{"id":21736,"date":"2013-11-19T09:22:11","date_gmt":"2013-11-19T12:22:11","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=21736"},"modified":"2013-12-20T10:08:17","modified_gmt":"2013-12-20T13:08:17","slug":"tres-perguntas-constantina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/19\/tres-perguntas-constantina\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas perguntas: Constantina"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21737\" title=\"constantina1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/constantina1.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No final de 2003 surgia em um pequeno home studio do bairro Santo Ant\u00f4nio, em Belo Horizonte, o Constantina, uma banda de rock instrumental que entendeu que o cen\u00e1rio independente n\u00e3o \u00e9 local para acomodados: \u00e9 preciso batalhar e abrir portas! Em 10 anos de banda, o quinteto j\u00e1 soma cinco \u00e1lbuns lan\u00e7ados, participa\u00e7\u00f5es em colet\u00e2neas, um festival pr\u00f3prio (o Pequenas Sess\u00f5es que em 2013 chegou \u00e0 sua 6\u00aa edi\u00e7\u00e3o) e turn\u00eas nacionais e internacionais, somando duas passagens pelo prestigiado festival South by Southwest, em 2011 e 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2013, completando 10 anos, o Constantina anuncia disco novo para dezembro, \u201cPelicano\u201d (\u201c<a href=\"http:\/\/constantinamusic.bandcamp.com\/album\/pac-fico\" target=\"_blank\">Pacifico<\/a>\u201d, o mais recente, \u00e9 de 2012 e conta com participa\u00e7\u00f5es de Wado e Franny Glass, entre outros), e libera para download gratuito em seu site oficial (<a href=\"http:\/\/www.constantina.art.br\" target=\"_blank\">http:\/\/www.constantina.art.br<\/a>) a primeira faixa do novo trabalho, \u201cColorir\u201d, uma m\u00fasica gravada no est\u00fadio americano Womens Audio Mission (WAM) durante a turn\u00ea realizada nos Estados Unidos, em 2012. \u201cTerri Winston foi incr\u00edvel\u201d, relembra o baterista Daniel Nunes. \u201cEla desenvolve este projeto, WAM, no qual o est\u00fadio serve de laborat\u00f3rio para mulheres que pretendem trabalhar no mercado da produ\u00e7\u00e3o musical profissional. Um belo espa\u00e7o para trocas e aprendizagens\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ter uma banda instrumental no Brasil sempre foi um desafio. \u201c\u00c9 um cen\u00e1rio que ainda est\u00e1 amadurecendo e se descobrindo\u201d, pondera o guitarrista Bruno Nunes. \u201cAcho que tivemos uma grande virada nos \u00faltimos tr\u00eas anos, apesar de estar longe de ideal\u201d, analisa o guitarrista Alex Fernandino (al\u00e9m de Alex, Daniel e Bruno, o Constantina conta com Andr\u00e9 Veloso no baixo e GA Barulhista na percuss\u00e3o e eletr\u00f4nicos). Abaixo, tr\u00eas perguntas para a banda:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"100%\" height=\"450\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?url=https%3A\/\/api.soundcloud.com\/users\/1412982&amp;color=ff6600&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true\"><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando voc\u00eas come\u00e7aram a banda em 2003, imaginavam estar juntos 10 anos depois? Qual o segredo para manter uma banda independente unida no Brasil?<\/strong><br \/>\n<strong>Daniel Nunes<\/strong>: Pois \u00e9\u2026 10 anos se passaram e confesso que em alguns momentos parece ter iniciado algumas semanas atr\u00e1s\u2026 mas na verdade ao ler esta pergunta, um filme passa a cabe\u00e7a e lembro que vivemos tanto este projeto. Dedicamos tanto de n\u00f3s para que acontecesse de uma forma t\u00e3o prazerosa, que ao pensar sobre a pergunta, eu diria que sim! Eu diria que nos imaginar\u00edamos sim! Mas claro que no meio do percurso v\u00e1rias coisas nos aconteceram e estas nos fizeram ponderar sobre a exist\u00eancia do Constantina. Penso que hoje, 10 anos depois do primeiro ensaio no nosso pequeno quarto em BH, a import\u00e2ncia que sentimos ao pisar neste espa\u00e7o, est\u00e1 intimamente ligado com as pessoas, digo n\u00f3s como individualidades em num processo coletivo. Aprender a respeitar estas individualidades e trabalh\u00e1-las coletivamente, nos fez &#8220;ter&#8221; durante 10 anos os melhores amigos que a vida me presenteou. Se de fato existe um segredo, digo