{"id":20564,"date":"2001-09-12T10:26:24","date_gmt":"2001-09-12T13:26:24","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=20564"},"modified":"2023-03-28T23:43:40","modified_gmt":"2023-03-29T02:43:40","slug":"bloco-do-eu-sozinho-los-hermanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2001\/09\/12\/bloco-do-eu-sozinho-los-hermanos\/","title":{"rendered":"Faixa a faixa: &#8220;Bloco do Eu Sozinho&#8221;, Los Hermanos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20565\" title=\"loshermanos2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/loshermanos2.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Texto publicado originalmente no Scream &amp; Yell em 12\/10\/2001<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 faz um bom tempo que a m\u00fasica pop n\u00e3o cria nada de novo, instigante. Na verdade, desde &#8220;Ok Computer&#8221; do Radiohead que tudo soa deja vu e bl\u00e1 bl\u00e1 bl\u00e1. Os melhores \u00e1lbuns de 2001 n\u00e3o trazem nada de novo al\u00e9m de um punhado de belas can\u00e7\u00f5es, o que anima o fregu\u00eas, mas anda faltando algo. Sen\u00e3o, vejamos: O Manic Street Preachers lan\u00e7ou o bacanudo (e longo demais) &#8220;Know Your Enemy&#8221;, uma jun\u00e7\u00e3o dos dois \u00e1lbuns anteriores do trio gal\u00eas. Novidade? Nenhuma. Nick Cave destila poesia maravilhosa em seu 12\u00ba \u00e1lbum, &#8220;No More Shall We Part&#8221;. Um \u00e1lbum sensacional. Novidade? Nenhuma. Stephen Malkmus lan\u00e7ou um bom \u00e1lbum \u00e0 l\u00e1 Pavement. Travis lan\u00e7ou um \u00e1lbum rascunho de Travis. R.E.M. lan\u00e7ou o 12\u00ba melhor \u00e1lbum de sua carreira, &#8220;Reveal&#8221;, e logo chega as lojas &#8220;Is This It&#8221;, da bandinha do momento, The Strokes, um punhado de can\u00e7\u00f5es legais inspiradas em Stooges e Velvet. Novidades? Nenhuma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que o Los Hermanos tem a ver com isso? Nada e tudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nada porque a velha guarda jornal\u00edstica e a garotada indie adora inventar regras malucas e, numa delas, acreditar que a m\u00fasica pop nacional \u00e9 infinitamente inferior ao mesmo quindim estrangeiro. E tudo porque, sim, &#8220;Bloco do Eu Sozinho&#8221;, novo \u00e1lbum do quarteto carioca, \u00e9 inventivo, instigante, chapado e maravilhoso, melhor que todos os \u00e1lbuns citados no segundo par\u00e1grafo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O jornalista enlouqueceu? N\u00e3o, mas para descobrir isso, caro leitor, voc\u00ea ter\u00e1 de baixar a guarda. &#8220;Bloco do Eu Sozinho&#8221; \u00e9 um puta disco por onde quer que se olhe. De t\u00edtulo melanc\u00f3lico, de natureza experimental, de briga com gravadora, de cita\u00e7\u00f5es cool, o \u00e1lbum pega na veia e mostra que a sa\u00edda para a m\u00fasica pop nacional \u00e9 ser antiga e atual no mesmo riff de guitarra, no mesmo som de tuba, na mesma tristeza de letra que embalaria sambas-can\u00e7\u00e3o nos anos 30 e que embalam relacionamentos partidos em 2001.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto 90% do rock mundial segue atr\u00e1s do Radiohead (o underground nacional incluso) que j\u00e1 nem sabe mais pra onde ir, os Hermanos apoiam-se em si mesmos para escrever mais um cap\u00edtulo grandioso da m\u00fasica brasileira. &#8220;Bloco do eu Sozinho&#8221; \u00e9 neto de Noel Rosa, filho de Picassos Falsos e primo em segundo grau do cl\u00e1ssico &#8220;London Calling&#8221;, do Clash.