{"id":19338,"date":"2013-08-11T14:52:58","date_gmt":"2013-08-11T17:52:58","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=19338"},"modified":"2020-12-21T19:32:22","modified_gmt":"2020-12-21T22:32:22","slug":"entrevista-joao-barone-fala-dos-paralamas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/08\/11\/entrevista-joao-barone-fala-dos-paralamas\/","title":{"rendered":"Entrevista: Jo\u00e3o Barone"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-19339\" title=\"paralamas1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/paralamas1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"549\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/paralamas1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/paralamas1-300x272.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><strong>por\u00a0<a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2013 marca os 30 anos de carreira dos Paralamas do Sucesso, banda essencial para o rock brasileiro. Em sua trajet\u00f3ria, Herbert Vianna, Bi Ribeiro e Jo\u00e3o Barone desbravaram, literalmente, a estrada, levando seu show a palcos no interior do pa\u00eds que nunca haviam visto bandas de rock, principalmente no Nordeste, quando estouraram na metade dos anos 1980. Essa d\u00e9cada, na qual muitos queriam soar ingleses ou americanos, tamb\u00e9m foi marcada pela postura do trio, que n\u00e3o teve medo de trazer a m\u00fasica brasileira e africana para seu som, criando obras-primas como o reconhecido \u201cSelvagem?\u201d (1986) e o pouco comentado \u201cBora-Bora\u201d (1988). Quando a distor\u00e7\u00e3o grunge imperava, o trio buscou inspira\u00e7\u00e3o no sofisticado pop argentino de Fito P\u00e1ez e Charly Garc\u00eda, e pagaram o pre\u00e7o por isso: o disco \u201cOs Gr\u00e3os\u201d, de 1991, foi impiedosamente atacado pela cr\u00edtica. Ainda houve um mergulho experimental em sonoridades nunca ouvidas por aqui no incompreendido \u201cSeverino\u201d (1994) \u2013 um disco que o tempo vem revalorizando \u2013, antes da banda retomar o frescor pop em \u201cVamo Bat\u00ea Lata\u201d (1995) e \u201c9 Luas\u201d (1996).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De qualquer maneira, do pop ing\u00eanuo de \u201cCinema Mudo\u201d (1983), estreia fonogr\u00e1fica da banda, nada restou. Chamar a obra dos Paralamas de &#8220;consistente&#8221; \u00e9 subestimar seu valor. De O Rappa a Na\u00e7\u00e3o Zumbi, de Jota Quest a Ivete Sangalo, s\u00e3o muitos os artistas que t\u00eam ou tiveram na banda um forte referencial. A trajet\u00f3ria do trio quase foi interrompida por uma trag\u00e9dia: o conhecido acidente de Herbert Vianna com um ultraleve em 2001, que vitimou sua esposa e lhe custou o movimento das pernas. Com Herbert recuperado, lan\u00e7aram tr\u00eas excelentes discos de est\u00fadio \u2013 \u201cLongo Caminho\u201d (2002), \u201cHoje\u201d (2006) e \u201cBrasil Afora\u201d (2009) \u2013 al\u00e9m de tr\u00eas ao vivo (quatro, se contarmos o registro de seu show no primeiro Rock In Rio) que, verdade seja dita, pouco acrescentaram \u00e0 excelente discografia da banda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recentemente, encontrei Jo\u00e3o Barone para conversar com o baterista a respeito de seu trabalho como escritor \u2013 ele j\u00e1 lan\u00e7ou os livros \u201cA Minha Segunda Guerra\u201d e \u201c1942 \u2013 O Brasil e sua Guerra Quase Desconhecida\u201d. Nas quase cinco horas que passei com o m\u00fasico, entre viagens de jipe e conversas em seu s\u00edtio em Araras (RJ), tive a oportunidade de tocar em assuntos referentes \u00e0 banda. Foram horas de boa conversa: Jo\u00e3o n\u00e3o perde o encantamento pela m\u00fasica, que come\u00e7ou com os Beatles e o acompanha pelos anos. Tamb\u00e9m n\u00e3o se preocupa em dar respostas meticulosamente articuladas. Sua fala \u00e9 fluida, como se fosse um papo numa mesa de jantar. Os trechos mais pertinentes desse papo est\u00e3o presentes com exclusividade para o Scream &amp; Yell, abaixo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-19340\" title=\"paralamas2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/paralamas2.