que para mim \u00e9 este\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bruno Nunes<\/strong>: N\u00e3o me lembro se esse pensamento me ocorreu na \u00e9poca\u2026 de 10 anos depois ainda estarmos tocando e fazendo show\u2026 (risos). Na \u00e9poca viv\u00edamos muito o momento de maneira bem intensa\u2026 \u00c9ramos jovens e n\u00e3o t\u00ednhamos tantas responsabilidades como hoje al\u00e9m banda, mas de alguma forma era um desejo sim, de fazer m\u00fasica sempre! N\u00e3o sei se existe uma f\u00f3rmula ou segredo, mas o principal \u00e9 ralar muito\u2026 Tem uma piada interna na banda que sempre soltamos nos momentos de maior perrengue: &#8220;N\u00e3o h\u00e1 glamour nenhum em se ter uma banda independente&#8221; : P<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Alex Fernandino<\/strong>: N\u00e3o me recordo se este pensamento passou pela cabe\u00e7a muitas vezes, mas quando vem \u00e9 sempre ap\u00f3s alguma viv\u00eancia positiva que passamos envolvendo o Constantina, seja pelo \u00e2mbito da m\u00fasica ou pela quest\u00e3o da viv\u00eancia e conviv\u00eancia coletiva. \u00c9 nestes momentos que vem a cabe\u00e7a a certeza e vontade de continuar por muito tempo fazendo o que fazemos e da forma como sempre foi feito. Acho que \u00e9 algo que todos levam em comum e, consequentemente, c\u00e1 estamos celebrando 10 anos. Manter uma banda unida n\u00e3o existe f\u00f3rmulas, o que acredito \u00e9 justamente nesse desejo coletivo e amor pelo que se faz. Se ele existe voc\u00ea trabalha duro, se envolve mesmo n\u00e3o sendo mil maravilhas o caminho independente, se dedica de forma que se torne um prazer viver isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas gravaram o single &#8220;Colorir&#8221; no Womens Audio Mission, ano passado. Como foi a experi\u00eancia de gravar em um est\u00fadio gringo? E a turn\u00ea? Foi bacana?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Daniel Nunes<\/strong>: Uma das melhores experi\u00eancias que vivenciei com o Constantina. Primeiramente ter conhecido a Terri Winston foi incr\u00edvel! Terri \u00e9 daquelas pessoas que tem uma bagagem extra da vida e experi\u00eancia profissional, mas que traz consigo uma humildade bela! Uma delicadeza que emociona! Al\u00e9m de uma energia t\u00e3o gostosa! Que faz acalmar em Est\u00fadio. Ela desenvolve este projeto, WAM, no qual o est\u00fadio serve de laborat\u00f3rio para mulheres que pretendem trabalhar no mercado da produ\u00e7\u00e3o musical profissional. Um belo espa\u00e7o para trocas e aprendizagens. Um bel\u00edssimo projeto que une artes, pol\u00edtica e t\u00e9cnicas de forma incr\u00edveis. Ter realizado a grava\u00e7\u00e3o de \u201cColorir\u201d no WAM nos abriu perspectivas sobre os processos de registro das nossas m\u00fasicas. Nunca hav\u00edamos trabalhado com produtores, e isso nos fez romper uma s\u00e9rie de barreiras, fazendo com que entend\u00eassemos como potencializar nossos registros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A tour foi \u00f3tima! Passar um m\u00eas viajando pelo deserto dos EUA foi uma viv\u00eancia incr\u00edvel! Al\u00e9m de n\u00f3s, tivemos a companhia de dois grandes amigos, Victor de Almeida e Samuel Mendes, que de alguma forma nos levaram para lugares mais distantes, nos ajudando a sair um pouco do universo musical para sentir e enxergar outras viv\u00eancias que t\u00ednhamos diariamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tivemos shows incr\u00edveis como os de Marfa, no Texas, no qual o p\u00fablico chegou at\u00e9 a subir no palco para tocar com a gente! Em San Francisco chegamos a tocar e improvisar com a banda local, que tinha uma pegada percussiva muito boa! Nesta noite eram muitas pessoas dan\u00e7ando. Uma energia incr\u00edvel! E outros estranhos, como em Los Angeles, em que os moldes dos anos 90 ainda prevalecem. Bandas que montam pequenos showcases esperando que grandes agenciadores estejam por l\u00e1 para \u201cdescobri-los\u201d. Mas para mim, todos (estes shows) t\u00eam sua singularidade e h\u00e1 sempre algo que aproveitamos para a vida. Mas o importante de ter vivido isso tudo de perto foi entender um pouco mais o funcionamento da m\u00fasica independente por l\u00e1, revelando-se um pouco desse universo m\u00edstico. O universo independente por l\u00e1 se baseia muito no universo dos agenciadores, os chamados \u201cbookers\u201d. Diferente do Brasil, onde muitos artistas\/bandas s\u00e3o seus pr\u00f3prios agenciadores, nos EUA penso que se voc\u00ea n\u00e3o estiver em uma ag\u00eancia com um booker legal, as coisas n\u00e3o funcionar\u00e3o. Esta log\u00edstica realmente nos faz entender o sentido que eles empregam a palavra \u201cconsumo\u201d!