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E \u00e9 herdeiro direto do primeiro \u00e1lbum da banda e do maior hit da recente hist\u00f3ria do rock brasileiro. Sim, &#8220;Anna Julia&#8221; \u00e9 culpada por quase toda beleza de &#8220;Bloco do Eu Sozinho&#8221;. O hit &#8220;jovem guarda&#8221; aprisionou a banda numa cela com 250 mil pessoas cantando em coro o refr\u00e3o. Mas, como sabiamente disse Marcelo Nova numa entrevista exclusiva para o S&amp;Y, &#8220;toda m\u00fasica que toca demais enche o saco, seja &#8216;Anna Julia&#8217; ou &#8216;Joana D. Arc'&#8221;. Ou &#8220;Wonderwall&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A banda, perdida no meio da gritaria, escolheu um s\u00edtio afastado e decidiu repensar o carnaval. O resultado \u00e9 uma brusca pisada no freio. T\u00e3o brusca que uma pendenga entre gravadora, produtor e banda acabou saindo dos est\u00fadios e ganhou p\u00e1ginas de jornais espalhando que a gravadora recusou o \u00e1lbum, que a banda peitou a gravadora e que a sa\u00edda feliz para ambas as partes foi uma remixagem (acompanhada pela banda) de um terceiro (assim como Scott Litt fez em &#8220;In Utero&#8221;, do Nirvana).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O resultado \u00e9 uma pequena obra prima. Uma mistura esquisita de samba, rock, ska, MPB, guitarras, samba-can\u00e7\u00e3o, vaudeville, maxixe, dixieland, orquestra de cordas, trombones e letras tristes. Quem esperava uma nova &#8220;Anna Julia&#8221; j\u00e1 recebe o recado na primeira faixa do \u00e1lbum: &#8220;Todo Carnaval Tem Seu Fim&#8221;. Este &#8220;Bloco do Eu Sozinho&#8221; \u00e9 um disco de quarta-feira de cinzas, um disco de ressaca, de maquiagem borrada, camisas suadas e, sobretudo, um disco de quem vai embora para casa sozinho ap\u00f3s a festa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que mais impressiona \u00e9 a qualidade dos arranjos, os detalhes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u00e1lbum come\u00e7a com sax e bateria que remetem a &#8220;London Calling&#8221;, a m\u00fasica do Clash. O riff de guitarra \u00e9 atropelado por trompete e trombone e tudo se junta no refr\u00e3o: &#8220;Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz&#8221;. Um flugelhorn abre a faixa dois, &#8220;A Flor&#8221;. &#8220;Retrato de Iai\u00e1&#8221;, a terceira, se apoia em ska enquanto a genial &#8220;Assim Ser\u00e1&#8221; mistura pandeiro e guitarras em uma can\u00e7\u00e3o de despedida que diz &#8220;e voc\u00ea vai ser mais feliz longe de mim&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma can\u00e7\u00e3o como &#8220;Sentimental&#8221; nada deve a qualquer hit do Travis e do Coldplay. &#8220;Cher Antoine&#8221; \u00e9 cantada metade em franc\u00eas, metade em portugu\u00eas. Os metais chapam em &#8220;Deixa Estar&#8221; (&#8220;Digo que n\u00e3o ligo, mas n\u00e3o vivo sem voc\u00ea&#8221;). &#8220;Fingi na Hora de Rir&#8221; traz microfonias e mais metais e mais tristeza. Mas as duas can\u00e7\u00f5es mais fundo de po\u00e7o do \u00e1lbum foram deixadas para o fim, separadas pelo hardcore &#8220;T\u00e3o Sozinho&#8221;. &#8220;Veja Bem Meu Bem&#8221; e &#8220;Adeus Voc\u00ea&#8221; pegam pesado nas dores do cora\u00e7\u00e3o. A melhor faixa do \u00e1lbum, &#8220;Cad\u00ea teu Suin?&#8221; \u00e9 uma brincadeira de s\u00edlabas que dispara farpas para todos e para tudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem \u00e9 teu padrinh<br \/>\nOnde \u00e9 que tu to<br \/>\nCad\u00ea teu suin-?<br \/>\nGuitarra n\u00e3o p\u00f3<br \/>\nDesista mole<br \/>\nQuem \u00e9 que te indi<br \/>\nCad\u00ea eu suin-?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com que sobreno<br \/>\nmelhor ir sain<br \/>\ndou nem mais minu<br \/>\nt\u00f4 nem mais a<br \/>\ninda tem a cora<br \/>\ngentinha atrevi<br \/>\nda c\u00e1 sua vi<br \/>\nda c\u00e1 teu suin<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">guiche s\u00f3 de ven<br \/>\nda l\u00e1 toma no<br \/>\ntamanha revan<br \/>\ncheio de vingan<br \/>\nsantinha Cecili<br \/>\nandou me esquecen<br \/>\ndou rima por p<br \/>\nh\u00e3o de teu suin!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acerta esse tom<br \/>\nzera essa reza<br \/>\naumenta o voc<br \/>\ncalma com o andamen<br \/>\nto insatisfei<br \/>\ntomara que venh<br \/>\naquele refr<br \/>\nh\u00e3o de ter o suin<br \/>\nguilhotina<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">EU QUE CONTROLO O MEU GUIDOM!<br \/>\nCOM OU SEM SUIN!