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A turn\u00ea de 30 anos<\/strong><br \/>\n&#8220;A inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a de recuperar can\u00e7\u00f5es esquecidas do nosso repert\u00f3rio, como j\u00e1 fizemos em turn\u00eas passadas. \u00c9 uma coisa de greatest hits mesmo. E tem sido muito bom, h\u00e1 tempos n\u00e3o fic\u00e1vamos t\u00e3o empolgados com o roteiro de um show. Meio que montamos o espet\u00e1culo em bloquinhos: as baladas, as mais pesadas, as mais r\u00e1pidas, as com influ\u00eancia africana, as com cara de reggae&#8230; Tem funcionado muito bem para o p\u00fablico e para n\u00f3s&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A rela\u00e7\u00e3o entre os integrantes nessas tr\u00eas d\u00e9cadas<\/strong><br \/>\n&#8220;\u00c9 \u00f3bvio que a gente j\u00e1 quebrou o pau algumas vezes. Ningu\u00e9m aqui \u00e9 escoteiro. Mas sempre houve muito respeito, muito entendimento. E o per\u00edodo p\u00f3s-acidente teve uma coisa muito forte: nossa \u00fanica preocupa\u00e7\u00e3o era que o Herbert ficasse bem. Todos nos concentramos nisso. Em \u00faltima inst\u00e2ncia, isso tamb\u00e9m nos renovou como banda. &#8216;Longo Caminho&#8217; ainda tinha um clima pesado, mesmo com a maioria das can\u00e7\u00f5es tendo sido compostas antes do acidente. Ficou um disco meio sombrio. &#8216;Hoje&#8217; \u00e9 um disco no qual voltamos a nos encontrar como banda, tem uma sonoridade mais marcante.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Material novo de est\u00fadio<\/strong><br \/>\n&#8220;Estamos ainda vendo o que vamos fazer. Tem umas coisas que sobraram do &#8216;Brasil Afora&#8217;, outras que o Herbert fez mais recentemente e que estamos pensando em burilar. Mas ainda n\u00e3o sabemos se isso vai virar um \u00e1lbum. Estamos pensando em singles ou EPs, que provavelmente ser\u00e3o lan\u00e7ados pela internet. Andamos pensando se ainda vale a pena esse modelo de \u00e1lbum. \u00c9 um investimento muito alto, e o retorno n\u00e3o \u00e9 proporcional. Se \u00e9 para sair em turn\u00ea com coisa nova, talvez valha mais a pena disponibilizar esse material novo para download. Seja como for, ser\u00e1 para 2014.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O palco ontem e hoje<\/strong><br \/>\n&#8220;Nossos shows tinham muito espa\u00e7o para o improviso no passado, Herbert puxava uma can\u00e7\u00e3o fora do roteiro ou um cover e a gente seguia atr\u00e1s. Ap\u00f3s o acidente, ele ficou mais contido com isso. Essa turn\u00ea de 30 anos teve um pouco a inten\u00e7\u00e3o de estimular isso nele, estimular esse resgate. E em certa medida, tem rolado. Estamos fazendo &#8216;Whole Lotta Love&#8217; antes de &#8216;O Calibre&#8217;, por exemplo, E \u00e0s vezes pinta uma coisa nova, diferente.&#8221;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Paralamas do Sucesso falam sobre o lan\u00e7amento do DVD Brasil Afora\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TKFZtIiMQdY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por que tantas regrava\u00e7\u00f5es em discos ao vivo (quatro nos \u00faltimos nove anos)<\/strong><br \/>\n\u201cSe voc\u00ea analisar as vers\u00f5es que est\u00e3o presentes em cada disco, vai ver que elas s\u00e3o bem diferentes. T\u00eam bandas que tocam as m\u00fasicas exatamente iguais em todos os shows. N\u00f3s gostamos de fazer pequenas modifica\u00e7\u00f5es, na forma, no andamento, e geralmente cada registro acaba ficando diferente do outro. Simples assim. Led Zeppelin e o Police mudavam tudo ao vivo, sempre gostamos disso neles.