{"id":21960,"date":"2013-11-28T09:28:29","date_gmt":"2013-11-28T11:28:29","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=21960"},"modified":"2022-09-23T03:38:50","modified_gmt":"2022-09-23T06:38:50","slug":"tres-perguntas-stela-campos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/28\/tres-perguntas-stela-campos\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas perguntas: Stela Campos fala sobre lan\u00e7a \u201cDumbo\u201d, um disco de can\u00e7\u00f5es \u00f3rf\u00e3s de v\u00e1rias fases de sua carreira"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21961\" title=\"stela1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/stela1.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Stela Campos lan\u00e7ou quatro discos em 10 anos (\u201dC\u00e9u de Brigadeiro\u201d, 1999, \u201cFim de Semana\u201d, 2002, \u201cHotel Continental\u201d, 2005, e \u201cMustang Bar\u201d, 2009 &#8211; <a href=\"http:\/\/www.stelacampos.com.br\/discos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">todos liberados para download aqui<\/a>), mas seu lado de compositora compulsiva nunca tinha vindo \u00e0 tona, at\u00e9 agora, momento em que a cantora lan\u00e7a \u201cDumbo\u201d, um disco de can\u00e7\u00f5es \u00f3rf\u00e3s de v\u00e1rias fases de sua carreira, retrabalhadas em est\u00fadio em 2012 ao lado de can\u00e7\u00f5es nov\u00edssimas na companhia de Diogo Valentino (que assumiu a produ\u00e7\u00e3o), Mancha Leonel e Filipe Giraknob.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cMostrei 33 m\u00fasicas no primeiro encontro\u201d, ela conta. \u201cNa verdade, tenho v\u00e1rias caixas de fitas K-7 que ainda n\u00e3o foram exploradas e tampouco digitalizadas\u201d, avisa. Do Ba\u00fa da Stela sa\u00edram 11 can\u00e7\u00f5es para \u201cDumbo\u201d, que est\u00e1 sendo lan\u00e7ado em vinil: \u201cAinda tive a vantagem de poder pensar o lado A e lado B, um exerc\u00edcio criativo extremamente prazeroso\u201d. Quatro faixas que ficaram de fora v\u00e3o se transformar em um EP a ser lan\u00e7ado em breve. J\u00e1 o restante do material poderia, segundo ela, render um \u201cDumbo 2, 3 e 4\u201d&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m de dois integrantes do Supercordas (Diogo e Filipe) e Mancha Leonel, \u201cDumbo\u201d conta com participa\u00e7\u00f5es de Lulina, Juliana R., Laura Wrona, Leo Monstro, Bernard Symon, Clayton Martins e Guri Assis, respons\u00e1vel pela guitarra solo em \u201cUnkind\u201d, uma das faixas novas, \u201cal\u00e9m da palhinha ultra-especial do meu filho Vitor (de 9 anos)\u201d, em \u201cCandy Shop Fire\u201d.  Abaixo, tr\u00eas perguntas mais um faixa a faixa de \u201cDumbo\u201d comentado por Stela:<\/p>\n<p><iframe style=\"border: 0; width: 100%; height: 142px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=3117465162\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/tracklist=false\/artwork=small\/transparent=true\/\" seamless><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como foi a adapta\u00e7\u00e3o a essa formato de grava\u00e7\u00e3o, em que a Stela Campos instrumentista, mais presente nos discos anteriores, ficou observando \/ admirando o trabalho dos m\u00fasicos em est\u00fadio? Como \u00e9 essa sensa\u00e7\u00e3o, que soa nova pra voc\u00ea?<\/strong><br \/>\nFoi um processo bem diferente mesmo. Sa\u00ed de f\u00e9rias, deixando as vozes guias e as bases de viol\u00e3o para os meninos, quero dizer o Diogo Valentino, Mancha Leonel e o Filipe Giraknob, come\u00e7arem a ir viajando por cima, com a inten\u00e7\u00e3o de come\u00e7ar o trabalho de verdade na volta. Uma semana depois, na praia, recebo um e-mail com uma primeira leva de can\u00e7\u00f5es praticamente prontas. Poderia ter pensado &#8220;como assim? Quero tocar tamb\u00e9m!