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em um ano em que o rock mundial est\u00e1 caminhando em c\u00edrculos, as novidades v\u00e3o surgir dos lugares menos \u00f3bvios. Assim, bandas fora do eixo anglo-sax\u00e3o podem ser o sopro de intelig\u00eancia em um meio acomodado. Pizzicato Five e Caf\u00e9 Tacvba s\u00e3o nomes de destaque. E &#8220;Bloco do Eu Sozinho&#8221; mostra que o Los Hermanos tem cacife para algo maior. Sem padrinhos, sem ningu\u00e9m indicando, os moleques n\u00e3o desistiram. Estranho o mundo. Eles se fodem para lan\u00e7ar um disca\u00e7o e quem ganha o presente somos n\u00f3s. Estranho e genial.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ulPlMa-PVEY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Com exclusividade para o Scream &amp; Yell, Rodrigo Amarante e Marcelo Camelo comentam, faixa a faixa, o primeiro disco cl\u00e1ssico da m\u00fasica brasileira no s\u00e9culo 21<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">TODO CARNAVAL TEM SEU FIM<br \/>\nCamelo: A letra \u00e9 muito bacana. \u00c9 uma mensagem de todo o disco. Acho que o refr\u00e3o desse disco \u00e9 o cerne de tudo: &#8220;Deixa eu brincar de ser feliz \/ deixa eu pintar o meu nariz&#8221;. Resume todo o disco essa frase. Tem muito do nosso romantismo aqui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A FLOR<br \/>\nCamelo: Foi a segunda m\u00fasica que eu fiz em parceria com o Rodrigo (Amarante). Foi feita em 99, quando est\u00e1vamos em Recife para o Abril Pro Rock. \u00c9 uma das m\u00fasicas que o p\u00fablico gosta bastante, j\u00e1 v\u00ednhamos tocando ela nos shows.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">RETRATO PARA IAI\u00c1<br \/>\nAmarante: Essa m\u00fasica \u00e9 sobre encontrar um amor de verdade. \u00c9 triste, mas fala de um amor futuro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ASSIM SER\u00c1<br \/>\nCamelo: \u00c9 uma das m\u00fasicas que tem uma harmonia muito boa, com um arranjo de metais maravilhoso. Tem um estilo que eu aprendi, que \u00e9 tocar o samba em um andamento diferente, lento, com dois pandeiros em est\u00e9reo. Tem uma letra bem triste, mas esperan\u00e7osa mesmo assim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CASA PR\u00c9-FABRICADA<br \/>\nCamelo: Talvez seja a m\u00fasica do disco com mais influ\u00eancia de Weezer. Tem a guitarra pesada, ritmo rachado e um teclado moog.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CAD\u00ca TEU SUIN-?<br \/>\nCamelo: \u00c9 uma cr\u00edtica \u00e0 ind\u00fastria musical em um todo. Pela primeira vez n\u00f3s fizemos um dixieland de branco, meio quadrado, mas com um pouco de swingue. Tem uma letra muito boa, a que eu mais gosto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SENTIMENTAL<br \/>\nAmarante: \u00c9 uma m\u00fasica pesada, seja na letra como na melodia. Fala sobre se afastar, perder, sobre uma pessoa que voc\u00ea ama muito te deixar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CHER ANTOINE<br \/>\nAmarante: \u00c9 um tanto tr\u00e1gica. Traz uma letra em franc\u00eas triste. Mas \u00e9 um ska de churrasco, descompromissado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DEIXA ESTAR<br \/>\nCamelo: Acho que \u00e9 m\u00fasica que mais se parece com o Los Hermanos do primeiro disco, tem um ska reto, quadrado. A letra \u00e9 toda formada de trava-l\u00edngua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MAIS UMA CAN\u00c7\u00c3O<br \/>\nCamelo: Tai uma letra que eu n\u00e3o gosto muito, mas acho ela bem espont\u00e2nea. Ela bonita na sua banalidade. A ideia era gravar ao vivo. Mas tem um clarinete dobrado que \u00e9 lindo. Acabou ficando simples e bonita<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FINGI NA HORA RIR<br \/>\nCamelo: \u00c9 uma can\u00e7\u00e3o antiga, que fiz quando fomos mixar o primeiro disco em Los Angeles. Foi uma das mais dif\u00edceis que gravamos. Ela muda o andamento no refr\u00e3o, depois muda de novo. S\u00f3 conseguimos achar um meio-termo dela quando entramos em est\u00fadio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VEJA BEM MEU BEM<br \/>\nCamelo: \u00c9 outra que tem uma letra boa. Fala de uma rela\u00e7\u00e3o de duas pessoas, onde uma pessoa fala que trocou o parceiro por outra, porque estava dif\u00edcil sobreviver nos dias ruins. Basicamente \u00e9 um samba. \u00c9 um lamento tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">T\u00c3O SOZINHO<br \/>\nCamelo: \u00c9 a m\u00fasica mais antiga do Los Hermanos. Essa \u00e9 da \u00e9poca de uma outra banda que eu tinha. Como \u00e9 um hardcore pesado, ela destoa um pouco do resto do disco. Mas \u00e9 legal para balancear.