{"id":20804,"date":"2013-10-21T09:51:29","date_gmt":"2013-10-21T11:51:29","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=20804"},"modified":"2017-03-08T11:23:52","modified_gmt":"2017-03-08T14:23:52","slug":"entrevista-bruce-pavitt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/21\/entrevista-bruce-pavitt\/","title":{"rendered":"Entrevista: Bruce Pavitt (Sub Pop)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20785\" title=\"experiecing\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/experiecing.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/jukiddo\" target=\"_blank\">Juliana Torres<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 sempre simples. Voc\u00ea \u00e9 DJ nas festas da cena musical da sua cidade. \u00c9 amigo das bandas indies da regi\u00e3o. Tem aquele amigo apaixonado por m\u00fasica disposto a topar qualquer neg\u00f3cio e um projeto de uma noite se torna um plano e o plano se torna um selo independente. A Sub Pop n\u00e3o foi a primeira gravadora indie do mundo, mas, com certeza, foi uma das primeiras a lidar com um sucesso t\u00e3o grande e t\u00e3o r\u00e1pido. Isso pode ser atribu\u00eddo, entre tantas outras coisas, a um disco lan\u00e7ado em setembro de 1991 e que mudaria a hist\u00f3ria da m\u00fasica no mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNevermind\u201d transformou Bruce Pavitt e Jonathan Poneman, fundadores da Sub Pop, em gurus do rock underground. Mas antes da primeira vez que aqueles power chords de \u201cSmells Like Teens  Spirits\u201d foram tocados ao vivo no Ok Hotel, em Seattle, o LP de estreia, \u201cBleach\u201d, foi apenas um sucesso indie na \u00e9poca. E foi em 1989 que a gravadora decidiu que era hora de enviar uns tais de Nirvana em uma turn\u00ea com outras duas bandas mais estabelecidas do selo: TAD e Mudhoney (essa se juntaria a turn\u00ea durante o LameFest, no Reino Unido). A banda viajaria pela Europa por 42 dias em uma van da Fiat apertada e definitivamente inapropriada para a miss\u00e3o. Durante todo o percurso, Kurt Cobain seria respons\u00e1vel por segurar baldes com v\u00f4mitos do TAD \u2013 que \u00e0quela \u00e9poca tamb\u00e9m sofria de problemas estomacais. Em \u201cNevermind\u201d nos encontramos novamente com essa hist\u00f3ria em \u201cBreed\u201d, m\u00fasica batizada em homenagem ao rem\u00e9dio contra diarr\u00e9ia de Tad Doyle.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um m\u00eas depois do in\u00edcio da turn\u00ea, Pavitt e Poneman se juntaram \u00e0s bandas em Roma, e com uma pequena c\u00e2mera Olympus, Bruce capturou os detalhes e a magia de oito dias da turn\u00ea que seria um divisor de \u00e1guas para o Nirvana. Desde a r\u00e1pida separa\u00e7\u00e3o em Roma at\u00e9 a brilhante performance no Astoria Theather (hoje Rainbow Theater), em Londres, em dezembro de 89. O resultado \u00e9 o livro \u201cExperiencing Nirvana: Grunge na Europa, 1989\u201d, que ser\u00e1 lan\u00e7ado em 14 de novembro, pela <a href=\"http:\/\/www.bazillionpoints.com\/nirvana\" target=\"_blank\">Bazilion Points Book<\/a>. O livro &#8211; US$ 29,95 na pr\u00e9-venda &#8211; conta com fotos dos shows, registros da estrada, mapa interativo e as palavras emocionadas de Bruce Pavitt, que tamb\u00e9m capturou a rea\u00e7\u00e3o das pessoas ao acompanharem de perto o nascimento do que seria um dos mitos da m\u00fasica e uma das maiores bandas dos \u00faltimos 25 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em conversa por e-mail, fizemos 8 perguntas sobre os 8 dias capturados por Bruce Pavitt durante a primeira passagem do Nirvana pelo velho continente. Entre caracter\u00edsticas do grunge e o processo de pesquisa, Pavitt deixa claro que tudo mudou depois de 1991. Confira o bate papo. A legenda para cada uma das fotos est\u00e1 no fim do texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20786\" title=\"pavitt_screamyell1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"407\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell1-300x201.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea come\u00e7ou a Sub Pop como um fanzine em 1980. Nove anos depois estava enviando para a Europa uma banda que se tornaria uma das maiores do mundo. Quais s\u00e3o as suas lembran\u00e7as desse per\u00edodo de nove anos em que mudou tanta coisa?<\/strong><br \/>\nLembro-me de ouvir um monte de discos indie \/ punk que raramente venderam mais de 2000 c\u00f3pias e ir a shows dessas bandas que raramente tinha mais de 200 f\u00e3s na plateia. Eu estava muito dedicado a apoiar a m\u00fasica indie local. O fato de que uma dessas bandas se tornou a maior banda dos \u00faltimos 25 anos \u00e9 bastante surpreendente.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20787\" title=\"pavitt_screamyell2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell2.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"370\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell2.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell2-300x183.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea descreve o grunge como uma m\u00fasica \u201csentimental\u201d, mais do que o punk. Voc\u00ea acha que as pessoas confundiram esse sentimento profundo com ang\u00fastia?