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Carreiras-solo<\/strong><br \/>\n&#8220;Quando o Herbert come\u00e7ou a compor umas coisas que n\u00e3o se encaixavam nos Paralamas, ele come\u00e7ou a mandar essas composi\u00e7\u00f5es para outros artistas. Ele \u00e9 muito criativo, inspirado, e isso foi crescendo. Ele precisou de um espa\u00e7o para dar vaz\u00e3o a todas as coisas que ele criava e vieram os discos-solo. Eu e o Bi somos &#8216;autossatisfat\u00f3rios&#8217; (risos). O que a gente faz nos Paralamas j\u00e1 nos diverte bastante.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A repercuss\u00e3o de &#8220;Brasil Afora&#8221;<\/strong><br \/>\n&#8220;O disco foi feito sem contrato com gravadora. Com a EMI, tivemos apenas um contrato de distribui\u00e7\u00e3o, n\u00e3o teve essa coisa de adiantamento, verba para o disco, nada. Fomos n\u00f3s quem bancamos. Eu acho que n\u00e3o vendeu nem 20 mil c\u00f3pias. \u00c9 estranho, tem m\u00fasicas bem pop l\u00e1, tem a vers\u00e3o de &#8216;El Amor Despu\u00e9s del Amor&#8217;, do Fito P\u00e1ez, que ficou linda, uma das melhores que j\u00e1 fizemos. Passou em branco.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O mercado brasileiro de m\u00fasica<\/strong><br \/>\n&#8220;N\u00e3o existe meio-termo entre o sucesso massivo e o underground desconhecido. Quando houver esse meio-termo, vai ser a descoberta da p\u00f3lvora. Porque est\u00e1 claro que esse modelo hoje n\u00e3o ajuda muita gente. A democratiza\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o musical tem seu lado obviamente bom, mas tamb\u00e9m aumentou tanto a oferta que hoje a m\u00fasica nova n\u00e3o vem mais at\u00e9 voc\u00ea, \u00e9 voc\u00ea quem tem que ir atr\u00e1s dela. Por outro lado, o cen\u00e1rio nunca foi t\u00e3o popularesco quanto hoje, de ter a predomin\u00e2ncia de coisas de apelo f\u00e1cil.&#8221;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Os Paralmas, Charly Garcia y Pettinato 2\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cOt-nyiokUs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os discos em espanhol<\/strong><br \/>\n&#8220;N\u00e3o gostamos muito da colet\u00e2nea que gravamos em 1991 (intitulada simplesmente &#8216;Paralamas&#8217;). At\u00e9 nossos f\u00e3s da Am\u00e9rica do Sul vinham falar com a gente e diziam: &#8216;olha, canta em portugu\u00eas que \u00e9 melhor&#8217; (risos). Mas quando fomos gravar o segundo, a vers\u00e3o castelhana do &#8216;9 Luas&#8217;, chamamos um cara que pertencia \u00e0 banda chilena Los Upa para fazer as vers\u00f5es junto com o Herbert. O resultado ficou bem melhor. Repetimos a parceria no &#8216;Dos Margaritas\u2019 [composto em grande parte por can\u00e7\u00f5es de \u2018Severino\u2019, mais faixas-b\u00f4nus exclusivas), e os dois discos tiveram \u00f3tima resposta por l\u00e1&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A influ\u00eancia do rock argentino<\/strong><br \/>\n&#8220;Eu acho que Charly [Garc\u00eda] e Fito [P\u00e1ez] influenciaram o Herbert mais que qualquer artista brasileiro. Quando, nos anos 1990, fomos tocar na Argentina, n\u00f3s todos fomos muito impactados pela forma apaixonada como eles se relacionam com o rock. \u00c9 quase como se eles o tivessem inventado (risos). E vimos muitas bandas incr\u00edveis. Certamente, foi uma influ\u00eancia enorme para todos n\u00f3s. Inclusive tem uns covers que fazemos de bandas argentinas que s\u00e3o obrigat\u00f3rios em nosso repert\u00f3rio quando tocamos por l\u00e1: &#8216;Que Me Pisen&#8217;, do Sumo, e &#8216;Rap de las Hormigas&#8217;, do Charly Garc\u00eda. N\u00e3o sei por que nunca os gravamos. O p\u00fablico sempre pede, e a casa vem abaixo quando n\u00f3s tocamos&#8221; .