&#8221;, mas ficou tudo t\u00e3o bom que s\u00f3 pude ficar feliz pelo disco estar em boas m\u00e3os. E, afinal, a raz\u00e3o de eu ter chamado o pessoal para a produ\u00e7\u00e3o foi o fato de o Supercordas ser uma das minhas bandas favoritas da atualidade. Deu tudo certo: eles entenderam bem o esp\u00edrito das demos, respeitaram minhas ideias, alguns pr\u00e9-arranjos que eu tinha feito e deram um grande &#8220;improve&#8221; no material. Tive muita sorte de trabalhar com eles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como rolou a decis\u00e3o de lan\u00e7ar \u201cDumbo\u201d em vinil? <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/05\/13\/entrevistao-lulina-e-stela-campos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Na \u00faltima conversa nossa<\/a> (2010) voc\u00ea tinha meio que desistido da m\u00eddia CD e chegou a disponibilizar alguns lan\u00e7amentos (EPs e singles) para download gratuito. Onde entra o vinil nessa hist\u00f3ria toda?<\/strong><br \/>\nParticularmente, n\u00e3o tenho nada contra CDs. Como m\u00eddia f\u00edsica, o CD ainda tem suas vantagens: \u00e9 mais pr\u00e1tico, n\u00e3o risca f\u00e1cil e, sobretudo, custa bem menos. Tanto em termos de consumo, quanto de prensagem. Mas sabemos que \u00e9 uma m\u00eddia muito desvalorizada hoje em dia, a ponto de n\u00e3o valer o investimento. No entanto, sou uma colecionadora de discos \u00e0 moda antiga e sinto falta da edi\u00e7\u00e3o f\u00edsica. Assim, o vinil veio como uma op\u00e7\u00e3o natural. Est\u00e1 rolando um revival muito bem vindo da velha m\u00eddia, que sempre achei superior. Especialmente quanto ao impacto visual. Me lembro o quanto ficava hipnotizada olhando as capas dos meus primeiros LPs. Esta imers\u00e3o sensorial meio que se perdeu com o CD. Quando eu vi o quanto tinha ficado linda a arte de \u201cDumbo\u201d (da Juliana Pontual), me convenci de vez que precisava prensar em vinil. Assim ainda tive a vantagem de poder pensar o lado A e lado B, um exerc\u00edcio criativo extremamente prazeroso. Na verdade, tive tamb\u00e9m que deixar umas quatro m\u00fasicas de fora devido \u00e0 limita\u00e7\u00e3o de tempo do vinil, que s\u00f3 comporta 40 minutos. Mas acho que no fim ter feito um disco mais enxuto foi muito bom. As m\u00fasicas que sobraram v\u00e3o virar um EP bem bacana, em breve.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cDumbo\u201d \u00e9 uma cole\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es \u00f3rf\u00e3s de v\u00e1rias \u00e9pocas: como foi para voc\u00ea dar uma unidade a um repert\u00f3rio de composi\u00e7\u00f5es feito em um espa\u00e7o de tempo mais esparso? E al\u00e9m de \u201cMogli\u201d, ficou muita coisa ainda no Ba\u00fa da Stela?<\/strong><br \/>\nA unidade vem de dois fatores. Primeiro, as can\u00e7\u00f5es redescobertas se integram ao meu estado de esp\u00edrito atual e ao tom das novas composi\u00e7\u00f5es (\u201cWork\u201d, \u201cUnkind\u201d, etc). Segundo, todas as letras foram feitas ou completadas \u00e0s v\u00e9speras da grava\u00e7\u00e3o do disco. Eu nem sinto o \u201cDumbo\u201d como uma cole\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es antigas, embora seja (em maior parte). Faixas como &#8220;Be a Bad Son&#8221;, rascunhadas em 1996, 1997, soaram como uma completa novidade para mim. Eu n\u00e3o me lembrava de jeito nenhum de ter feito elas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto ao ba\u00fa, sim, tem mais coisas. A ideia era fazer um disco duplo, mas ficaria muito caro. No primeiro encontro com o Diogo e Filipe, mostrei junto com o Luciano Buarque, meu marido e parceiro em todos os discos, mais de 33 m\u00fasicas. Na verdade, tenho v\u00e1rias caixas de fitas K-7 que ainda n\u00e3o foram exploradas e tampouco digitalizadas. O material desse disco (e do que sobrou) veio de apenas dois tapes. Acho que poder\u00edamos fazer o \u201cDumbo\u201d 2, 3, 4, mas o pr\u00f3ximo passo \u00e9 maturar as can\u00e7\u00f5es em portugu\u00eas que temos juntado desde &#8220;Mustang Bar&#8221;. Vamos ver&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-21968  aligncenter\" title=\"dumbo1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/dumbo1.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/dumbo1.jpg 450w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/dumbo1-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/dumbo1-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;Dumbo&#8221;, Faixa a faixa (por Stela Campos)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &#8220;Be a Bad Son&#8221; \u2013 Eu j\u00e1 tinha o repert\u00f3rio de &#8220;Dumbo&#8221; pr\u00e9-selecionado, mas resolvi vasculhar uma caixa de cassetes antigos. Logo na primeira fita que peguei, encontrei d\u00fazias de esbo\u00e7os que eu nem imaginava que existiam. \u201cBe a Bad Son\u201d \u00e9 uma dessas faixas. Um folk rock nervoso, com certeza composto sob a influ\u00eancia da PJ Harvey.