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bruno Nunes<\/strong>: O mais bacana foi poder compartilhar e trocar id\u00e9ias em torno de como se gravar uma m\u00fasica da melhor maneira para se conseguir o resultado que se procura\u2026 Isso foi muito rico\u2026 ter a Terri ao nosso lado para aprimorarmos isso! A nossa \u00faltima turn\u00ea nos EUA foi um dos momentos mais incr\u00edveis nesses 10 anos\u2026 foram pouco mais de 20 dias vivendo intensamente de m\u00fasica, passando por v\u00e1rios apertos e tendo v\u00e1rias surpresas boas\u2026 ou seja\u2026 n\u00e3o faltaram hist\u00f3rias quando completarmos 20 anos\u2026 risos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais os desafios de se fazer m\u00fasica instrumental no Brasil? Voc\u00eas chegaram a perceber uma mudan\u00e7a no cen\u00e1rio de 2003 pra c\u00e1?<\/strong><br \/>\n<strong>Daniel Nunes<\/strong>: Eita! Pergunta dif\u00edcil! Risos! Muitos! Muitos! Muitos! Pra mim primeiramente est\u00e1 em rompermos as barreiras de fomentos culturais do pa\u00eds. Nossa percep\u00e7\u00e3o sobre este assunto foi potencializada enquanto est\u00e1vamos em excurs\u00e3o pelos EUA. Nos deu um panorama mais claro sobre o Brasil. M\u00fasica Instrumental, como a que realizamos, esteve por muito tempo marginalizada, sem espa\u00e7os nos festivais e casas de shows. Se a dificuldade estava em conseguir romper as barreiras, o cerne da quest\u00e3o rodeava a problem\u00e1tica da circula\u00e7\u00e3o. E para isso, antes mesmo da tour, pensamos em como potencializar estas produ\u00e7\u00f5es. Ent\u00e3o surgiu a ideia de criar interc\u00e2mbios entre artistas\/bandas de diversas cidades que viviam o problema de forma semelhante. Criamos em BH as \u201cPequenas Sess\u00f5es\u201d, um festival que entendia e vivia no seu cerne esta problem\u00e1tica da circula\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o de p\u00fablico. As trocas s\u00e3o o maior ouro de toda a produ\u00e7\u00e3o independente. Atrav\u00e9s delas, pudemos entender uma s\u00e9rie de contextos e solu\u00e7\u00f5es que poderiam ser de certa forma, articuladas em diversos territ\u00f3rios, fazendo circular o que antes era localizado em uma cartografia espec\u00edfica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E desde ent\u00e3o, a abertura para a m\u00fasica instrumental t\u00eam sido cada vez mais intensa, nomes como Hurtmold, Macaco Bong, ru\u00eddo\/mm abriram portas que com certeza se abriram para infinitas outras bandas, fazendo aparecer esta imensid\u00e3o de produ\u00e7\u00f5es fant\u00e1sticas que temos hoje no pa\u00eds. E o que queremos cada vez mais \u00e9 potencializar estas articula\u00e7\u00f5es e di\u00e1logos!!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bruno Nunes<\/strong>: A meu ver \u00e9 um cen\u00e1rio que ainda est\u00e1 amadurecendo e se descobrindo\u2026 Muita coisa j\u00e1 mudou para melhor, mas as dificuldades ainda existem e pensar em como se sobrepor a essas eventuais dificuldades ainda \u00e9 o grande desafio para se manter ativo e fazendo shows!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Alex Fernandino<\/strong>: Se feita essa pergunta 10 anos atr\u00e1s eu diria: uma loucura. Antigamente a abertura para m\u00fasica instrumental independente era m\u00ednima bem como a receptividade das casas de shows e publico. Acho que tivemos uma grande virada neste cen\u00e1rio nos \u00faltimos tr\u00eas anos, apesar de estar longe de ideal. Acredito que o cerne da quest\u00e3o nem seja propriamente ser instrumental. O que percebemos desde sempre no Brasil \u00e9 a grande dificuldade dos artistas fazerem concertos pelo pa\u00eds, seja pela quest\u00e3o territorial (nosso pa\u00eds \u00e9 enorme) ou pela falta de espa\u00e7o e fomento da cena independente. Mesmo diante disso h\u00e1 vontade de continuar a fazer m\u00fasica \u00e9 constante. H\u00e1 um movimento recente