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[Nota: os Paralamas j\u00e1 gravaram vers\u00f5es de v\u00e1rios artistas argentinos. Em \u201cOs Gr\u00e3os\u201d, h\u00e1 &#8220;Track-Track&#8221;, de Fito P\u00e1ez; em \u201c9 Luas\u201d, &#8220;Lourinha Bombril&#8221; (&#8220;P\u00e1rate y Mira&#8221;, no original dos Pericos) e &#8220;De M\u00fasica Ligera&#8221;, do Soda Stereo (depois regravada pelo Capital Inicial num drive mais lento, e rebatizada de &#8220;\u00c0 Sua Maneira&#8221;); &#8220;Hero\u00edna&#8221;, do Sumo (em medly com &#8220;Caga\u00e7o&#8221; no DVD \u201cVamo Bat\u00ea Lata\u201d); &#8220;Viernes 3AM&#8221;, do Ser\u00fa Giran em \u201cHey Na Na\u201d; e &#8220;El Amor&#8221;, outra de Fito P\u00e1ez, em \u201cBrasil Afora\u201d. Al\u00e9m disso, Charly, Fito e o franco-espanhol Manu Chao j\u00e1 participaram de grava\u00e7\u00f5es dos Paralamas].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A biografia da banda, &#8220;Vamo Bat\u00ea Lata&#8221;<\/strong><br \/>\n&#8220;N\u00e3o gostei muito, n\u00e3o. Ficou raso, n\u00e9? Acho que, por tudo o que coletou com a gente, o Jamari (Fran\u00e7a, autor do livro) tinha material para fazer uma coisa mais substancial. Parece que foi uma coisa feita \u00e0s pressas. N\u00e3o sei se ele estava com o prazo apertado, alguma coisa desse tipo. Ficou parecendo uma coisa feita um pouco nas coxas&#8221;.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Jo\u00e3o Barone Direto ao Assunto - Ska | Os Paralamas do Sucesso\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/N_nD96sHwlQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Os Paralamas do Sucesso | Morma\u00e7o (Participa\u00e7\u00e3o Z\u00e9 Ramalho)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/HJwTrg1PwZM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Paralamas 20 Anos - Closeup   Especial - Anos 80\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/G3X6HzvB6V8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"LEGI\u00c3O URBANA E PARALAMAS DO SUCESSO JUNTOS\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zbq0kdvlvhI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/#%21\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/05\/03\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a>) no Scream &amp; Yel<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; \u201cBrasil Afora\u201d mostra um Paralamas inspirado e inspirando-se, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/03\/14\/brasil-afora-paralamas\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cLegi\u00e3o Urbana e Paralamas Juntos\u201d \u00e9 retrato exemplar de \u00e9poca, por Mac (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/04\/27\/legiao-urbana-e-paralamas-juntos\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Especial: Herbert Vianna encontra Mestre Vieira?, por Ismael Machado (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/10\/07\/herbert-vianna-encontra-mestre-vieira%E2%80%8F\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;\u00c9 \u00f3bvio que a gente j\u00e1 quebrou o pau algumas vezes. Ningu\u00e9m aqui \u00e9 escoteiro&#8221;, avisa o baterista em uma conversa franca\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/08\/11\/entrevista-joao-barone-fala-dos-paralamas\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[75,74,4538,73,72],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19338"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19338"}],"version-history":[{"count":16,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19338\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":59196,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19338\/revisions\/59196"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19338"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19338"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19338"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}