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &#8220;Candy Shop Fire&#8221; \u2013 Nos meus discos anteriores, prevaleciam pequenas cr\u00f4nicas, hist\u00f3rias sobre personagens fict\u00edcios ou n\u00e3o. &#8220;Dumbo&#8221; muda esse padr\u00e3o: todas as letras s\u00e3o confessionais, a maioria composta em primeira pessoa. O Luciano Buarque comp\u00f4s esta nova can\u00e7\u00e3o, aproveitando um refr\u00e3o antigo meu: o \u201cpa pa pa\u201d onde se ouve as vozes de Lulina, Laura Wrona e Juliana R, al\u00e9m da palhinha ultra-especial do meu filho Vitor (de 9 anos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &#8220;She\u2019s Leaving Town&#8221; \u2013 Esta eu compus em meados de 2004 e pensei em inclui-la no \u201cHotel Continental\u201d e, depois, no \u201cMustang Bar\u201d. Demorou a sair da gaveta, mas ficou et\u00e9rea e r\u00fastica como eu queria. \u00c9 uma das minhas favoritas \u2013 e tamb\u00e9m uma can\u00e7\u00e3o-piv\u00f4 deste projeto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &#8220;Traveling Man&#8221; \u2013 Outra que eu n\u00e3o lembrava que existia, recuperada de um programa que fiz na TV pernambucana. Tem um feeling de estrada, ensolarado; meio George Harrison. Adoro os slides e os timbres de clavinete que o Diogo Valentino usou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &#8220;Unkind&#8221; \u2013 Uma das novas. Minha demo era mais intimista, s\u00f3 voz, viol\u00e3o e delays. O Diogo fez essa completa reinven\u00e7\u00e3o, inserindo beats e texturas intricadas &#8211; e eu aprovei totalmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &#8220;Are You Mad At Me?&#8221; \u2013 Diferente dos meus outros discos, em \u201cDumbo\u201d eu n\u00e3o toquei muitos instrumentos \u2013 ou melhor, quase n\u00e3o toquei. Gravava as bases e quando voltava ao est\u00fadio, os meninos (Diogo, Mancha e Felipe) j\u00e1 haviam viajado um monte em cima das m\u00fasicas, sempre com resultados irretoc\u00e1veis. Em \u201cAre You Mad At Me?\u201d, no entanto, eu quis preservar o tom lo-fi da minha demo original. Gravei o 2\u00ba viol\u00e3o e os synths, exatamente do jeito que costumo fazer em casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &#8220;I Walk Alone&#8221; \u2013 &#8220;Dumbo&#8221; seria um \u00e1lbum duplo, por\u00e9m tive que abortar a ideia para n\u00e3o encarecer o projeto. Parte do material que acabou n\u00e3o entrando era mais tenso, pesado \u2013 deveria aparecer num segundo disco que apelidamos de \u201cMogli\u201d.\u00a0 J\u00e1 testada em alguns shows, a antiga \u201cI Walk Alone\u201d (de 1997) \u00e9 uma das que sobreviveram ao repert\u00f3rio final.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &#8220;Red Alert&#8221; &#8211; Tirada da mesma fita onde enconrei \u201cI Walk Alone\u201d \u2013 na verdade, a \u201cRed Alert\u201d do k7 tamb\u00e9m vinha logo na sequ\u00eancia. Era um folk bem r\u00fastico, l\u00edrico, mas voltou em vers\u00e3o turbinada com Diogo e companhia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &#8216;Take Me Back To Planet Earth&#8221; \u2013 Uma das m\u00fasicas do Luciano Buarque selecionadas para o j\u00e1 comentado \u201cMogli\u201d. O Clayton Martin apareceu no est\u00fadio, tocou bateria e criou aquele interl\u00fadio inusitado que soa como o momento de reden\u00e7\u00e3o do personagem da can\u00e7\u00e3o \u2013 a se\u00e7\u00e3o \u201cdos anjos\u201d, como chamamos internamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &#8220;Dumbo&#8221; \u2013 o t\u00edtulo engloba o conceito das can\u00e7\u00f5es \u201c\u00f3rf\u00e3s\u201d, por isso a escolha. Da mesma safra de \u201cShe\u2019s Leaving Town\u201d, soa como um mantra espacial. L\u00e9o Monstro colaborou com teclado; Lulina, Laura Wrona e Juliana R se juntaram ao coro psicod\u00e9lico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Work \u2013 Outra favorita. Foi uma das \u00faltimas que fiz para &#8220;Dumbo&#8221; e traz um dueto com Juliana R. Tem um clima perfeito de encerramento, na minha opini\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21971\" title=\"stela2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/stela2.