de abertura de novas casas de show alternativa que a meu ver tem grande potencial de viabilizar o intercambio e a circula\u00e7\u00e3o das bandas pelo pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ZJOudYnZRBM\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ZJOudYnZRBM\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/qoBRZI2RJyg\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/qoBRZI2RJyg\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/zP6gq0dvG30\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/zP6gq0dvG30\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>&#8211; Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\">Calmantes com Champagne<\/a><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Luiz Valente, da Vinyl Land: \u201cTem toda uma hist\u00f3ria acontecendo em BH&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/08\/26\/entrevista-luiz-valente-vinyl-land\/\">leia aqui<\/a>)<\/p>\n<p><strong>Tr\u00eas perguntas para:<\/strong><br \/>\n&#8211; B\u00e1rbara Eugenia: &#8220;S\u00e3o Paulo me fez cantar&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/14\/tres-perguntas-barbara-eugenia\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Pedro Bonifrate: \u201cMuseu de Arte Moderna\u201d funciona mais como uma cole\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/12\/tres-perguntas-pedro-bonifrate\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Garotas Suecas: \u201cN\u00e3o vamos cantar em ingl\u00eas para \u2018conquistar os gringos\u2019.\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/10\/tres-perguntas-garotas-suecas\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Maglore: \u201cEst\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil ser uma banda independente\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/08\/tres-perguntas-maglore\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Andr\u00e9 Mendes: \u201cEu queria agora era fazer um disco leve e minimalista. Est\u00e1 feito\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/04\/tres-perguntas-andre-mendes\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Ga\u00eda Passarelli e Chuck Hipolitho falam do canal Gato &amp; Gata (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/03\/tres-perguntas-gato-gata\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Russell Slater, editor do site brit\u00e2nico Sounds and Colours (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/09\/12\/tres-perguntas-russell-slater\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Pedro Ver\u00edssimo: \u201cA Tom Bloch nunca acabou, como muita gente pensa\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/07\/31\/tres-perguntas-pedro-verissimo\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Explosions In The Sky: \u201cAcho que voc\u00ea disse a palavra principal: emo\u00e7\u00e3o\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/05\/03\/tres-perguntas-explosions-in-the-sky\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Oy: \u201cSenti que a m\u00fasica deveria crescer, tornar-se mais abrangente\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/04\/22\/tres-perguntas-oy\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; John Ulhoa: \u201cAgora vamos pensar um bocado em Pato Fu, e vir\u00e1 algo novo\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2013\/04\/19\/tres-perguntas-john-ulhoa\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa\nComemorando 10 anos de carreira, quinteto mineiro disponibiliza novo single e fala sobre o cen\u00e1rio independente brasileiro\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/11\/19\/tres-perguntas-constantina\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[52],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21736"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21736"}],"version-history":[{"count":15,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21736\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22516,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21736\/revisions\/22516"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21736"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21736"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21736"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}