{"id":20754,"date":"2013-10-20T18:22:25","date_gmt":"2013-10-20T21:22:25","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=20754"},"modified":"2016-08-31T03:14:16","modified_gmt":"2016-08-31T06:14:16","slug":"conexao-portugal-nicotines-orchestra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/20\/conexao-portugal-nicotines-orchestra\/","title":{"rendered":"Conex\u00e3o Portugal: Nicotine&#8217;s Orchestra"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20755\" title=\"nicotine1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/nicotine1.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <\/strong><strong><a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\">Pedro Salgado<\/a>, de Lisboa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma amena tarde de outono e um hamb\u00farguer da moda, no bairro de Campo de Ourique, em Lisboa, serviram como pretexto para uma conversa com o l\u00edder da Nicotine\u00b4s Orchestra. Carlos Ramos, mais conhecido como Nick Nicotine, \u00e9 um m\u00fasico no sentido mais amplo da palavra. O festival Barreiro Rocks (na margem sul de Lisboa), do qual \u00e9 diretor, tem recebido boas repercuss\u00f5es internacionais e \u00e9 aclamado como o mais importante evento de garage rock da pen\u00ednsula ib\u00e9rica. Para al\u00e9m de ser gerente dos Est\u00fadios King, agrupando talentos da cidade do Barreiro, Nick \u00e9 tamb\u00e9m o fundador de um dos mais antigos selos de rock em Portugal, o Hey! Pachuco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O selo funciona como quartel-general das suas bandas, projetos e de grupos amigos. A sua jun\u00e7\u00e3o com o festival Barreiro Rocks e o reconhecimento dos trabalhos dos conjuntos resultaram em uma evolu\u00e7\u00e3o do selo. No entanto, o Hey! Pachuco n\u00e3o se comporta como uma gravadora normal, ele funciona mais como um estado-maior onde n\u00e3o h\u00e1 trabalho de promo\u00e7\u00e3o di\u00e1rio. \u201cN\u00e3o temos estrutura para comportar esse tipo de tarefas, que ajudariam a um maior destaque e fariam com que o Hey! Pachuco tivesse um trabalho mais aut\u00f4nomo, ultrapassando o \u00e2mbito do festival\u201d, explica Ramos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Act Ups ou Los Santeros s\u00e3o algumas das bandas onde Carlos Ramos canta e toca guitarra, mas a express\u00e3o maior do seu talento evidencia-se na Nicotine\u00b4s Orchestra. O projeto come\u00e7ou em 2006, com o mini-\u00e1lbum \u201c6 Songs\u201d, no qual cantou e tocou todos os instrumentos. Quatro anos depois, j\u00e1 acompanhado ao vivo pela Mystical Orchestra, Nick gravou o disco \u201cGhosts &amp; Spirits\u201d, onde a voz grave e en\u00e9rgica que sempre o caracterizou deu corpo a can\u00e7\u00f5es memor\u00e1veis. Destacando-se o blues s\u00e9rio e lamacento de \u201cMighty River\u201d ou o rock\u2019n roll com um p\u00e9 na fronteira entre os Estados Unidos e o M\u00e9xico de \u201cTime\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Criando uma autoralidade pr\u00f3pria, a partir da assimila\u00e7\u00e3o de linguagens como o rock, soul, doo wop ou o blues, Nick Nicotine e a sua orquestra renovam-se e assumem diferentes estados de esp\u00edrito a cada registo musical. \u201cQuando estou gravando, as can\u00e7\u00f5es assumem a est\u00e9tica ou a sonoridade que tenho em mente naquele momento\u201d, diz. A ideia de can\u00e7\u00e3o, enquanto express\u00e3o de um momento irrepet\u00edvel, define \u201cAdios, Conchita\u201d, inclu\u00edda no disco \u201cGipsycalia\u201d, transformando o come\u00e7o narrativo da faixa num exerc\u00edcio mel\u00f3dico, que abra\u00e7a finalmente o rock dos anos 50.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A colet\u00e2nea \u201c77 13\u201d (baixe aqui: <a href=\"http:\/\/optimusdiscos.pt\/discos\/destaques\/77-_-13\" target=\"_blank\">http:\/\/optimusdiscos.pt\/discos\/destaques\/77-_-13<\/a>), percorre os seis anos de atividade do projeto solo de um homem vers\u00e1til, criativo e fiel \u00e0s suas ra\u00edzes roqueiras. \u201cO futuro da m\u00fasica \u00e9 um aspecto que desperta a minha curiosidade\u201d, refere o autor de \u201cHit Me Like The First Time\u201d, e prossegue: \u201cAt\u00e9 onde poderemos ir brincando com o som, seja na r\u00e1dio ou em outros meios mais marginais?