u00e3o que o artista tem que escolher. Quando essa coisa do download come\u00e7ou a aparecer, havia um discurso muito intenso que condenava o artista que necessariamente n\u00e3o estava liberando os discos de gra\u00e7a, como se fosse uma obriga\u00e7\u00e3o do artista, como se a cultura deixasse de ser livre apenas por n\u00e3o disponibilizar a obra. Acho que cada um sabe o que faz com o que cria. Mas acho que para viver do seu trabalho no Brasil, circular, \u00e9 fundamental divulgar o trabalho pelos downloads. \u00c9 a alternativa \u00e0 falta de espa\u00e7os na grande m\u00eddia. \u00c9 um jeito de dialogar com o p\u00fablico, uma forma de ter um compartilhamento ativo do seu p\u00fablico. Acho tamb\u00e9m que a escolha pelo download gratuito n\u00e3o impossibilita a venda de discos. Vende numa escala bem menor, mas \u00e9 porque as coisas mudaram. Eu prefiro como \u00e9 hoje. \u00c9 mais vivo, mais independente do que no tempo em que est\u00e1vamos na Sony, quando havia uma estrutura irreal, meio artificial, que n\u00e3o entendia a banda. Se \u00e9 pra n\u00e3o ser \u201cmainstream\u201d que seja do jeito que est\u00e1 hoje. Melhor assim.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/WU1lpB0O_QE\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/WU1lpB0O_QE\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/TjHzrhyS6sA\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/TjHzrhyS6sA\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/uTS-nWOYkqw\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/uTS-nWOYkqw\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Bruno Leonel \u00e9 colaborador da webradio <a href=\"http:\/\/www.almalondrina.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Alma Londrina<\/a> e <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/12\/19\/entrevista-marcia-castro\/\">j\u00e1 entrevistou M\u00e1rcia Castro<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leia tamb\u00e9m:<br \/>\n&#8211; &#8220;Avante&#8221;: faixa t\u00edtulo une Jack White com repente num disco inquietante (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/08\/29\/cds-zeca-baleiro-bnegao-siba\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Bruno Leonel\n&#8220;Se \u00e9 pra n\u00e3o ser mainstream que seja do jeito que est\u00e1 hoje. Melhor assim&#8221;, avisa Siba em bate papo franco e inteligente\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/29\/entrevista-siba\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":13,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[77,282],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21984"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21984"}],"version-history":[{"count":15,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21984\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":57694,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21984\/revisions\/57694"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21984"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21984"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21984"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}