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ADEUS VOC\u00ca<br \/>\nCamelo: Essa letra eu fiz quando os pais da minha ex-namorada foram morar fora do pa\u00eds. Fala sobre a despedida de uma m\u00e3e para uma filha. S\u00f3 que depois que terminei o namoro com ela, come\u00e7ou a fazer muito sentido para mim. Mostra que uma rela\u00e7\u00e3o entre homem e mulher tamb\u00e9m se aproxima de uma rela\u00e7\u00e3o m\u00e3e e filho. Tem uma orquestra barroca no final que \u00e9 maravilhosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-20568\" title=\"loshermanos3\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/loshermanos3.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p><strong>&#8211; <\/strong>Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Calmantes com Champagne<\/a><\/p>\n<p><strong>Leia mais<\/strong><br \/>\n&#8211; Los Hermanos ao vivo em Juiz de Fora, 2002: assista a 13 v\u00eddeos (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/10\/12\/los-hermanos-em-juiz-de-fora-2002\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cVentura\u201d: a consist\u00eancia e maturidade do Los Hermanos, por Jonas Lopes (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2003\/07\/16\/musica-ventura-los-hermanos\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cLos Hermanos 4\u201d \u00e9 um disco sem paralelos na m\u00fasica brasileira, por CEL (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2005\/08\/08\/musica-4-los-hermanos\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cFizemos Bloco do Eu Sozinho \u00e0 revelia\u201d, entrevista a Martin Fernandez (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2002\/02\/26\/entrevista-los-hermanos\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Entrevista: Bruno Medina -&gt; Acho que a renova\u00e7\u00e3o de p\u00fablico est\u00e1 ocorrendo (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/01\/10\/entrevista-bruno-medina-los-hermanos\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Show: \u201cSeita\u201d Los Hermanos segue firme em SP\u00a0 (2005), por Juliano Costa (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musica\/loshermanosshow.html\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Show: A antepen\u00faltima ceia do Los Hermanos (2007), por Marco Antonio Bart (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/bart_hermanos.htm\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cBloco do Eu Sozinho\u201d e \u201cVentura\u201d, os dois melhores discos dos anos 00 (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musica\/loshermanosinterview.html\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa Texto publicado originalmente no Scream &amp; Yell em 12\/10\/2001 J\u00e1 faz um bom tempo que a m\u00fasica pop n\u00e3o cria \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2001\/09\/12\/bloco-do-eu-sozinho-los-hermanos\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[198],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20564"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20564"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20564\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":73557,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20564\/revisions\/73557"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20564"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20564"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20564"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}