\u201d, Nick conclui apontando uma data inspiradora: \u201cAdoraria saber como ser\u00e1 a m\u00fasica em 3025. Embora j\u00e1 n\u00e3o seja vivo (risos)\u201d. De Lisboa para o Brasil, Nick Nicotine conversou com o Scream &amp; Yell sobre o seu trabalho na Nicotine\u00b4s Orchestra. Confira:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/IWWttAoY-Fs\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/IWWttAoY-Fs\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os temas de \u201cGhosts &amp; Spirits\u201d destacam-se na colet\u00e2nea \u201c77 13\u201d pela sua originalidade e visceralidade. Partilha da mesma opini\u00e3o?<\/strong><br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 visceralidade, eu iria mais atr\u00e1s e, se calhar, n\u00e3o seria a palavra que eu utilizaria. Mas reconhe\u00e7o que s\u00e3o temas um pouco mais \u00e1speros (tal como as faixas do primeiro disco, \u201cLa Trahison Des Sons\u201d). Talvez tenham nascido de uma forma intensa, como a maior parte das minhas m\u00fasicas, e a falta de polimento d\u00e1-lhes essa caracter\u00edstica. De \u201cGhosts &amp; Spirits\u201d em diante comecei a ter um cuidado maior com os aspectos da produ\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m da pr\u00f3pria composi\u00e7\u00e3o, mas sem exageros. Sim, \u00e9 uma fase de transi\u00e7\u00e3o entre o formato one-man band e a configura\u00e7\u00e3o de banda completa. A tua interpreta\u00e7\u00e3o faz sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para \u201cOh, Night!\u201d, voc\u00ea arriscou uma incurs\u00e3o no universo musical de Elvis Presley. Sente que ainda faz sentido recuperar o rock cl\u00e1ssico?<\/strong><br \/>\nO t\u00edtulo \u201cGhosts &amp; Spirits\u201d estava muito ligado a esse conceito. Na realidade, as nossas refer\u00eancias musicais est\u00e3o habitadas por fantasmas e, no presente, temos o peso do passado nos ombros e do que foi feito posteriormente. Eu cresci ouvindo muito desse rock, desde os \u00e1lbuns que os meus pais tinham, passando pelos meus discos, e \u00e9 dif\u00edcil renegar determinadas influ\u00eancias. Por isso \u00e9 razo\u00e1vel que esses fantasmas estejam presentes fa\u00e7a eu o que fizer. Quanto \u00e0 linguagem ou \u00e0 est\u00e9tica musical em si, desenvolvo varia\u00e7\u00f5es e a\u00ed podem-se sentir as marcas de Elvis ou Roy Orbison. \u00c9 algo que nunca me preocupou e tento ler esses idiomas de uma forma atual ou n\u00e3o. \u201cOh, Night!\u201d incorpora o rock cl\u00e1ssico, doo wop e a soul sem ser premeditado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Recuperando os \u201cfantasmas\u201d, os sons n\u00e3o aud\u00edveis que escutou em shows e incorporou na sua m\u00fasica s\u00e3o recorrentes ou espor\u00e1dicos?<\/strong><br \/>\nOs fantasmas eram recorrentes quando eu trabalhava no formato one-man band. Quando me referi a esses sons, n\u00e3o sei se eles estariam ligados a reverbera\u00e7\u00f5es no est\u00fadio. Enquanto tocava guitarra, bateria com os p\u00e9s e cantava (fazendo tudo isso ao mesmo tempo), aquilo soava-me de uma determinada forma. E ao escutar as grava\u00e7\u00f5es de um show os sons n\u00e3o estavam l\u00e1. Da\u00ed o fato de eu falar em fantasmas que habitavam a minha m\u00fasica. No disco \u201cGhosts &amp; Spirits\u201d comecei a escut\u00e1-los mais atentamente e a preench\u00ea-los no vazio que aparecia nas grava\u00e7\u00f5es. A partir da\u00ed, utilizei mais instrumentos e adotei um formato de banda convencional.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/opAMjkqCl3A\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/opAMjkqCl3A\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea trabalhou com Alexandre Kassin e Marcelo Camelo no \u00e1lbum \u201cGipsycalia\u201d. Qual \u00e9 o seu balan\u00e7o das parcerias estabelecidas?<\/strong><br \/>\nExcelente! Para al\u00e9m de ter conhecido pessoas que sempre admirei, o fato de terem participado num disco meu foi maravilhoso. No caso do Marcelo Camelo, eu j\u00e1 tinha escrito a parte que ele cantaria em \u201cTropic Of Capricorn\u201d. A m\u00fasica falava de desgostos de amor e fazia sentido que ocorresse uma desconstru\u00e7\u00e3o do tema pelo meio. Senti que era importante a presen\u00e7a de uma voz divina, quase teatral, do outro lado do Atl\u00e2ntico. Falei com Fred Ferreira (baterista) sobre a possibilidade de um de n\u00f3s cantar com sotaque brasileiro para fazer o referido trecho. E o Fred me disse: \u201cPorque n\u00e3o convidamos o Marcelo Camelo?