<\/strong><br \/>\n\u201cTeenage angst has paid off well\u201d. Outra forma de dizer isto pode ser: m\u00fasica genuinamente sentimental, que tem profundidade emocional, potencial de ressoar em muitas pessoas. A m\u00fasica que destaca as emo\u00e7\u00f5es mais profundas vai resistir ao teste do tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20788\" title=\"pavitt_screamyell3\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell3.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"407\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell3.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell3-300x201.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O livro est\u00e1 dispon\u00edvel em duas vers\u00f5es, f\u00edsica e virtual, cont\u00e9m fotos in\u00e9ditas, mapas interativos, arquivos de \u00e1udio e suas considera\u00e7\u00f5es sobre os nove dias da turn\u00ea. Quanto tempo durou o trabalho de pesquisa e prepara\u00e7\u00e3o para esse livro? Como foi o processo?<\/strong><br \/>\nEsses projetos levam muito tempo. Al\u00e9m de contar minhas pr\u00f3prias experi\u00eancias pessoais e compartilhar minhas fotos, pesquisei datas da turn\u00ea, artigos de imprensa licenciados e incorporei imagens surpreendentes do Lame Fest no Reino Unido para as fotos da edi\u00e7\u00e3o em capa dura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20789\" title=\"pavitt_screamyell4\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell4.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O livro mostra um Kurt Cobain muito diferente do que vimos em sua \u00faltima turn\u00ea pela Europa em 1994. Essa fase mais tranquila, pr\u00e9-\u201cNevermind\u201d, est\u00e1 bem identificada no livro?<\/strong><br \/>\nO Nirvana pr\u00e9-\u201cNevermind\u201d \u00e9 capturado em detalhes vibrantes em \u201cExperiencing Nirvana\u201d. Kurt estava se encontrando como compositor e como int\u00e9rprete neste momento. Eu acredito que o desempenho triunfante do Nirvana no Lamefest Reino Unido, de 1989, primeiro showcase internacional da Sub Pop, deu-lhe a confian\u00e7a necess\u00e1ria para alcan\u00e7ar coisas maiores.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20790\" title=\"pavitt_screamyell5\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell5.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"407\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell5.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell5-300x201.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma das coisas mais legais sobre os anos 90 \u00e9 que n\u00e3o havia muita competi\u00e7\u00e3o entre as bandas. Durante essa turn\u00ea de quase 50 dias voc\u00ea conseguia ver o Mark Arm curtindo o show do Nirvana e entendendo o qu\u00e3o importante era aquilo. Como voc\u00ea descreve esse per\u00edodo do tempo?<\/strong><br \/>\nUma das coisas mais legais sobre a d\u00e9cada de 80 \u00e9 que houve um profundo sentimento de camaradagem entre as bandas indies. Nenhuma banda tinha conseguido um espetacular sucesso, por isso havia menos ci\u00fame e apoio mais sincero. Isso s\u00f3 mudou depois de \u201cNevermind\u201d. Depois de \u201cNevermind\u201d, todo mundo queria ser uma grande estrela do rock.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20791\" title=\"pavitt_screamyell6\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell6.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00f3s lemos coisas terr\u00edveis sobre o TAD e seus problemas de est\u00f4mago, seu constante mal-estar. Qual foi o clima que voc\u00ea encontrou quando se juntou \u00e0s bandas em Roma? Foi dif\u00edcil fazer tudo isso acontecer?<\/strong><br \/>\nQuando Jon (Poneman) e eu nos encontramos com Nirvna e Tad em Roma, o TAD estava bem, mas Kurt estava sofrendo de esgotamento nervoso. Acredito que Jon e eu fomos capazes de ajudar a revitalizar o \u00e2nimo de Kurt, para que pud\u00e9ssemos continuar e nos apresentarmos no Lames Fest, o maior show da carreira do Nirvana, at\u00e9 esse ponto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20792\" title=\"pavitt_screamyell7\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell7.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais voc\u00ea acha que foram as principais contribui\u00e7\u00f5es desses oito dias de turn\u00ea retratados no livro, para tudo o que surgiria a partir de 1991?<\/strong><br \/>\nOs oito dias na &#8220;micro-hist\u00f3ria&#8221; que narramos mostram as lutas e triunfos, e os detalhes de uma vers\u00e3o anterior e mais \u00edntima da hist\u00f3ria de sucesso do Nirvana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20793\" title=\"pavitt_screamyell8\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyell8.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea pode falar um pouco mais sobre tiragem e sobre os formatos de lan\u00e7amento do livro. E, como n\u00e3o poderia faltar, ser\u00e1 que conseguiremos o Experiencing Nirvana em portugu\u00eas?<\/strong><br \/>\nO impresso ser\u00e1 lan\u00e7ado atrav\u00e9s da Bazillion Points (<a href=\"http:\/\/www.bazillionpoints.com\/nirvana\" target=\"_blank\">Bazillionpoints.com<\/a>) e ser\u00e1 publicado em novembro deste ano. A pr\u00e9-venda receber\u00e1 um p\u00f4ster especial. Desculpe, mas nada em portugu\u00eas!