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/stela2.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/stela2-300x198.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p>&#8211; Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Calmantes com Champagne<\/a><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Entrevist\u00e3o 2010: Stela Campos e Lulina conversam com o Scream &amp; Yell (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/05\/13\/entrevistao-lulina-e-stela-campos\/\">leia aqui<\/a>)<\/p>\n<p><strong>Tr\u00eas perguntas para:<\/strong><br \/>\n&#8211; Constantina: &#8220;M\u00fasica Instrumental esteve por muito tempo marginalizada&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/19\/tres-perguntas-constantina\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; B\u00e1rbara Eugenia: \u201cS\u00e3o Paulo me fez cantar\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/14\/tres-perguntas-barbara-eugenia\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Pedro Bonifrate: \u201cMuseu de Arte Moderna\u201d funciona mais como uma cole\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/12\/tres-perguntas-pedro-bonifrate\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Garotas Suecas: \u201cN\u00e3o vamos cantar em ingl\u00eas para \u2018conquistar os gringos\u2019.\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/10\/tres-perguntas-garotas-suecas\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Maglore: \u201cEst\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil ser uma banda independente\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/08\/tres-perguntas-maglore\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Andr\u00e9 Mendes: \u201cEu queria agora era fazer um disco leve e minimalista. Est\u00e1 feito\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/04\/tres-perguntas-andre-mendes\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Ga\u00eda Passarelli e Chuck Hipolitho falam do canal Gato &amp; Gata (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/03\/tres-perguntas-gato-gata\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Russell Slater, editor do site brit\u00e2nico Sounds and Colours (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/09\/12\/tres-perguntas-russell-slater\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Pedro Ver\u00edssimo: \u201cA Tom Bloch nunca acabou, como muita gente pensa\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/07\/31\/tres-perguntas-pedro-verissimo\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Explosions In The Sky: \u201cAcho que voc\u00ea disse a palavra principal: emo\u00e7\u00e3o\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/05\/03\/tres-perguntas-explosions-in-the-sky\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Oy: \u201cSenti que a m\u00fasica deveria crescer, tornar-se mais abrangente\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/04\/22\/tres-perguntas-oy\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; John Ulhoa: \u201cAgora vamos pensar um bocado em Pato Fu, e vir\u00e1 algo novo\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2013\/04\/19\/tres-perguntas-john-ulhoa\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa\nStela Campos est\u00e1 lan\u00e7ando &#8220;Dumbo&#8221;, um disco de can\u00e7\u00f5es \u00f3rf\u00e3s de v\u00e1rias fases de sua carreira retrabalhadas em 2012\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/28\/tres-perguntas-stela-campos\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[281,52],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21960"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21960"}],"version-history":[{"count":21,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21960\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":69804,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21960\/revisions\/69804"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21960"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21960"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21960"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}