\u201d. O Marcelo gostou da can\u00e7\u00e3o e interpretou aquilo que lhe enviei. Relativamente ao Alex Kassin, o processo foi diferente. Como fa\u00e7o em todos os discos, pr\u00e9-gravei o \u00e1lbum com os instrumentos todos. E na faixa \u201cSunny Day\u201d inclu\u00ed uma guitarra slide. Mais uma vez, Fred Ferreira contou que Kassin tocava muito bem a guitarra havaiana e que se podia substituir a slide pela havaiana. Acabei por retirar a pista e o Kassin teve toda a liberdade para preencher o tema com esse instrumento. Para al\u00e9m da sua capacidade t\u00e9cnica, foi \u00f3timo conhec\u00ea-lo quando tocou com o Orelha Negra no Rock In Rio Lisboa, em 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A in\u00e9dita \u201cLuna Loca\u201d parece apontar novos rumos sonoros para a Nicotine\u00b4s Orchestra\u2026<\/strong><br \/>\nEla foi feita de uma forma espont\u00e2nea, como a maior parte dos meus temas, sem nenhuma preocupa\u00e7\u00e3o especial. A can\u00e7\u00e3o foi gravada apressadamente para entrar na colet\u00e2nea. No entanto, o meu pensamento, na \u00e9poca em que a gravei, foi o de finalizar um ciclo. Quando come\u00e7ar a preparar o pr\u00f3ximo disco (embora tenha o ba\u00fa cheio de ideias), vou compor faixas no momento e s\u00f3 nessa altura \u00e9 que saberei para onde levarei a minha m\u00fasica. Atualmente, os tr\u00eas \u00faltimos temas que fiz remetem outra vez para o rock. Mas ando encantado com uma balada triste e ac\u00fastica. O fato de ter v\u00e1rias can\u00e7\u00f5es e atribuir-lhes a est\u00e9tica que pretendemos \u00e9 um pouco verdade e \u00e9 o que acontece. Quando fizer o pr\u00f3ximo trabalho, as faixas v\u00e3o ficar limadas, ser\u00e3o coerentes e a interliga\u00e7\u00e3o entre elas ser\u00e1 bem sucedida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em que registro se encontra o verdadeiro Nick Nicotine?<\/strong><br \/>\nOs verdadeiros Nick Nicotine (risos). Preocupa-me sempre mais a can\u00e7\u00e3o, a sua estrutura e letra do que propriamente o registro e a forma. N\u00e3o posso te dizer se sou mais aut\u00eantico no rock, soul, Brasil ou hip hop. Sinto-me bem com a minha m\u00fasica e n\u00e3o devo nada a nenhum estilo. Agrada-me \u201cvestir\u201d a can\u00e7\u00e3o com a roupa que eu tiver nesse dia. \u00c9 um pouco como fazemos no momento em que sa\u00edmos de casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/zOFKrEIfKkk\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/zOFKrEIfKkk\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/XaX9MfoAInM\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/XaX9MfoAInM\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/jzeGYIoND1g\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/jzeGYIoND1g\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>&#8211; Pedro Salgado (siga\u00a0<a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\">@woorman<\/a>)    \u00e9 jornalista, reside em Lisboa e colabora com o Scream &amp; Yell    contando novidades da m\u00fasica de Portugal. Veja outras entrevistas de    Pedro Salgado\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/portugal\/\">aqui<\/a><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; A nova cena portuguesa: Samuel \u00daria: &#8220;Quero regressar ao lo-fi&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/06\/11\/a-nova-cena-portuguesa-samuel-uria\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Download: Projeto Visto -&gt; Reaproximando Brasil e Portugal com m\u00fasica (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/03\/03\/download-projeto-visto\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; A nova cena portuguesa: Manuel F\u00faria (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/03\/07\/entrevista-manuel-furia\/\">aqui<\/a>), Salto (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/07\/21\/a-nova-cena-portuguesa-salto\/\">aqui<\/a>), Os Pontos Negros (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/06\/19\/entrevista-os-pontos-negros-2\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Baixe a colet\u00e2nea &#8220;77 13&#8221; e conhe\u00e7a o trabalho desse combo portugu\u00eas que j\u00e1 gravou com Marcelo Camelo e Kassin\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/20\/conexao-portugal-nicotines-orchestra\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[77,732,47],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20754"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20754"}],"version-history":[{"count":16,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20754\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39617,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20754\/revisions\/39617"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20754"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20754"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20754"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}