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20795\" title=\"pavitt_screamyel109\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyel109.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"407\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyel109.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/pavitt_screamyel109-300x201.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Juliana Torres (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/jukiddo\" target=\"_blank\">@jukidd<\/a>o) \u00e9 jornalista e assina o <a href=\"http:\/\/jukiddo.tumblr.com\/\" target=\"_blank\">http:\/\/jukiddo.tumblr.com\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Legendas para as fotos:<\/strong><br \/>\n1. Kurt Cobain foi a primeira pessoa que Jonathan Poneman e Bruce Pavitt encontraram no Piper Club, Roma, 11\/27\/89 (Foto por Bruce Pavitt)<br \/>\n2. Mark Arm rola no palco do LameFest, em Londres. Kurt Cobain est\u00e1 ao fundo, na plateia, segurando uma latinha de cerveja, 12\/3\/89 (Foto por Steve Doublec)<br \/>\n3. Tad Doyle no London Astoria, 12\/3\/89 (Foto por Steve Doublec)<br \/>\n4. Com Bruce Pavitt ao fundo, Kris Novoselic se prepara para reduzir seu contrabaixo a migalhas em Londres, 12\/3\/89 (Foto por Steve Doublec)<br \/>\n5. Kris Novoselic, Kurt Cobain e Tad Doyle em Zurique, 11\/30\/89 (Foto por Bruce Pavitt)<br \/>\n6. \u201cA presen\u00e7a de palco das bandas brit\u00e2nicas era tipicamente discreta enquanto as bandas de Seattle eram absurdamente exageradas. Quando os europeus viram a energia de nossas bandas, ningu\u00e9m ficou parado\u201d, Londres, 12\/3\/89 (texto e foto por Bruce Pavitt)<br \/>\n7. O moletom da turn\u00ea, Roma, 11\/27\/89 (Foto por Bruce Pavitt)<br \/>\n8. Kurt Cobain conversa com Jon Poneman, cofundador da Sub Pop, sobre o desgaste da turn\u00ea. O futuro do Nirvana estava em perigo, mas pela manh\u00e3 a banda tinha decidido ficar junta. Roma, 11\/27\/89 (Foto por Bruce Pavitt)<br \/>\n9. Kurt Cobain assina um dos seus primeiros aut\u00f3grafos, na Rough Trade Records, Londres, 12\/4\/89. \u201cFicamos felizes em estar no centro f\u00edsico do indie rock em 1989. N\u00f3s ficamos um pouco surpresos que muitos dos cartazes defendiam bandas norte-americanas (finalmente)! Dentro de dois anos o Nirvana seria uma sensa\u00e7\u00e3o global\u201d. (Foto por Bruce Pavitt)<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Ind\u00fastria ganha sobrevida investindo em reedi\u00e7\u00f5es de deixar f\u00e3 sem dormir (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/09\/16\/quem-quer-gastar-dinheiro\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cNevermind\u201d \u00e9, ainda hoje, um disco atual e sensacional, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2006\/10\/05\/nevermind-e-ainda-hoje-um-disco-atual-e-sensacional\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Entrevista com Steve Albini, por Elson Barbosa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/07\/16\/entrevista-steve-albini\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; O box \u201cWith The Lights Out\u201d e \u201cNevermind Classic Albums\u201d, por por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/07\/16\/entrevista-steve-albini\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Duas s\u00e3o as maneiras de se ver a colet\u00e2nea \u201cNirvana\u201d, por Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/nirvanacoletanea.html\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cBleach \u2013 Deluxe Edition\u201d, Nirvana, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/11\/elbow-nirvana-e-snow-patrol\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Entrevista: Marcelo Orozco fala sobre o livro \u201cFragmentos de Uma Autobiografia\u201d (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/literatura\/nrivanakbla.html\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Entrevista: Charles Cross fala sobre \u201cHeavier Then Hell\u201d, por Victor Hugo Lopes (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/literatura\/maispesadoqueoceu.html\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Um grupo de votantes aponta \u201cNevermind\u201d como o Melhor \u00c1lbum dos anos 90 (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musica\/melhoresdosanos90analise.html\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Juliana Torres\n 8 perguntas sobre os 8 dias capturados por Bruce Pavitt durante a primeira passagem do Nirvana pelo velho continente\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/21\/entrevista-bruce-pavitt\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":39,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[77,227,228],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20804"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/39"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20804"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20804\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":23499,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20804\/revisions\/23499"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20804"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20804"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20804"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}